O Vento Solar

O Vento Solar

O Vento Solar é um projeto musical criado na cidade de São Paulo que lançou seu primeiro EP homônimo em 2018. Esse trabalho teve uma excelente repercussão da crítica e público com canções mostrando uma estética que faz ponte entre a MPB, o rock rural e o folk.

O show de lançamento do EP foi realizado no SESC Campinas e o grupo apresentou esse trabalho em festivais de porte nacional como o Fun Music Festival, Time4Music e o Festival Fico em Casa BR ao lado de artistas como Chico César, Emicida, Paulo Miklos, Capital Inicial.

O grupo lançou agora em novembro de 2020 a canção Ladeira do Mar”. Primeiro single do segundo EP intitulado “Janela para o Universo” que foi lançado en 2021, essa música sempre foi um dos pontos altos dos shows e finalmente ganha uma versão de estúdio.

O Vento Solar é formado por Ana Risso (voz), Marcello Menezes (baixo), Caio Domênico (guitarra e violão) e Pedro Cirilo (bateria e percussão).

Segue abaixo entrevista exclusiva com o Vento Solar para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 10.03.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a data de nascimento e cidade natal dos membros da banda?

O Vento Solar | Ana Risso nasceu no dia 24.08.1985 em São Paulo – SP. Caio Domênico nasceu no dia 28.04.1987 em Ourinhos – SP. Marcello Menezes – nasceu no dia 20.09.1979 em São Paulo – SP. Pedro Cirilo nasceu no dia 03.08.1993 em Mogi das Cruzes – SP.

02) RM: Como foi o primeiro contato dos membros da banda com a música.

O Vento Solar | Ana Risso: minha mãe era professora de piano e dava aulas em casa então desde bebê eu já tive esse contato com a música.

Caio Domênico: quando tinha 10 anos de idade montamos um grupo de pagode mirim na minha rua. Um ano depois comecei a fazer aulas de violão e logo já estava na igreja tocando todos os domingos na missa.

Marcello Menezes: quando era criança meu tio foi viajar e deixou um violão na minha casa que ficou lá por muito tempo. No ginásio comecei a ouvir muito rock nacional e internacional. Um vizinho roqueiro começou a dar aulas e comecei a dar meus primeiros acordes com esse violão do meu tio.

Pedro Cirilo: meu primeiro contato com a música foi com minha mãe, amante de vários estilos musicais, que me ensinou a ouvir música e a reparar no timbre característico de cada instrumento. Com 15 anos comecei a tocar bateria.

03) RM: Qual a formação musical e acadêmica fora música dos membros da banda?

O Vento Solar | Ana Risso: sou formada em Licenciatura em Educação Musical pela UNESP e antes disso tinha feito o curso de Design Gráfico pela FMU.

Caio Domênico: sou formado em teoria musical pela OMB e técnico em regência pela ETEC das Artes- SP. Também fiz o técnico em Serralheria em alumínio pelo SENAC e no momento faço o curso de Engenharia Elétrica.

Marcello Menezes: fiz aulas de contrabaixo com professores como André Higa e Willy Verdaguer (Secos & Molhados). Sou também formado em Arquitetura e Urbanismo.

Pedro Cirilo: fiz aulas de bateria e percussão em diversas escolas de Mogi das Cruzes. Sou também formado em Engenharia Civil.

04) RM: Quais as influências musicais no passado e no presente dos membros da banda? Quais deixaram de ter importância?

O Vento Solar | Ana Risso: no passado, Beatles, Janis Joplin, Elis Regina, Clube da Esquina. Atualmente, Amy Winehouse, BaianaSystem.

Caio Domênico: no passado: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Bossa Nova, Clube da Esquina, Secos & Molhados, Mutantes, Raul Seixas, Alceu Valença.

No presente: Lenine, Tribalistas, Criolo, Chico César, Zeca Baleiro.

Marcello Menezes: no assado: Tropicália, Clube da Esquina, Novos Baianos, Mutantes, Raul Seixas, Walter Franco, Secos & Molhados, Beatles, Bob Marley. No presente: Lenine, Zeca Baleiro, Skank, Nando Reis, Nação Zumbi, BaianaSystem, Amy Winehouse.

Pedro Cirilo: no passado: Milton Nascimento. No presente: Lenine, Funk como Le Gusta, Sandália de Prata, Mestrinho, Bruno Mars. Não tem um artista que a gente considera que deixou de ter importância, pois consideramos que na música em geral os artistas têm diversas fases. Umas agradam mais do que as outras, mas nem por isso podem ser desconsideradas no trabalho final desse artista.

