Krakatoa Trio

Krakatoa Trio

Krakatoa Trio foi formado em 2015, na zona leste de São Paulo e rompe o silêncio em suas apresentações, estabelecendo com o público um diálogo intimista cujos argumentos pontos de vistas é o xaxado, baião, arrasta-pé, xote e canções de mestres da cultura popular como: Luiz Gonzaga, João do Vale, Gordurinha, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Alceu Valença, Zé Ramalho, Dió, Geraldo Azevedo, entre outros grandes nomes.

A experiência sonora do Krakatoa, acontece no fazer releituras de obras do cancioneiro popular, em arranjos multifacetados na busca de novas sonoridades que possa cativar o público. Seu nome é inspirado na ilha vulcânica, Krakatoa, localizada no estreito de Sunda, na Indonésia, que ao entrar em erupção em 1883, emitiu um ruído que pode ser ouvido a 4.800 quilômetros de distância. João Junior (triangulista, sonorizador e vocal), em uma prosa descontraída com o trio, comparou essa potência sonora do vulcão, com a Zabumba de Fábio Pixote (zabumbeiro) e o violão de Rodrigo Marrom (violão e voz), desse jogo de palavras e na busca por um nome que soasse musical, Krakatoa Trio soou bem, e assim ficou. O Trio tem no contrabaixo a participação de Jarbas Monteiro.

Segue abaixo entrevista exclusiva com o Krakatoa Trio para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 25.04.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal dos membros do KKT?

Krakatoa Trio: Rodrigo Marrom, nasceu no dia 25.04.1987 em São Paulo – SP.

João Junior, nasceu no dia 02/10/1962 em Angicos – RN. Fábio Pixote, nasceu no dia 15.04.1986 em São Paulo – SP.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música dos membros do KKT.

Krakatoa Trio: Rodrigo Marrom, que eu me lembre, sempre existiu um violão dentro de casa, dos meus irmãos ou da minha tia, fui crescendo nesse ambiente de instrumentos próximos e gente tocando. Quando menos percebi já estava tocando alguns acordes, por volta dos 12 anos de idade, depois me interessei por bateria e percussão, ainda na adolescência, e cantar veio bem depois.

Fábio Pixote: o contato com música iniciou ainda na infância, quando assistia os tios na roda de samba e quando sobrava um ganzá, chocalho” ou tamborim procurava acompanhar. Já na adolescência segui a referência dos tios, irmão e primo pelo gosto a música e participar de grupos que contribuíram na formação musical e se tornar percussionista e no Krakatoa Trio, sou o Zabumbeiro.

João Junior: Já em São Paulo, meu primeiro contato com a música se deu em 1978 no bairro de Vila Nhocuné, zona leste da periferia de São Paulo. Lá, conheci um grande cara chamado José Antonio, ele tocava muito bem violão. E todos os fins de semana nos encontrávamos para fazer um som, eu tocava bongô e triângulo, ficávamos no quintal da casa dele tocando até as tantas da noite, de vez em quando éramos convidados para tocar em festas de amigos. E, foi a partir daí que a música me impregnou.

03) RM: Qual a formação musical e/ou acadêmica fora da área musical dos membros do Krakatoa Trio?

João Junior: Sou formado em Artes Visuais e pós graduado em Educação Musical Infantil. Simpatizo-me muito com o lúdico, com o brincar. Uso a música como ponte de interação, simbologia e possibilidades de interpretação de sentidos.

Rodrigo Marrom: Eu estudei um pouco de cada coisa, na música, alguns semestres de Faculdade de Música, mas não foi por aí que segui, embora ainda pretenda muito estudar na academia, acho importante. Eu me enveredei mais pro lado instintivo e das relações que a caminhada na música proporciona e assim aprendi muito e aprendo até hoje.

Fabio Pixote: Na música realizei cursos livres e de aperfeiçoamento nos instrumentos de percussão. Tenho a formação acadêmica em Artes Visuais e Pedagogia, onde atuo como Educador no atendimento as crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Usando a arte como meio de transformação e na descoberta de novas potencialidades.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Fabio Pixote: A música brasileira é muito rica em seu ritmo e melodias. O samba e o suingue de Jorge Benjor, Trio Mocotó, Originais do Samba, Tim Maia, Gilberto Gil e entre outros grandes da música popular brasileira, continuam sendo a minha referência, pois cresci ouvindo grandes sucessos e clássicos e aprendi muito com eles. Hoje temos inúmeros cantores e compositores de altíssima qualidade e produzindo belas obras, gosto do formato clássico de produzir e passei apreciar os formatos contemporâneos com uso de elementos eletrônicos e a mistura de outros estilos e vertentes. Todas as minhas influências musicais continuam sendo importantes, pois nelas me apoio e inspiro.

