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Gabby 1 Entrevista - Música - Revista Ritmo Melodia
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Tempo de Leitura: 11 minutos

A cantora e compositora baiana Gabby iniciou seus estudos musicais aos 12 anos de idade na aulas de Piano, Flauta Doce, Canto e Coral.

Ela participou ao longo da carreira de diversos movimentos musicais e culturais: A Oficina de ritmos do Sesc; Balé Folclórico da Bahia; Banda Reggae Reluz; Banda Raízes do Pelô; Banda Barbozada; Cia de dança do Olodum; Oficina de Teatro do professor Carlos Petrovich; gravações e participações nos discos das bandas “Raízes do sol” e “Terceiro Mundo”.

Gravou um EP com quatro músicas – “Seja o que Deus Quiser”; os álbuns: “Mensagem; ‘Uma Viagem à Jamaica’; Gabby e os Anjos Negros” e participou da coletânea Rede Bahia – Kaya no Reggae

Suas experiências vão desde Voz e Violão nos bares, Rock e Axé Music. Na década de 90 se dedicou totalmente ao reggae e dividiu palco com: Cidade Negra; Paralamas do Sucesso; Paulo da Ghama; Edson Gomes; Edy Vox; Lazzo Matumbi; Adão Negro; Nengo Vieira; To Fly; Mont Zion (BA); Pato Banto; Gregory Isaacs; Dennis Brown; Max Romeo e Junior Murvin (ex The Waillers).

Gabby é acompanhada por uma banda formada com dois Guitarristas, um Tecladista, um Contrabaixista e um Baterista. O seu repertório é influenciado pela essência da música brasileira e do reggae com um enfoque inovador. Faz a fusão entre o antigo com o contemporâneo, o clássico com a vanguarda. Um som bem elaborado, popular, comportado e divertido. Uma dualidade que virá coerência com arranjos criativos. O seu show tem como característica a descontração, o humor, o virtuosismo dos músicos e interação com o público.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Gabby para a www.ritmomelodia.mus.br , entrevistada por Antonio Carlos a Fonseca Barbosa em 05.12.2016 e a fotografia que ilustra a entrevista é de autoria de Laura Santana:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Gabby: Nasci no dia 12.04.1971, em Salvador – BA.

02) RM: Conte como foi o seu primeiro contato com a música.

Gabby: Na escola havia uns cursos de música e fiz aulas de flauta doce, eram aproximadamente uns 20 alunos tocando juntos, eu me amarrava, íamos para apresentações e eu conheci vários tipos de flautas e a partir daí fui me empolgando. Eu tinha facilidade de aprender, ouvia muito bem, fui para aula de piano clássico, pois na casa da minha madrinha Tania Miranda que é artista plástica, tinha dois Pianos e eu sempre via os filhos dela estudando e um primo dela que chamávamos de Zé Bolinha (Fernando Marinho, hoje ator/diretor e pianista clássico) ensaiando com uma cantora, que eu gostava muito, para um show em um Hotel. Um dia a minha madrinha me levou para conhecer a professora que dava aula particular de Piano para os filhos dela e perguntou se eu queria fazer aulas, aceitei na hora, já estava esperando o convite, fiz um teste com a professora Tia Fatinha e passei bem, porque eu imitava os meninos quando estavam estudando e fazia tudo de ouvido. No meu primeiro exame foi uma “musiquinha” da primeira página do livro e eu já tinha estudado umas páginas mais à frente, matei a pau no primeiro exame, muitos elogios, até pelo o fato da boa audição. Ainda na escola me envolvia nas peças que tinha coral, na igreja participava de corais e assim por diante.

03) RM: Qual a sua formação musical e acadêmica fora música?

Gabby: Minha formação acadêmica não tem nada a ver com a música, sou Analista de Seguros. Na música não levei à frente as aulas de Piano, não estudei mais partitura, portanto me classifico como auto-didata.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente? Quais deixaram de ter importância?

