Thiago K

Thiago K

O cantor, compositor, violonista paulistano Thiago K começou a cantar ainda pequeno influenciado por seu pai, Sergio K. Augusto.

Thiago K em 2005, ingressou como estudante do curso de “Violão-MPB-Jazz” no “Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos” de Tatuí, interior de São Paulo, onde se manteve até o ano de 2007, quando começou a cursar a faculdade de jornalismo na Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo, onde se formou no ano de 2010.

Thiago K trabalhou no com trilha para teatro no grupo “Teatro do Altruísmo”, no qual fez parte de 2003 a 2008 assinando a trilha sonora e direção musical das produções. Destaque para o espetáculo “Terreiro de Anjos” que foi premiado com o primeiro lugar na categoria Melhor Espetáculo do Festival Augusto Boal em 2004. Em seus shows, Thiago já contou com a participação de nomes como: Maria Gadú, Kléber Albuquerque e Renato Braz. Este último também participa cantando e tocando na gravação da música “Motor”, de Thiago K e Sandro Dornelles, que vem se destacando nos festivais de música por onde tem sido apresentada. Exemplo disso foi o primeiro lugar conquistado no 37° Festival MPB de Ilha Solteira, em 2011.

Os festivais são importantíssimos na trajetória de Thiago, que já ganhou inúmeras premiações. Entre elas os primeiros lugares da Fampop (Avaré/SP), FUC (Ponta Grossa/PR), Festival da Canção de Andradas/MG, Festival da Canção de Balneário Camboriú/SC, FEM (São José do Rio Preto/SP) entre outros. O ano de 2014 marca um novo passo na carreira de Thiago, pois, esteve em sua primeira turnê europeia com apresentações em casas e festivais na Irlanda, Inglaterra, França, Itália, Suíça e Espanha.

Além disso, através de uma campanha de “crowdfunding” (financiamento coletivo) realizada pelo portal “Benfeitoria”, o músico conseguiu fomento para a produção do seu primeiro disco chamado “Em meio a tantas possibilidades de morte, me peguei pensando na vida”, que conta com a produção de Vinicius Castro, participações especiais de Renato Braz e Patrícia Bastos, lançado em julho de 2015. O disco foi eleito um dos 100 melhores discos da música brasileira em 2015, pelo site Embrulhador, e “Empoeirado”, de Thiago K e Sandro Dornelles, uma das 5 canções mais bonitas de 2015, pelo site Armazém de Cultura.

Também em 2015 realizou, em parceria com os cantautores Paulo Monarco, Demetrius Lulo e Raul Misturada, o projeto coletivo “1111” que se apresentou no histórico palco da Sala Guiomar Novaes, na FUNARTE, em São Paulo. Em 2017, ao lado de Conrado Pera (GO) e François Muleka (SC), passou a integrar a banda “Regra de Três”, projeto coletivo e autoral que já passou por cidades como São Paulo, Florianópolis, Blumenau, Joinville, Porto Belo e Alto Paraíso de Goiás. 

Realizou a direção musical e integrou o elenco do espetáculo teatral “Desterro”, da Cia Sinhá Zózima, realizado no Sesc Consolação, em maio de 2018. No segundo semestre de 2019 lança seu segundo álbum, “Quando o grito

enfim chegar”, somente de parcerias com Gregory Haertel, este também um trabalho literário, tendo sua versão em livro no conjunto.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Thiago K para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 09.11.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Thiago K: Nascido no dia 17.09.1987 em São Paulo (SP). Registrado como Thiago Barbosa Augusto.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Thiago K: Primeiro contato com a música com certeza foi através do meu pai Sergio K. Augusto, que também é músico e criador do site: https://www.festivaisdobrasil.net .

