Macaco Prego Band

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Macaco Prego Band
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A Macaco Prego band, à mais tradicional banda de Reggae Brasil Litoral e música Caiçara da Baixada Santista, na maioridade, com quase 22 anos na estrada e em novo ciclo, nova fase, retomando a formação original no formato Power Trio, com os irmãos Ninno Júnior, Zé Henrique e Leandro Rodrigo. À Banda é acompanhada pelos talentosíssimos músicos Rafael Labate, Joed Silva e Marco Gomes.

A “Macaco Prego” já fez cinco Turnês ao nordeste, uma pelo sul, diversas entrevistas em programas de TV e Rádio, dentre eles, Programa Do Jô, Hoje Em Dia RedeRecord, MTV no Ar, Programa Do RonnieVon, Programas na Rede De Tv, Rede Mulher, Band, Rede Record de Televisão, Rede Globo do litoral entre muitos outros…

À Macaco Prego atualmente está realizando vários shows pelas praias, sindicatos, sescs, prefeituras, associações, bares, casas noturnas da capital, interior e litoral paulista. À Banda leva em seu repertório músicas autorais dos 7 CDs gravados, clássicos da ReggaeMusic, MPB e Rock, proporcionando ao público, um revival, reflexão, sonhos, diversão e entretenimento total.

Os irmãos Pereira nos shows têm como objetivo maior, levar ao seu público um apanhado geral das canções que ouviam quando crianças na velha vitrola de seus pais: Sêo Ôda e Dona Mercedes. Concomitantemente nessas mesmas apresentações, gostam de inserir blocos de canções atuais que tanto curtem, fazendo com que a música para eles torne uma verdadeira diversão, atrelada a um profissionalismo e Amor Incondicional!

Os Riffs, os Grooves e às Melodias desconcertantes de suas músicas estão presentes em diversos momentos do espetáculo, a guitarra, o baixo, o teclado e a bateria harmoniosamente combinam com às vozes de NinnoJúnior e Zé Henrique que juntos, mostram muito carisma e alegria a todos que os assistem!

Os meninos da “Macaco Preto” são inspirados musicalmente por Beatles, Queen, Bob Marley, UB40, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Edson Gomes, Nengo Vieira entre outros… São inspirados espiritualmente por JeováDeus & JesusCristo. “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas… ” – Mateus 6:33

Sirva-se com à cultura, os costumes, os hábitos e música de altíssima qualidade dos meninos da cidade de Praia Grande Litoral Sul Paulista. “JesusTheOnlyTrueWay… What We Are Is What We Are”.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Ninno Júnior da Macaco Preto Band para a www.ritmomelodia.mus.br , entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 25.07.2016:

01) Ritmo Melodia: Qual a data de nascimento e cidade natal dos membros da banda Macaco Prego?

Ninno Júnior: Ninno Júnior nasci no dia 01.05.1971 e Zé Henrique no dia 08.05.1974 e Leonardo Rodrigo no dia 13.11.1981, todos irmãos e nascidos na cidade Santos – SP

02) RM: Como foi o seu primeiro contato com a música.

Ninno Júnior: O meu primeiro contato com à música foi bem cedinho, aos 4 anos de idade quando meu pai “sêo Oda” me comprou um Violão gigantesco que eu nem conseguia pegá-lo, porém, sempre ouvia meu pai tocar às músicas do Roberto Carlos e artistas da época. De tanto ouvi-lo tocar e cantar acabei decorando quase todas às músicas do Roberto Carlos. De lá para cá, nunca me distanciei da Música, sempre envolvido no segmento…

03) RM: Qual a sua formação musical e acadêmica fora música?

Ninno Júnior: Estudei por cinco anos, canto, violão clássico, violão flamenco e contrabaixo no Teatro Municipal de Santos entre 1990 a 1995. Sou formado em Turismo & Entretenimento pela Faculdade Sul Paulista – FALS. Sou técnico em TTI (Técnico em Transações Imobiliárias pelo EBRAE). Tenho curso intermediário na Língua Inglesa.