Gabby: Na verdade um pouco de tudo. Bem lá atrás, nos meus sete para oito anos de idade, eu ouvia muitas músicas do Bob Marley na casa de uma amiga, quase irmã da minha mãe, lá em casa era Waldik Soriano, Nelso Gonçalves, Luiz Gonzaga, Genival Lacerda. Na casa da minha madrinha era o pessoal da Tropicália, Novos Baianos, Gal Costa, Blitz, MPB4, nossa, ouvia de tudo, pois eu vivia em um reduto de muita música boa.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Gabby: No meu aniversário de 15 anos, em 1987, início da Axé Music, foi meio diferente e a minha madrinha mais uma vez pivô de tudo, ela me deu um Timbal com um laço imenso. E daí nós fizemos um luau na praia de Amaralina com sambão. E um colega meu que era compositor levou três amigos, cada um com um Violão. E noite adentro nós tocamos e cantamos muitas músicas inclusive as do Axé que estavam no auge. No final de tudo os meninos me falaram que estavam iniciando uma banda de Axé e me convidaram para ser a vocalista, adorei a idéia e me joguei. Paralelo à banda com os guitarristas fui cantar nos barzinhos com Violão que também considero a minha principal escola. Mas em 1996, para mim foi o início profissional de tudo, pois fui convidada por José Ricardo (percussionista e assistente musical) para participar do Balé Folclórico da Bahia de Walson Botelho e em seguida por Mestre Jackson (ex regente do Olodum) para ingressar na banda Raízes do Pelô, a qual tinha a Gal Costa como madrinha e fazia shows em todo o Brasil.

Em 1998, ingressei em um projeto social chamado Reluz e de lá fiz o meu primeiro trabalho com a música reggae que foi a banda Reggae Reluz, era um repertório todo de reggae, mais o principal foco da banda eram os tambores, tipo: Olodum/Timbalada. Com esse trabalho tive o prazer de dividir palco e até gravar com os mitos do reggae internacional Gregory Isaacs, Max Romeo, Dennis Brown, Pato Banton e Junior Murvin (ex The Waillers).

06) RM: Quantos discos lançados e quais os anos de lançamento(quais os músicos que participaram das gravações)? Qual o perfil musical de cada álbum? E quais as músicas que caíram no gosto do seu público?

Gabby : CD – Uma Viagem à Jamaica em 1999, regravações de músicas dos mitos do reggae internacional e participação do Gregory Isaacs, Max Romeo e Dennis Brown.

CD : Anjos Negros 100% Reggae em 2003, um projeto que comecei a desenvolver em Salvador, levei para São Pão e gravei.  CD : Gabby e os Anjos Negros em 2010 no álbum “Uma Viagem à Jamaica” as pessoas comentavam muito sobre a regravação que fiz da música It’snoteasy do LuckDube e do álbum Gabby e os Anjos Negros, são as músicas Marasmo, Som de Rua e uma versão da música “Harambê” da Rita Marley, na qual chamei de “Renascer”.

07) RM: Como você define o seu estilo musical dentro da cena reggae?

Gabby: Eu sou eclética ao extremo, por isso que venho com essa ideia da MPREGGAE – a música popular com o Reggae. Pelo fato de passar a minha vida envolvida com todo o tipo de música gosto e respeito muito o Reggae Roots, mas não consigo ficar sem cantar as pérolas da música popular nacional ou internacional, e esse é o motivo dessa junção que por sinal agrada a “gregos” e a “troianos”.

08) RM: Quais os cantores e cantoras que você admira?

Gabby: É muita gente e a mistura às vezes para alguns é estranha. Alguns como o Milton Nascimento, Clara Nunes, Elis Regina, Belchior, Luiz Gonzaga, Nelson Gonçalves, Amelinha, Elba Ramalho, Alceu Valença, Alcione, Marie Clar, Michael Jackson.

09) RM: Você compõem? Quem são seus parceiros musicais?

Gabby: Não sou muito de compor, mas as minhas poucas composições foram sozinhas.

10) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Gabby: Hoje a concorrência é imensa, os tempos são outros, no tempo da Tropicália poucos queriam ser artista, ou então a sociedade discriminava. E o que se lançava não tinha concorrência e era sucesso. Hoje é ao contrário, virar artista é moda, a tecnologia ajuda para qualquer um “virar” cantor da noite para o dia e se pagar melhor ainda. E por conta disso, principalmente o dinheiro e as modinhas, nós que almejamos um lugar ao sol independente, vamos perdendo espaço.

11) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver sua carreira musical?

Gabby: Quer saber, nenhuma, que não seja através dos sites e das redes sociais: Youtube/ Facebook/ Instagram/ Twitter/ Myspace/ Soundcloud, entre outros.

12) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira musical?

Gabby: Graças ao bom Deus, apesar de muito tempo, hoje temos um acesso facilitado à informatização e isso foi o que faltou no início da minha carreira. Hoje, tenho como atingir o mundo inteiro e conhecer o mundo inteiro através da internet. Mas, a quantidade de informações na rede é tamanha que acaba confundindo as pessoas nas buscas, pois você pode encontrar de tudo que se possa imaginar, até chegar a um produto de qualidade.

