Professor Vagner Sousa

Professor Vagner Sousa

O professor de Educação Física Vagner Sousa teve momentos complicados em que teve que pedir exoneração do cargo de professor para se dedicar ao Forró a partir de 1994.

Em meados de 1994 recebeu a visita do Mogi (aluno de veterinária da USP) e começaram a se enveredar pelo Forró. Trabalharam muito para vencer e pouco a pouco o Forró Pé de Serra se tornou um ritmo que muitas pessoas ouvem em vários momentos da vida. Eles conseguiram que uma área de mais 3.000 metros fosse anexada ao Projeto Equilíbrio. Com a verba de bilheteria construíram uma área de 2.000 metros com quadra poliesportiva e um salão em que realizaram centenas de eventos na maioria de Forrós e uma parceria para evento de Reggae. Foram dias de trabalho contínuo sempre em busca de algo novo para a programação do Projeto Equilíbrio.

Tiveram shows com Alceu Valença, Anastácia e Dominguinhos por várias vezes e a demanda não parava de crescer. Mas foi com a produtora Valeria Gentil em que realizaram vários eventos em que davam oportunidade para os jovens aproveitar esse momento de glória, para mostrar o seu talento para a galera.

Nesta época o professor Vagner teve o seu primeiro AVC (acidente vascular cerebral) com complicações não muito traumáticas, em parte pela sua preparação física que o ajudou muito para ele viver sem complicações futuras. Era um trabalho em que tinham muitas demandas e em que muitas delas não ouve a retribuição financeira para um encaminhamento futuro. Pois o pró-labore era no máximo 20% do montante arrecadado. Foram mais de duzentas bandas que utilizaram o palco e o Projeto Equilíbrio fazia toda a parte gráfica para os eventos.

Em 2000 o professor Vagner quase tornou-se vereador pelo PT. Teve quase 8.000 votos. Ficou ainda mais conhecido e com uma popularidade incrível. O que trouxe uma aproximação do professor Vagner com o público de Forró através de visita por várias localidades em que tinha Forró e público jovem ele estava divulgando e conquistando público para o Forró. o Projeto Equilíbrio se aproximou da Feira da Vila Madalena, bairro da zona oeste de São Paulo. E logo o Projeto Equilíbrio estava sendo representado em uma da grande feira de Cultura e Arte de São Paulo levando casais de dançarinos para estimular e vivenciar a prática de dança e também vários trios de Forró para dar um toque de música vivo as apresentações do Projeto Equilíbrio. Foi em uma desta festa temática que se uniram com a Poli (Engenharia e Arquitetura da USP) e realizaram uma festa junina de arrepiar e memorável e como professor realizou várias festas juninas em São Paulo.

Por falta equipamentos o professor Vagner não salvou o seu livro “Equilíbrio no Forró”, que estar tentando finalizar. São várias entrevistas com artistas, dançarinos e público em geral para pode passar as suas sensações de ter aberto ao público de Forró o espaço do Projeto Equilíbrio, tiveram no espaço pessoas que estão até hoje na luta em tornar em Patrimônio Imaterial da Humanidade o Forró.

Foram para o professor Vagner os mais belos anos que viveu e que teve contato com a massa forrozeira e hoje é identificado como sendo um dos pioneiros do Forró na capital paulista. A sua trajetória profissional foi bem distinta como professor e como produtor artístico de 1994 a 2003.

Segue abaixo entrevista exclusiva com professor Vagner Sousa para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 23.05.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Professor Vagner Sousa: Nasci 14.01.1960 em São Paulo – SP. Registrado como José Vagner Sousa.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Professor Vagner Sousa: Foi uma divertida história, eu não falava corretamente as palavras com R, e ficava enrolando e gaguejando, aí comecei a tentativa em usar as músicas como forma para poder soltar a voz.

03) RM: Qual a sua formação acadêmica?

Professor Vagner Sousa: Sou professor de Educação Física, com várias especializações entre elas; Dança Educação Física, Ginástica Olímpica, Capoeira, etc.