04) RM: Quais suas influências musicais no passado e no presente? Quais deixaram de ter importância?

Ninno Júnior: No passado sou altamente influenciado por Beatles, Queen, UB40, Bob Marley, Peter Tosh, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Roberto Carlos, Jackson do Pandeiro entre outros. No presente gosto muito dos Paralamas do Sucesso, Skank, Cidade Negra, Nengo Vieira, Edson Gomes, Chico César, Macaco Prego (risos), entre outros. Não tenho nenhuma influência que gostava e deixei de gostar. O que eu gosto, eu gosto para valer, tenho minhas opiniões bem formadas e não consigo entrar no modismo de jeito nenhum! Até o meu repertório musical é bem formado e não fico mudando com frequência! Toco minhas músicas autorais dos meus nove discos gravados e alguns clássicos da música mundial em uma nova versão.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Ninno Júnior: Comecei juntamente com meus dois irmãos Zé Henrique (Guitarra) e Leandro Rodrigo (Bateria), formamos a MacacoPrego Band. Formamos a primeira banda em 1990 com o nome de Lady’sRoom que era um Power Trio. Tocávamos Hard Rock e éramos à principal banda de Rock no início dos anos 90 aqui na Baixada Santista. E em 1994, formamos a MACACOPREGO e de lá para cá, nunca paramos um segundo se quer… Sempre na Ativa e é por isso que estamos no nosso nono CD. Músicos que nos acompanha: Rafael Labate (Teclados & Backing), Joed Silva (Teclados) e Marco Gomes (Sax).

06) RM: Quantos discos lançados e quais os anos de lançamento (quais os músicos que participaram das gravações)? Qual o perfil musical de cada álbum? E quais as músicas que caíram no gosto do seu público?

Ninno Júnior: A MacacoPrego lançou oficialmente oito discos e até 2017 lançaremos o nono disco. Todos os discos na levada Reggae D’Praia, em que misturamos o ritmo reggae atrelado com elementos da música caiçara, nossa cultura, nossos hábitos, nossos costumes do povo caiçara. Todas às letras são embasadas na minha Vivência Diária na Praia, Desigualdade Social, Paz, Amor, Deus, à palavra de Jesus, Sociologia e Psicologia. Do primeiro até o meu sétimo disco “A Grandeza da Paz”, todas à faixas foram gravadas por; Ninno Júnior (Baixo e Vocal), Zé Henrique (Guitarras e Vocais), Leandro Rodrigo (Bateria e Percussão Geral). Porém, são tantos discos que não me lembro ao certo os nomes das participações especiais e músicos adicionais. No meu CD solo – “Foco na Eternidade…”, esse disco foi todo gravado e produzido por: NinnoJúnior & RafaelLabate.

DISCOGRAFIA:

1º CD – MACACOPREGO Vol.I – 1995 – Kaskata’sRecords.

2º CD – MACACOPREGO Vol.II – 1997 – Luartt Records.

3º CD – MACACOPREGO Vol.III – 1999 – Gravadora Eldorado.

4º CD – MACACOPREGO Vol.IV – Isso é som de praia… – 2001 – Independente.

5º CD – MACACOPREGO Vol.V – Caiçara Man na brodagem… – 2003 – Independente.

6º CD – MACACOPREGO Coletânea – 2007 – Independente.

7º CD – MACACOPREGO – À Grandeza da Paz – 2010 – Independente.

8º CD – NinnoJúnior – Foco na Eternidade – 2015 – Independente.

07) RM: Como você define o seu estilo musical dentro da cena reggae?

Ninno Júnior: Simplesmente e Absolutamente: Reggae Caiçara ou Reggae D’Praia…

08) RM: Como você se define como cantor/intérprete?