Rodrigo Marrom: Minhas principais influências vêm do cancioneiro popular, aprendi muito o que ouvir com meus familiares e amigos. Gosto e ouço periodicamente, Chico Buarque, Dominguinhos, Gilberto Gil, Os novos Baianos, Itamar Assumpção, etc. E as pesquisas mundo afora aí que a internet facilita e também coisas novas. Acho que não há nada que tenha perdido o valor na adolescência eu sigo carregando tudo.

João Junior: As principais influências, primeiramente meu pai João Lima, um repentista de mão cheia, depois a musical nordestina, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valença, Raul Seixas, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Trio Nordestino, Marinês e entre outros. Eu gosto muito de Valter Franco, Luís Melodia, Egberto Gismonti, Pepeu Gomes, O terço, Bob Marley, Bob Dylan, Carlos Santana, Pink Floyd, Rolling Stones e outros.

05) RM: Quando, como e onde começou o Krakatoa Trio?

Krakatoa Trio: O Krakatoa Trio teve início em 2015, no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. João Junior, e Rodrigo Marrom que, juntamente com Sacha Arcanjo formavam o Trio Padiola, ao término desse projeto, o João veio com o nome que na época era Trio Krakatoa e aí convidamos Fabio Pixote, e ali por Itaquera começamos a espalhar a brasa do Forró, o Krakatoa Trio nasce no palco, foi tudo muito rápido.

O foi inspirado pela ilha vulcânica, Krakatoa, localizada no estreito de Sunda, na Indonésia, que ao entrar em erupção em 1883, emitiu um ruído que pode ser ouvido a 4.800 quilômetros de distância. João Junior (triangulista, sonorizador e vocal), em uma prosa descontraída com o trio, comparou essa potência sonora do vulcão, com a Zabumba de Fábio Pixote (zabumbeiro) e o violão de Rodrigo Marrom (violão e voz), desse jogo de palavras e na busca por um nome que soasse musical, Krakatoa Trio soou bem, e assim ficou.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Krakatoa Trio: No início de 2019 demos entrada nesse universo da gravação e lançamos um single, “Desconfiado”, composição de Sacha Arcanjo. Lançamos no formato digital, nas plataformas, e a partir daí começamos a sonhar e trabalhar nesse projeto, logo em breve teremos nosso primeiro lançamento.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Krakatoa Trio: O Krakatoa Trio está dentro da estética nordestina, dessa linguagem dos baiões, xaxados, xotes e arrasta-pé, ficamos bem à vontade por ai. Mas há também certo interesse em trazer outros aspectos sonoros, como o rock, o hip hop, o samba, o reggae a música brasileira, então juntando tudo nos definimos como um trio de rock ’n’ roll.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Krakatoa Trio: Estudamos, mas não de forma acadêmica. Conhecemos algumas técnicas e trazemos sempre para a saúde da voz.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Krakatoa Trio: É importantíssimo por abrir as possibilidades e garantir com segurança a saúde da voz e a longevidade. E, quando estamos em uma jornada de shows é muito corrido, às vezes, por conta de distância, mas sempre nos preocupamos com a hidratação, aquecimento e desaquecimento, também cuidamos dos tons pra ficar confortável pra todos.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Krakatoa Trio: Falando do gosto do Trio, com base nas nossas interpretações vamos citar do Forró: Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Alceu Valença. Da MPB: Milton Nascimento, Gilberto Gil, Renato Braz. As cantoras do Forró: Elba Ramalho, Marinês, Amelinha e da MPB: Elis Regina, Gal Costa, Elza Soares, Juçara Marçal.

11) RM: Como é o seu processo de compor?

Krakatoa Trio: A composição chega do vento mesmo, uma ideia que pode partir da letra, da melodia, da harmonia e até do ritmo. Não há uma ordem nesse processo. A busca é de se aproveitar sempre uma nova ideia.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Krakatoa Trio: No Trio, quem mais compõe é Rodrigo Marrom, ele tem alguns parceiros como seu irmão o poeta Tiago Bode, e os amigos que enviam geralmente letras. Mas no geral as canções que o trio interpreta são de sua autoria.

