Alex Meirelles

Alex Meirelles

Alex Meirelles estudou música no Conservatório Brasileiro de Música, na Uni Rio e UFRJ.

Gravou mais de sessenta discos e fez shows com muitos artistas. Dentre eles, Paulo Moura, com quem trabalhou como compositor, assistente e tecladista, durante mais de 25 anos. Foi regente substituto do próprio Paulo Moura na Missa dos Kilombos em 1988, um mega espetáculo nos Arcos da Lapa. Ainda com Paulo Moura, participou da gravação dos CDs: Rio Nocturnes; Gafieirae etc e Tal (como compositor); Paulo Moura e Ociladocê interpretam Caymmi (arranjador e tecladista); Fruto Maduro (tecladista); Estação Leopoldina (produtor musical e arranjador), CD este que foi indicado ao Grammy Latino; Alento (como compositor de 7 das 9 músicas, arranjador e multi-instrumentista). Este foi o último disco que o maestro gravou. Além dos CDs trabalhou como compositor em inúmeros projetos com o maestro Paulo Moura. Criando trilhas sonoras para cinema: O Rato Rei, de Silvio Autuori, Parahyba Mulher Macho de Tizuca Yamazaki, O Bom Burguês de Oswaldo Caldeira, Paulo Moura Alma Brasileira documentário de Eduardo Escorel. Para Teatro participou como pianista e compositor na peça Dois perdidos Numa Noite Suja de Plínio Marcos montagem de Anselmo Vasconcellos.

Alex Meirelles trabalhou com outros artistas, podemos ressaltar Martinho da Vila, nos CDs: “Criações e Recriações” (como tecladista), Martinho da Vida (como pianista), Martinho da Vila do Brasil e do Mundo (como tecladista). DVD no Rock in Rio. E com Zizi Possi no CD – “Sobre Todas as Coisas”, além de shows (como pianista). E com Marcos Suzano, gravou os CDs: “Flash”, “Sambatown”, “Marcos Suzano e Takashi Numazawa”.

Alex Meirelles se apresentou em formato DUO em diversos Festivais, no Rio de Janeiro, Bahia, Espanha, Uruguai, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo. Com Nara Leão, participou do CD – “Meu Samba Encabulado”. Com Vanessa da Mata, no CD – “Segue o Som”. Com Dirceu Leitte, no CD – “Doce de Leitte”. Com Lui Coimbra, no CD – “Ouro e Sol”. Com Marcos Amorim, no CD – “O Boto”. Com Miyazawa (Japão), no CD – “Afrosick”. Com Jovi Joviniano, no CD – “O Outro”. Com João de Aquino (dois CDs), com Alfredo Karam (três CDs), Digital dubs, Antonio Santanna, Papa Ricky, Carla Gomes, 2Toiévscky, Banda Negril (dois CDs), Suburbanda (três CDs), Banda Espectro, Cannibal Trê, Teatro do Som (quatro CDs), Renato Rocha, Claudio Birra, Repôlho (dois CDs), Boato, Nada Pessoal.

Alex Meirelles na Cidade Negra, gravou os 13 CDs da banda, participou dos DVDs, tocou no Rock in Rio duas vezes com a banda, Hollywood Rock, Atlantida, Montreaux na Suíça (por duas vezes) e muitos outros com mais de trinta mil espectadores cada. Inúmeros programas de TV e de rádio. São quatro CDs autorais: Autofocus, Radio Random, Murundu, Mafuah. É artista das bandas: Cinema e Religare.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Alex Meirelles para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 15.12.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Alex Meirelles: Nasci no dia 16.03.1955 no Rio de Janeiro – RG. Registrado como Alexandre de Meirelles Santos.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Alex Meirelles: Ganhei um xilofone de brinquedo quando tinha cinco anos, tirava melodias de ouvido, mais tarde herdei o piano da minha bisavó Adelaide Lisboa de Meirelles que foi compositora e pianista.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Alex Meirelles: Estudei Piano no Conservatório Brasileiro de Música, na Unirio que antes era FEFIERJ cursei licenciatura em música e na UFRJ cursei Composição e Regência. Mas tive que parar para trabalhar na estrada, com MPB.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Alex Meirelles: Minhas influências do passado foram Bach, Tchaikovsk, Stockhausen, Egberto Gismonti, Stravinsky, Webern,Debussy, Xenaxis, Oskar Sala, Emerson Lake and Palmer,Jimi Hendrix, Scriabin, Herbie Hancok, McCoy Tyner, Astor Piazzola, Aswad, Hermeto Paschoal, Radamés Gnatalli, Paulo Moura, Joe Zawinul, Mano Dibango, Tom Jobim, Steel Pulse, Black Uhuru, Edu Lobo e muitos outros gênios de gêneros variados. Do presente tem uma galera nova que nem sempre sei o nome, mas tem o Amon Tobim, Amaro Freitas, Alva Noto, Matmos, Autechre, Aphex Twin, Squarepusher, Sphongle, Katsushiro Chiba, Marcos Suzano e mais um monte que não sei de cor, mas que acho que fazem a música do século 21.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical? Você está em qual banda?