13) RM: Como você analisa o cenário reggae brasileiro? Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Gabby: Como disse um pessoal de um grupo de São Paulo: “O reggae é um gigante adormecido”. Existem vários movimentos em cada canto do país, porém se tornam isolados, até porque está faltando oportunidade e cada um está fazendo a sua “correria”. Regressão rolou quando alguns gêneros da música brasileira e passaram a visar apenas o comercial. Uma parte que movimenta o comércio fonográfico banalizou um pouco em termo de composições, mas por outro lado, temos o Jorge Vercillo, a Céu, a Roberta Campos que estão fazendo a boa música brasileira não perder a sua essência.

14) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso a tecnologia  de gravação (Home Studio)?

Gabby: Não há desvantagem nenhuma, temos que ter consciência de estudar a aparelhagem, se aperfeiçoar para gerar qualidade no que produzimos em casa.

15) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Gabby: Carlinhos Brown e Lenine.

16) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Gabby: Foram tantas (risos), vou citar três: Na década de 80 em uma banda de amigos, fomos convidados para fazer um show da campanha política de um candidato do interior baiano, no Morro do Chapéu na Chapada Diamantina a uns 400 km de Salvador-BA. Até o momento da apresentação tudo bacana, até quando começamos a primeira música e som nada de dar ganho, o público começou a vaiar, subiu no palco correndo atrás dos músicos, fui liberada porque um falou: “Essa aí não, ela faz show lá na benção do Pelourinho” (risos). Saímos corridos da cidade e ficamos sabendo que o dono do som que levamos e contratamos, fora comprado pela oposição. Pense num cara ter que voltar no mesmo ônibus com a banda indignada, em tempo de ser jogado pela janela. Já em no início da década de 90, eu já fazia parte do sindicato dos músicos, depois de muitas reuniões e apresentações para definir o cachê do carnaval, nos deparamos com diversas manifestações pós folia momesca, para reivindicar a bendita renumeração. Gás lacrimogêneo naquela época para mim tinha o efeito de desodorante, enfim, depois de inúmeras tentativas, decidimos invadir as prefeitura e sair de lá com o martelo batido com a data de pagamento ou um cheque. E foi uma quebradeira daquelas, mandaram baixar o pau na gente. link abaixo: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/2/12/caderno_especial/1.html

Em 2010 estava me apresentando acompanhada pelo guitarrista Tony no centro de São Paulo no Bar e Restaurante Sapori Di Rosi com o projeto Gabby e os Anjos Negros, quando o compositor, cantor e multi-instrumentista Luís Vagner passando em frente e nos escutou e entrou para saber quem estava cantando. Ele comentou comigo que o sonho dele era ver uma mulher cantando em uma banda de reggae e quando me escutou cantar chamou a sua atenção. Eu na frente de um grande artista recebendo um elogio e sem saber o que responder. Ele cantou uma música dele para mim escutar e me deixou uma Fita K7 que tinha essa música.

17) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Gabby: O quanto a música aproxima as pessoas, socializa, cura doenças me deixa feliz, mas a forma que os órgãos ignoram e deixam sempre em último plano, me causa uma dor tamanha.

18) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Gabby: Salvador-BA realmente é um dos mais importantes celeiros musicais do Brasil, muitas experiências musicais e influências, daqui saíram e saem grandes nomes que representam a música mundão a fora, ou no rock, no axé ou no reggae, tudo corre nas veias e em nossas raízes.

19) RM: Quais os músicos ou/e bandas que você recomenda ouvir?

Gabby: Sou eclética ao extremo: Luiz Gonzaga, Céu, Marisa Monte, é muita gente, no prêmio Caymmi de Música é que dá para curtir muita gente boa.

20) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Gabby: Não em todas as Rádios.

21) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Gabby: Se jogue, aproveite e faça direito.

21) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com o uso da maconha?

Gabby: Veio de Bob Marley e da religião Rastafári que por sinal se trata de um processo para o consumo, apresentado em uma reportagem da TV Globo por Glória Maria, mas quem não lê, pensa que todo artista que propaga a cultura reggae, fuma maconha.

22) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com a religião Rastafari?

Gabby: Se não fossem os seguidores do Rastafarianismo antes da década de 60, o reggae não existiria, porém, aqui no Brasil são pouquíssimos adeptos, eu não sou rastafari, amo louvar ao Senhor, mas sem doutrina.

23) RM: Você usa os cabelos dreadlock. Você é adepto a religião Rastafari?

Gabby: Não. O Rastafari está por dentro de mim, na minha alma, nas minhas ações, até mais daqueles que usam dreadlock.

24) RM: Os adeptos a religião Rastafari afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como você analisa essa afirmação?

Gabby: Cada um tem a sua forma de interpretar e suas próprias mensagens, no fundo a intenção é a mesma, o meu protesto é falando de Deus e falando de muito amor. Estas são as minhas armas, esse é o meu reggae.