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Krakatoa Trio: Prós, pensamos que com a chegada das redes sociais ficou mais acessível para uma produção musical independente. Já os contras são: falta de incentivo, a concorrência desleal com quem está nas grandes mídias, em gravadora que só pensam em lucrar com músicas de consumo e efêmeras.

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Krakatoa Trio: No Inicio nós não tínhamos nenhuma intenção de pensar no KKT como carreira, mas depois de certo tempo as coisas foram se modificando. E no trio nós contamos com o Fabio Pixote que é muito articulado em relação ao planejamento e produção.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Krakatoa Trio: Nós começamos a desenvolver, claro com as ideias e ajuda do Fabio Pixote, o produto Krakatoa, isso veio acompanhado de um selo, uma marca que conseguimos criar objetos a serem comercializados nos shows, camisetas, chaveiros, bolsas e etc.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Krakatoa Trio: A internet para nós foi o que despertou esse interesse de produzir um trabalho musical de forma independente, para nós ajuda muito em vários aspectos de divulgação e registro. Além de ser a possibilidade direta de interação e conteúdo.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Krakatoa Trio: Hoje em dia essas coisas estão cada vez mais comuns e com qualidades incríveis, além de ser uma possibilidade de uma pré-produção bem feita. É possível fazer um trabalho em casa e ficar de alto nível. Nosso single “Desconfiado”, nós fizemos nesse formato, ainda há muito a se explorar, mas nós gostamos do resultado.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Krakatoa Trio: O assunto é a internet, ela que dá essa chance de o artista independente concorrer no mercado, tem muito gente chegando usando essa ferramenta. Na realidade esse é o formato, então apostamos nos conteúdos e na interação diária com público para ir levando cada vez mais longe o trabalho.

19) RM: Como você analisa o cenário do Forró. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Krakatoa Trio: Temos muitos artistas do cenário do Forró e até mesmo da música popular que surgiram como revelações valiosas e esse movimento vai acontecendo ciclicamente. Tem muita gente com trabalhos incríveis que estão pela quebrada circulando com a sua arte que consideramos importante conhecer e se inspirar. Agora nacionalmente achamos muito bom essa vertente de linguagem e estética de artistas como: Criolo, Emicida, Liniker, As Bahias e a Cozinha Mineira.

20) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Krakatoa Trio: O artista precisa de organização e projeto e principalmente quando entra em determinada esfera não há como resistir se essas coisas se não estiverem estabelecidas. É comum os que se destacam mais influenciados por outros fatores, pela cena, pelos movimentos naturais mesmo. Assim consideramos e nos inspiramos com esses artistas que se dedicam e respeitam as suas obras em qualquer esfera.

21) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Krakatoa Trio: “Vixe” já passamos por tudo citado na pergunta! Com certeza vai faltar espaço aqui pra contar essas situações (risos)! Acho que faz parte da caminhada de todo mundo vivenciar algumas ou todas dessas situações (risos). Já aconteceu de tudo, mas briga nunca aconteceu. Mas certa vez abrimos uma canja em uma festa particular que estava bem apática, com som ruim e tal. Aí subiram uns irmãos e fizeram um samba que pegou fogo, a galera pirou, me restou pegar a zabumba e entrar na farra, sem contar que os caras não desceram mais, acho que nem chegamos a retornar (risos).

22) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Krakatoa Trio: O Movimento de relações e o olhar do público são coisas importantes para caminhada do Krakatoa, sempre afirmamos isso nos nossos discursos. A tristeza que há é que ainda existe uma lacuna vaga de acesso de alguns públicos para atrações e conhecimentos culturais diversos.

23) RM: Qual a sua opinião sobre o movimento do “Forró Universitário” nos anos 2000?

Krakatoa Trio: Consideramos muito importante o movimento do “Forró Universitário”, acendeu a chama do Forró e abriu novas possibilidades. O Krakatoa, deriva dessa vertente, desse Forró de violão, de bermuda, viajamos nessas transformações.

24) RM: Quais os grupos de “Forró Universitário” chamaram sua atenção?