04) RM: Fale como o Forró entrou na sua vida.

Professor Vagner Sousa: Fui apresentado ao Forró e fiz várias coreografias, que amei eternamente e se tornou parte de meu crescimento como ser humano. E comecei a levantar a bandeira de Luiz Gonzaga e o Nordeste é uma riqueza para o progresso do Brasil.

05) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Professor Vagner Sousa: Sou do tempo em que estávamos no auge da transformação brasileira, nos anos 60, caminhando para o tri na Copa do Mundo, vários festivais de música. Estávamos mudando a nossa forma de compor reativando o jeito brasileiro de compor, com muita música brasileira nas paradas de sucesso: MPB, Jovem Guarda, Samba, Rock nacional. A música internacional saindo gradativamente do gosto popular e se instalando a música nacional ou MPB, com vários valores musicais: Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton nascimento, Roberto Carlos, Luiz Gonzaga, Gal Costa, Marinês, Anastácia, entre outros nessa fase de ouro da música brasileira.

06) RM: Quando, como, onde e com quem você abriu o Projeto Equilíbrio Cultural?

Professor Vagner Sousa: Em 1988 o começou do Projeto Equilíbrio em um momento de sorte e oportunidade, quando fiquei sabendo que o Colégio Equipe, uns do colégio top de São Paulo, estava precisando de uma quadra poliesportiva, fui logo sondando os teremos da região e localizei um na rua Eugênio de Medeiros, 287 no bairro de Pinheiros. Foi onde construí uma quadra de esporte, e assinamos um contrato com o Colégio Equipe, para eles alugarem o uso da quadra. O Projeto Equilíbrio era no bairro Grajaú, onde fizemos uma mudança para uma área nobre e estratégica. Hoje em dia um lugar de oportunidades que tem o Sesc Pinheiros e outras obras gigantescas que estão a todo instante se apoderando do entorno e criando uma bolha futurística de qualidade de vida.

07) RM: Quando, como, onde você começou a sua atuação na cena musical do Forró?

Professor Vagner Sousa: Foi no segundo semestre de 1994 que começou o Forró no Projeto Equilíbrio, quando fui visitado por uma equipe de universitários da USP, me convidando a fazer uma sociedade e instalar um Forró em minha quadra poliesportiva. Uni-me a Mogi, Beto, Verinha, Mané (alunos de veterinária da USP) para realizar o “Forró do Virgulino”, o “Forró de Sexta” e oficialmente o “Forró do Projeto Equilíbrio” que realmente invadimos a juventude brasileira e surgiram na sequência as casas de Forró: Remelexo, KVA, Canto da Ema. Antes na região oeste (Pinheiros) tinha a Casa de Forró “Asa Branca”.

As pessoas que somarão comigo na valorização do Forró foram: Enok Virgulino, Roberto Pinheiro, Adelmo Nascimento (do Trio Virgulino), Paulinho Rosa e Magno (Canto da Ema), Banda Mafuá com Tião Carvalho, Banda Farinha Seca com Anai Rosa, Miltilnho Edilberto, Ricardo Trip do Peixelétrico e uma galera sensacional que hoje prestigiam o Forró.

08) RM: Qual seu processo como compositor e quais seus principais parceiros em composição?

Professor Vagner Sousa: Só fiz até agora uma letra para música “Berimbauê balancê”, um sucesso nas redes sociais, em parceria com o cantor, compositor, cordelista pernambucano Cacá Lopes. A música nasceu em um momento de super valorização do “Forró Universitário” e fui procurado pela Indie Records e lançarmos um projeto de Forró e outro de reggae. Usamos várias bandas que estavam com a gente, pois as demais já estavam com contrato assinado com outras gravadoras.

09) RM: Após o Projeto Equilíbrio, quando você retomou a aproximação com o Forró?

Professor Vagner Sousa: Em 2017, fui convidado para reiniciar no Forró, que estava gerando uma base sólida de conversação sobre o Forró. Foi quando eu ouvi a primeira versão do programa Espalha Brasa; do meu amigo Zé Geraldo, um antigo frequentador do Projeto Equilíbrio. Nesse retorno conheci vários amigos e comecei a discutir com as pessoas que estão semeando o Forró pelo Brasil a fora, como Zé da Lua do SP Forró, Isabel Santos do Fórum Forró Raiz, etc.

