Vinícius Henrique

Vinícius Henrique

O cantor, compositor, poeta, violonista e produtor cultural Vinícius Henrique é estudante de licenciatura em música pela IBEC – Instituto Brasileiro de Educação Superior Continuada que em São João de Meriti – RJ.

Ele se apresenta com shows de música e performances poéticas em bares, teatros, saraus e festas particulares por todo o Rio de Janeiro principalmente na Baixada Fluminense. É fundador e produtor do coletivo Sarau Prata, Prosa e Poesia que é realizado no bairro Vila Cátia em Nova Iguaçu desde 2016. É fundador, produtor e curador do projeto Festival Segue o Som desde 2020.

É autor do livro de poemas “13 de Dezembro” publicado em 2018 pela editora Litere-se e seus poemas também integram diversas antologias literárias como “O poeta é um fingidor” pela Editora Do Carmo, “Se tens um dom seja” pela Editora Futurama e “Além da terra, além do céu” pela Editora Chiado. E tem canções de sua autoria gravadas por artistas da baixada fluminense.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Vinícius Henrique para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 12.12.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Vinícius Henrique: Nasci no dia 13 de dezembro de 1988, dia de Santa Luzia, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Registrado como Vinícius Henrique Lopes Ramos.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Vinícius Henrique: Meu contato com a música vem desde criança, minha avó materna Ana Barbosa, conhecida como “Ana Linda de Jesus” hoje com 89 anos, sempre cantarolou suas canções autorais dentro de casa. E nas festas em que aconteciam rodas de Violão, cantava os clássicos de grandes nomes da nossa música como: Clara Nunes, Cartola, Cauby Peixoto, Elis Regina, Maria Bethânia, etc. Até hoje ela morre de ciúmes do seu caderno de composições em que possui mais de 200 letras de música. Minha mãe Laudelina Cláudia, junto com a minha avó e meus tios sempre contaram as histórias do meu avô materno Otair Lopes o “Saquinho” que trabalhou na TV Tupi e rede Globo como contra -regra. Ele também dirigia e atuava em vários espetáculos da cena independente no extinto Teatro Arcadia em Nova Iguaçu – RJ.

03) RM: Qual sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical?

Vinícius Henrique: Meu primeiro contato com o Violão e a poesia foi aos 12 anos de idade, em que meu tio materno Junior da Prata me ensinou os primeiros acordes. E depois fui desenvolvendo a musicalidade no instrumento de forma autodidata é logo saíram às primeiras composições. Minha primeira música fiz com 13 anos de idade. Devo esse legado artístico aos meus avós. Atualmente, estou no segundo período de Licenciatura em Música pela IBEC – Instituto Brasileiro de Educação Superior Continuada que em São João de Meriti – RJ.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Vinícius Henrique: Sou muito da música brasileira. Minhas influências musicais são: Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Paulinho da Viola, Luiz melodia, Cazuza, Renato Russo, Cassia Eller, Maria Bethânia, Marisa Monte, Rita Lee, O Rappa, Charlie Brown Jr, Engenheiros do Havaí, Jorge Vercillo, etc. Alguns artistas internacionais que me inspiro são: Beatles, Led Zeppelin, Phil Collis, Jazz instrumental, Oasis, Simply Red.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Vinícius Henrique: Comecei em 2012 numa oportunidade inusitada que foi cobrindo a falta do violonista em uma roda de samba no projeto “Van da boa” da Ambev. Fui indicado pelos amigos, eu não tinha nenhuma experiência com o público e foi terrível a minha estreia na vida musical (risos). Mas depois disso eu tomei gosto pela vida artística e resolvi investir mais no formato Voz e Violão. E logo em 2013 já comecei a tocar em dupla nos Bares. Em 2015 conheci os Saraus que sempre aconteceram em Nova Iguaçu – RJ, me apaixonei e junto com meu tio Júnior da Prata criamos o coletivo “Sarau Prata, Prosa e Poesia” que faz um evento mensal em Praça Pública mesclando música e poesia de artistas independentes, na maioria das vezes com canções autorais e inéditas. Foi a partir de 2015 que amadureci na vida musical e perder o medo de me apresentar, passando a encarar o trabalho também como um prazer, sem medo do público achar ruim.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Vinícius Henrique: Por enquanto nenhum. Em 2020 comecei a gravar o EP – “Músicas de estimação” produzido pelo amigo Marcelo Bizar, que conta com oito canções minhas. São as canções que mais gosto de ter feito, por isso o título, mas tivemos que interromper a produção devido a pandemia do Covid-19 e será lançado em 2021.

