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Categorias: Entrevistas

Ras Lukaz


O cantor, compositor baiano Ras Lukaz está em contato com a música desde dos 9 anos de idade já fazia parte de um grupo de Samba ”KidsDoSamba” banda de fundo de quintal.

Em 2002 Ras Lukaz se envolveu com a Cultura de Rua Hip-Hop em que pode marcar presença em diversos Festivais de RAP na Bahia. Em 2005 participou em eventos produzido por Mario 77, um Dj que recém chegado de São Paulo que conseguiu unir o movimento Hip-Hop convidando MC’s de diversos bairros e periferias de Salvador – BA para tocar no mesmo evento. Assim o RAP baiano cresceu revelando grandes grupos que hoje estão fortes no cenário baiano. Ras Lukaz tem uma eterna satisfação de ter vivido esses momentos e conhecido grandes pessoas de almas positivas.

Ras Lukaz entre 2012 e 2013 participou de encontros de estudo da música Reggae e suas vertentes como o Raggamuffim, Rub a Dub e o Steppa. E Ras Lukaz junto com Magnata King Fyah, Grazian Mr Zian, Iara Villanueva, Mano Jão, Taiwo Pimental, criam o Coletivo ” BAN-K ” que misturava seus diversos conhecimentos e experiência com a musicalidade e marcou presenças em grandes Eventos da Música Reggae como a República do Reggae ”TENDA DUB”, 2° Festival de Reggae do Vale do Capão e eventos pequenos como a Sexta Fyah, Reggae Jam, São João SoundSystem, Luau de Aleluia, Domingo Dub, AfroBaile, Carnaval SoundSystem Pelourinho, 1° Na pegada Reggae, Clube do Ragga, Domingo de Cabeça pra Baixo, Electro Ragga, Quintas Dancehall entre outras intervenções pelas ruas e pelos SoundSystems de Salvador e região. O Coletivo Ban-k teve oportunidade de trocar grandes parcerias musicais com produtores de Reggae da Europa tais como Miguel Gonçalves (GreenaDub), Mat Zongo (Zongo Sound), Gss Sound e Alameda Sound, e produtores brasileiros tais como Danilo (Dub Free), Jah jah City. Lançando alguns videoclipes cravando na história do Reggae baiano sua presença.

Ras Lukaz entre 2017 e 2018 decidiu preparar seu projeto solo conectando seu estudo com a música New Roots, Raggamuffim e o Hip-Hop e surge a honra de gravar nos riddims da Fã de Reggae Salvador – BA, produzido por Hugo Rodrigues e sua Equipe da IkLab em que foi disponibilizado alguns dos seus instrumentais produzido da MixTape Fã de Reggae lado A. Nasce o pensamento de produzir seu primeiro álbum Carreira Solo e em 2018, segundo ele, cai do Céu a pedido do Divino Pai Criador  essa grande Luz (Fernando Dias Pais) produtor da ”Dolar Lab” acreditando no projeto ”Santuário Sagrado”. Ras Lukaz, começa o processo de elaboração, onde o mesmo trabalha nas pistas de mixagem das vozes e na produção dos Riddims Instrumentais tais como o Majesty Riddim, Boa Vibe Riddim, Plantar Riddim, Santuário Sagrado Riddim que serão disponibilizados em todas as Plataformas Digitais, gerando novos clipess. Os clipes ”Energia Divina”, “Boa Vibe” participação de Rodrigo Mago, “Água Abençoada”.

Álbum “Santuário Sagrado” que traz a Força da Natureza em suas composições com o intuito de preservar tudo que é mais sagrado nesse mundo que são as florestas e suas fontes naturais, a fauna e a flora e os habitantes das matas, trazendo algumas participações especiais como RODRIGO MAGO, VANDERSON VIEIRA e CARLTON LIVINGSTON eternizado na História de vida e profissional.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Ras Lukaz para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 11.09.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Ras Lukaz: Nasci no dia 24 de março de 1989 Salvador – BA.

02) RM: Como o primeiro contato com a música.

Ras Lukaz: A Música sempre esteve presente na minha infância, venho de uma família de cantores e compositores. Eu lembro na infância curtindo o ensaio da banda “Quelônios” em que meu irmão era o vocalista. Aos 9 anos de idade fiz parte de um grupo de samba ”KidsDoSamba” do bairro onde nasci, sempre conectado com a música.