Ninno Júnior: Sou o Ninno Júnior que está na estrada cantando e tocando por vinte e dois anos e com um vocal simples, humilde, porém, inconfundível por ter minhas peculiaridades do movimento caiçara. Sou altamente ativo, carismático e cheio de amor para com o público presente. Faço do show um entretenimento total! Dificilmente quem está na plateia fica parado sem demonstrar alguma reação contagiante…

09) RM: Quais os cantores e cantoras que você admira?

Ninno Júnior: São muitos, porém, posso destacar: Paul McCartney, Freddie Mercury, Bob Marley, Michael Jackson, Steve Tyler, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Edson Gomes, Nengo Vieira, Zélia Duncan entre outros…

10) RM: Como é o seu processo de compor? Quem são seus parceiros musicais?

Ninno Júnior: O que mais faço no dia a dia é compor, tanto é que, ando com um violão no carro e um gravador portátil da Sony. Até à data de hoje 03.05.2016 já tenho compostas 490 músicas e mais de 100 músicas já foram gravadas. Meus parceiros de composição são meus irmãos de banda: Zé Henrique e Leandro Rodrigo.

11) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Ninno Júnior: Os Prós é que, acima de qualquer coisa o Amor é tão intenso que não tem como segurar à grande satisfação de fazer música, por si só, já vale muito a pena… É de fato inexplicável viver do sonho da música. Não tem uma explicação coesa, coerente, concisa para poder me expressar com precisão! É sentimento altruísta que move às nossas atitudes e nos leva a continuar mais e mais. Os contras, são inúmeras razões, porém, é só analisar à atual conjuntura da nossa nação que à resposta mais sensata está ai. Brasil é o reflexo de todos os contras de viver de música nesse País.

12) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?

Ninno Júnior: Invisto muito nos áudios, em estúdio de alta qualidade, masterização de ponta, mídias, encarte e layouts feitos em escala industrial nas principais fábricas de cds do Brasil. Invisto, nas principais plataformas digitais existentes no Universo.

13) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira musical?

Ninno Júnior: Ajuda porque minha música chega com uma abrangência muito maior e imediata que não sei como seria se não a existisse. É bom demais à internet, à cibernética no contexto geral e toda sua globalização. E prejudica porque, não vendo tantos CDs físicos como de 10 anos atrás.

14) RM: Como você analisa o cenário reggae brasileiro? Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Ninno Júnior: Precário! Pobre! Sem apoio nenhum! Muita inveja por parte dos músicos regueiros! Falta de respeito um para com o outro por parte dos próprios músicos regueiros! Um tal de ficar com balela dizendo que apoia o parceiro do lado, mas que na verdade são altamente egoístas e soberbos. Não são todos, mas, a maior parte deles são assim, sim! E não há como negar. Tanto é que, o reflexo da precariedade da música reggae aqui no país é exatamente demonstrada na falta de evolução. Não há união, não há unidade real como tanto se pregam entre os próprios artistas regueiros. Mas enfatizo! Não são todos, posso tirar alguns poucos. Posso destacar Natiruts, Ponto de Equilíbrio, Chimaruts, Maneva e mais alguns e só e apenas. Bem na verdade mesmo, o reggae que eu gosto de ouvir e ouço sempre quando posso é Nengo Vieira, Edson Gomes, MacacoPrego, Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil, Chico César, Cidade Negra (Nacionais), Inner Circle, Pappa Winnie, Bob Marley, Stiel Pulse, UB40, Peter Tosh, Alpha Blondy entre outros internacionais…

15) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso a tecnologia  de gravação (Home estúdio)? 