10) RM: Quando, como e onde surgiu o cenário musical do “Forró Universitário”?

Professor Vagner Sousa: Em meados de 1999 as casas noturnas estavam lotadas de frequentadores e o Forró estava em todo lugar. A grande mídia arrumou uma forma de apelidar este novo momento do Forró como movimento do “Forró Universitário”, pois o nosso Forró estava bem representado com um legado do sanfoneiro mor Luiz Gonzaga, assim como Dominguinhos, Sivuca e muitas outros sanfoneiros bons que Gonzaga vem motivando pelo mundo afora. Hoje senhor Luiz Gonzaga está animando o céu de estrelas, que surge a todo instante no cenário do lazer e entretenimento.

11) RM: Quais as diferenças entre o cenário musical do “Forró Universitário” do Forró Tradicional?

Professor Vagner Sousa: “Forró Universitário” nada mais é que o Forró Tradicional, em que seus criadores relatam a poesia do nosso meio ambiente, de nossa história, traduzem em versos e prosas, para serem socializados por todos nós, que amamos a cultura brasileira em especial o Forró. Trazendo toda a bagagem cultural, que envolve a nossa comunicação: Live, fotos em 3D, e-mails, WhatsApp e uma infinidade de outras coisas.

12) RM: Quais as semelhanças entre a cenário musical do “Forró Universitário” do Forró Tradicional?

Professor Vagner Sousa: Foi a própria galera que se despertou e buscaram sua forma de compor e falar do que estavam sentindo com a música do Forró. Foram se adaptando e reconhecendo o que realmente interessava para o seu público, fazendo composições, buscando sentimentos que tocam no ser humano, como a poesia. O velho estilo do trio de Forró, com um sanfoneiro um pouco mais profissional para enfrentar o desafio. Cantar o momento atual em que tudo estava acontecendo: “Estou rindo à toa” do Falamansa.

13) RM: Quais os grupos e artistas foram os pioneiros do “Forró Universitário”?

Professor Vagner Sousa: Foi o Trio Virgulino, com suas versões, o Trio Sábia na casa de Forró Remelexo, quem estourou foi o Falamansa. O Alemão e Dezinho, eram promotores do Projeto Equilíbrio e se uniram com Tato Cruz e Valdir do Acordeon para formar o Falamansa. Tínhamos o Miltinho Edilberto, Rastapé, Bicho de Pé, Circulador de Fulô, Peixelétrico e uma galera sensacional que não paravam de dançar que mantinham o auto astral do Forró na região oeste no bairro Pinheiros através dos espaços de Forró: Projeto Equilíbrio, Remelexo, Canto da Ema, KVA, etc.

14) RM: Como você analisa o cenário do Forró. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Professor Vagner Sousa: Neste momento de pandemia, estou no meu aconchego para curtir mais Forró no futuro temos alguns que se tornaram Falamansa, Rastapé, Bicho de pé. O cenário do Forró ou a música em geral está em péssima situação, com o problema da pandemia, de extintos recursos na área de showbusiness, ou seja, a cultura não é o objetivo do cenário, espero que com muita luta conseguimos voltar.

15) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste como dono de uma Casa de Forró?

Professor Vagner Sousa: O que me deixava mais feliz, era a felicidade das pessoas que cultuavam o Forró, juntamente com as aulas de dança, ou seja, está frenética movimentação corporal que eles desenvolviam. Era corpo e mente saudáveis para o movimento do Forró Pé de Serra e a troca de experiências para quem queria aprender, ou seja, aula de dança para todos, com um Forró ao vivo, tudo era muito lindo.

16) RM: Qual a sua opinião sobre o Forró de Bandas dos anos 90? Qual sua opinião sobre o Forró Estilizado?