03) RM: Qual a sua formação musical e acadêmica?

Ras Lukaz: Sou cantor e compositor desde meus 13 anos de idade, e sou formado pela Universidade de Jorge Amado em Produção Áudio Visual.

04) RM: Quais suas influências musicais no passado e no presente? Quais deixaram de ter importância?

Ras Lukaz: Eu digo que minha raiz veio do Movimento Hip-Hop e dentro desse projeto tento trazer um pouco de tudo e sou bem eclético musicalmente. A música nunca perde sua importância, a música carrega uma missão. Assim eu acredito!

05) RM: Quando, como e onde começou sua carreira musical?

Ras Lukaz: Em 2002 vim conhecendo o mundo dos palcos, em que fiz alguns projetos dentro do movimento Hip-Hop de Salvador, Bahia. E fui conhecendo o movimento da música reggae nos eventos de Dancehall com o “Ministereo Publico Sistema de Som”. Após muita pesquisa com a música reggae dos anos 80, tive a honra de participar do Coletivo Ban-k; um coletivo de pesquisa da música Reggae que me trouxe muita bagagem para esse novo ciclo com meu projeto como Ras Lukaz .

06) RM: Quantos discos lançados?

Ras Lukaz: Em dezembro de 2020 lanço o meu primeiro Álbum – “Chama Santuário Sagrado”. Produzido pela Produtora Dolar Records, de Torres no Rio Grande do Sul, por Fernando Dias Pais.

07) RM: Como você define o estilo musical?

Ras Lukaz: Reggae Raiz ou New Roots.

08) RM: Como é seu processo de composição musical? Quem são seus parceiros em composição?

Ras Lukaz: Geralmente eu componho só, em alguma cachoeira da Chapada Diamantina, também trabalho com colaboração com a música reggae pela força e importância da cultura. Já tive a honra de colaborar com alguns artistas nacionais e internacionais: Ras Mateus, Bruno Natty, Vanderson Vieira, Rodrigo Mago e internacionais: Lenda do Reggae Jamaicano, Carlton Livingston e também de Portugal o Greenadub Sound System e Equipe de Sistema de Som Zongo Sound da França. Eu amo essa conexão entre a música.

09) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira musical?

Ras Lukaz: Internet não prejudica nada e tem sido uma ferramenta muito importante para nós músicos independentes, basicamente serve como um veículo de divulgação.

10) RM: Como você analisa o cenário reggae brasileiro? Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Ras Lukaz: O Reggae Brasileiro tem ganhado uma força incrível com a banda GrooVI de Porto Alegre – RS, dentre outros Mato Seco, Edson Gomes, Ponto de Equilíbrio. E quem regrediu, eu acredito que temos momentos que estamos mais fortes e momentos de entre safra. Eu tenho visto um crescimento incrível com a música reggae.

11) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (Home Studio)?

Ras Lukaz: A Vantagem é a facilidade de executar as obras, a desvantagem é a perca da essência dos estúdios musicais, os encontros entre Bandas. Entre produtores.

12) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Ras Lukaz: Tenho uma admiração enorme pelo Coletivo I-Grade das Ilhas Virgens, estúdio em que grandes nomes da música Reggae faz parte, tais como: Dezarie, Danny I, Midinite, Ikaahba. Sou muito grato por essa Equipe e pela inspiração.

13) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Ras Lukaz: Já passei por quase todas as situações citada na pergunta.  Mas pagar para tocar e Operador de Som que bagunça com a equalização da sonorização da banda, todos nós músicos passamos um pouco por esses perrengues, ainda mais se não temos apoio da Cultura do nosso Estado.

14) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Ras Lukaz: A maior felicidade é ter o reconhecimento das pessoas que absorvem a mensagem das músicas que eu trago. A parte triste é ainda o pouco reconhecimento da profissão de músico, mas com fé em Deus estou na luta e logo em breve estaremos levantando a Bandeira do Reggae da Chapada Diamantina nos grandes palcos.

15) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Ras Lukaz: Eu digo, Acorde, Levante e Vá a Luta! Que quem está buscando já tá no merecimento. Esse trecho que ecoa na minha cabeça e me dá forças para lutar. O que eu quero é o que eu desejo ao próximo!

16) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com o uso da maconha?

Ras Lukaz: Eu acho essa ideia banal, apesar de ambas (Reggae e Cannabis) terem o poder da cura, cada um absorve aquilo que se sente bem.  A Cannabis ou Santa Maria está relacionada com a vida desde o princípio da humanidade em todas as nações. As caretas sempre tem o que palpitar, mas Deus Criador sabe a importância da sua cura, seja através da Música ou da Natureza!

17) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com a religião Rastafári?

Ras Lukaz: O Reggae é Musica Espiritual, música que traz os versículos do livro sagrado, que trazem a força para as pessoas. A maior ligação seria com o toque do tambor Nyahbinghi primitivo e o amor divino.

18) RM: Na sua opinião por que o reggae no Brasil não tem o mesmo prestigio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Ras Lukaz: Porque não temos apoio financeiro nem reconhecimento pela Cultura e Educação do nosso País. Nosso Governo não carrega como prioridade o apoio a Música entre outros movimentos culturais.

19) RM: Quando, como e quais os motivos levaram você saírem da cidade/Babilônia para irem morar em contato com a Natureza?

Ras Lukaz: Em 2015 tive a oportunidade de cantar no segundo Festival de Reggae da Chapada Diamantina, Bahia, em que coloquei minha barraca de camping, meia dúzia de roupas e a vontade de recomeçar em prol de um novo ciclo de vida. Eu vivo a cinco anos na Chapada Diamantina, no povoado do Vale do Capão em que tive a honra de crescer como ser humano e reconhecer a importância que devemos ter com a Natureza. Sigo nesse eterno aprendizado.

20) RM: Quais os costumes e rituais dos adeptos ao Rastafári?

Ras Lukaz: Orações do livro sagrado e o toque do tambor Nyahbinghi, a cultura se ramifica dentre seus seguimentos.

21) RM: Vocês moram juntos com uma comunidade que é adepta ao Rastafári?

Ras Lukaz: Não, mas aqui na Chapada Diamantina buscamos está em trabalhos com terra, encontros de tambores e reuniões para falar sobre a palavra de Deus. Aqui na Chapada Diamantina ainda não tem uma comunidade Rastafári.

22) RM: Quais as dificuldades de adaptação de quem tem os costumes de viver na cidade que passa a viver em uma comunidade agrária/rural?

Ras Lukaz: Acredito que o ser Humano se adapta em qualquer ambiente, mas para viver em contato com a terra, plantando meu próprio alimento é muita benção. Nessa força eu busco está em conexão com o astral divino. A dificuldade é quando está em um lugar em que não te faz bem, o que não é o meu caso. Sou muito feliz em viver e poder preservar esse lugar, essas montanhas da Chapada Diamantina.

23) RM: Quais as diferenças de um casal rastafári e um casal comum?

Ras Lukaz: Acho que a base é o Amor e o Respeito. Acho que cada ser é um. Acredito que a doutrina da religião que deve mudar um pouco os costumes.

24) RM: A relação de um casal rastafári é patriarcal no qual a esposa está sob as ordens do marido sem questionamento?

Ras Lukaz: Acredito que isso é em base as Ordens do mandamento.

25) RM:  O que o Rastafári usufrui materialmente da Babilônia?

Ras Lukaz: O uso do dinheiro, infelizmente acreditamos nessa moeda de troca.

26) RM: Qual a diferença entre uma comunidade Rastafári e outras comunidades alternativas?

Ras Lukaz: Ambas trabalham em prol de uma causa, seja na agricultura ou nas Orações. Acredito que as diferenças sãs as doutrinas de cada comunidades.

27) RM: Os Rastafáris se baseiam em que para ter a Cannabis com erva sagrada?

Ras Lukaz: A Santa Maria (cannabis) é uma Planta de Poder usada como um portal para se conectar com forças Divinas e em rituais servem para abrir os portais.

28) RM: O que representa e qual a importância do imperador da Etiópia Haile Selassie para os adeptos do Rastafári?

