Sid Poffo

Sid Poffo

Sid Poffo começou tocando piano em casa com o pai, Maestro Tercílio Poffo, por volta de 1975. De 1978 a 1985 envolve-se com apresentações caseiras, pequenas participações e começa a entender como funciona tocar solo e em grupo. Em conjuntos de escola, dos quais destaca-se o Show Musical Anchieta, tem acesso a instrumentos variados: Guitarra, Baixo, Flauta doce e transversal, Cavaquinho, Saxofone e sonorização de espetáculos. Simultaneamente aos corais de igreja, com grupos de jovens, auxiliando muito na sua descontração e melhora da performance.

A partir de 1986 iniciou as participações em festivais colegiais com “bandas de garagem” e músicas autorais, o que agregava liberdade para tocar músicas de bandas famosas preferidas além de composições próprias e não mais as peças litúrgicas, clássicas ou pré-determinadas pelos professores. Tocou para um público que envolvia amigos e familiares, o que era o máximo e o aproximava dos seus ídolos, normalmente artistas estrangeiros.

A partir dos anos 90 começou a ter contato com bandas e artistas. Em 1991 através do Quadrilha Estúdio com gravações, ensaios e produções de shows e peças publicitárias em Porto Alegre – RS. Em 2007 do Dum Dum Studio com gravações, ensaios e produções também de Porto Alegre. Fez parte de 1995 a 1998 da banda Rastamanos, banda de covers de reggae do Sul. Em 1997 da banda Ultramen. De 1995 a 2001 da banda Comunidade NinJitsu gravando dois álbuns. Em 1999 da Acústicos & Valvulados gravando um álbum. Em 2004 da Nabby Cliford. Em 2004 da banda de Ras Bernardo. Em 2005 da banda de Andrew Tosh. Em 2008 da banda do Armandinho. Em 2009 da banda Produto Nacional gravando o DVD no bar Opinião. Em 2016 da banda Motivos Óbvio. Em 2017 da gravação do DVD da Maskavo no bar Opinião. Em 2018 da banda do Gabriel Pensador.

Sid Poffo é o tecladista desde 2001 da banda Diretoria de Porto Alegre – RS que teve em sua formação original: Marcelo Salgueiro, Marcio Pêxi, João Marcelo. Surge em 2001 com o lançamento de uma fita K7 (demo) com “Radinho”, “Rojão”. Por volta de 2004, lança seu álbum de estreia: “Diretoria”. Entre as 12 músicas, incluindo “Radinho”, “Rojão”, existia ainda uma “faixa escondida”, um dub de “Radinho”, prática comum nos CDs, pois exigia uma certa “procura” da música. Nesse momento assina com Orbeat Music (RS), selo que lançou diversos artistas regionais. Em 2014 lança o clip da música “Maré Cheia”. Após pausas e trabalhos paralelos dos integrantes, a Diretoria retorna em 2017 com nova formação. Na linha de frente o vocalista/guitarrista Otto Gomes, músico da cena gaúcha que, entre seu trabalho solo e participações com grupos regionais e nacionais, integra o time perfeitamente. No final de 2018, ingressa nas guitarras Roger Gloeden. Fotógrafo profissional de moda/publicidade e roqueiro de alma que oferece uma magnífica sessão de fotos para banda. Logo é incorporado por ter ideias similares, agregando talento e bom gosto na música e na vida. Ainda gerencia as redes sociais da banda e a geração de conteúdo, informando e interagindo de maneira eficiente e criativa. Com a banda reformulada, finaliza o segundo álbum “Nebulosas”, que é lançado em 2019 e traz 9 músicas que retratam o cotidiano em suas letras congruente a melodias amalgamadas. O álbum ganha as redes sociais e repercute muito bem com sonoridade marcante. Entre 2018 e 2020 são lançados os seguintes clips: “O Jogo”, “Deus lhe pague” gravado ao vivo em estúdio, “Segunda Feira” com imagens ao vivo na cervejaria Dado Bier (de Porto Alegre), “Brazilian Day”, “Conexão” são lançadas em meio a pandemia do Covid-19 e totalmente gravado com celulares; evidenciando os protocolos de segurança e distanciamento, ”Cinderela”, gravado em estúdio com grande produção. No início de 2021, lança o single “Túnel do Tempo”.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Sid Poffo para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 05.02.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal? Seu nome de batismo e nome artístico?