Alex Meirelles: Comecei a tocar profissionalmente com Antonio Carlos & Jocafi em 1977, foram cinco anos viajando pelo Brasil. A banda que toco desde 1993 é a Cidade Negra. Entrei na fita demo.

06) RM: Cite os CDs que você já participou tocando Teclado?

Alex Meirelles: Participei de 65 CDs embora tenha gravado em outros formatos sem ser CD, com muitos artistas variados. E com a Cidade Negra foram todos os discos. Também com Nara Leão, Paulo Moura, Martinho da Vila, Zizi Possi, Vanessa da Mata. E autorais são 12 álbuns e por aí vai.

07) RM: Como é o seu processo de compor?

Alex Meirelles: Varia demais, meus álbuns são muito variados. Eu procuro sempre a novidade sonora. Tem muitas coisas que fiz que nem me lembro como foi feito, aliás a maioria delas. Eu sou essencialmente compositor e toco porque gosto de viajar, de aventura, mas se eu ficar em casa com meus aparelhos fico muito feliz. Tocar exige repetição e compor é sempre um processo mais variado em que o inusitado energiza a mente.

08) RM: Quem teve a ideia de criar um grupo no WhatsApp e canal do YouTube reunindo os tecladistas que atuam na cena reggae? Quais os projetos que já foram realizados e quais os projetos futuros?

Alex Meirelles: O grupo foi criado pelo André de Oliveira. O canal do You Tube foi uma consequência – https://www.youtube.com/channel/UCgry13DnQwjfoXOyv0nsY6A. Os projetos futuros são continuarmos esse intercâmbio de ideias e construirmos coletivamente músicas com causas. O primeiro single: “Stay Home”https://www.youtube.com/watch?v=0G33NIW-0wI, o nome já diz tudo. Não posso acompanhar muito o grupo, tenho muitas tarefas infindas e preciso estudar sempre, inclusive tecnologia. O grupo muito útil para trocar informações, ver o que está acontecendo no cenário Reggae Brasil. Vejo tudo que é postado no grupo e ouço com fone de ouvidos, mas ouvir reggae sem escutar o Baixo, é melhor nem ouvir (risos).

09) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira musical?

Alex Meirelles: A Internet só ajuda o desenvolvimento da minha carreira musical, pena que tenha demorado tanto para chegar e depois se aperfeiçoar do jeito que está.

10) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Alex Meirelles: Home studio é uma forma de liberdade para o artista. Eu não poderia ter desenvolvido minha obra se não fosse o home studio. Comecei a gravar sozinho e vou gravar em um estúdio em caso de sonoridades acústicas, pois precisam de microfones mais caros, valvulados etc. Tento evitar instrumentos acústicos por causa do custo.

11) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Alex Meirelles: A mais inusitada foi uma volta ao Brasil depois de um ano de shows na Holanda. Repentinamente mudei de ideia, ao invés de voltar para o Brasil resolvi ir para uma cidade mais ao norte da Noruega, Tromso, era inverno e estava em direção ao Polo Norte. Peguei uma nevasca que quase me levou deste mundo, mas deu tudo certo. Diverti-me muito na Noruega, afinal eram minhas férias.

12) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Alex Meirelles: A carreira musical é fascinante, mas de uma incerteza atroz. Quando se fala em responsabilidades de provedor, aí o negócio fica difícil, contas não esperam. A escolha do caminho que o músico toma, tem variantes tão grandes que quase tudo termina em sorte. Tem que estar com a mochila pronta para um bonde que vem numa hora ignorada e vai ter que ser pego em movimento.

13) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Alex Meirelles: A primeira vontade é dizer: “Desista enquanto há tempo”, como diria o maior músico que conheci, Radamés Gnatalli, mas não posso ignorar as alegrias e aventuras que tive nessa profissão. Então eu digo: “Se for inevitável, prepare-se bem, planeje sempre e siga a sua vocação”.

14) RM: Quais os tecladistas que você admira?

