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Categorias: Entrevistas

Mara Melges


A cantora e compositora paulista Mara Melges é filha do poeta e escritor Helly de Campos Melges e da soprano Maria de Lourdes.

Iniciou seus estudos de música aprendendo piano e flauta no Conservatório Dramático e Musical em Piracicaba – SP, passando mais tarde para a Escola de Música do Maestro Ernest Mahle.

No violão, chegou a ter alguns mestres por curtos períodos, porém foi neste instrumento que se desenvolveu mais e começou a compor suas primeiras melodias.

Sempre cantou em corais, madrigais, orfeões e grupos vocais de Piracicaba, tanto nas igrejas Metodista e Presbiteriana, como também no grupo Seresteiros de Piracicaba, chegando a participar do Festival Femusa em 1992.

Cursou Jornalismo na Universidade Metodista de Piracicaba e Música na EMESP, em São Paulo, onde teve entre seus mestres, a preparadora vocal Magali Mussi. Sempre lecionou Música e na área da Comunicação, apresentou programas em emissoras de rádio e na TV Gazeta.

Entre seus primeiros trabalhos musicais na capital estão os grupos Super Som TA, Orquestra do Maestro Zaccaro e Banda Santa Cruz, entre outros, com os quais realizou trabalhos na capital, interior e em outros estados, chegando com eles a se apresentar também na Argentina.

Cantou com o Grupo Cia Coro e Corpo de Música Afro-brasileira com o guitarrista Renato Consorte e com o saudoso baterista Gigante Brazil, além do grupo de salsa à la cubana com o pianista Pepe Cisneros e com o saxofonista Felipe Lamoglia, ambos cubanos, com os quais realizou inúmeros shows em teatros e Espaços Culturais de São Paulo e outras cidades.

Sua primeira composição “Pérolas” foi gravada pela cantora Leilah Neme no disco “Correndo Perigo”, produzido pelo saudoso baixista Arthur Maia e pelo guitarrista Heitor T.P.

Gravou com a banda Sapucaia versões de músicas de Miltom Nascimento e Ivan Lins, além da composição “Tudo é Pouco”, de sua autoria. No mesmo ano gravou mais três composições próprias: “Pérolas”, “Mesmo sem asas”, “Meu Mundo”, com as produções do pianista Iuri Salvagnini e do guitarrista Daniel Maia, produzindo seu primeiro CD – Mara Melges.

Gravou dois discos, um com o grupo de ritmos afro-latinos Conga Libre ao lado do guitarrista Lancaster e outro com o grupo Social Club de soul music com o multi-instrumentista Leandro Maciel, que lhe renderam um bom número de apresentações em teatros e Espaços Culturais de São Paulo e outras cidades.

Com a banda Vega de música pop, da qual participou, compôs as músicas “Vozes de Uma Dor” e “Flores no deserto”, que tocou por mais de dez anos na Rádio Nova Brasil FM, entre outras rádios especializadas em sons brasileiros por todo o país. Participou do CD do pianista e arranjador Daniel Maudonnet com as músicas Influência do Jazz e Autumn leaves, chegando com ele a fazer eventos em inúmeras cidades paulistas e em outros estados. Cantou com o grupo São Paulo Big Band ao lado do saxofonista Hector Costita, do guitarrista Joseval Paes e do pianista Luchin Montoya, interpretando clássicos do jazz e da música brasileira por teatros inúmeros da cidade.

Interpretou as músicas Finestra e Caminho dos compositores Flavio Fernandes e Leandro Barbieri, que figuraram nas novelas Retrato da Lapa e Umas e Outras, veiculadas nas emissoras CNU e ALL TV respectivamente. Lançou o CD – Nossas Músicas Nossas Influências com o Grupo Chanés, interpretando versões de Tom Jobim e João Bosco, além de composições da pianista Lilu Aguiar e do guitarrista Flavio Androni, bem como as composições Tudo é Pouco, Pérolas e Mesmo sem asas, de sua própria autoria.

Além das inúmeras apresentações com o Chanés, formou o grupo Bossa Jazz juntamente com o saudoso saxofonista Nestico Aguiar, o que lhe rendeu uma série de shows em comemoração aos 50 anos da Bossa Nova. No final deste ano recebeu o Prêmio de Melhor Cantora de MPB por uma votação feita por um programa de TV pela internet.Realizou um grande show no Forte de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, dentro do projeto Viradão Carioca, o que a fez voltar à cidade em outubro do mesmo ano para mais apresentações.

Teve seis composições suas do gênero gospel Por minha vida, Deus de Perfeição, O Grande Eu Sou, Chuvas de bênçãos, Cristo vive e Um voto com Deus, gravadas pela cantora gospel Suelen Arruda no disco Livre Quero Ser.

