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Categorias: Entrevistas

Soraia Drummond


A cantora, compositora e multi-instrumentista baiana Soraia Drummond é vencedora de prêmios nacionais e internacionais, sendo uma das principais representantes da música reggae da Bahia. O seu show é marcado por muita energia e grande variação de timbres vocais, mesclando música brasileira e jamaicana com muita personalidade.

Em 2010 de forma totalmente independente ela lançou o seu disco promocional homônimo, com distribuição gratuita na internet e conquistou o respeito e apreciação da crítica nacional e internacional, além de um crescente público, ávido por sua produção musical. Em agosto de 2013 representou a Bahia no Festival Espírito Provance no sul da França. Em maio de 2014 se apresentou pela primeira vez no Reino Unido no projeto Bass Culture Clash: Brazil x England. De junho a agosto de 2014 realizou sua primeira turnê pela Europa se apresentando em Amsterdan, Paris, Londres, Viena e por diversas cidades da Itália como Roma, Bologna, Brienza, Potenza, Matera, Baragiano, Atella e Tito, sendo coroada pela imprensa local como a Rainha de Basilicata. Em setembro de 2014 se apresentou no Gungo Walk World Alternative Music & Arts Festival em Kingston-Jamaica representando a cultura Reggae Brasileira na terra do Rei Bob Marley. Em 2015 de junho a setembro realizou sua segunda turnê pela Europa se apresentando em grandes festivais como PlayGreen Festival, Ariano Folk Festival, Rockers Calore Festival, Metaponto Beach Festival e em Atenas – Grécia, onde seu novo single “Novo Dia” produzido pela dupla SuperSan fez muito sucesso. Em 2016 realizou sua terceira tune pela Europa, se apresentando na Itália em diversas cidades como Roma no festival anual Romamuffing, em Potenza, Piceno e Tito participando do lançamento da coletânea Basic One, alem de apresentar-se em Paris e Amsterdam onde realizou três shows no Noorderlicht, Teatro Munganga e Blijburg. Em maio de 2017 volta a Europa para mais uma turnê.

Nascida em Salvador-Bahia-Brasil, foi revelada num show do cantor jamaicano Gregory Isaacs em Salvador no dia 07.07.2007 desde então se apresentou em diversos festivais como o Kalau Festival em St. Lucia, em turnê com Gregory Isaacs  na Europa e no tradicional festival de Reggae do verão jamaicano Reggae Sumfest. Dividiu palco com nomes como Gregory Issacs, Alpha Blondy, The Wailers, The I Threes, Dean Fraser, Mad Professor, Eek-a-Mouse, Talib Kweli , Mano Chao, Steel Pulse.

O trabalho produzido pela artista tem como base as pesquisas desenvolvidas no Brasil, mais especificamente na região nordeste do país e na Jamaica, onde Soraia Drummond residiu entre 2007 e 2008 na cidade de Kingston e visitou cidades importantes como Port Antonio, Montego Bay e as litorâneas White Horses e Port Morant, além da ilha de Santa Lúcia, um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe. Neste período Soraia Drummond trabalhou na gravação do seu primeiro disco e abriu shows da turnê pela Europa do legendário reggae man Gregory Issacs e assim aprofundou seus conhecimentos em música e cultura jamaicana, constatando a evidente proximidade com a cultura e a música brasileira, sendo que ambos os países tiveram sua edificação fundamentada na diáspora africana.