Alex Meirelles: Os tecladistas que mais admiro são: Chico Chagas, Hermeto Paschoal, Earl Lindo, Tyrone Downie, Herbie Hancock, Keith Emerson, Joe Zawinul, Cecil Taylor, Glen Gould, Walter Wanderley, Tony Brissett, Rick Wakeman, Alva Noto, Alfredo Cardin e muitos outros.

15) RM: Quais as principais técnicas que o aluno deve dominar para se tornar um bom Tecladista?

Alex Meirelles: Primeiro tem que entender a linguagem que pretende tocar. Os dedos tem que estar desenvoltos e nada melhor que exercícios específicos para desenvolvimento dos dedos. Lembro-me do Charles-Louis Hanon e Czerny Barrozo Netto, mas tem muito outros. Estudar a relação Harmonia e Melodia, saber os recursos do seu teclado para explorá-lo melhor. Sempre tentar se divertir com o que estiver fazendo no Teclado. Tem horas que não dá, mas na maioria dá. Saber bem a diferença entre acompanhante e solista. Se vai se preparar para seguir ou ser seguido ou as duas coisas. Se vai ter uma obra ou será intérprete. Para cada situação os estudos serão intensificados mais ou menos nos pontos vitais. Exemplo: Se acompanhar tenha bom ouvido, se compor tenha boa imaginação. Existem muitos tipos de músicos. Uns são melhores em certas coisas do que em outras.

16) RM: Quais os principais vícios e erros que devem ser evitados pelo aluno de Teclado?

Alex Meirelles: Quase todos são oriundos da preguiça até o famoso “dedo gordo”. Se ficar ativo e estiver gostando do que está fazendo dá tudo certo.

17) RM: Quais os principais erros na metodologia de ensino de música?

Alex Meirelles: Padronização demasiada do ensino pode ser ruim e derivar muitos outros erros. Não atualização das novas formas de música, mantém parado o desenvolvimento da música. Não sei como estão ensinando hoje em dia.

18) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Alex Meirelles: O dom musical é quando quem tem consegue realizar o que pensou com facilidade e fluência.

19) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Alex Meirelles: Primeiro saber a área a ser improvisada, qual a estrutura, onde o improviso vai acomodar, se a base é acordes, se é diatônico, dodecafônico, modal, rítmico etc. Daí tentar contar uma estória como se estivesse falando ou tentar cantar em cima, também funciona, é até mais natural.

20) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Alex Meirelles: Não sei, nunca estudei um método de improvisação.

21) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Alex Meirelles: Existe improvisação sim, ora é estudada por método ora por intuição auditiva a partir do já foi ouvido.

22) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Alex Meirelles: Não existe contra no estudo de harmonia ou de qualquer estudo, transformar em regras é que pode cercear a criação.

23) RM: Quais os métodos que você indica para o estudo de leitura à primeira vista?

Alex Meirelles: As 23 peças fáceis de Ana Magdalena Bach, para começar, Czerny também é bom.

24) RM: Como chegar ao nível de leitura à primeira vista?

Alex Meirelles: Sempre haverá um grau mais elevado de leitura à primeira vista. Depende do grau de dificuldade da peça. Há peças dificílimas e longas que podem levar meses à razão de cinco horas ao dia para ler e digitar. Mas isso é para intérpretes de música erudita, no jazz é bom ler rápido também, mas as peças tem mais improviso do que tema. Praticando sempre, como ler em voz alta.

25) RM: Quais os prós e contras do uso de VST e VSTi pelo Tecladista?

Alex Meirelles: A vantagem é que o tecladista vai ser muito mais barato para sua banda ou artista, pois não vai carregar excesso de peso e vai poder pegar um taxi para voltar para casa. Já que o material será um controlador e o computador com VST. Também não gastará em manutenção de teclados vintages. A desvantagem é que vai ficar andando com um computador num país cheio de ladrões, além da fragilidade de um computador que é muito maior do que a de um teclado dedicado. Outra desvantagem é ter que usar o pad do computador para escolher o timbre, é mais lento que um teclado. Para o público pouco importa se os timbres são imitações e se o tecladista está tocando um Hammond verdadeiro ou não, além do fato do instrumento real dar uma enorme despesa de manutenção em transporte aéreo ou caminhão.

26) RM: Quais são os melhores Teclados para tocar música reggae?

Alex Meirelles: Eu uso o Korg 01/W FD, gosto tanto que tenho quatro, um só para peças de reposição. Mas uso um Mac com o Sampler Reason, uso muito sampler. O Reggae pode ser feito com qualquer timbre que combine com a música e acrescente no groove. Todos os teclados hoje em dia têm clavineta, órgão, piano e piano Fender. O 01W divide o teclado em 8 partes.