Ras Lukaz: Vossa majestade imperial Haile Selassie Imperador da Etiópia lutou em seu reinado contra exploradores e escravizadores da África, libertando o povo etíope das mãos dos colonizadores. O sangue Real da família do Rei Salomão e a Rainha de Sabá, eleito por Deus, Senhor dos Senhores, Leão Conquistador da Tribo de Judá.

29) O que Jesus Cristo representa para o Rastafári?

Ras Lukaz: Jesus Cristo representa Yeshua Hamashia o Cristo Negro.

30) RM: O Rastafári segue o Velho ou novo Testamento da Bíblia?

Ras Lukaz: Rastafári segue os livros antigos da Etiópia.

31) RM: O Rastafári só fuma a Cannabis que plantam?

Ras Lukaz: Depende da Ordem que seguem, tem comunidades que não é permitido o uso cannabis é muito relativo!

32) RM: Qual a diferença da música Nyabinghi ou Nyabingi para o reggae roots?

Ras Lukaz: Nyabinghi é um toque do tambor primitivo que representa a batida do coração, os passos do Leão em seu território, uma representação dos sentidos. O Reggae Roots foi uma benção de uma evolução musical dentro da música Reggae e essas vertentes se unem por que ambas são orações.

33) RM: Alguns regueiros rastafáris afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Vocês concordam com essa afirmação?

Ras Lukaz: Sim, Concordo. Todo reggae que leve a palavra de Deus como principal é verdadeiro, acredito que a música espiritual tem o poder de expressar tanto as lutas contra a babilônia, quando as passagens espirituais, se carrega e palavra de Deus é Verdadeiro por que a música reggae é uma oração.

34) RM: Não contraditório morar no mato e ganhar dinheiro fazendo show na cidade/Babilônia?

Ras Lukaz: Acredito que o trabalho musical tem que ser tocado em todos os lugares. E que os valores monetários seja a recompensa do suor derramado para ser convertido em boas gravações, compra de um bom equipamento de trabalho. O Dinheiro é a moeda de troca e só um papel que serve para trocar por alimento e bens. O maior objetivo é a mensagem ser espalhada para todas as pessoas e a música reggae tem uma grande capacidade de ser reconhecida por todos. Assim como outros estilos musicais.

35) RM: Morar no mato não é um ato egoísta de não lutar junto com os oprimidos por uma melhor qualidade de vida na cidade?

Ras Lukaz: A Luta é Contínua. A escolha foi lutar pela Natureza, preservação do Parque Nacional da Chapada Diamantina. A cidade segue com outras lutas. Aqui lutamos pela preservação dessa natureza maravilhosa que nos proporciona muitas alegrias e o ar puro que Deus nos permite.

36) RM: Quais os seus projetos futuros?

Ras Lukaz: Estou Trabalhando com a Dolar Lab Records em prol do EP – ”ADUBANDO” que está previsto para o segundo semestre de 2021, com três músicas DUB pela Produção de Greenadub (Portugal) dando continuidade a esse longo processo após o lançamento do meu primeiro álbum – “SANTURÁRIO SAGRADO” produzido por Fernando Dias Pais (DOLAR RECORDS) que já está sendo disponibilizado single por single nas plataformas digitais .

37) RM: Ras Lukaz, Quais os seus contatos para show e para os fãs?

Ras Lukaz: lukazmeirelles02@gmail.com / https://web.facebook.com/ras.lukaz

SPOTIFY:  https://cutt.ly/EfphLNW

FACEBOOK:  https://cutt.ly/ofphZKQ

INSTAGRAM:  https://cutt.ly/hfphXjb

SOUNDCLOUD: https://cutt.ly/0fphXLs

YOUTUBE: https://cutt.ly/HfphLaX

Ras Lukaz- Amor por cada Irmão: https://www.youtube.com/watch?v=c_TPEprWhro

Ras Lukaz part. Carlton Livingston – Hipócritas e Parasitas: https://www.youtube.com/watch?v=prsO2JWIBQs

Ras Lukaz – Energia Divina: https://www.youtube.com/watch?v=avvoOGAIqOo

Ras Lukaz – Boa Vibe Part. Rodrigo Mago: https://www.youtube.com/watch?v=z6iiTfYpOss

Ras Lukaz – Água Abençoada: https://www.youtube.com/watch?v=YKS5o0l0xW4


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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