05) RM: Quando, como e onde começou a carreira musical da banda? E qual o significado do nome da banda?

O Vento Solar: O começo do O Vento Solar foi cidade de São Paulo como dupla. A Ana e o Marcello já haviam participado de diversos conjuntos como Matrena Sabará, Garden Groove, Barca Azul (ela como vocal/tecladista e ele como baixista) e decidiram formar em 2011 um projeto acústico voz e violão em que os dois tocariam músicas influenciadas principalmente pela MPB dos anos 70 e o classic rock. Em 2018 a dupla entrou em estúdio para gravar o primeiro EP autoral e nos shows de divulgação desse EP entraram o Caio e o Pedro definitivamente para a banda. O nome O Vento Solar veio da música “Um Girassol da cor dos seus cabelos” do clássico disco Clube da Esquina do Milton Nascimento e Lô Borges, uma de nossas maiores influências musicais.

06) RM: Quantos discos lançados?

O Vento Solar: Nós temos um EP – “O Vento Solar” lançado em 2018 e em 2021 iremos lançamos o EP – “Janela para o Universo”. Lançamos agora em novembro de 2020 o single “Ladeira de Mar” que também estará nesse próximo EP.

07) RM: Como define o estilo musical da banda?

O Vento Solar: O primeiro EP era uma fusão de MPB, Rock Rural e Folk. Nesse segundo exploramos mais outros estilos como Baião, Samba e SKA. Pela mistura de estilos nos consideramos Neotropicalistas.

08) RM: Como você se define como cantor/intérprete?

O Vento Solar | Ana Risso: devido as minhas diversas influências (ver próxima pergunta) não consigo me considerar cantora de um estilo único. Sinto-me bem cantando MPB, Jazz, Samba, Rock, Reggae, SKA, entre outros gêneros, desde que me identifique com a canção.

09) RM: Quais os cantores e cantoras que vocês admiram?

O Vento Solar | Ana Risso: Elis Regina, Janis Joplin, Amy Winehouse, Ella Fitzgerald, Elza Soares, Gal Costa, Maria Bethania.

Caio Domênico: Tom Jobim, Elis Regina, João Donato, João Nogueira, Chico Buarque, Raul Seixas.

Marcello Menezes: Milton Nascimento, Elis Regina, Ney Matogrosso, Tim Maia, Raul Seixas, Paul McCartney, Janis Joplin, Amy Winehouse.

Pedro Cirilo: Milton Nascimento, Lenine, Mestrinho, Bruno Mars, Irene Atienza.

10) RM: Como é o processo de composição musical dentro da banda? Quem faz a letra e melodia?

O Vento Solar | Marcello Menezes: geralmente eu venho com a letra e a base no violão. Aí apresento para a Ana e o Caio que ajudam a refinar a letra e moldar os arranjos. Aí depois que temos as letras e melodias completas o Pedro entra com a percussão e bateria. Mas para os próximos trabalhos já temos também composições da Ana e do Caio em processo de finalização.

11) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

O Vento Solar: O lado bom da produção independente é a liberdade que o artista tem em relação à sua obra. A parte ruim é que o artista tem que fazer tudo sozinho. Compor, ensaiar, gravar produzir. E depois de pronto o trabalho divulgar, ir atrás de lugares pra tocar, de editais, etc.

12) RM: Quais as ações empreendedoras que vocês praticam para desenvolverem a carreira musical?

O Vento Solar | Marcello Menezes: fiz alguns cursos de produção e divulgação musical e sempre procuro ler sobre as novidades do mundo da música. Algumas fontes bem interessantes de informações para desenvolvimento da carreira musical são de entidades como UBC e ABRAMUS e nos sites de distribuidoras digitais como a Tratore e a CD Baby. Sempre tento usar essas informações no desenvolvimento do Vento Solar.

13) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da carreira musical?

O Vento Solar: A Internet ajuda no sentido de democratizar a informação. Antigamente você só sabia o que acontecia no mundo da música através das rádios, revistas especializadas e alguns poucos canais de TV como a MTV. Hoje todo mundo pode divulgar sua própria música. O lado ruim é que justamente por isso há um excesso de informações e as pessoas cada vez mais deixam de ir a fundo nos trabalhos. Dificilmente as pessoas param para um ouvir um álbum novo por inteiro. Com a popularização das playlists as pessoas ouvem uma música de um artista e rapidamente já mudam para outro sem se preocupar em ouvir uma obra completa. Então o grande desafio é nesse mar de informações da internet você conseguir chamar atenção para o seu trabalho.