Professor Vagner Sousa: As bandas de Forró fortaleceram o Forró, e agora Forró Estilizado também fortalece o Forró e em todos os lugares estão dançando Forró e promovendo o ritmo que estar conquistando seu público, seja o Forró Tradicional, de Bandas, Estilizado todos estão cultuando a brasilidade de dançar a dois.

17) RM: Em que o cenário do “Forró Universitário” contribuiu para o cenário do Forró Tradicional?

Professor Vagner Sousa: O Movimento do “Forró Universitário” buscou não deixar ritmo dois pra lá e dois pra cá no anonimato. Os jovens chegavam com alegria para dançar e saíram em busca do novo. Tinha uma aulinha aqui e outra ali e assim explodiu um movimento autêntico. As bandas de “Forró Universitário” se proliferaram e em cada roda tinha um integrante que puxava um Forró.

18) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Professor Vagner Sousa: Que seja determinado, pois várias situações irão tentar tirar sua vontade de vencer seus obstáculos, principalmente o do dinheiro que todos almejam e poucos conseguem.

19) RM: Musicalmente em que as obras dos artistas do “Forró Universitário” contribuíram para o legado do Forró?

Professor Vagner Sousa: A pesquisa, o saber mais. Hoje em dia, quem não souber da história do Forró terá mais dificuldade no mercado. É buscando e saindo a traz das respostas, que poderemos acrescentar algo a mais no meio da competitividade.

20) RM: Quais os artistas que surgiram no cenário do “Forró Universitário” ganharam prestígio nas Festas Juninas / São João do Nordeste?

Professor Vagner Sousa: Muitos poucos: Falamansa, Rastapé, Bicho de Pé, pois foi uma cultura focada no eixo Rio – São Paulo e Sudeste.

21) RM: Hoje qual o prestígio do cenário musical do “Forró Universitário”?

Professor Vagner Sousa: O prestígio sempre tem altos e baixos, e a novidade sempre vem a preencher as lacunas do sucesso. O “Forró Universitário” tem uma certa resistência, mas o Forró é motivante, cheio de alegria, dançante e sempre terá seu lugar. Foi uma válvula de escape em que de alguma forma fez um grande público amar o Forró. A compor através de seu interesse uma lutar pelo Forró, através da música, dança ou da importância da juventude no cenário da música brasileira. Hoje o Forró tem um público fiel participando de editais e buscando novas formas de recursos tão extinto, ou até mesmo lutando para o Forró se tornar um patrimônio histórico e imaterial da humanidade.

22) RM: Qual a importância dos professores de dança na potencialização e popularização do Forró?

Professor Vagner Sousa: O Forró tem sua dança vibracional e com o professor (a) de dança formam um par perfeito. O professor (a) está em vários lugares pelo mundo em festivais e alegria contagiante da dança, temos várias pessoas, exemplo professor Evandro Paz, o pesquisador e DJ Ivan Dias, entre outros desbravadores que levam nossa cultura pelo mundo.

23) RM: Você é músico?

Professor Vagner Sousa: Sou um percussionista que toca pandeiro, berimbau e outros instrumentos de percussão.

24) RM: Ainda existe o Projeto Equilíbrio Cultural? Qual endereço?

Professor Vagner Sousa: Hoje o Projeto Equilíbrio Cultural é uma marca para lidar com os projetos. Não temos uma sede, somos mambembes e onde tivermos chance lá estaremos com um belo Forró para alegrar a galera, fomentar os projetos dos músicos, já estivemos no morro do Querosene em uma edição antes da pandemia Covid-19.

25) RM: Fale de sua atuação como professor.

Professor Vagner Sousa: Foi uma época de muito ensino e aprendizagem. Sempre fui bem ligado na minha graduação Educação Física, logo escolhi a dança e ginástica olímpica como minhas pós graduação. Logo comecei a dar aulas nas Escolas públicas. Passei em concurso e me tornei professor concursado. Em seguida fui contratado pela UNISA e fiquei por uns 10 anos. Em 1998 pedi exoneração para me dedicar ao Projeto Equilíbrio. Sempre gostei de dar aulas, sempre trouxe para sala de aulas inovações, participei dos jogos escolares e incentivei o aluno a participarem independentes dos resultados obtidos, a festividade era uma boa festa para eles.