Sid Poffo: Nasci no dia 27 de janeiro de 1970 em Porto Alegre/RS. Registrado com Sidney Roberto Poffo.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Sid Poffo: Meu pai, Tercílio Poffo, era maestro e professor de música, além de português, literatura e inglês. O contato foi natural. Tínhamos, eu e meus irmãos, instrumentos musicais à disposição por toda a casa.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Sid Poffo: Tive formação musical no colégio em que meu pai lecionava, também via atividades extra curriculares, grupos de igreja. Estudei no Bellas Artes de Porto Alegre – RS, mas não concluí o curso de piano clássico.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Sid Poffo: Lembro-me de ouvir, ainda por meio de vinil e fitas K7, clássicos de grandes compositores como Beethoven, Bach entre outros. Também me identificava com Luiz Gonzaga e AC/DC e o ecletismo da época me leva ao reggae na adolescência (1996). Influências ótimas que ouço até hoje. Busco todas essas influências na internet, um universo de pesquisas e descobertas. Muitos trabalhos novos que impressionam. Dificilmente alguma influência deixa de ter relevância. Bem provável que tenha sido importante em algum momento da vida e certamente fará parte da sua formação eternamente.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical? Você está em qual banda?

Sid Poffo: Comecei com pouca idade, em torno de 9 anos de idade (1979), acompanhando meu pai em diversos corais, muito comuns na década de 1980. Além do Piano/Teclado, fazia participações tocando Guitarra, Baixo, Cavaquinho, Saxofone e Flauta Doce e Transversal. Viajávamos para apresentações em ginásios e teatros. Experiências e vivências fantásticas para formação musical e social. Logo chegam os festivais escolares na adolescência e o ingresso em bandas e participações com artistas, que trazem uma riqueza de convivência e conduta. Atualmente toco com a banda de reggae Diretoria, de Porto Alegre – RS.

06) RM: Cite os CDs que você já participou tocando Teclado?

Sid Poffo: Já gravei alguns CDs e participei de outros. Poderia citar aqui os dois álbuns da banda Diretoria: “Diretoria” e “Nebulosas” e os DVDs da banda Produto Nacional e da banda Maskavo. Trabalhos que muito me orgulham.

07) RM: Como é o seu processo de compor?

Sid Poffo: Preciso gravar imediatamente senão esqueço. A criação é um processo permanente. As vezes crio fragmentos de músicas em ambientes e momentos adversos. O processo de criação é sempre pessoal e bastante subjetivo. A felicidade ou tristeza são sentimentos ótimos para base de inspiração. Eu me sinto muito bem e bastante criativo em pedaladas e caminhadas.

08) RM: Quem teve a ideia de criar um grupo no WhatsApp e canal do YouTube reunindo os tecladistas que atuam na cena reggae?

Sid Poffo: Sou totalmente a favor destas interações com projetos coletivos, ainda mais por existirem culturas diferentes envolvidas, que aproximam e nos ensinam a respeitar os respectivos conceitos. O André de Oliveira que é Tecladista e Vocalista da banda “Divina Semente” de Mossoró Rio Grande do Norte. Foi ele quem teve essa iniciativa, até o momento nós produzimos nosso primeiro single instrumental “Stay Home”.

09) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira musical?

Sid Poffo: A verdade é que só vejo benefícios com a internet. Vídeo aulas, tutoriais, shows, clips, chats, partituras, entrevistas, lives, blogs…uma infinidade de possibilidades…

10) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Sid Poffo: Uma vantagem é ter na internet um mundo de opções. Uma desvantagem é o preço de determinados equipamentos ofertados.

11) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Sid Poffo: Muito do que foi citado na pergunta passei na estrada. Com a banda Diretoria, tocamos em um festival com várias bandas no interior gaúcho e após alguns dias fui acusado de subtrair (Furtar) um prato de bateria que havia sido visto nos bastidores. Depois de um tempo o “tal prato” teria sido achado; sim, havia mesmo sido furtado, em poder de um (mui)amigo de quem me acusou. O que me deixou perplexo foi não pedirem desculpas após a injustiça cometida. Enfim, histórias que levamos para vida.

12) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Sid Poffo: O que deixa feliz é a música em si; emoções que geram em nós e nos outros. Os amigos que fazemos e as experiências que acumulamos.

13) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Sid Poffo: Siga seus instintos. Faça sempre o que lhe der vontade com respeito e dedicação. De resto, o mundo corrobora pro sucesso!

14) RM: Quais os tecladistas que você admira?