27) RM: Como você analisa o cenário do reggae no Brasil. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Alex Meirelles: Estou começando a conhecer o cenário do reggae brasileiro através do grupo do WhatsApp Tecladista de Reggae do Brasil. Durante muito tempo tocando na Cidade Negra foi muito difícil saber sobre o movimento reggae, só quando eu ganhava um CD ou outro de algum músico de reggae que eu tinha oportunidade de saber sobre o som desta ou daquela banda. Não sei se hoje em dia já dá para se viver decentemente de reggae no Brasil, se tem público suficiente. No grupo do WhatsApp vejo as bandas que não conhecia. Não posso dizer se piorou ou melhorou. Ainda não sei o suficiente para avaliar.

28) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

Alex Meirelles: O reggae é um tipo de música, derivada da música africana que mantém o Baixo cantante em ostinato em cima de batuques, servindo de base para a melodia. A harmonia é de poucos acordes, tocados por instrumentos harmônicos fazendo funções rítmicas, assim como na música africana, a diferença é que a africana é mais polirítmica, tem mais variações. Seria a diferença entre o ritmo da Bossa Nova, com menos poliritmia e do Samba, muito mais polirítmico. Essa é a estrutura do gênero.

Agora dizer que só se pode tocar desta ou daquela maneira senão não será reggae verdadeiro, não posso considerar, e nem quero entrar na questão. Cada um acha o que quiser. Só sei que vi grandes artistas de reggae que não eram rastamen e trouxeram uma contribuição de desenvolvimento e atualização do gênero que entraram para a história. uma das minhas alegrias foi quando o Cidade Negra tocando no palco principal do Festival Sunsplash na Jamaica foi anunciado: Cidade NegraBrazilian Reggae! Senti-me orgulhoso de tocar o reggae com o nosso sotaque de trazer alguma novidade para o gênero.

A pouco tempo uma música de reggae instrumental minha “Vai que é Dub” que até postei recentemente no grupo foi tocada em uma rádio da Jamaica, e o DJ tentava mostrar as minhas diferenças em tocar reggae. O jamaicano adora experiências musicais. Logo o reggae é muito mais aberto que se imagina. É o que eu vejo quando vou para a Jamaica.

29) RM: Na sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Alex Meirelles: Aqui no Brasil prestígio só os gêneros da moda e quase não ouvem outra coisa, não conseguem, perderam a cultura da variedade tão comum aqui nos anos 70,80,90. Observe como os grupos de rock eram diferentes entre si, Led Zeppelin, Rolling Stones, Beatles, Pink Floyd, Yes, um muito diferente do outro. Na MPB Caetano Veloso não parecia com Ivan Lins que não parecia com Milton Nascimento que não parecia com Gilberto Gil etc, e as faixas dos discos também eram as faixas diferentes entre si. No Jazz a mesma coisa, artistas diferentes, músicas diferentes. Hoje todos se parecem, a falta de imaginação impera. Até para ouvir você precisa de imaginação, talvez o problema esteja aí.

30) RM: Festivais de Música revelam novos talentos?

Alex Meirelles: Revela sim.

31) RM: Quais os pros e contras de se apresentar com o formato Sound System?

Alex Meirelles: É mais barato e prático, mas falta a presença humana, num tipo de música em que a presença humana no instrumental faz falta. Diferente quando a música é toda eletrônica e não faz falta alguma uma bateria, um Baixo etc.

32) RM: Quais os seus projetos futuros?

Alex Meirelles: Voltar a fazer shows com as bandas que toco e fazer os meus solos e Duos, além de colocar a minha obra na internet, coisa que venho fazendo aos poucos.

33) RM: Alex Meirelles, Quais seus contatos para show e para os fãs?

Alex Meirelles: [email protected] | https://web.facebook.com/Kadikande

Canal Salex Instrumental Music: https://www.youtube.com/channel/UCuNe4D2WluPd3uFEAxKwNFw

Playlist: https://www.youtube.com/watch?v=pECFgKkrGIc&list=PLs8D_-IcacXnhlqWtUAWD8BRtob45PQhJ

Playlist: https://www.youtube.com/watch?v=9_odUEtb1-4&list=PLs8D_-IcacXnHD1-nv828HpnzX6YsIzu9

Canal Cidade Negra: https://www.youtube.com/channel/UCJmgAaz2bXEIWSXLJN1zr_g


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.