14) RM: Como vocês analisam o cenário musical brasileiro? Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

O Vento Solar | Ana Risso: um grande problema do atual cenário musical brasileiro é o monopólio de um único gênero na grande mídia, 49 das 50 músicas mais tocadas são do gênero Sertanejo. Uma coisa que eu achei interessante foi uma galera mais nova: Tiago Iorc, Vitor Kley, Melim, Anavitória que conseguiu colocar a MPB de novo nas paradas e está fazendo bastante sucesso principalmente com os mais jovens, o que é ótimo para formar um novo público para a MPB. Algumas das grandes revelações das últimas décadas que eu acho é o BaianaSystem, Duda Beat e o pessoal do novo RAP: Criolo, Rael, Rincon Sapiência, Emicida. Quem permaneceu com obras consistentes: Nando Reis, Skank, Chico César.

Pedro Cirilo: o cenário brasileiro atual eu vejo como algo novo, algo que não estamos a acostumamos a ouvir ou entender. Muitas vezes precisamos parar e refletir o porquê de sempre falarmos que naquela época era melhor ou tal cantor consagrado era muito bom. Temos também que levar em consideração o que eles passaram para terem todo esse reconhecimento. Nos dias de hoje tudo está mais fácil no sentido de produzir, pois isso nos pegamos dizendo que nosso cenário musical não é mais como antes. Temos que parar para ouvir mais cantores regionais onde muitos deles trazem músicas que falam de coisas da realidade atual pois as músicas de antigamente era uma realidade do que eles viviam naquela época. Tudo é questão de aprendizado e evolução natural, a música é um ser que sempre está em evolução no ritmo e na canção. Para mim um músico que está em constante evolução é o músico Mestrinho uma pessoa humilde, revelação no cenário nordestino e que está sempre evoluindo. Agora dizer quem regrediu para mim não existe isso. Como podemos avaliar uma regressão sendo que não temos como calcular uma evolução, são gostos distintos de cada ser humano, para mim não há como regredir na música. As obras consistentes pra mim são todos os trabalhos já feitos por diversos músicos desse Brasil, todos nós músicos que lutamos por nossa arte e sempre iremos tentar manter consistentes nossas obras.

15) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (Home Studio)?

O Vento Solar: A vantagem principal é que o acesso para os músicos independentes gravarem sua própria música hoje é muito mais fácil do que algumas décadas atrás onde praticamente você era obrigado a ter uma gravadora por trás. A desvantagem é que você não tem os recursos logísticos e financeiros de uma gravadora, tudo é por conta dos próprios músicos – equipamentos, ensaios, estúdio, mixagem, masterização…

16) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que vocês têm como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

O Vento Solar: De cara lembramos do Ney Matogrosso que continua com a voz impecável mesmo com décadas de shows e que têm uma preocupação extrema com a qualidade do show que vai entregar incluindo outros elementos além da música como cenografia, figurinos e iluminação. Outro artista que também é exemplo no profissionalismo e qualidade artística é o Alceu Valença. O show dele é excelente.

17) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

O Vento Solar | Marcello Menezes: A situação mais inusitada aconteceu em um festival que fomos tocar em Araras – SP em 2018. Havia cinco bandas que iriam se apresentar, a gente seria a última dessas e quem iria fechar depois da gente como atração especial seria o Capital Inicial. Faltava uns 40 minutos para gente se apresentar e eu fui ao estacionamento atrás do palco pegar alguns instrumentos para já ir se preparando. As vagas eram apertadas e ao abrir a porta de trás para pegar a guitarra essa porta bateu no carro ao lado e voltou se fechando. Nisso as 4 portas travaram e a chave estava do lado de dentro. Aí bateu o desespero (risos).

Estavam lá dentro do carro a guitarra, o baixo, o teclado, as ferragens da bateria e os pratos. E poucos minutos depois a gente já ia precisar subir para tocar. Chamei o Caio e Pedro e eles quase me mataram. Enquanto eles tentavam abrir o carro consegui um contato de um chaveiro da cidade. Só que o ginásio era meio afastado do centro e era um sábado à noite. Ele disse que ia demorar uns 30 minutos pra chegar. Falei pra ele vir voando, era o tempo de ele chegar, abrir o carro e voarmos para o palco. Enquanto isso procurei a produção do evento para ver se dava para atrasarmos um pouco. Eles disseram que não daria porque a casa estava cheia e o Capital Inicial já havia chegado e que eles iam entrar no horário estipulado. Eu estava lá na porta do ginásio esperando o chaveiro desesperado faltando uns 20 minutos para a nossa apresentação quando recebi um telefonema do Pedro. Ele e o Caio tinham conseguido abrir a porta do carro com um arame que o cara da Van do Capital Inicial arrumou. Foi um alívio. Liguei para o chaveiro para cancelar, ele me xingou até altas horas e foi aquela correria para em poucos minutos pegar os instrumentos, afinar e fazer o show. Mas no final deu tudo certo.

18) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

O Vento Solar: O que nos deixa mais feliz é ver as pessoas ouvindo e cantando nossas músicas, quando você sente que está rolando aquela conexão entre artista e público, que você está conseguindo passar a sua mensagem. O mais triste é quando você vê outros artistas te prejudicando ou deixando de ajudar por questão de ego ou competição mesmo. O mercado musical hoje praticamente é um monopólio de um gênero só. Se não houver colaboração e união entre os artistas fora desse meio tudo fica mais difícil.

19) RM: Vocês acreditam que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

O Vento Solar: Nas grandes rádios comerciais rola um jabá com certeza. Mas felizmente existem ainda algumas rádios que tocam músicas de artistas novos sem jabá como a Rádio Brasil Atual e a Rádio USP. E existem também as rádiowebs, que podem ser uma opção.

20) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

O Vento Solar: Hoje em dia além de criar e produzir o músico independente também tem que se preocupar com outras ações pós-obra como planejar a divulgação e pensar na apresentação (formato do show, set list, locais para tocar) além de criar um público, mesmo que seja pequeno e fidelizar ele.

21) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

O Vento Solar: Existe. Quando você vê uma criança de 8 anos de idade tocando Mozart no piano em um teatro lotado acompanhado de uma orquestra isso é uma prova de que algumas pessoas nascem com um dom musical. Mas você somente ter o dom e não estudar, se dedicar, praticar vai causar uma estagnação. E sempre vai ter algo para aprender, então não pode parar, música tem que estudar e praticar sempre.

22) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

O Vento Solar: Alguns dos pontos positivos dos Festivais de Música é a exposição que você vai ter para um público que ainda não te conhece e o intercâmbio com outros artistas que você acaba fazendo. Por exemplo, o produtor que vai gravar nosso próximo videoclipe conhecemos tocando no mesmo festival. Um lado negativo é quando o festival te condiciona a participação tendo que vender cotas de ingressos e mesmo assim às vezes ainda não te dá a mínima estrutura para se apresentar. Um problema que verificamos também em festivais de música competitivos é a velha panela do júri que visivelmente favorece alguns artistas, independente da qualidade musical.

23) RM: Festivais de Música revelam novos talentos?

O Vento Solar: Os Festivais de música não têm mais aquele peso dos anos 60, 70 e 80 onde alguns artistas saíam consagrados como e com extrema popularidade como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, mas ainda sim revela talentos. Grande parte dos artistas conhecidos de MPB começaram se apresentando em festivais.

24) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

O Vento Solar: Em relação a novos talentos da música independente praticamente não existe cobertura feita pela grande mídia. Geralmente as matérias e programas privilegiam os artistas consagrados ou os novos que têm grande apoio promocional por trás. Pode haver uma exceção ou outra, mas no geral é isso.

25) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

O Vento Solar: Esse espaço é importantíssimo. O lançamento do nosso EP de estreia, por exemplo, foi no SESC Campinas e mesmo sendo uma banda com apenas um trabalho lançado tivemos uma estrutura impecável para se apresentar. Isso faz toda a diferença para as bandas independentes. Essa rede é fundamental para a nova cena de música autoral.

26) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

O Vento Solar | Para o tamanho da cidade de São Paulo achamos pequeno o circuito de bares para música autoral. Para apresentação de músicas cover há uma infinidade, mas para você apresentar sua própria obra é bastante restrito. Alguns lugares que rolam apresentações autorais: Bar do Frango, Manjericanto, Espaço Parlapatões. Um lugar que era excelente, mas infelizmente fechou as portas recentemente era o Brazileria.

27) RM: O Vento Solar, Quais os seus projetos futuros?

O Vento Solar: Nós lançamos em novembro de 2020 a canção “Ladeira do Mar”, que também fará parte do nosso próximo EP com 4 músicas chamado “Janela para o Universo”, previsto para o início de 2021. Em dezembro de 2020 produzimos o videoclipe oficial de “Ladeira do Mar”.

28) RM: Quais os seus contatos para show e para os fãs?

O Vento Solar: [email protected]

Spotify: https://open.spotify.com/artist/3JJ6ppTHewyxPvubxjQf6a

Deezer: https://www.deezer.com/br/artist/15173775

Facebook: https://www.facebook.com/oventosolaroficial

Instagram: https://www.instagram.com/oventosolar/

YouTube: https://www.youtube.com/c/oVentoSolar


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.