07) RM: Quantos livros lançados?

Vinícius Henrique: Em 2018 lancei meu primeiro livro de poemas “13 de Dezembro” pela Editora Litere-se e contém 114 poemas.08) RM: Como você define seu estilo musical?

Vinícius Henrique: Meu estilo é livre, não gosto muito dos rótulos, mas acredito que eu seja mais pro lado da “Nova MPB”.

09) RM: Você estudou técnica vocal?

Vinícius Henrique: Não. Eu nunca estudei técnica vocal, demorei muito a perceber que poderia cantar sozinho, mas estudar é mais um objetivo para 2021.

10) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Vinícius Henrique: Muito importante o estudo da técnica vocal. Agora cantando vejo que não é só o sentimento que conduz uma boa apresentação, mas também o conhecimento e o domínio sobre seus instrumentos. E a voz é um dos instrumentos mais difíceis para mim.

11) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Vinícius Henrique: Minha maior inspiração é Cassia Eller, mas admiro muito todas às cantoras da MPB.

12) RM: Como é seu processo de compor?

Vinícius Henrique: Costumo dizer que não componho sozinho nunca, eu psicografo (risos). Na maioria das vezes a letra vem como poema e depois jogo a ideia melódica em cima e depois o conhecimento harmônico etc. Eu escrevo todos os dias.

13) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Vinícius Henrique: Eu adoro compor em parceria e além do sobrenatural, meu maior parceiro musical é meu tio Júnior da Prata. Meu show mais recente foi a live no Facebook com o título “Parcerias” em que apresentei 13 canções compostas com 13 parceiros. Já estou preparando a segunda edição desse show com músicas de parceiros que ficaram de fora desse primeiro repertório. Um orgulho e um prazer imenso.

14) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Vinícius Henrique: Banda Multiversos, Joyce Kelly, MC Macarrão, Michelle Lopes, Cassiano Santana. Também tenho músicas gravadas por artistas independentes como a banda Multiversos com a canção “Multiversos” e MC Macarrão com o funk “O evento é meu”

15) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Vinícius Henrique: O prol é que você mostra a força e a resistência da arte, mostra que é possível fazer um trabalho lindo ainda que com pouco recurso. Os contras são muitas dificuldades em mostrar o trabalho. Hoje em dia as redes sociais ajudam muito, se não fosse isso seria muito mais difícil encarar o boicote da grande mídia por não termos grana, patrocínio para colocar a arte para rodar. Depois da liberação da verba da lei Aldir Blanc as coisas vão melhorar para muita gente que vive de arte.

16) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Vinícius Henrique: Hoje todos estão focados nas mídias sociais. É tudo muito novo para mim, criei um canal do YouTube, mas trabalho muito nas redes sociais. E dentro do palco a minha estratégia é trabalhar com o que acredito, mostrar mais músicas autorais e menos covers. Quanto mais minha música é ouvida mais chances ela tem de cair no gosto popular, mesmo sem muito recurso financeiro para fazer grande divulgações.

17) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Vinícius Henrique: Dentro do Sarau Prata, Prosa e Poesia; que produzo, busco sempre fazer alguma rifa de objetos artísticos como artesanato e promovemos um brechó dentro do evento. Tudo isso para arrecadar fundos para investir no Coletivo e nas nossas carreiras individuais. Os shows em Bares, Teatros e festas particulares também ajudam muito. E agora trabalho muito nos projetos para os editais promovidos pela Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu através dos recursos obtidos via Lei Aldir Blanc.

18) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Vinícius Henrique: A internet é algo que veio para somar e muito com os artistas, principalmente da cena independente, ajuda muito na visibilidade. É uma forma “gratuita” de você divulgar seu trabalho para milhares de pessoas. No montante de gente, tem quem não goste e reaja de forma negativa, mas é só ter o jogo de cintura, encarar como crítica construtiva e crescer cada vez mais.

19) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Vinícius Henrique: De vantajoso vejo o lado financeiro, o custo benefício é ótimo.

A desvantagem é que algumas gravações ficam sem a essência do músico, quando mexe muito no original eu não gosto muito. Nas minhas gravações eu procuro priorizar o máximo a essência.

20) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Vinícius Henrique: Eu entendo que o básico à se fazer e que faz a diferença, é ser verdadeiro naquilo que acredita, não acompanhar os caminhos que a grande indústria da música te obriga a seguir. Eu mostro meu trabalho de acordo com o que eu acredito. E acredito que a música precisa passar uma mensagem sempre, acredito na poesia sempre em harmonia com a melodia. E tento trabalhar dessa forma, e assim consigo alcançar uma galera legal que está sempre me acompanhando, curtindo, compartilhando, comparecendo, etc.

21) RM: Como você analisa o cenário da MPB. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Vinícius Henrique: Acho o cenário maravilhoso, sempre está surgindo artistas de muita qualidade. A única coisa que me incomoda e acho que regride um pouco é o grande número de regravações. Os clássicos da nossa música são indiscutíveis, mas é preciso mostrar as coisas novas, só assim, quem sabe elas também se tornarão clássicos. Gosto muito do som de: Maria Gadú, Chico Chico (filho da Cassia Eller), Lineker, Toni Ferreira, Cícero, Rubel, Silva, Vitor Kley, etc.

22) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Vinícius Henrique: Nossa! Admiro muito o trabalho do Nando Reis, Samuel Rosa, Vanessa da Mata e muitos outros que conseguem não misturar tanto a política em sua identidade artística.

23) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Vinícius Henrique: Cantar, tocar e não receber é o clássico da cena independente (risos). Falta de condições técnicas para o show é uma constante aqui na Baixada Fluminense, acredito eu pela falta de investimento no setor cultural. A última que aconteceu comigo, foi recente, fui tocar no lançamento da campanha de um vereador de Belford Roxo e na segunda música, um rapaz denominado “produtor musical do evento” simplesmente exigiu que nós parássemos de tocar e uma outra equipe já foi recolhendo nossos instrumentos do palco alegando que o tempo estava estourado e logo em seguida colocaram outro artista “mais famoso” na cidade e amigo do candidato para cantar umas 20 músicas (risos). Foi muito constrangedor! É só para deixar registrado, fomos de graça tocar para dar ajuda a uma querida amiga que está trabalhando para o candidato. Tenso! (risos).

24) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Vinícius Henrique: O que me deixa mais feliz é ter o privilégio de fazer aquilo que ama e tocar outros corações de alguma forma com a minha arte.
O que me deixa mais triste é a competição é a falta de ética e lealdade no meio artístico.

25) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Vinícius Henrique: Defino como Dom como uma parceria com o sobrenatural.

26) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Vinícius Henrique: Importantíssimo! Antes de entrar na Faculdade eu via o improviso como uma coisa mecânica, mas depois dos estudos vejo que é imprescindível o músico saber o que está fazendo na hora que está executando um trabalho.

27) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Vinicius Henrique: É um misto, o estudo ajuda muito, porém é possível improvisar apenas com a intuição, mas o estudo aguça muito a sua criatividade e seu ouvido.

28) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Vinícius Henrique: O prol é que o estudo completa mais o músico, deixa a gente mais à vontade, com menos medo de errar uma nota ou um acorde. O contra: é que tem músicos que esquecem a essência e ficam no improviso muito mecânicos, improvisam sempre no óbvio tirando a beleza do sentimento que a música tem.

29) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Vinícius Henrique: Não vejo nada do contra nesses métodos. Harmonia musical é vida. Um músico que domina esses estudos é um músico mais feliz e completo.

30) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Vinícius Henrique: Acredito se um artista já consagrado gravar minha música ela vai tocar na rádio. Mas as rádios independentes estão dando um show de companheirismo e ajuda para a cena independente, tocando nossas músicas sem cobrar um centavo, a exemplo da rádio web Música Tá Pistahttps://www.radiowebmusicatanapista.com/ – do mestre JC Erre.

31) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Vinícius Henrique: Sempre digo que tenha força, foco e fé. É um clichê, mas muito correto para quem quer resistir e encarar a luta de ser artista, principalmente da cena independente.

32) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Vinícius Henrique: Também não vejo algo que seja do contra. Um Festival de Música dá muita visibilidade para o artista. É mais uma oportunidade de atingir outras esferas de público. Eu produzi em 2020 junto com meu amigo Vinni Rodrigues duas edições do “Festival Segue o Som” que foi uma live que contou com a apresentação de mais de 40 artistas da cena poética é musical independente. Nas duas edições, conseguimos reunir artistas de todo Brasil e também de Angola para mostrar seus trabalhos autorais de forma gratuita, sem caráter competidor. Foram duas maratonas musicais incríveis com mais de 6 horas de duração cada uma e o público e a crítica foram positivos demais. A terceira edição já está no forno e vai acontecer em fevereiro de 2021 de forma presencial.

33) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Vinícius Henrique: Sim. Temos o exemplo do The Voice e aqui no Brasil já revelou muita gente boa. E agora eles inovaram com um festival apenas para pessoas a partir dos 60 anos. É lindo de se ver e ouvir tanto artista de boa qualidade que nosso país tem.

34) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Vinícius Henrique: Vejo de forma muito seletiva, quem paga mais aparece mais.

35) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Vinícius Henrique: Vejo de forma muito positiva, é mais um estímulo para o músico se profissionalizar, já que é exigido possuir MEI para participar dos editais. A iniciativa privada sempre sai na frente perante a pública nos investimentos em Cultura.

36) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Vinícius Henrique: Sim, aqui em Nova Iguaçu tem muitos Bares abrindo espaço para a música ao vivo. Apesar do baixo cachê, vejo ainda como uma boa opção do músico se mostrar. A classe musical também precisa ser mais unida nessa questão de remuneração, enquanto tiver músico cobrando muito barato para se apresentar a gente não vai conquistar o devido respeito financeiro por parte dos contratantes.

37) RM: Quais os seus projetos futuros?

Vinícius Henrique: Muito trabalho graças a Deus. Tenho o lançamento do meu EP – “Canções de Estimação” para 2021. Lançamento do meu segundo livro de poemas “O poeta amador” que já está no forno. Tenho a produção da terceira edição do Festival Segue o Som em fevereiro de 2021. Tenho a produção do Show em comemoração aos cinco anos do Sarau Prata prosa e Poesia, que terá também o lançamento do livro “Poesia em praça pública” uma coletânea que terá poemas apenas de poetas que já participaram do Sarau. Tudo isso no ano de 2021 se Deus quiser.

38) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Vinícius Henrique: (21) 98197-5326 | [email protected]

| https://www.facebook.com/vinicius.henrique.3517563

| https://www.instagram.com/vhsegueosom/

| https://www.instagram.com/vhsegueosom

Canal: https://www.youtube.com/channel/UC0B0tZYdK2veml-CXGcQh9Q

Semente do amor: https://www.youtube.com/watch?v=cekYNTIZBhs

Só tem graça com você: https://www.youtube.com/watch?v=rA_bFg7cXbU

Um século de amor: https://www.youtube.com/watch?v=3DxdS6C3OkM

Sarau Prata prosa e Poesia: https://www.facebook.com/SarauPPP | https://www.instagram.com/prataprosaepoesia

Festival Segue o Som: https://www.youtube.com/channel/UCaF2SjwqDMlQdJaZJ7aqspA

| https://www.facebook.com/festivalsegueosom

| https://www.instagram.com/festivalsegueosom

Live do show “Parcerias”: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3149089798528893&id=100002837122739

Live do meu Sarau: https://web.facebook.com/watch/live/?v=318789472749150


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.