26) RM: Fale da sua atuação como palestrante.

Professor Vagner Sousa: Falo as vezes sobre o Forró e detalhes do “Forró Universitário”, estou no caminho e tento me engajar, mas não está fácil com esta pandemia do Covid-19.

27) RM: Quais os prós e contras de uma ONG ter ligação com um partido político?

Professor Vagner Sousa: Sou contra, precisamos acompanhar e entender a política, pois a ética tem que ser levada a sério. Precisamos de capital para continuar investindo na educação, cultura e arte, mas ficar nas mãos da politicagem é insuportável. Sabemos que eles têm pouco a haver com o debate e passar para eles um punhado de votos só porque se engajaram nos detalhes ou daquela fala. Precisamos de políticas públicas para de fato vestirem a causa e buscarem o nosso estado de direito.

28) RM: Quais os prós e contras das administrações do PT em São Paulo?

Professor Vagner Sousa: Foi um alívio lutar e brigar por aquilo que o PT falava na época, contra o FMI, educação para todos, ensino público para a maioria do povo, casa própria para trabalhadores, e outras mazelas que foram ditas, tivemos um belo início, arrancaram do governo com um presidente destituído e um safado colocado no lugar. Tivemos uma roubalheira incrível, sob o comando das infiltrações que teve no PT. Precisamos reestabelecer o país que está em trancos e barrancos, principalmente com a devastação da Amazônia e a educação brasileira que está em decadência total. Educação salva uma nação.

29) RM: Fale sobre seu livro.

Professor Vagner Sousa: Por falta equipamentos não salvei o meu livro “Equilíbrio no Forró”, que estava tentando finalizar. São várias entrevistas com artistas, dançarinos e público em geral para pode passar as minhas sensações de ter aberto ao público de Forró o espaço do Projeto Equilíbrio, tivemos no espaço pessoas que estão até hoje na luta em tornar em Patrimônio Imaterial da Humanidade o Forró.

O livro terá os capítulos: Onde ficou o Centro Cultural Projeto Equilíbrio; O início de tudo; A cooperação da Veterinária da USP; Tudo saiu de uma sala de reboco; Aí veio a quadra de esporte; O sucesso foi demonstrado; A dança e o forró vem de Luiz Gonzaga; Em São Paulo aconteceu com o Trio Virgulino; Agora sim Dominguinhos com vocês; A participação de Clovis Silva, O Colégio Equipe mudou de lugar; Foram várias festas universitária de alunos da Mackenzie, Gaspar Libero, PUC, USPM e USP; A Medicina Paulista nos contratou; Primeira vez de Forró na feira da Vila Madalena; Foi uma jogada de mestre com uma roqueira Lu Brandão; Um técnico de Som (Donizete) fez a diferença na minha vida; Quase um vereador; Miltinho Edilberto o fera da viola e Chica Br.others; Chegou a hora de apresentar Alceu Valença; Assim como trio Virgulino abriu o palco para vários cantores; Todos passavam para mostrar seu talento; Fomos o abre alas da TV comunitária; Com o Renato e vários apresentadores como o Silvio Brito; Artenio como você está; Meu primeiro AVC; Dior Araújo foi lá que começou a carreira solo; O Forró Universitário; Uma gravadora nos visitou; Um Dj no Forró, o Ivan Dias; O via Funchal; Já passamos de 10 casas noturnas; A vinda do Peixelétrico; A fase final do Projeto Equilíbrio; Por pouco não víramos uma reciclagem; A passagem de uma rainha: Anastácia; A Firma Sakana entrou na parada; Destruíram as instalações do Projeto Equilíbrio.

30) RM: Qual era sua relação pessoal e profissional com os músicos do grupo Falamansa no início da carreira do grupo?