Ao retornar da viajem ela formou a “Dubeletrica” trazendo uma fusão eletrizante de diversos ritmos africanos, brasileiros e jamaicanos. O nome “Dubeletrica” é uma homenagem ao Trio Elétrico, o Sistema de Som Baiano criado por Dodô e Osmar em 1950, período em que também surgiam os primeiros Sistemas de Som (sound systems) em Kingston, capital Jamaicana.​ Baseada na cultura sound system a “Dubeletrica” conta com um DJ nas pick ups e efeitos e com Soraia Drummond nos vocais e diversos instrumentos o conteúdo apresentado mescla elementos da cultura brasileira e jamaicana, uma vez que Soraia Drummond trabalhou com grandes produtores jamaicanos como Sly and Robbie, Dean Fraser, Computer Paul, Earl “Chinna” Smith (ex-guitarrista de Bob Marley), Leebert “Gibby” Morrison (guitarrista de Bunny Wailer e Ziggy Marley), compôs em parceria com o fenomenal e mundialmente famoso compositor jamaicano Bob Andy e tem parcerias com Mad Professor, o produtor londrino considerado a lenda viva do Dub.​ No repertório constam composições da artista, que abordam uma temática ampla, passando sutilmente do amor para questões sociais e espirituais, além de parcerias e releituras de clássicos da reggae music.

Aprovada no Rumos Itaú 2010 na categoria Homenagem com a música “Estamos em pleno Mar” inspirada no poema Navio Negreiro de Castro Alves, reescrito e musicado em um riddim de Dancehall jamaicano, sendo a única baiana premiada neste edital. ​Em 2012 foi selecionada pelo Edital Conexão Vivo na Sala do Coro do Teatro Castro Alves. Soraia Drummond gravou seu primeiro DVD pelo projeto Conexão Vivo que apresenta a nova música da Bahia. Show completo: http://youtu.be/QDdIYvb_Jaw . Ainda em 2012 a música “Eu acho é pouco” foi selecionada para constar no CD promocional “Brazilian Bass Culture & Beyond”, no mesmo disco estão artistas como B’Negão, Rael de Rima, Bixiga 70, Fernandinho Beatbox, Aton Dub, etc. A música “Sorriso Forte Na Luta” foi selecionada para compor o Volume 3 da coletânea Bahia Music Export. A curadoria das faixas que irão compor esta coletânea foi realizada entre julho e agosto de 2012, pela crítica de música Jody Gillet, inglesa, especialista em agenciamento de música brasileira, integrante da Free Associates/Londres, e consultora da BM&A – Brasil Música e Artes. “Sorriso forte na luta” também aparece na 846ª posição do Top World Music Charts 2012 entre nomes como Criolo, Céu, Lenine, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil. Essa música tem feito grande sucesso internacional e por isso em 2013 foi incluída na coletânea Daora Underground Sounds of Urban Brasil distribuída mundialmente em formato Vinil e digital pela gravadora Mais Um Discos. Em 2013 a música “Irie feeling” foi selecionada para constar no CD promocional “Bahia Bass Culture – Volume 5”  do projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), o lançamento e distribuição inicial da coletânea foram realizados na WOMEX – World Music Expo, uma das mais relevantes feiras de negócios e oportunidades do mercado da música internacional.​ Em 2014 foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira na categoria artista independente.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Soraia Drummond para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 15.07.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Soraia Drummond: Nasci no dia 20 de maio, em Salvador – BA.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Soraia Drummond: Eu vi meu primo tocando violão quando eu tinha mais ou menos uns 10 anos de idade. Desde então eu sempre quis tocar esse instrumento.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Soraia Drummond: Eu passei para o curso de Licenciatura em Música na UFBA, mas não pude cursar, pois na época teve o problema com a implementação de cotas e muitas pessoas não puderam cursar. Fiquei muito triste, pois estudei muito e tentei muitas vezes o vestibular, esse é o curso mais concorrido da escola de música da UFBA – Universidade Federal da Bahia. Passei na terceira tentativa, em quinto lugar. Fiquei muito deprimida e nunca mais quis tentar, porém o conhecimento musical permanece. Terminei cursando Licenciatura Artes Visuais na Universidade Leonardo Da Vinci, (graça ao PROUNI) e concluí em 2013. Estou concluindo uma pós graduação em marketing digital e um MBA em Business Intelligence. Busquei aprimorar meus conhecimentos nessa área para poder administrar melhor minha carreira. quero seguir sendo artista independente e ter liberdade de decisão.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Soraia Drummond: Eu comecei a cantar ouvindo Alanis Morissette. Na verdade, eu gostava tanto das músicas dela que eu sabia cantar todas. Foi quando amigos montaram uma banda e me chamaram para cantar. Eu sempre gostei de pop rock, gosto até hoje. O reggae sempre esteve presente na minha vida, pois morando na favela tinha sempre alguém ouvindo bem alto. Mas a música clássica sempre foi minha maior influência, eu amava ouvir as trilhas sonoras do cinema. Isso não mudou até hoje.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Soraia Drummond: Conheci Gregory Isaacs em 07.07.2007 quando ele se apresentou no República do Reggae, em Salvador – BA. Eu tinha uma demo gravada onde eu cantava e tocava Violão e mostrei e ele adorou. Então me convidou para participar do show naquela noite.  Eu achei que ele estava brincando, mas era sério. O show foi um sucesso e ele decidiu me levar para Jamaica para gravar meu primeiro trabalho, foi assim que tudo começou.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Soraia Drummond: Nenhum… tenho uma coletânea onde juntei todas as músicas que gravei de forma independente depois que voltei da Jamaica em 2008. Tenho também diversos singles lançados com parcerias internacionais. Espero finalmente lançar meu primeiro álbum quando for possível e será de forma independente também, pois contratos com gravadoras são todos absolutamente leoninos.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Soraia Drummond: Eclético.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Soraia Drummond: Participei do Coral Melodias da UFBA, mas nunca tive aulas de canto.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Soraia Drummond: Graças ao aprendizado com o coral aprendi a cuidar da saúde das minhas pregas vocais. Sem esse cuidado ninguém consegue ir muito longe no ofício de cantar.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Soraia Drummond: Freddie Mercury, Ella Fitgerald, Amy Winehouse, Elis Regina, Adele,  Marisa Monte e muitos outros…