Sid Poffo: Um cara que sempre me surpreendeu muito, até pelas limitações as quais foi exposto, é o meu pai, Maestro Tercílio Poffo. Um que domina muito o instrumento, seja Piano, Synths e, principalmente, o Hammond é Cory Henry. Canta muito também.

Na verdade, admiro todos os tecladistas que vejo em ação.

15) RM: Quais as principais técnicas que o aluno deve dominar para se tornar um bom Tecladista?

Sid Poffo: Hoje existem muitos métodos e informação disponível. O autodidata pode desenvolver um ótimo aprendizado. As técnicas são adaptadas ao estilo musical do indivíduo. A prática constante é que irá determinar o que precisa ser aprimorado e aprofundado.

16) RM: Quais os principais vícios e erros que devem ser evitados pelo aluno de Teclado?

Sid Poffo: Vícios e erros são características do ser humano, seja tocando ou fazendo qualquer coisa. Vivemos com eles e se tornam, muitas vezes, nossa “marca registrada”. Cabe a cada um entender o que mais lhe agrada e o que lhe incomoda.

17) RM: Quais os principais erros na metodologia de ensino de música?

Sid Poffo: Talvez o principal erro em qualquer metodologia é a progressão errada de dificuldade. Uma peça deve ser integralmente executada pelo aluno, que será agregada ao seu repertório. Quando a música “trava” o princípio de articulação dos dedos; no caso do Piano/Teclado, mas serve para qualquer instrumento e canto, que vai gerar fortalecimento muscular e habilidade dos mesmos, ficará comprometida. Por isso é tão importante a avaliação do professor, bem como a didática e metodologia utilizada com cada aluno, sempre individualizado.

18) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Sid Poffo: Sim, acredito no dom. Já vi crianças de tenra idade cantando com afinação absurda. Outras tocando muito e, no entanto, tinham apenas meses de contato com o instrumento. É, obviamente, uma iluminação e deve ser incentivada pelos responsáveis.

19) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Sid Poffo: Exige inspiração e conhecimento. Para improvisar é necessário treino e apreensão de técnicas específicas.

20) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Sid Poffo: Cada um deve saber e sentir o que é melhor para determinado momento de sua ascensão musical e suas pretensões performáticas. Métodos e professores devem estar alinhados para agradarem ao aluno. O quociente disso é a aprendizagem.

21) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Sid Poffo: Acredito que, depois de amplo estudo e obtenção dos elementos necessários, exista o aliar da emoção com um (certo) desprendimento obrigatório de técnicas ou fusões delas.

22) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Sid Poffo: Enfatizo que o mesmo método pode ter resultados diferentes em pessoas distintas. Ainda envolve o professor e todo o contexto. É preciso ofertar aos alunos o máximo de experiências e autores possíveis para buscar o nicho ao qual quer se aproximar e aprimorar.

23) RM: Quais os métodos que você indica para o estudo de leitura à primeira vista?

Sid Poffo: Acredito que um método que prime pela facilitação inicial e gradual evolução seria o mais indicado, pois uma dificuldade extrema no começo do aprendizado acaba por afastar o estudante. A prática, de diferentes peças e estilos musicais, auxilia no entendimento da música e suas convenções.

24) RM: Como chegar ao nível de leitura à primeira vista?

Sid Poffo: A evolução é natural quando existe estudo e dedicação. Ou seja, são necessárias “horas de voo”.

25) RM: Quais os prós e contras do uso de VST e VSTi pelo Tecladista?

Sid Poffo: Todas as formas de produção e performance são bem vindas. Estúdios e instrumentos virtuais são fantásticos e oferecem uma gama incríveis de possibilidades, além de facilitar muito o trabalho de produtores e mixers. Pro tecladista uma expansão de opções que são evidenciadas no produto final.

26) RM: Quais são os melhores Teclados para tocar música reggae?

Sid Poffo: Os melhores teclados ofertados no mercado. Timbres orgânicos de Piano, Hammond+Leslie, claves, roadhes entre outros são os mais utilizados no reggae. Então quanto mais fiel, melhor. Hoje temos uma infinidade de variedades de teclados e consequentemente, valores. O melhor é experimentar e conhecer os modelos disponíveis, entender suas funções e o que “cabe no seu bolso”. Como uma das melhores marcas atuais posso citar a Nord (Clavia).

