Zé Mario Drums

Zé Mario Drums

O cantor, baterista, produtor e arranjador musical pernambucano Zé Mario Drums nasceu na Serra das Varas, em Arco Verde, interior de Pernambuco, onde teve toda a infância. Há alguns anos, mudou-se para Recife. Adquiriu experiência no mundo artístico, e viajou por vários cantos do país, acompanhando vários artistas.

Zé Mario Drums produziu diversos eventos de artistas pernambucanos, baianos, paraibanos, dentre outros. Já tocou em programas de redes de televisão, cuja divulgação teve alcance nacional e internacional: Causos e Cantos (2008), Estação Nordeste (2008 e 2009), incluindo os 35 anos da Rede Globo Nordeste no Marco Zero em 2007. Além de ter participado do São João da Capitá (2009 e 2010), também da Rede Globo; Caminhada do Forró (2004 a 2016) Forró Iluminado da AACD (2007 a 2015). Também tocou, produziu e dirigiu (musicalmente) o Tributo a Luiz Gonzaga realizado no Pátio de São Pedro de 2006 a 2008; ainda em 2008, participou onde também foi dele a produção e direção musical do Tributo a Marinês. Em 2010 e 2011, apresentou-se na Segunda Cultural, evento realizado pela Assembleia legislativa de Pernambuco.

Zé Mario Drums um artista que vem aos poucos destacando no cenário musical da Bahia, onde passa boa parte do ano gravando produzindo e fazendo shows pelo Recôncavo Baiano, dividindo palco com os seguintes artistas: Bruno Silva, Sarapatel com Pimenta, Cruzeteros do Forró, Forró da Gabriela, Luana Ingrid, entre outros. Tem sido acompanhado pela banda “Flor de Croatá” em toda sua trajetória musical. O nome dessa banda foi devido à música “Flor de Croatá” de João Silva gravada por vários artistas, o qual se encontra incluído, como uma forma de homenagear o amigo João Silva e os companheiros de viagem. Assim, a partir da experiência obtida, busca seu espaço no mercado musical pernambucano e nacional. Assim, está trabalhando no projeto: Zé Mário Drums – Forró Pop ao Vivo. Essa atividade é uma prioridade e uma realização profissional; além de uma forma de trazer alegria e boa música para o povo brasileiro.

O título de “Forró Pop” dá-se pelo fato de ser um CD de Forró com música pop dos anos 80 e 90. O repertório está “recheado” por arranjos dessa época com um pouco de swing e das suas características enquanto cantor, sem, contudo, descaracterizar as músicas de outrora. Para este CD foi feita uma pesquisa desde Dominguinhos, João Silva, Accioly Neto, Ilmar Cavalcante, Flávio Leandro, Xico Bizerra, Junior Vieira, Carlos Villela, Márcio Arruda e Zero. Tendo também, Lulu Santos, Jauperi, Carlinhos Brown, Tim Maia, Beto Guedes, Alceu Valença, Luan e Vanessa, Vanessa Rangel, além de outros grandes compositores da música Pop. Seu objetivo está sendo resgatar sucessos tanto do Forró como do Xote e da música Pop, mantendo os arranjos originais, porém, sinalizando que com competência, criatividade e inovação qualquer letra pode ser incorporada ao bom e swingado Forró nosso de cada dia.

Acompanhou artistas como Alceu Valença, André Rio, Alcymar Monteiro, Jorge de Altinho, Josildo Sá, Paulo Moura, Silvério Pessoa, Paulinho Leite, Nádia Maia, Cristina Amaral, Irah Caldeira, Petrúcio Amorim, Luciano Magno, Geraldinho Lins, Gennaro, Mazinho de Arco Verde, Maciel Melo, Waalkyria Mendes, Mestre Camarão, Arlindo dos oito Baixos, Antonio José, Luizinho Calixto, Roberto Lins, Terezinha do Acordeon, Sevi Nascimento, Amelinha, Thaís Nogueira, Genival Lacerda, João Lacerda, Dominguinhos, Flávio Leandro, Nando Cordel, Anchieta Dáli, Daniel Bueno, Jorge Silva, Edmilson Duarte, João Silva, Forró da Gabriela, Cruzeteros do Forró, Sarapatel com Pimenta, Bruno Silva, Duda Férraz, Forró Xinelo Rasgado Pé de Serra, e muitos outros. Esses são apenas alguns dos artistas com quem Zé Mario Drums trabalhou, tendo seu nome incorporado aos trabalhos realizados por esses artistas. Desse modo, tendo seu nome registrado em CDs e DVDs de quase todos eles.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Zé Mario Drums para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 31.05.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Zé Mario Drums: Eu nasci no dia 02.11.1967 em Arcoverde – PE, no sítio Serra das Varas. Registrado como José Maria de Lima Santos.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Zé Mario Drums: Aos dez anos de idade eu fui em uma festa e pela primeira vez vi uma bateria e fiquei prestando atenção no baterista tocando e foi paixão para sempre.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Zé Mario Drums: Minha formação musical a princípio foi como autodidata, mas com o passar dos anos percebi que precisava estudar música para aprender a ler partituras até para facilitar o trabalho para quem me contrata. E continuo aprendendo até hoje meu diploma são as experiências que a vida me proporciona até hoje!