Krakatoa Trio: Não há como não citar Falamansa que foi o grande estopim, uma referência para muitos e para nós também que interpretamos algumas de suas canções, mas também achamos legal o surgimento de Peixelétrico, Bicho de pé e por aí vai.

25) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Krakatoa Trio: Hoje em dia os processos, estão em constante mutação, existem formas de chegar à rádio, acreditamos que o Jabá é uma delas até hoje, mas com o advento das mídias sociais, as coisas vão tomando outros formatos e chegando de outro jeito também.

26) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Krakatoa Trio: Que trilhe com coragem e alegria, já que a música é inerente ao ser humano e é um dos, se não o maior, comunicador que existe. Estamos a serviço da música, então trilhe sua caminhada que ela já existe, está aí na frente.

27) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Krakatoa Trio: Por experiência da nossa caminhada que é curta nesse sentido dos festivais de música, os prós com certeza é conhecimento de pessoas artistas e também a possibilidade de chegar à outra esfera e de ter um bom investimento. Os contras talvez seja a relação de território que existe em alguns festivais, já participamos de festivais que a relação de bairrismo era clara, porém o festival era aberto a outras regiões. Acho que isso pode ser uma postura que enfraquece o evento.

28) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Krakatoa Trio: Não. Hoje existem outros meios e a impressão que temos é que alguns artistas se fecham na caminhada dos festivais de música. Os chamados popularmente no meio de “papa festivais”, e estabelecem uma história por esse sentido.

29) RM: Como você analisa a cobertura feita pela mídia da cena musical brasileira?

Krakatoa Trio: Hoje as coisas tomam novos formatos. E cada vez mais nos parece ser muito difícil esse olhar e preocupação da grande mídia em cobrir eventos, ou até o acesso ao trabalho especifico de cada artista; não que não aconteça, porém as vezes há um contexto que favorece a essa mídia.

30) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Krakatoa Trio: Esses espaços são os mais significativos para o lançamento de trabalhos independentes, pela história e reconhecimento dessa cena. O público já busca esses lugares com esses interesses de conhecer algo novo. O Krakatoa Trio teve uma experiência muito positiva e agregadora para nossa carreira quando fizemos em 2019 o show “Tá à toa, Numa boa” no SESI, na Av. Paulista, tanto para nós, quanto ao movimento do Forró foi muito importante participar.

31) RM: Qual a sua opinião sobre as bandas de Forró das antigas e as atuais do Forró Estilizado?

Krakatoa Trio: Acho que a caminhada tende a trazer e coisas novas, é natural isso e deve ser respeitada. O que é genuíno, folclórico e histórico tem seu lugar e contribui sempre para novas gerações irem criando novas tendências como João Junior citou em uma entrevista que participamos no SESI, “é a geleia geral” citando Gilberto Gil no passado que faz parte desse contexto atual.

32) RM: Krakatoa Trio, Quais os seus projetos futuros?

Krakatoa Trio: Ao longo da caminhada passamos a se organizar e projetar caminhos, coisas ficaram adiadas por conta do cenário que país se instaurou devido a pandemia do Covid-19. Mas seguimos na resistência. Existem muitas ideias, de singles, plataformas com conteúdo, interatividade e muito mais. Logo quando tudo passar desse quadro de pandemia, tentaremos esse lançamento, com uma linguagem e estética, não completamente nova, mas um pouco diferente. Vamos nessa de esperança e sonho que continuam vivos.

33) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Krakatoa Trio: (11)96713 0051 (Rodrigo Marrom) | https://web.facebook.com/rodrigo.marrom.507

| (11) 96125 2472 (Fabio Pixote) | https://web.facebook.com/fabioefigenio.pixote

| (11)99198 4751 (João Junior) | https://web.facebook.com/bandodo.sussego

| [email protected]

| https://web.facebook.com/krakatoa.trio

| https://www.instagram.com/krakatoatrio/

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCQnnaXitudYji_i68bQPi1A

“Desconfiado” – Krakatoa Trio:

 

Live Cultura Online – Krakatoa Trio:

 

Krakatoa Trio – Registro Show ao vivo – Parte 01:

 

Krakatoa Trio – Registro Show ao vivo – Parte 02:

 

Playlist: https://www.youtube.com/watch?v=8zHzN7tSPZI&list=PLaKOAyqi-UkPuHIXUmTR81fznxgsfDr0z


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.