Participou da produção do cantor e compositor norte americano David Benadof, com o grupo Mopac Express, com a gravação de um DVD no Espaço Cultural Rio Verde. Vem cantando com o Moksha trio em casas como Ton Ton Jazz Bar, tendo participado do CD Moksha com a versão para a música Linha de Passe do grande compositor João Bosco, realizou apresentações de música brasileira com os músicos Marcelo Madson e Pedro Junior numa casa especializada em MPB chamada Magnólia Villa Bar, tendo também por votação popular, figurado como a Melhor Casa de Música ao Vivo de São Paulo, pela revista Veja.

Além de lecionar em local próprio, é chamada nos estúdios de gravação fazendo direção vocal de inúmeros artistas, bem como fazendo backing em grandes produções fonográficas populares e gospel. Também compõe e grava jingles publicitários.

Após seu disco solo Mara Melges, também gravou “Quatro Ventos”, com composições próprias. No momento prepara sua próxima produção, com nome ainda a ser definido, porém um trabalho que se propõe a falar de amor, trazendo mensagens sobre cura da alma, pois vem estudando psicanálise há três anos.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Mara Melges para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 15.06.2022:

01) RM: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Mara Melges: Nasci no dia 05 de novembro de 1970, em Piracicaba – São Paulo. Registrada como Elimara Santos Melges.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Mara Melges: Minha família sempre foi muito musical, e desde cedo comecei a cantar e a criar melodias e letras simples. Sempre tive interesse pela música, aprendi a tocar piano, flauta e depois violão. Era música por toda a parte: em casa, na escola, na igreja. Meu pai Helly de Campos Melges compôs algumas músicas, mas sempre teve uma grande dedicação a escrever poemas. No início dos anos 90, recebeu o título de Príncipe dos poetas piracicabanos. Minha mãe Maria de Lourdes também tinha uma bela voz e aprendi muito com ela. Meus quatro irmãos mais velhos também sempre foram ligados à arte. Sempre me apresentei, montei banda na adolescência e com 21 anos de idade me profissionalizei. Este ano completo 30 anos de música. 

03) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Mara Melges: Cresci ouvindo música erudita, popular, de tudo. Ouvi rock, apaixonei-me pelo Jazz, pela Soul Music, Música Brasileira acima de tudo, e sempre me identifiquei muito com o grande compositor Djavan, sempre foi uma grande influência para mim e para a minha música.

04) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Mara Melges: Depois de estudar alguns instrumentos no Conservatório e na Escola de Música de Piracicaba, vim a São Paulo, onde estudei Canto Popular na EMESP – Escola de Música do Estado, sendo aluna da excelente professora de canto Magali Mussi. Além da Música fiz Jornalismo na Universidade Metodista de Piracicaba, vindo também a trabalhar com publicidade na TV Gazeta, nunca deixei de lecionar música, português e Inglês. Faço revisões, traduções e muito interessada no autoconhecimento, estou estudando psicanálise com a psicanalista e professora Márcia Valente, no instituto que leva seu nome.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Mara Melges: Comecei minha carreira em bares de Piracicaba – SP, depois vim a São Paulo, prossegui me apresentando em bares como Café Piu Piu e outros espaços da noite paulistana.

06) RM: Quantos CDs lançados? 

Mara Melges: Gravei com os grupos de que participei: Conga Libre em 2000, Social Club em 2002, época em que gravei meu primeiro disco solo que leva meu nome, gravei com Chanés em 2008, e depois, em 2010, gravei meu segundo projeto solo “Aos quatro ventos”.

07) RM: Como você define seu estilo musical? 

Mara Melges: Faço música brasileira “MPB” com muitas influências e variedades, considero ser uma MPB moderna ou MPB Pop como se tem feito hoje.

08) RM: Você estudou técnica vocal? 

Mara Melges: Estudei e estudo. Nunca deixo de estudar.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Mara Melges: No início da minha carreira, ainda sem a técnica, eu ficava incomodada por não poder ousar muito, me sentia muito limitada sem o conhecimento da técnica vocal. À medida em que fui estudando, fui vencendo obstáculos e me sentindo segura com a minha própria voz.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira? 

Mara Melges: Sou fã da Dianne Reeves, da Luciana Souza, do saudoso Al Jarreau, em termos de voz e de inteligência vocal, estes são mestres. A grande Lady Soul Aretha Franklin, a grande dama do jazz Ella Fitzgerald. Todos esses imbatíveis.

11) RM: Como é seu processo de compor? 

Mara Melges: As melodias vêm com muita facilidade, uma linha melódica que vou desenvolvendo, e quando este processo começa, geralmente eu tenho a ideia da letra, que vou trabalhando e desenvolvendo junto.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição? 

Mara Melges: A maioria das composições são só minhas, mas de tempos em tempos pude formar e ter boas parcerias em várias fases e vários projetos que fiz e tenho feito. Nos anos 90 tive as primeiras parcerias em uma banda de pop rock que integrei chamada Vega. Compus com Marcos Kline, Mingau e Marco Trindade. Tendo duas dessas parcerias bem tocadas e veiculadas em rádios e TVs de todo o Brasil: “Vozes de uma dor” e “Flores no deserto”. Depois vim fazer boas parcerias com Breno Ávila e Gorete Silva, letristas que têm me ajudado muito nas novas músicas, de uns quatro anos para cá.