11) RM: Como é o seu processo de compor?

Soraia Drummond: Apenas acontece naturalmente, não tenho uma fórmula para fazer música.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Soraia Drummond: Não tenho.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Soraia Drummond: A primeira gravação oficial que fiz foi com Sly and RobbieDean Fraser, depois sempre gravei independente.  

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Soraia Drummond: A liberdade é o principal, mas é difícil quando o assunto é financeiro no geral.

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Soraia Drummond: Honestamente hoje não planejo mais nada. Aconteceram tantas coisas comigo que me fizeram focar numa vida normal. Já fui roubada por grandes empresários e por companheiros de trabalho. Eu sofri assédio sexual, discriminação racial, de gênero e no final nunca consegui pagar minhas contas com a música. Hoje eu faço música como e quando quero, sem me preocupar muito com o que virá ou não depois.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Soraia Drummond: Tudo que conquistei até hoje é graças à internet. Qualquer outra forma de divulgação por gravadora nunca aconteceu, pois sempre teve o “tal teste do sofá” no meio de tudo. Eu nunca aceitei fazer “permuta sexual” para ter oportunidades na minha carreira musical.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Soraia Drummond: Acessibilidade é a vantagem. A desvantagem é que hoje muito conteúdo é compartilhado, o que dificulta a divulgação do trabalho de qualquer artista. Mas a qualidade sempre prevalecerá, hoje isso se torna ainda mais claro…

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Soraia Drummond: A qualidade do trabalho musical sempre prevalecerá.  Eu busco apenas lançar música de qualidade.

19) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Soraia Drummond: Marisa Monte, Natiruts, Adão Negro.

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Soraia Drummond: Aconteceram tudo que foi citado na pergunta. É tanta baixaria que eu prefiro não comentar, quero apenas esquecer essas coisas, pois me machucaram muito.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Soraia Drummond: Minha felicidade é ver pessoas se identificando com o que eu digo nas minhas músicas. Entristece-me constatar que música de qualidade não tem mais espaço e que o sexualismo tem dominado tudo. A falta de valorização ao trabalho artístico é terrível. Ninguém vive sem música ou arte, mas a maioria não quer pagar pelo serviço. Todo mundo quer eventos e downloads gratuitos de músicas.

22) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Soraia Drummond: Não. Mas quem precisa de rádio e TV quando temos internet? O monopólio acabou.

23) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Soraia Drummond: Estude muito. Tenha sempre um plano B de sobrevivência. Tenha uma formação em alguma área que possa realmente pagar suas contas. E seja verdadeiro com a música e principalmente com você mesmo. A qualidade sempre prevalece.

24) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Soraia Drummond: As grandes mídias são os responsáveis em propagar a falta de qualidade artística. Dão espaço para quem tem dinheiro, independente da qualidade do trabalho.

25) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Soraia Drummond: Muito importante esses espaços, porém não são eficientes. Continuam dando oportunidades apenas a quem tem empresários e dinheiro para bancar os custos.

26) RM: Como você analisa o cenário do reggae no Brasil. Em sua opinião quem foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Soraia Drummond: A banda Natiruts é um grande exemplo no âmbito nacional e internacional. O grupo Adão Negro tem muita força no âmbito regional.

27) RM: Você é Rastafári?

Soraia Drummond: Não. Eu acredito em Deus e Jesus Cristo.

28) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

Soraia Drummond: Cada um com sua crença e devemos respeitar.

29) RM: Na sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Soraia Drummond: Os poucos empresários que dominam o mercado nacional são racistas e machistas ao extremo. Eu só tenho coisas negativas para falar sobre eles, mas basta olhar os artistas que eles promovem para constatar, que o que afirmo é verdade. Nem preciso entrar em detalhes do que passei com esses empresários.

30) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Soraia Drummond: Sim, existe um dom para tudo. Tem pessoas que fazem algo brilhante, mesmo sem nunca ter estudado, enquanto outras, mesmo tendo acesso a bons mestres e escolas não são brilhantes.

31) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Soraia Drummond: Festival de música é sempre positivo, desde que paguem os artistas e não venham com o mais do mesmo de: não pagamos cachê, mas divulgamos seu trabalho. Divulgação não paga contas!

32) RM: Festivais de Música revela novos talentos?

Soraia Drummond: Com certeza.

33) RM: Quais os pros e contras de se apresentar com o formato Sound System?

Soraia Drummond: Não existem contras, Sound System é uma cultura muito específica. O problema é que muita gente não sabe o que é. Sabem apenas como é uma banda se apresentando e fazem comparações sem sentido. 

34) RM: Quais as diferenças de se apresentar com banda em relação ao formato com Sound System?

Soraia Drummond: Uma banda tem vários músicos no palco, com estilo e repertório definidos. O sound system não faz show, apresenta uma série de elementos em 360 graus que não estão definidos em nenhuma fórmula. Cada coletivo e cada intervenção são únicas. Sound System não está nem sequer ligado a um estilo musical específico, como muitos acreditam.

35) RM: Soraia Drummond, Quais os seus projetos futuros?

Soraia Drummond: Seguir vivendo com saúde e aproveitando cada momento com as pessoas que amo.

36) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Soraia Drummond: +39 3208261636 (WhatsApp)| soraiadrummond@gmail.com  | www.soraiadrummond.com 

| https://www.facebook.com/SoraiaDrummond

| https://www.instagram.com/soraiadrummond

| https://www.youtube.com/user/soraiadrummond

Sorriso Forte na Luta – Soraia Drummond: https://www.youtube.com/watch?v=iTZw9mMrNro

Novo dia – Soraia Drummond: https://www.youtube.com/watch?v=UknHoJykv7A

Creep Reggae Version: https://www.youtube.com/watch?v=BZXXEkFkows

Eu acho é pouco: https://www.youtube.com/watch?v=4URZ8S6UtwQ

| https://open.spotify.com/artist/0fdwyROM4fNloKYrLmpDEP 

| https://open.spotify.com/artist/0fdwyROM4fNloKYrLmpDEP


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
Tags: DUBreggaeSKA
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