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Tarciso Alves


Tarciso Alves nasceu de família retirante em 1986 em São Paulo (SP). Seus pais retornam ao Sertão após seu nascimento, e ele cresce na pequena cidade de Sertânia-PE cenário do filme “Central do Brasil” (1999).

No semiárido brasileiro, Tarciso esteve sempre cercado das influencias da poesia de repente, da música e da cultura de massa proveniente da TV nos anos 90. Aos 19, muda-se para Recife em busca de um curso universitário. Licenciou-se em História pela UFPE no ano de 2009. No mesmo ano, inicia uma nova caminhada espiritual e decide fortalecer o desejo de infância de ser músico iniciando aos 26 uma carreira de cantor e estudando no Conservatório Pernambucano.

No Sertão de Seu Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês e tantos outros guerreiros, a perspectiva de ser artista é quase zero. É preciso seguir a sina de retirante e seguir caminhando e cantando, pra quem sabe um dia reverberar nos corações da além-mar.

Desde 2007, Tarciso divide-se entre as profissões de professor e músico tendo atuado em Recife (PE), João Pessoa (PB) e desde 2017 como imigrante em Boston nos EUA. Aos 34 anos segue sua sina de cigarra com dois CDs: “Vivências” (2015) e “Arrocha o Nó” (2016) e três singles: “Forró Fest in USA” (2018), “Canto de Cá pra Lá” (2019), “Canção Pra Te Ver” (2020). Um Sonho nunca termina onde começa uma estrada. Lembre-se: “Só é preciso dar mais um passo…”

Segue abaixo entrevista exclusiva com para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 29.08.2021:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Tarciso Alves: Nasci no dia 28 de fevereiro de 1986, por obra do acaso em São Paulo – SP e cresci em Sertânia – PE, desde que tenho lembrança até os 19 anos de idade. Já vivi por oito anos em Recife – PE, posteriormente um período de três anos em João Pessoa – PB e desde 2017 moro em Boston nos EUA. Registrado como Tarciso Alves de Siqueira Júnior.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Tarciso Alves: Meu primeiro contato musical veio na primeira infância com as melodias da escola, as músicas do rádio e depois cantando em ocasiões especiais na escola e depois até no coral da igreja.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Tarciso Alves: Sou formado em Licenciatura em História pela UFPE – Universidade Federal de Pernambuco e depois ingressei no Conservatório Pernambucano e no Curso técnico de Canto lírico do Conservatório Pernambucano (CPM).