Ninno Júnior: Vantagens é que podemos fazer uma boa pré-produção com tranquilidade sem sair de casa. Desvantagens é justamente o comodismo de achar que fazendo num home estúdio o som fica bem profissional e na verdade não fica, é preciso de muito mais tecnologia e estúdio com mais capacidade tecnológica para se obter um resultado de ponta. Essa praticidade e esse comodismo, traz uma falsa sensação que o som está demais e não está! Simples assim my brother! Para uma boa pré-produção, é vantajoso, o inverso, não é…

16) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Ninno Júnior: Edson Gomes, Nengo Vieira, o pessoal do Ponto de Equilíbrio, Mato Seco, Maneva

17) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Ninno Júnior: Muitas situações bem loucas aconteceram comigo e meus irmãos desde 1994. Diversos shows sem receber, brigas na plateia, falta de alimentação no camarim, sons de péssima qualidade, ao invés de nos chamarem de MacacoPrego, os apresentadores nos chamam de MacacoVéio, Banana Amassada e entre outros nomes inusitados…

18) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Ninno Júnior: Feliz é ver às pessoas cantando e se emocionando com minha música. Tristeza é ver tanta falsidade entre os músicos. Meu DEUS do Céu! Como tem gente falsa nesse meio! Sepulcros Caiados (Fariseus e Escribas). São os caras que falam uma coisa e agem de outra forma. Foram pessoas, as quais JESUS CRISTO, criticou (risos).

19) RM: Nos apresente a cena musical na cidade que você mora?

Ninno Júnior: Aqui em minha cidade de Praia Grande, não há cena musical reggae em lugar nenhum, somos os únicos representantes ativos do nosso segmento! Os nossos shows são para às cidades do interior, capital e em algumas cidades do litoral sul…

20) RM: Quais os músicos ou/e bandas que você recomenda ouvir?

Ninno Júnior: Paul McCartney, Freddie Mercury, Brian May, Bob Marley, Sting, Gilberto Gil e Luiz Gonzaga, Roberto Carlos.

21) RM: Quais os cantores e cantoras que gravaram as suas canções?

Ninno Júnior: Nenhum até o momento…

22) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Ninno Júnior: Não! Não acredito nessa tese! Infelizmente…

23) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Ninno Júnior: Lute firme e forte! Não olhe para trás em hipótese alguma! Não dê ouvidos às pessoas negativas! Persista! Encare à vida por completo! Muita Fé em DEUS e vá adiante sem olhar para os lados ou para baixo! Mantenha o Foco e vá em frente!

24) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com o uso da maconha?

Ninno Júnior: De fato há uma relação muito íntima entre o Reggae e à Maconha por conta dos próprios mestres da Reggae Music Mundial fazerem uso desses entorpecentes, dessas substâncias químicas que causam sensações inebriantes atuando no sistema nervoso. Sendo assim, os artistas acham que, só porque os mestres usavam essas substâncias, eles também têm esse direito e por acharem que à maconha está ligada totalmente com o reggae e o reggae com à maconha… E por conta disso, muitos ambientes aos quais minha banda vai tocar, há um certo preconceito dos contratantes se usamos ou não maconha. Essa é uma das primeiras perguntas que nos fazem. E eu lhes afirmo! Nunca fizemos uso de nenhuma dessas substâncias. Não usamos e não discrimino quem às usa! Cada um sabe muito bem o que é bom ou ruim para si próprio!

25) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com a religião Rastafari?

Ninno Júnior: Posso até dizer e afirmar que existe sim uma relação, um laço muito forte entre à Reggae Music e à Religião Rastafari. Não posso me aprofundar nessa questão pois sei pouquíssimo sobre o Rastafari, haja vista que, não concordo que haja uma única relação da Reggae Music com à religião Rastafari! Modo que, à Reggae Music Mundial passeia por muitas vertentes e cada vertente no contexto de letra, fala sobre assuntos bem distintos e diversos. Não posso fazer nenhuma análise, nem tese e muito menos síntese de algo que não tenho conhecimento aprofundado…

26) RM: Você é adepto a religião Rastafari?

Ninno Júnior: Não! Eu sou Cristão.

27) RM: Os adeptos a religião Rastafari afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como você analisa essa afirmação?

