Luiz Amorim

Luiz Amorim

O cantor, compositor, acordeonista cearense Luiz Amorim começou na música como autodidata e recentemente iniciou aula de Canto e Coral Cristiane Depret e aulas de acordeon com o professor João Albanes.

Luiz Amorim tem experiência em palcos, como cantor e instrumentista com o Forró Pé de Serra há 9 anos. Tocou em Casas de shows, como Remelexo e CTN – Centro de Tradições Nordestinas e eventos em casas de culturas e outros.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Luiz Amorim para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 30.04.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e sua cidade natal?

Luiz Amorim: Nasci no dia 22.11.1968 em Solonópole – Ceará. Registrado como Luiz Carlos Amorim.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Luiz Amorim: Foi ao 12 para 13 anos de idade.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Luiz Amorim: Comecei como autodidata. Mas iniciei aula de Canto com a maestrina Cristiane Depret e aulas de Acordeon com João Albanes. Cursei até o Ensino Médio.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importante?

Luiz Amorim: Eu cresci ouvindo de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestinos. E depois passei admirar o som de Falamansa, Rastapé, Dorgival Dantas e assim vai.

05) RM: Quando, como e onde você começou s sua carreira musical?

Luiz Amorim: Comecei em 2008 depois de participar com um grupo resolvi seguir carreira solo, aqui mesmo em São Bernardo do Campo – SP.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Luiz Amorim: São dois álbuns, em 2018 e 2019. No primeiro álbum participaram: Nêgo do Acordeon, Zé Wilson (grande zabumbeiro). No segundo: Claudinho do Acordeon, Eduardo na bateria, Lucas Berto no baixo, Marcone na guitarra Marcone, Petinha na zabumba, triangulo, Francielle como backvocal. E Talles na produção.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Luiz Amorim: Forró autentico e falando de amor.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Luiz Amorim: Agora que estou estudando com a maestrina Cristiane Depret.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Luiz Amorim: Assim com o estudo a gente consegue ter mais qualidade de voz

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Luiz Amorim: Elba Ramalho, Anastácia, Fagner, Flavo José, Zé Ramalho.

11) RM: Como é o seu processo de compor?

Luiz Amorim: Geralmente vou vendo os momentos e história das pessoas.

12) RM: quais são seus principais parceiros de composição?

Luiz Amorim: Componho Só.

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Luiz Amorim: Pros é que a gente fica a par de tudo, contra dá muito trabalho (risos).

14) RM: Quais as estratégias de planejamentos de sua carreira dentro e fora do palco?

Luiz Amorim: Bem tem que escolher bem o repertorio estudar, para ter um bom resultado nos palcos.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira artística?

Luiz Amorim: Costumo buscar parceria e as redes sociais.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Luiz Amorim: Olha se você postar um trabalho bom tem resultado positivo, se não vai por água a baixo.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Luiz Amorim: A praticidade de estar na mão e desvantagens pode correr o risco da qualidade do material não ser boa.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se o grande o desafio que o que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Luiz Amorim: Procuro gravar um pouco diferente, as minhas músicas inéditas como as regravações.

19) RM: Como você analisa o cenário do forró. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas últimas décadas e quem permaneceu com as obras consistente e quem regrediu?

Luiz Amorim: O cenário no Forró está muito delicado. Revelações teve um bocado, mas estão meio escondidos, exemplo: Trio Dona Zefa, Nando Nogueira, Dois dobrado. Quem regrediu foi Falamansa, está meio sumido.

20) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Luiz Amorim: Fagner, Enok Virgulino, Waldonys.

21) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou publica tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Luiz Amorim: Fui tocar em não teve público. Ai o cachê também não teve (risos).

22) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Luiz Amorim: Quando a pessoa reconhece o trabalho fico muito para cima e feliz. Agora tem pessoas não acreditam aí fico muito chateado e triste.

23) RM: Qual a sua opinião sobre o forró movimento do “forró Universitário” nos anos 2000?

Luiz Amorim: Foi muito bom, porque deu uma levantada no Forró que estava um pouco esquecido. Foi aí que me deu força para a volta para a música (risos).

24) RM: Quais o grupo de “Forró Universitário” chamaram sua atenção?

Luiz Amorim: Falamansa, Rastapé.

25) RM: Você acredita que sem o pagamento do Jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Luiz Amorim: Pouca rádio toca nossa música sem cobrar o jabá; está difícil.

26) RM: o que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Luiz Amorim: Que tenha muita persistência e não desista nunca.

27) RM: Quais os pros e contras festival de música?

Luiz Amorim: Prós: ajuda na divulgação e contra acho quem não tem (risos).

28) RM: Hoje o Festival de música revela novos talentos?

Luiz Amorim: Sim.

29) RM: Como você analisa a cobertura feita pela mídia da cena musical Brasileira?

Luiz Amorim: Acho meio desigual, a grande mídia deveria divulga o Forró.

30) RM: qual sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e ITAÚ CULTURAL para cena musical?

Luiz Amorim: São lugares ótimos bem aceito por todos.

31) RM: Qual a sua opinião sobre as bandas de Forró das antigas e as atuais do forró Estilizados?

Luiz Amorim: Eu curtia muitos as bandas das antigas, hoje o Estilizados estão aí e tem espaços para todos.

32) RM: Luiz Amorim, Quais os seus projetos futuros?

Luiz Amorim: Quero compor mais e estudar música.

33) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Luiz Amorim: (11) 98676 – 6290 | [email protected]

| https://www.luizamorimetrio.com/

| https://web.facebook.com/luizamorim.amorim.1

| www.instagram.com/luizamorima_acordeon https://www.instagram.com/luizamorima_acordeon

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCJwmo6nBfeL0tLAKbf2BnKw

Luiz Amorim domingo total!: https://www.youtube.com/watch?v=BMagj5LPgmo

PROGRAMA ESPALHA BRASA CONVIDA O FORROZEIRO LUIZ AMORIM: https://www.youtube.com/watch?v=aPdkjIyQ1Ec

Pela segunda vez o forrozeiro Luiz Amorim no Programa Espalha Brasa: https://www.youtube.com/watch?v=m-1a8Bs0Gls


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.