25) RM: Na sua opinião porque o reggae no Brasil não tem o mesmo prestigio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Gabby: O Brasil é um país tão místico e ao mesmo tempo tão preconceituoso, na verdade vivemos de imagem e do comércio, não desvalorizando aos demais, vivemos do que vende mais fácil.

26) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Dennis Brown?

Gabby: O Dennis foi um dos convidados (Max Romeo e Gregory Isaacs) do CD – “Uma Viagem à Jamaica” da banda Reggae Reluz, ele passou uns 15 dias ensaiando em estúdio e na casa que se hospedou no litoral de Salvador – BA. Ele era “ligado 24 horas”, quando não estava ensaiando, ele estava compondo. Ele tomou conta do Teclado da banda (risos) para compor músicas umas trinta músicas. Se na época, final dos anos 90, eu tivesse acesso a internet como hoje, teria em mãos um material belíssimo. Nós fazíamos muitas brincadeiras com ele, ensinando os modos e as gírias faladas na Bahia (risos). Em junho de 1999 a Reggae Reluz fiz duas apresentações com ele, em Salvador – BA e em Candeias – BA, que inclusive tenho todo show em vídeo. Depois fomos para Brasília– DF. Iríamos com ele fazer um show no Sun Splash na Jamaica e depois uma turnê pela Europa, mas depois de uns três dias do show em Brasília – DF, nós recebemos a triste notícia do seu falecimento no dia 01 de julho de 1999.

27) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Max Romeo?

Gabby: Com o Max Romeo nós ficamos em maio de 1999 uns três dias em estúdio para ensaiar a música de sua autoria War InnaBabylon para o CD – Uma Viagem à Jamaica da banda Reggae Reluz, ele é muito simpático, tranquilo, gostava de ficar contando casos.

28) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Gregory Isaacs?

Gabby: O Gregory Isaacs, ficou uma semana conosco e fizemos um show com ele e uma das músicas do show entrou para o CD – Uma Viagem à Jamaica da banda Reggae Reluz. Uma pessoa tranquila, nós brincávamos muito com ele, inclusive eu, ensinava um monte de apelido exótico dos percussionistas para ele chamar no palco (risos). A banda Reggae Reluz tinha um projeto social na comunidade onde a banda nasceu e Gregory amou, pois lembrava muito o projeto da organização dele. Ele se encantou com a creche da gente. Ele fez uma “pegadinha/brincadeira” com a gente no dia do show no Feira Tênis Clube, em Feira de Santana – BA, ele subiu no palco só depois que o público começou chamá-lo com uns 40 minutos de atraso e algumas pessoas ficaram na dúvida se era mesmo o Gregory (risos).

29) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Edson Gomes?

Gabby: Com Edson Gomes, nos encontramos em alguns eventos e trocamos algumas palavras. E certa vez em um evento em Salvador – BA, ele comentou para mim que um dia a minha “estrela” iria brilhar.

30) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Fauzi da Tribo de Jah?

Gabby : Com o Fauzi não tive contato pessoalmente, nos falamos algumas vezes por telefone quando eu morava em São Paulo, por intermédio do saudosismo Johnny B. Good. O Fauzi pediu para enviar meu CD, mas não retornamos o contato.

31) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Nengo Vieira?

Gabby: O Nengo Vieira e a sua esposa são pessoas maravilhosas, de alto astral e tratam as pessoas muito bem. E quando ele morava aqui em Salvador – BA, nós nos encontrávamos nos eventos, dividimos palcos. E nos anos de 2000 a 2011 quando eu morei em São Paulo, nós trocamos alguns contatos, mas na época ele morava em Santos- SP e já era evangélico, daí perdi o contato.

32) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Nascimento?

Gabby : O guitarrista Nilson Nascimento, eu conheci no final de 2015, através de um locutor e amigo em comum. E falamos sobre a voz que eu iria colocar em uma música que o Paulo Da Ghama deixou comigo no carnaval 2016. E o locutor me indicou o estúdio do Nascimento para a gravação, mas não deu certo. Até então, não nos encontramos mais.

33) RM: Quais os seus projetos futuros?

Gabby: Os meus projetos futuros, a Deus pertencem, eu planejo gravar, gravar e gravar, mas tudo vai depender do Altíssimo.

34) RM: Quais os seus contatos para show e para os fãs?

Gabby:  (71) 98607 – 4779 / [email protected]ol.com.br | Twitter – @gabbympreggae | Instagram – empressgabbyoficial/– | https://www.facebook.com/gabbympreggaehttps://www.youtube.com/user/Gabbysoul | https://soundcloud.com/gabbympreggaehttps://www.letras.mus.br/gabby-mpreggae

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.