27) RM: Como você analisa o cenário do reggae no Brasil. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Sid Poffo: O cenário reggae Brasil projetou muitos artistas e ainda lança inúmeros sucessos diariamente via internet. Especificar um ou outro é difícil porque o mercado permite que todos tenham seu quinhão, levando suas carreiras paralelamente numa competição saudável.

28) RM: Você é Rastafári?

Sid Poffo: Não. Mas respeito os fundamentos da religião, mesmo tendo raso conhecimento. Como católico, não praticante, entendo que as religiões ofereçam orientações para que seus seguidores vivam melhor.

29) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

Sid Poffo: O reggae verdadeiro, a meu ver, é aquele que te faz bem, que conta uma história, que te faz respirar fundo, tipo suspiro. Melodia boa e/ou letra densa que te faz pensar. Se for para analisar com referência religiosa não poderia tecer um comentário válido.

30) RM: Na sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Sid Poffo: O cenário geral é diferente. Os EUA têm acesso a múltiplos itens, entre eles uma gama de artistas icônicos e instrumentos musicais de qualidade a um valor plausível, que os colocam num patamar privilegiado. Já a Europa possui um aspecto cultural aliado a fusão de etnias que auxiliam na diversidade de produção.

O Brasil conta com uma criatividade ímpar e a questão de penetração desses mercados faz parte de uma competição corriqueira, como acontece em qualquer área. Achar essa “brecha” nesse ambiente é o desafio, mas se torna cada vez mais palpável com a proximidade e acessibilidade que a internet trouxe. Todo o lançamento, hoje, é mundial!

31) RM: Festivais de Música revela novos talentos?

Sid Poffo: Sim! Os festivais propiciam uma intensa troca de experiências e conhecimento das “novas caras” do mercado. Além disso, muitos “novatos” precisam se ambientar com grandes palcos e a vibração dos bastidores, local ótimo para formatar agenda de contatos e colher tendências e novidades.

32) RM: Quais os pros e contras de se apresentar com o formato Sound System?

Sid Poffo: A música em si possibilita várias formas de apresentações. O fato é que tocar com banda ou com trilha sempre será emocionante. O Sound System favorece a apresentação de vários artistas, visto que a troca de artistas e DJs é muito simples.

33) RM: Quais as diferenças de se apresentar com banda em relação ao formato com Sound System?

Sid Poffo: O ideal é poder experimentar os dois. No caso do formato Sound System, a trilha manda. Explorar as possibilidades de agregar instrumentos e vocais é uma constante. Com banda é interessante o fato de que cada execução será única, gerando novas nuances, novas ideias, eternamente em mutação.

34) RM: Quais os pros e contras de fazer música usando riddim?

Sid Poffo: A música riddim permite variadas opções para vocalistas e músicos.

35) RM: Quais os seus projetos futuros?

Sid Poffo: Buscar fazer mais música, seja criando, tocando ou produzindo. E sempre ouvindo! Também sou professor de Educação Física e entendo que as duas atividades estão intimamente ligadas, visto que para tocar um instrumento ou cantar, exige condicionamento físico(prática) e treinos rotineiros(ensaios). Na verdade, a sugestão de sempre e para todos é buscar um esporte ou atividade física que lhe faça bem e possa ser realizada o máximo de vezes durante a semana. No meu caso, uso a bicicleta para deslocamentos. Crio muitas trilhas ao pedalar além da chance de “cantar alto e poucos me ouvirem”. Não gosto de ouvir música nesse momento pois me tira a atenção e dificulta a audição, importante aliado sensorial, em caso de emergência. Experimente todos os instrumentos musicais e esportes que puder e escolha de acordo com seu gosto pessoal.

36) RM: Sid Poffo, Quais seus contatos para show e para os fãs?

Contato: [email protected] | https://www.facebook.com/sidneyroberto.poffo/

| https://www.instagram.com/sid_poffo/ | https://twitter.com/SidPoffo

Banda Diretoria: http://bandadiretoria.com.br/

| https://www.youtube.com/c/BandaDiretoria

| Álbum Diretoria [2001]: https://www.youtube.com/watch?v=l64wIdFeEHc

| https://www.facebook.com/bandadiretoria

| https://www.instagram.com/bandadiretoria/

Educação Física: FleXiDP https://www.instagram.com/flexidp/

Tecladistas de Reggae do Brasil – “Stay Home”: https://www.youtube.com/watch?v=0G33NIW-0wI

Tecladistas de Reggae Brasil – Making of FicaEmCasa Riddim: https://www.youtube.com/watch?v=72boXNn863c

 


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.