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Tarciso Alves: Sempre ouvi muito rádio na infância nos anos 90 e na adolescência era curioso e gostava de comprar CDs piratas na feira. Tudo naquela época me influenciou. Acho que dentro de mim pulsa o Rock misturado com Forró, os repentistas, o Coco de Roda, a MPB. Nada deixou de ter importância.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Tarciso Alves: Desde muito cedo aos 16 anos de idade (2004), eu já comecei a cantar ganhando cachê. Subi ao palco para cantar Frevo no Carnaval em 2004 e 2005 em Sertânia – PE. Neste último ano eu peguei o dinheiro do cachê e fui embora para o Recife – PE, eu tinha o objetivo de fazer um curso universitário na UFPE. Mas considero que minha carreira profissional começou de fato em 2007, quando formei uma banda de Forró com amigos estudantes que se chamava “Forró de Galpão” e começamos a tocar em Recife – PE.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Tarciso Alves: Até hoje tenho três CDs Lançados, três singles e mais um DVD que será lançado em 2021. Todos disponíveis nas plataformas digitais exceto o primeiro CD – “Forró Patchoullí” ao vivo na Sala de Reboco (Recife – PE) que é de 2010. Em 2010 CD – “Forró Patchoullí ao vivo”, gravado na Sala de Reboco. Minha primeira experiência como líder de banda gravamos sucessos do Forró Pé de Serra e Universitário com o destaque para a música: “Patchoullí” (Tácyo Carvalho) que deu nome à nossa banda e caiu na boca do público. Em 2015 – Após um período com a banda, adotei o nome Tarciso Alves e iniciei a carreira solo em João Pessoa – PB. Entrei em estúdio pela primeira vez pra gravar meu primeiro CD solo – “Vivências” com estilo experimental de Forró e baladas em inglês e até espanhol. Destaque para “Chuva de Verão no Meio da Tarde” (Kalu Vital). Em 2016, com apoio do jovem produtor Lucão Cordeiro gravamos o CD – “Patchoullí Arrocha o Nó” com estilo Forró Pé de Serra. Um disco com a colaboração de amigos gravado em home estúdio com destaque para “De Araque Zé” (R. Maruin), um samba matuto que ficou entre as mais tocadas nas plataformas digitais entrando em várias playlists no Brasil e no mundo. Em 2018, já morando nos EUA, compus e gravei um single por ano. Sendo o primeiro “Forró Fest in USA” em homenagem ao Forró Fest USA, o Festival de Forró realizado no mesmo ano em Boston. Em 2019, compus e gravei “Canto de Cá pra Lá” (Tarciso Alves), um Forró ciranda produzido por Rafael Beibi e Rafa Virgulino direto de Americana – SP. Música que ganhou meu primeiro clipe e teve a participação de Rafael Beibi da banda Zaíra, banda que era referência para mim no Forró. Em 2020, ano de início da pandemia do covid-19, compus em parceria com Tyna Batista a música “Canção Pra Te Ver”, um xote muito intimista que teve participação da cantora Thaís Nogueira. Esta música é disparada a mais executada nas plataformas digitais e teve direito a um clipe colaborativo dirigido por Guilherme Veras com atuação do mesmo junto com Milena Morais.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Tarciso Alves: Não é minha intenção colocar barreiras ao meu trabalho musical nem definir um estilo como algo imutável, porém acho que minha música hoje seria considerada Forró tradicional ou Pé de Serra.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Tarciso Alves: Sigo o que aprendi no curso de Canto Lírico do Conservatório Pernambucano (CPM) que não completei, mas procuro sempre estudar e praticar técnicas vocais como forma de aperfeiçoamento.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Tarciso Alves: Para mim é a base de tudo, pois a voz é um instrumento musical vivo dentro do corpo humano. Não é necessário estudar canto para ter uma boa voz cantada, mas o canto como profissão é uma atividade que exige bastante técnica e cuidados com a voz.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Tarciso Alves: Cantores que brincam e exploram a voz de forma completa como Xangai, um mestre da cantoria. Vozes antigas do rádio como Luiz Gonzaga, Billy Holiday, Azulão de Caruaru e a voz pop feminina de Laura Pausini.

11) RM: Como é o seu processo de compor?

Tarciso Alves: Meu processo de compor vem da poesia popular nordestina. Comecei escrevendo poesias no caderno e daí veio a tentativa de transformar essa escrita em música. Hoje esse processo já teve muitas mudanças, mas o caderninho é onde tudo começa.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição? 

Tarciso Alves: Não tenho um parceiro ou parceira principal. Tive a chance de compor com muitas pessoas diferentes e também solo.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Tarciso Alves: Tive alguns artistas que gravaram músicas minhas em parceria comigo como Thaís Nogueira e Rafael Beibi e alguns pedidos de artistas mais famosos em fase de construção.

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Tarciso Alves: Como disse certa vez o grande cantor e compositor Lenine: “O artista independente é o que mais depende”. Depende da ajuda da família dos amigos – é o chamado “papaitrocínio” – depende de amplo apoio seguidores de internet e rádio. O termo independente foi inventado para artistas que não assinavam com gravadora. O pró é que você não está ligado a um contrato com produtor que vai influenciar no seu trabalho. O contra é que sem produção não existe trabalho musical e produto final, então sem o contrato o artista tem que encontrar outras formas de se financiar. 

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Tarciso Alves: Encontrar formas de me financiar como artista é a estratégia. Para ter algum sucesso eu procuro buscar sempre o público. As pessoas que mais vão impulsionar meu trabalho são os fãs que realmente gostam. Hoje esses fãs seguem o artista e podem juntos contribuir diretamente para os projetos de um artista independente. Dentro do palco é sempre tocar meus instrumentos e fazer músicas boas. Uma coisa puxa e outra.

16) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Tarciso Alves: Fiz uma campanha de crowdfunding em 2014 para gravar meu primeiro CD solo. Fui bem sucedido, pois recebi um financiamento de metade dos custos de estúdio em troca os apoiadores levariam CD pronto ao final do período. Tinha fãs que queriam muito ajudar e ainda hoje esperam que eu continue produzindo músicas. Pretendo lançar meu próximo DVD numa live com ingressos.

17) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Tarciso Alves: Iniciei minha carreira já na era da internet e até hoje não tive outras oportunidades. Na TV eu participei da primeira eliminatória do The Voice Brasil no Rio de Janeiro em 2015, não participei de festivais públicos depois que sai do Brasil e hoje dependo da internet como meio de divulgação.

18) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso a tecnologia  de gravação (home estúdio)?

Gravar uma música hoje é mais fácil com equipamentos básicos em casa. Pode-se produzir um bom demo ou guia. Porem pra atingir um bom nível de engenharia musical é preciso dedicação, investimento e estudos que vai muito além de “saber tocar”.

19) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Tarciso Alves: Tento fazer música boa, peço ajuda aos fãs e financio com meus ganhos e procuro oferecer da melhor forma possível. O resto é com o público.

20) RM: Como você analisa o cenário do Forró. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Tarciso Alves: Acredito que o Forró se ramificou em várias vertentes assim como outros grandes gêneros como o Samba. A indústria fonográfica muda muito, mais rápido do que na era do rádio e o Forró é parte disso. Grandes artistas continuam surgindo diariamente não só no Nordeste, mas também em outras partes do Brasil e do Mundo. O Forró com suas várias vertentes é um gênero clássico da cultura brasileira que continua produzindo novos talentos a todo momento.

21) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Tarciso Alves: São muitas as minhas referências de profissionalismo, mas destaco Gilberto Gil por continuar produzindo novos discos e shows apesar da idade avançada. Quem conhece o mundo dos palcos sabe que você tem que ter um preparo de atleta. Quando vejo Gil com 79 anos em tantos novos projetos, eu vejo uma força criativa imensa da música brasileira.

22) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Tarciso Alves: Fui convidado a um show no tradicional Pé da Serra de Jabitacá (divisa das cidades Monteiro – PB e Sertânia – PE) numa temporada junina, já depois do São Pedro que fiquei cansado e o sanfoneiro avisou que não vinha. Tive que arrumar outro de última hora e fiz o show rouco. Foi um dos piores shows que já fiz por não aguentar a maratona junina.

23) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Tarciso Alves: A falta de estabilidade na carreira é difícil de conviver, porém cada projeto finalizado, cada música boa que fica pronta eu fico muito feliz e sinto mais forte pra continuar. 

24) RM: Qual a sua opinião sobre o movimento do “Forró Universitário” nos anos 2000?

Tarciso Alves: Muito bom. De acordo com Dominguinhos, o Forró Universitário foi muito importante para mostrar o Forró em um momento diferente do mercado fonográfico para um público novo: estudantes universitários. Uma época onde o Forró foi resgatado e oxigenado ao mesmo tempo.

25) RM: Quais os grupos de “Forró Universitário” chamaram sua atenção?

Tarciso Alves: Falamansa era a banda que tocava no rádio na minha época de adolescente. Como jovem do nordeste não tive acesso a outras bandas desse movimento na época. Apenas de 10 anos pra cá fui conhecer “Dona Zaíra”, “Bicho de Pé”, “Forróçacana” e virei um fã e ouvinte dessas bandas.

26) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Tarciso Alves: Não. É preciso entender que o papel do Rádio hoje no lançamento de novos artistas não é o mesmo de antigamente. No meu exemplo pessoal, não sei bem como funciona o Jabá. Não basta só ter recursos financeiros, é preciso achar o tipo de Rádio e de programa mais adequado para chegar ao público.

27) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Tarciso Alves: Citando, mas uma vez o grande Lenine: “Se tu realmente acreditas no que tu fazes, vai fundo e não abre mão da tua verdade”. Sou um mero aprendiz, mas aprendendo com grandes almas artísticas que ralaram muito que carreira artística é construção, é sedimentação… A gente vai se deparar com desafios pessoais, financeiros, aproxime-se de pessoas que acreditem em você também e lembre-se ninguém faz nada só. Somos seres coletivos e nossa música será reflexo dessa realidade.

28) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Tarciso Alves: Minha experiência com festivais de música onde há a competição é muito pequena. A única oportunidade que tive até hoje foi no “Forró Fest” da TV Globo na Paraíba em 2014. Minha música foi selecionada entre as 10 melhores de um total de 300 músicas na eliminatória de Cabedelo – PB por músicos de calibre como Cezzinha e Sérgio Gallo. Isso para mim já foi uma vitória imensa. “Elevado Nordeste”, uma das minhas primeiras composições e foi defendida por mim num palco da Globo Nordeste. Isso me proporcionou uma inserção na cena local de João Pessoa – PB, onde ninguém sabia quem eu era. Sinceramente, os ganhos foram enormes.

29) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Tarciso Alves: Depende do Festival de Música. Se for sério e bem organizado certamente vai ser uma boa plataforma para novas músicas e novos artistas.

30) RM: Como você analisa a cobertura feita pela mídia da cena musical brasileira?

Tarciso Alves: O Brasil é uma país continental e também está conectado com o Mundo. É perigoso falar em grande mídia como uma entidade homogênea como é comum em discursos, pois, existem milhares de mídias no Brasil. As principais ainda estão ligadas à TV aberta e ainda estão no eixo Rio-São Paulo. Entretanto, hoje mesmo na TV está muito mais abrangente para artistas fora desse eixo Rio-São Paulo. A cobertura da mídia vai se voltar pra o que a sociedade valorizar. A mídia é atraída pelos movimentos artísticos da sociedade que tem destaque.

31) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Tarciso Alves: Apesar de nunca ter tido recursos do terceiro setor, tais como SESC e SESI, percebo que muitos artistas, principalmente, em Pernambuco onde cresci tiveram algum investimento vindo destas entidades. Uma das melhores experiências que tive na música como estudante foi participar de um Workshop com o mestre Naná Vasconcelos que durou 4 dias. No ano de 2007 através do SESC – Casa Amarela. Uma oportunidade que marcou minha trajetória como músico. Lembro-me com muito carinho um momento logo após o terminar a prática com o Mestre Naná na saída da sala eu o perguntei: “Mestre, qual conselho você daria para um percussionista que está iniciando sua carreira?” Ele respondeu com apenas três palavras e um sorriso cativante: “Não bata, toque”. Talvez uma das lições mais valiosas que já tive na música até hoje.

32) RM: Qual a sua opinião sobre as bandas de Forró das antigas e as atuais do Forró Estilizado?

Tarciso Alves: Eu vejo o Forró das bandas das Antigas e Estilizado como mudanças inevitáveis da indústria fonográfica que naturalmente influenciam o Forró. O Forró como gênero musical também está sujeito a essas mudanças. Os diferentes sons chegam dos grandes centros internacionais, diferentes instrumentos, ritmas e influenciam também o Forró que através da aceitação de novos públicos e novos artistas continua um dos gêneros mais populares do Brasil em todas as suas vertentes. O mercado musical que absorve o Forró Pé de Serra na sonoridade mais tradicional precisa sempre se renovar e refletir a voz do povo em todos os momentos e sempre terá possibilidades de sucesso e de novos movimentos assim como houve o Forró Universitário nos 2000. Infelizmente hoje há uma falta de informação sobre a capacidade de alcance do Forró Pé de Serra nos cinco continentes do Mundo. Hoje pode-se identificar festivais de Forró nos EUA, Canadá e em praticamente todos países da Europa. Estima-se que no último ano de 2019 – ano que antecedeu a Pandemia do Covid-19 – houve festivais de Forró em mais de 80 países.

33) RM: Quais os seus projetos futuros?

Tarciso Alves: Meu projeto futuro é o lançamento de meu primeiro DVD, gravado em 8 de julho de 2021 em Monteiro – PB, onde comemoro 14 anos de carreira cantando canções autorais e regravações que se destacaram nessa trajetória. Esse trabalho será lançado em 2021.

34) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Tarciso Alves: tarciso_alves@hotmail.com | https://linktr.ee/tarcisoalves

| https://web.facebook.com/TarcisoAlvesBand/ 

| https://www.instagram.com/tarciso_alves_official/ 

|https://open.spotify.com/artist/5oApBwGiXdyvnKlcgcMWqp?si=QKH2H2p0Slytt9YKcbbw4w&ltclid=aa25c1eb-7edb-441a-bf5d-46bbec138bbf&nd=1 

Canal: https://www.youtube.com/c/tarcisojuniorTarcisoAlves 

Canção Pra Te Ver | Teaser | Tarciso Alves feat. Thaís Nogueira: https://www.youtube.com/watch?v=4jh5DV9PJpA 

Playlista Arrocha o Nó: https://www.youtube.com/watch?v=MVvLVseRlfw&list=OLAK5uy_nkrt_YVVwi-HnF1-cDaStjTJEzfAJ0lg8 

Playlist: https://www.youtube.com/watch?v=Fili7W4rgh4&list=PLOK9GfBvaNvZL9W5ughdTWG5QiJINvjPA


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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