Professor Vagner Sousa: Frequentávamos a mesma balada, ou seja, Dezinho (percussionista) e Alemão (zabumbeiro), promoviam eventos do “Projeto Equilíbrio” e Tato Cruz (cantor, compositor, violonista) frequentava o KVA, se não me engano. Tato ficou em segundo lugar em um Festival de Música na Faculdade Mackenzie, aí se reuniram para ensaiar, quantas vezes eu vi o Dezinho substituir Adelmo Nascimento e o Alemão tocar um pouquinho no lugar do Roberto Pinheiro ambos no Trio Virgulino.

31) RM: Professor Vagner Sousa, Quais os seus projetos futuros?

Professor Vagner Sousa: Projetos futuros é lutar muito contra o poderio político que se instalou no Brasil, a decadência de seu povo e lutar contra a desigualdade social que estamos vivendo com uma super pandemia do Covid-19 estendida pela equipe do governo atual.

32) RM: Quais seus contatos?

Professor Vagner Sousa: (11) 97366 – 0304 | [email protected]

https://web.facebook.com/josevagner.souza.14 | https://web.facebook.com/equilibriocultural

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ_AADNOCquw8b8kUe85feA

“Berimbauê Balancê” – Vagner Sousa e Cacá Lopes: https://www.youtube.com/watch?v=enmuFnojr2M

Cacá Lopes recebe o professor Vagner Souza para falar sobre “Forró: Dança e Vida Saudável”! : https://web.facebook.com/A-Casa-Amarela-Espa%C3%A7o-Cultural-262744553862355/

CONVOCAÇÃO- PROF: VAGNER SOUSA (PROJETO EQUILÍBRIO): https://www.youtube.com/watch?v=_TvIAGk6vPM

A criação do Projeto Equilíbrio – Prof. Vagner Sousa: https://www.youtube.com/watch?v=01OGN2P5Lcc

FORRÓ NO EQUILÍBRIO – PROFº VAGNER: https://www.youtube.com/watch?v=2bCe120OXlY

FORRÓ NO EQUILÍBRIO COM ENOK VIRGULINO E ADELMO NASCIMENTO – TRIO VIRGULINO: https://www.youtube.com/watch?v=Ld-Md1ylWfw

FORRÓ NO EQUILÍBRIO COM CACÁ LOPES: https://www.youtube.com/watch?v=hoJd-RXbuTQ

FORRÓ NO EQUILÍBRIO COM ZÉ GERALDO (Espalha Brasa): https://www.youtube.com/watch?v=z5vTIodJB78

FORRÓ NO EQUILÍBRIO COM IVAN RIBEIRO: https://www.youtube.com/watch?v=txBXJxKM8FE

Thiago percussa, no projeto equilíbrio cultural: https://www.youtube.com/watch?v=7Zs5j0bretM

Banda Forró proseis/Projeto equilíbrio-Pinheiros SP-outubro 2000/2001: https://www.youtube.com/watch?v=LT1CZP3BF4k

O forró universitário começou no Projeto Equilíbrio! – Enok Virgulino – Ôxi Podcast #01: https://www.youtube.com/watch?v=UcIkM8wp2IY

EQUILÍBRIO CULTURAL – PROFº VAGNER SOUSA – Cap. 1: https://www.youtube.com/watch?v=DyWg4YqyilA

EQUILÍBRIO CULTURAL – PROFº VAGNER SOUSA – Cap. 2: https://www.youtube.com/watch?v=NDALpmW2lX4

EQUILÍBRIO CULTURAL – PROFº VAGNER SOUSA – Cap. 3: https://www.youtube.com/watch?v=KOJmggjTh4Y

EQUILÍBRIO CULTURAL – PROFº VAGNER SOUSA – Cap. 4: https://www.youtube.com/watch?v=uOnhCz7yiaw

EQUILÍBRIO CULTURAL – PROFº VAGNER SOUSA – Cap. 5: https://www.youtube.com/watch?v=1_qoJdAHTpc

EQUILÍBRIO CULTURAL – PROFº VAGNER SOUSA – Cap. 6: https://www.youtube.com/watch?v=XyMaKMLOoOQ


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.