Ninno Júnior: Verdadeiramente ERRADA! Sou Cristão e nas minhas músicas reggae, prego à palavra de Jesus Cristo e seu evangelho. Sei muito pouco sobre à cultura Rastafari e nem por isso há uma obrigatoriedade da minha parte de inserir na minha música reggae, o que eu não sei e só por modismo de querer atingir um patamar no qual não é minha verdade, não é minha vivência. Faço o que está no meu coração e em verdade, o povo sabe qual é que é de cada artista. O mais importante disso tudo é uma palavra chamada; “RESPEITO”, e todos devem se respeitar e se dar o respeito. Não tem dessa de reggae verdadeiro, existem várias vertentes do reggae como por exemplo: Reggae Roots, Ska, Dancehall, Reggae Fusion, Reggae Steady, Raggamuffin e por ai vai.  Às letras até podem sim pender para um caminho e cair para à seita messiânica de origem jamaicana que prega o retorno cultural dos negros à África e que venera Haïlé Selassié. Vai da ideologia de cada um. Respeito é à base central disso tudo my brother. O meu reggae é intitulado como ReggaeD’Praia e ponto final, falo minha verdade e vem da alma. Isso eu posso garantir e afirmar, só não posso dizer que o meu reggae é o verdadeiro pois seria da minha parte muita prepotência, soberba, altivez, ignorância e muita imaturidade musical.

28) RM: Na sua opinião porque o reggae no Brasil não tem o mesmo prestigio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Ninno Júnior: Por falta de grana principalmente e por falta de união verdadeira entre os respectivos artistas. Muitos músicos não engolem, pois falo a verdade na lata, sobre a cena reggae que ando vendo pelo Brasil. Por isso, a cena não prospera, pois muitos pregam uma coisa no palco e vivem outra fora do palco. Como pode isso? É um querendo engolir outro! Graças ao meu Bom Deus nunca dependi de grupo de reggae nas redes sociais e de nenhum movimento de reggae. E sei que muitos destes movimentos não toleram meu reggae caiçara, só que, não dou a mínima, pois o que faço, faço em verdade no meu coração juntamente com meus irmãos. Eu falo o que vivo e vivo mentiras nem balelas. Eu creio em Deus e sei que Deus está de olho em tudo que fazemos. Cada um tem o que faz, né? O QUE EU FALAR É O QUE VOU FAZER…

29) RM: Qual a dificuldade de tocar baixo e cantar no ritmo reggae?

Ninno Júnior: Todo mundo comenta e argumenta para mim como eu consigo tocar Contrabaixo, Cantar e Entreter diretamente e constantemente com o Público? Eu nem sinto essa dificuldade, pois desde quando comecei a tocar em 1990, eu fui obrigado a fazer essa tarefa, pois o baixista que tocava comigo acabou sumindo de repente. E na época tínhamos alguns shows agendados e não teria como cancelar, por conta disso, acabei assumindo o Contrabaixo e os vocais da minha banda de HardRock que tinha com meus irmãos. Eu era guitarrista e houve essa necessidade de tocar o Contrabaixo para suprir o vácuo que o nosso baixista havia deixado. Sendo assim, de lá pra cá, já fiz tanto shows nesse formato que não sinto dificuldade nenhuma. Hoje não me enxergo fazendo outra coisa que não seja tocar contrabaixo e cantar na minha banda. Amo cantar e tocar baixo simultaneamente e acredito que essa seja à fórmula que me impulsionada a ir adiante cada vez mais. Para mim, se tornou simples tocar e cantar que nem sinto nenhuma dificuldade.

30) RM: Quais os seus projetos futuros?

Ninno Júnior: Terminar a gravação do oitavo disco da MACACOPREGO.

31) RM: Quais os seus contatos para show e para os fãs?

Ninno Júnior: www.bandamacacoprego.com.br | (13) 3491 – 7350 | 3591 – 4171 | WhatsApp: (13) 98801 – 2654 |[email protected] | [email protected]

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.