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Zé Mario Drums: No passado minhas influências musicais no Forró: Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Marinês, Ary Lobo, mas também tive influências com outros artistas como: Zé Ramalho, Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Noite Ilustradas além de muito outros que continuam tendo a mesma importância. Hoje não vejo nenhum artista da nova geração que me influencie.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Zé Mario Drums: Como baterista foi em 2001 quando fui assistir a um show de uma banda e pedi ao baterista para tocar uma música e ele não deixou, então eu pedi ao dono da banda, ele deixou e toquei uma música. Um mês depois eu já estava ensaiando o repertório para tocar na “Janailson e sua banda” de Belo Jardim – PE. E cantando também aconteceu do mesmo jeito no ano de 2002 tinha uma banda que estava sem cantor pedi para cantar uma música e aí fiquei na banda primeiro cantando depois tocando bateria e cantando na banda de um senhor chamado Antonio Costa! Daí parti para o mundo (risos).

06) RM: Quantos CDs lançados?

Zé Mario Drums: São três álbuns lançados em 2012, 2015, 2017 e um quarto sendo concluído e lancei alguns singles. Tenho o maior orgulho em falar dos músico que gravaram comigo nos três álbuns: Juliana Andrade (Baixo), Well Medeiros (Guitarra), Sansão Pimentel (Acordeon), Lú Miliano conhecido como Lucenildo, (Zabumba), Gera de Amaraji (Backvocal), Zé Mario Drums (Voz, Percussões, Baterias). Nos singles tive as participações de outros grandes músicos: Gennaro, Luizinho de Serra (Acordeon), Valdir Oliveira (Baixo), João Neto e Nil GTR (Guitarra), Allyson Peter e Ângela Luz (Backvocal).

Os álbuns são de Forró. As músicas que caíram no gosto do público foram: “Flor de Croatá” (João Silva / Raimundo Evangelista), “Preciso do Seu Sorriso” (João Silva/Enok), “Quebra Coco” (Marcio Arruda/Zero), “Saudade Afiada” (Flávio Leandro), “Coração Cigano” (Wagner Silva), “Só eu sei dizer” (Carlos Villela/Manuca Almeida), “Deixa Rolar” (Pititiu Miranda), eu sempre faço questão de nomear os compositores.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Zé Mario Drums: Eu defino meu estilo é um Forró moderno, que intitulei de Forró Pop, pois gosto muito de misturar as letras do Pé de Serra com as letras Pop dos anos 80, 90, 2000 todas em Forró, Xote, mas sem perder as harmonias originais e tão pouco os arranjos.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Zé Mario Drums: Estudei e continuo estudando até hoje.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Zé Mario Drums: O estudo da técnica é muito importante para que você se mantenha afinado saiba colocar e usar a voz da maneira correta consiga atingir algumas notas. Sem estudo e o auxílio de um profissional com certeza não conseguiria chegar em um bom desempenho. O cuidado com a voz é importantíssimo, é o instrumento de trabalho e quanto mais descansado e cuidado tiver com sua voz proporcionará a quem canta e a quem escuta os momentos de alegria e prazer.

10) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Zé Mario Drums: Talvez eu seja injusto esquecendo alguém: Gal Costa, Alcione, Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Ana Carolina, além de muitas outras. Flávio José, Maciel Mélo, Zé Ramalho, Dominguinhos, Chitãozinho e Xororó, Noite Ilustrada, são muitos e fica difícil de lembrar.

11) RM: Como é o seu processo de compor?