03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Thiago K: Estudei no Conservatório de Tatuí – SP por um ano e meio, depois abandonei o Conservatório e fui estudar jornalismo e me formei em 2010. Nessa época, eu não tinha entendido ainda que viveria da música e para a música. Quanto a minha formação artística, tem muita influência da minha adolescência em que participei de grupos teatrais e isso praticamente foi a minha porta de entrada para todo o universo na arte.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Thiago K: Sou fruto de um grande mix musical. Na infância cresci ouvindo os amigos do meu pai Sergio K. Augusto que tocavam nos Festivais de Música que aconteciam por todo o Brasil, e ao mesmo tempo ouvia Gazeta FM em que rolava de Zezé Di Camargo a todos os Pagodes dos anos 90 passando pelo Pop e Racionais MC’s. Enfim, era isso! (risos). Depois vieram, os grandes mestres: Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Milton Nascimento etc. Depois muito a geração da MPB dos anos 90: Lenine, Chico César, Moska, Zeca Baleiro etc que foi em que eu me espelhava e que buscava inspiração. Mas a principal influência de todas foram os amigos, os do meu pai que depois se tornaram meus também, e os meus pares de geração que sempre me influenciaram e hoje continuam influenciando. Não sei responder se algum deixou de ter importância, tudo é uma bagagem e uma marca que fica.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Thiago K: Comecei na adolescência trabalhando com teatro e fazendo música para os grupos teatrais que participei. Porém, considero 2009 como um divisor de águas na minha vida. Ali eu comecei a compor meu trabalho autoral e, principalmente, comecei a entender que eu seria músico de fato.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Thiago K: Dois discos. O primeiro em 2015 “Em meio a tantas possibilidades de morte, me peguei pensando na vida” e o segundo em 2019 “Quando o grito enfim chegar”. Em 2020, um single: “Tempos remotos”. Todos estão disponíveis nas plataformas!

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Thiago K: Não defino. Estou em busca dessa definição há tanto tempo que já desisti de encontrar essa definição.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Thiago K: Muito pouco. Raras aulas.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Thiago K: Importância fundamental. Se for possível essa busca, faça!

10) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Thiago K: Vou dizer aleatoriamente entre super stars e os mais próximos da gente.

Cantoras: Mônica Salmaso, Bruna Moraes, Vanessa Moreno, Joss Stone, Mayra Andrade etc… Cantores: Eudes Fraga, Moska, Diego Moraes, Vitor Ramil, Jorge Drexler, Pedro Altério, Renato Braz, Glen Hansard etc.

11) RM: Como é seu processo de compor?

Thiago K: Completamente aleatório e sem regras. Uma hora coloco melodia em uma letra de algum parceiro, outra hora faço um Grove no Violão que vira uma melodia e eu mando para algum parceiro letrar. De vez em quando vem algum verso com letra, ou alguma frase de impacto, na cabeça aí começo a trabalhar em cima dela. Enfim, não tem regra.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Thiago K: Tenho muitos, mas os principais, penso que são: Gregory Haertel, autor de todas as letras do meu segundo disco. Sandro Dornelles, meu primeiro parceiro. Conrado Pera, parceiro que tenho feito bastante coisa nos últimos tempos. Joãozinho Gomes, parceiro novo, mas que esse ano tem sido frequente. Bruno Batista, parceiro antigo também.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Thiago K: Ana Rafaela, Patrícia Bastos, Renato Braz, Almério, Eudes Fraga, Mareike, André Fernandes, Zeca Barreto etc.

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Thiago K: Não consigo enxergar prós (risos). Se desenvolvemos uma carreira independente é por amor, já que muitos artistas não seriam felizes atuando em outra profissão. O ponto “prol” é fazer aquilo em que se acredita! O contra é que para viver o prol é uma batalha diária em busca por formas de sobrevivência no dia a dia da vida e formas de realizar os projetos artísticos.

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Thiago K: Sou bastante falho nas minhas estratégias, mas procuro sempre estar atento para melhorar. Dentro do palco a estratégia principal é o estudo, é observar os mestres, estar sempre atento para aprender e se espelhar em quem se admira. Fora do palco é buscar sempre se reinventar na parte da autoprodução, estar sempre atento aos contatos. Enfim é isso.

16) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Thiago K: Agora tenho tido a ajuda de amigos para a parte de produção, tanto para a venda de shows como para marketing digital. Enfim, estou em busca de melhorar essa parte.

17) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Thiago K: A internet é a principal ferramenta de divulgação e exposição de um trabalho. É fundamental estar atento ao funcionamento da música na internet.

18) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Thiago K: Não existe desvantagens, só vantagens. Se é possível para o músico buscar esse recurso do home estúdio, faça-o! É ali que você vai aprender a desenvolver e tirar do papel seus trabalhos. Muitas vezes esperamos uma verba gigantesca que raramente chega para começar a pensar fazer o nosso trabalho com grandes produtores, estúdios caros etc. Esqueça isso. Comece com seu home estúdio e bote a criatividade e a curiosidade para trabalhar. Pergunte aos amigos que já possuem e tire suas dúvidas. Esse é o melhor caminho.

19) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Thiago K: Não enxergo o músico do meu nicho ou de qualquer outro como concorrente; talvez isso seja um grande problema (risos). Enxergo como um possível parceiro, um colega. A diferenciação é a busca através da verdade que você aplica ao seu trabalho. O lance para mim é aplicar corretamente as estratégias de divulgação e marketing. E claro, se você tem condições de verba para alavancar seu trabalho, melhor ainda.

20) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Thiago K: Num contexto geral penso que que a cena musical brasileira que aparecem na grande mídia vai de encontro com o projeto de um país que não investe em educação. Música fácil de ser digerida para um grande público que não quer pensar. Acho que a grande revelação dos últimos anos desse contexto geral da mídia é a Anitta, que uma artista que conseguiu romper a barreira do Brasil e ganhou um mercado musical internacional gigantesco.

Já no contexto da música independente, do meu meio, da MPB em si, penso que o artista para ter uma pequena projeção ele precisa conseguir romper a barreira e entrar nas curadorias dos Sescs, Sesis, etc. E uma grande alternativa para adentrar esse meio foram as galeras, os coletivos. Nos últimos anos, muita gente se juntou e assim conseguiu uma visibilidade que antes não tinham. Poderia citar a galera do “Metá Metá” e do “5 a Seco” como exemplo de ajuntamentos que foram bons pra todo mundo.

21) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Thiago K: Qualidade artística teriam centenas, milhares. Mas vou citar meu grande ídolo na música, que não seria quem é se não fosse um grande profissional: Gilberto Gil.

22) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Thiago K: Todos esses exemplos citados na pergunta já aconteceram mas vou citar uma situação em que fomos (eu e Bruna Moraes) cantar (concorrer) em um Festival de Música em Minas Gerais que não tinha ajuda de custo, tipo era ganhar um prêmio ou tomar prejuízo. E na hora da apresentação o amplificador da guitarra parou de funcionar e o técnico de som ao invés de resolver o problema começou a me xingar nos monitores de retorno. Fiquei muito puto.

23) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Thiago K: Feliz com certeza são os encontros que a música proporciona. Grandes amizades, grandes momentos, grandes viagens, lugares etc. Triste é a sensação de muitas vezes se sentir sem perspectivas de como botar em prática as ideias. Principalmente em um país que extinguiu o ministério da cultura, por exemplo. Isso é triste.

24) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Thiago K: Existem pessoas com maior aptidão para determinadas atividades. Na música não é diferente. O que não quer dizer que não é possível o aprimoramento. Defino como um instrumento receptivo de levar vida e emoção para outras pessoas. O dom da música é para servir. Levar para o próximo o que a música te traz.

25) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Thiago K: Não nas grandes rádios e só tocará sem pagar o jabá nas rádios independentes. O grande lance agora são as playlists do Spotify, Deezer etc. Aí ainda não sei como funciona (risos).

26) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Thiago K: Estude muito e se jogue com dedicação naquilo que você acredita. Não tema, a música vai te salvar em qualquer situação desde que você acredite nela.

27) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Thiago K: Os prós são inúmeros. Eu cresci nos meios dos Festivais de Música, vi meu pai Sergio K. Augusto concorrer, produzir e ser jurado desde criança. Depois, muito cedo, ainda adolescente comecei a concorrer de vez em quando. Então, sou suspeito para falar os prós. Foi nos festivais que me formei musicalmente, vendo os caras de vários lugares do país se reunirem em uma cidade para cantar música autoral e todo mundo parar pra escutar. Quando que isso é possível? Nos festivais sim. Toquei para Praças lotadas e as pessoas prestando atenção e dando valor ao papo que a minha música contava. Isso sem falar nas parcerias, troca, amizades que surgem através dos festivais. Só tenho a agradecer esse meio.

Os “contras” dos festivais são gerados a partir de organizações mal preparadas e sem conhecimento de causa que às vezes acabam distribuindo mal a verba para o evento. Por exemplo, existem festivais que dão 10 mil reais de prêmio para o primeiro lugar, mas não dão ajuda de custo para o concorrente. Quer dizer, um vai ganhar e os outros todos vão pagar para tocar. Esse é o principal contra. Mas também existem festivais muito bacanas com organizações muito legais e conscientes na distribuição da renda. Outra situação muito bacana são as mostras onde todos ganham igual. Porém, acho que tem espaço para os dois formatos.

28) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Thiago K: Não gosto do termo “revelar”. Os Festivais de Música ainda são um caminho para que o músico toque música autoral e seja remunerado por isso. Isso sem falar na mensagem do seu trabalho que é plantada em cada cidade que você passa para cantar. Pode parecer que não, mas se você voltar em um festival, as pessoas se lembram de você, da sua música da edição passada. É uma semente que gera frutos, ainda que feito trabalho de formiguinha.

29) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Thiago K: A cobertura feita pela grande mídia é superficial, pois a cena musical brasileira é imensa. Mas acho que é feito futebol, na televisão passam os jogos da primeira divisão, o que não dá nem 1% dos jogadores no Brasil. E os outros 99% onde estão? Passando perrengue e correndo atrás de alcançar os 1%. Na música é a mesma coisa, existe muita gente, mas poucos atingiram a grande mídia. Por isso, acho superficial. A grande mídia retrata o que quer, o que está no mercado/indústria musical, o restante luta para sobreviver.

30) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Thiago K: Fundamentais espaços como SESC, SESI e Itaú Cultural. Um dos poucos meios para realização e viabilização de projetos maravilhosos. Porém, como tudo na vida é bastante custoso entrar nesse circuito e existe aquela galera que está sempre dentro e não sai, né? Afinal de contas, quem quer largar o osso? Eu também quero chegar nesse ponto aí! (risos).

31) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Thiago K: Morei a vida inteira em São Paulo e sempre me virei. Depois de um tempo comecei a me dedicar mais ao meu trabalho autoral e assim passei a viajar mais, fui vivendo assim. Hoje estou morando fora do país. Estou na Suíça, em Basel, e aqui passei a tocar bastante novamente. A busca por música brasileira é bem legal, aqui está sendo ótimo.

32) RM: Como você analisa o cenário do “Forró Universitário”?

Thiago K: Foi escutando as banda de São de Paulo que comecei a me envolver com o som do “Forró Universitário”. As bandas: Falamansa, Forroçacana, Bicho de Pé e Miltinho Edilberto foram fundamentais para consolidação dessa cena.

33) RM: Como você analisa o cenário do Forró na Europa?

Thiago K: A cena do Forró na Europa é bem bacana. Existem vários festivais. Em praticamente todos os países tem gente interessada em aprender a dançar e ouvir Forró. É algo que vem crescendo cada vez mais.

34) RM: Quais os seus projetos futuros?

Thiago K: Morei a vida inteira em São Paulo e sempre me virei. Depois de um tempo comecei a me dedicar mais ao meu trabalho autoral e assim passei a viajar mais, fui vivendo assim. Hoje estou morando fora do país. Estou na Suíça, em Basel, e aqui passei a tocar bastante novamente. A busca por música brasileira é bem legal, aqui está sendo ótimo.

35) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Thiago K: [email protected] 

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Canal: https://www.youtube.com/channel/UCN4h8bqqa2rAg0MbEAOhm6w

Playlist: https://www.youtube.com/watch?v=QCL7HS7UTKI&list=PLhLTf7J_ipdiUTYOnTYy2aZXNMz1KbWd6


Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.