Zé Mario Drums: Para falar a verdade eu não sou muito de compor, eu sou mais de fazer, criar arranjos, produzir, dirigir. E composições tenho pouquíssimas, sou mais de gravar músicas dos outros.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Zé Mario Drums: Ultimamente tenho dois parceiros de composição: Nerilson Buscapé, Roberto Lins.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Zé Mario Drums: Até o momento Roberto Lins gravou uma música minha e dele chamada “Rei do Baião” e Nerilson Buscapé gravará comigo “Só dá zererê” (risos) é até engraçado, mas como falei não sou muito de compor.

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Zé Mario Drums: Os prós de você desenvolver uma carreira musical independente é usar elementos que gostaria de ter usados em outros trabalhos e também poder fazer arranjos e empregar coisas estudei durante anos e que não pude incrementar em trabalhos de outras pessoas. Posso experimentar no meu trabalho. Os contras: é que as pessoas que me viam como amigo passam a me enxergar como adversário. Aquelas mesmas pessoas que durante anos precisaram da minha ajuda e hoje esquecem e passam a me ver como adversário.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Zé Mario Drums: No palco é cada vez mais mostrar um bom show e me preocupar com a sonorização, a iluminação, o repertório. Fora do palco cumprir os horários, ter uma boa equipe e ser o mais atencioso com todos fora do palco, manter o meu público bem informado sobre o que está acontecendo na minha carreira.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Zé Mario Drums: Estou investindo um home estúdio de gravação, de fotografia e de filmagem para os meus trabalhos, pois invisto bastante em divulgação. Eu tenho entrado em contatos com web rádios além de shows beneficentes para alavancar a carreira, exceto que no momento da pandemia do Covid-19.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Zé Mario Drums: A vantagem do home estúdio é poder gravar em qualquer espaço desde que tenha um bom conhecimento do uso. O que não era possível antes, já que tinha que procurar grandes estúdios e gastar uma grana alta. Hoje você consegue com pouco dinheiro e tendo conhecimento gravar uma música até um álbum. As desvantagens, por enquanto, não vejo nenhuma.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Zé Mario Drums: O que eu faço para me diferenciar é além de procurar cada vez mais gravar um trabalho de qualidade. Pesquisar e misturar bastante os ritmos sem perder as suas características. Procuro fazer de uma maneira que que agrade tanto aos conservadores quanto aos mais jovens. Gosto de misturar Forró com Coco, Forró com Samba, Forró com Maxixe, Forró com Maracatu, Forró com FUNK, Forró com Salsa, Xote com Reggae, mas com a preocupação da música ficar dançante.

19) RM: Como você analisa o cenário do Forró. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Zé Mario Drums: O Forró em si se banalizou muito ou banalizaram de mais o Forró, muita coisa se passando por Forró sem ser. E muitos artistas do Forró autêntico não acompanharam ou não se preocupam em acompanhar a tecnologia e a internet para divulgar o trabalho e muitos não usam. Não vejo nenhum dos forrozeiros raiz se destacarem ou aparecerem com algo novo. Isso também se deve ao fato de as rádios não tocarem mais suas músicas. E quem não é visto, não é lembrado e hoje tem que está na internet ou você não aparece.

Nas últimas décadas não lembro de muitas revelações, poderia citar algumas de Recife – PE e de outros Estados, mas talvez fosse injusto com outros. No Forró não lembro de nenhum que tenha se mantido em evidência. Muito regrediram, mas respeito. Pelo fato de me preocupar em estudar, eu não tenha prestado atenção a esse fato, apesar de trabalhar com música.

20) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Zé Mario Drums: Existem vários que eu considero profissionais com muita qualidade artística, mas vou citar apenas três: João Bosco, Djavan, Zé Ramalho, esses estão a cima da média.

21) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Zé Mario Drums: Situações inusitadas e citadas na pergunta aconteceram várias. Shows em ambiente tosco, falta de condições técnicas, chegar no local do show e não ter o som, tocar e não receber, esquecer letra de música e improvisar, a banda entrar em uma música eu entrar em outra, inúmeras vezes (risos), mas no final dá tudo certo.

22) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Zé Mario Drums: O que me deixa mais feliz é saber que eu estou dando o meu melhor fazendo o que gosto e ver o sorriso das pessoas cantando junto comigo e no final vem me dá um abraço enorme. O que me deixa triste é a falta de valorização das rádios, das televisões, dos gestores culturais, com o nosso Forró e as pessoas que valorizam os de fora, mas não valorizam os artistas locais. As pessoas não gostam de artista, elas gostam de famosos.

23) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Zé Mario Drums: A cena musical de Recife – PE: Frevo, Forró, Maracatu, Brega, Caboclinho, Ciranda, Coco, uns mais valorizados do que outros, mas prefiro não falar(risos).

24) RM: Quais os músicos, bandas da cidade que você mora, que você indica como uma boa opção?

Zé Mario Drums: Josildo Sá, Geraldinho Lins, Petrúcio Amorim, Spok Frevo Orquestra, Gennaro, Terezinha do Acordeon e bandas não lembro os nomes, mas sei que tem muitas que dar para curtir.

25) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Zé Mario Drums: De jeito nenhum. Hoje se o artista não for de nome nacional a sua música não toca em nenhuma rádio sem pagar o jabá. A maioria dos artistas locais nem procuram mais as rádios. Eu como gravei com muita gente, tenho vários amigos donos de rádios que me chamam, mas isso não significa que eles vivem tocando a minha música, a não ser quando você faz uma promoção, compro um certo período ou mando um bom prêmio para sorteio.

26) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Zé Mario Drums: Primeiro pesquise bastante se o ritmo que pretende seguir tem o público que ela deseja alcançar no lugar onde vive. Estude bastante e tenha uma carreira paralela a música.

27) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Zé Mario Drums: Existem mais contra do que prós nos festivais de música. O prol seria para revelar novos talentos, mas hoje geralmente já tem as caratas marcadas para ganhar.

28) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Zé Mario Drums: Os festivais não são mais relevantes para revelar novos talentos. Hoje quem canta música boa, quem realmente tem talento não aparece. Os que aparecem cantam uma música boa no festival, mas quando vão gravar muitas vezes são obrigados a gravar o que não presta. E os que aparecem, como tem um monte, não tem talento nenhum, gravam qualquer coisa, faz um sucesso momentâneo e somem.

29) RM: Como você analisa a cobertura feita pela mídia da cena musical brasileira?

Zé Mario Drums: A cobertura da grande mídia sobre a música brasileira é a pior possível. A grande mídia só cobre o que acha que presta e se for bom para eles, é bom para todo mundo.

30) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Zé Mario Drums: Esses espaços SESC, SESI, Itaú Cultural, Caixa cultural são importantes. A intenção é boa, é válida, mas eles dificultam muito as inscrições e pedem tanta coisa que muitas vezes o artista não tem. E estar precisando mostrar seu trabalho justamente para conseguir um lugar. Talvez se facilitassem mais um pouco com certeza teriam mais talentos se apresentando nesses espaços.

31) RM: Qual a sua opinião sobre as bandas de Forró das antigas e as atuais do Forró Estilizado?

Zé Mario Drums: As bandas antigas são as melhores e as atuais não curto nenhumas, algumas eu nem considero Forró, mas cada um pensa de um jeito, mas fico com as bandas das antigas.

32) RM: Quais os músicos que são sua família musical?

Zé Mario Drums: Renatinho (Percussionista), Gera Zabumbeiro, Sansão Pimentel (Acordeonista), Well Medeiros (Guitarrista), Valdir Oliveira (Baixo), Duda Gouveia (Baterista), Sophia Alves, Eloisa, João Gabriel (Vocais), Diego (Tecladista).

33) RM: Zé Mario Drums, Quais os seus projetos futuros?

Zé Mario Drums: Terminar o novo álbum e assim que possível botar na estrada um show “Tributo aos mestres nordestinos” que irei cantar músicas de João Silva, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga iria fazer esse show o ano passado, mas justamente no mês da estreia do show começou a pandemia do Covid-19.

34) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Zé Mario Drums: (81) 99648 – 4123 | [email protected]

|www.instagran.com/@zemariodrumsfp | https://www.facebook.com/ze.mario.144

https://www.palcomp3.com.br/zemariodrums/

https://www.palcomp3.com.br/zemariodrums/discografia/ze-maio-drums-ao-vivo-forro-do-meu-jeito/

Zé Mário Drums: https://www.youtube.com/channel/UCeZO9kVOoP0O8thrvg3p0Fg

Coração cigano: https://www.youtube.com/watch?v=lrAgzj-27zU

Xote manhoso: https://www.youtube.com/watch?v=0U3ecQFpyd0

DEIXA ROLAR: https://www.youtube.com/watch?v=k1HokKBn35M


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.