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente? 

Mara Melges: Decidir o que fazer e de que forma fazer, os profissionais envolvidos, o repertório escolhido, enfim, ter toda a autonomia sobre o trabalho, a carreira, os projetos, isso tudo é muito favorável. Já o árduo trabalho de “formiguinha”, a batalha diária pelos resultados, para se conseguir aos poucos se obter um público conhecedor e consumidor do trabalho musical, e manter-se firme na carreira independente, tudo isso é muito sacrificial para um artista. 

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco? 

Mara Melges: Alcançar diariamente um número de pessoas que tenham acesso ao meu trabalho, buscando ampliar os nichos deste público, pesquisando, promovendo e divulgando conteúdos para atender a demanda do público. 

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?

Mara Melges: Produzo meu próprio trabalho e todo o material de divulgação.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira musical? 

Mara Melges: A internet oferece meios de veiculação, novos meios e novas plataformas que vão aumentando o alcance do público.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)? 

Mara Melges: Este fácil acesso ao home estúdio veio favorecer bastante a todos nós, nos permitindo produzir nossos próprios trabalhos com muito mais facilidade e velocidade.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical? 

Mara Melges: Verdade, o número de pessoas a produzirem e apresentarem seus trabalhos musicais nas redes, aumentou significativamente, o que faz um trabalho ser destacado e diferenciar-se dos outros é a originalidade, profundidade e personalidade.

19) RM: Como você analisa o cenário da Música Popular Brasileira. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas? Quais artistas permaneceram com obras consistentes e quais regrediram? 

Mara Melges: Se formos analisar o cenário musical brasileiro, como é apresentado nas grandes mídias como maiores sucessos, vemos que a qualidade infelizmente não para de cair há décadas, porém sempre surgem talentos a serem destacados, como Tiago Iorc, Vitor Clay. Grandes artistas veteranos da Música Brasileira permaneceram com suas obras consistentes, como Djavan, por exemplo, entre os maiores grandes nomes.

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado, etc)? 

Mara Melges: Quase todas estas situações citadas na pergunta já aconteceram, apesar que jamais poderei reclamar do público, grande ou pequeno, sempre muito receptivo. A pior de todas estas situações foi quando tive a infelicidade de ter meu show vendido por empresário desonesto.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Mara Melges: Eu me alegro com pessoas que conhecem e gostam do meu trabalho há anos, me alegro também com pessoas que diariamente entram em contato por tomarem conhecimento dele e gostarem. O que desanima um pouco às vezes é ainda não ter conseguido o alcance desejado.

22) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical? 

Mara Melges: Talento é uma coisa que muitos de nós temos, mas o dom é o prazer que se tem em se dedicar a algo por horas a fio, dias, meses, anos, décadas, uma vida inteira. Hoje estudando melhor sobre o ser humano, defino dom como vocação ou propósito de vida! É o que nos foi dado (ou confiado), para fazermos o que pudermos de melhor neste mundo, e consequentemente, sermos gratificados e prósperos por meio deste propósito, fazendo a coisa certa da forma certa.

23) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical? 

Mara Melges: A improvisação acontece quando estamos bem com a música, à vontade, quando ela está amadurecida em nós.

24) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Mara Melges: Improvisamos porque a linha melódica que desenvolvemos ou variamos dentro da música é algo original diferente da melodia já feita. O que precisamos estudar é a harmonia para desenvolvermos a improvisação.

25) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Mara Melges: Meu método sempre foi ouvir a base instrumental e criar em cima. Sou a favor de se elaborar métodos no intuito de ensinar. Eu mesma, nas apostilas de técnica vocal que vim desenvolvendo, elaborei capítulos ensinando sobre interpretação e improvisação.

26) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical? 

Mara Melges: Sou a favor dos métodos quanto mais completos e didáticos, melhor.

27) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Mara Melges: Acredito que há está possibilidade de minhas músicas torarem nas rádios, com influenciadores conhecendo diretamente o meu trabalho.

28) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Mara Melges: Muita dedicação, inteligência, sabedoria, e realmente, além do talento trabalhado, tem que haver o dom!

29) RM: Festival de Música revela novos talentos?

Mara Melges: Sim, porém hoje não há mais como antes, e alguns Festivais de música têm ajudado alguns artistas a terem maior visibilidade, aumentando seu público.

30) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Mara Melges: A cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira é muito fraca, favorecendo artistas muito fracos e de musicalidade duvidosa na maioria.

31) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Mara Melges: São bons espaços, mas ainda muito concorridos.

32) RM: Qual sua relação pessoal e profissional com Madan?

Mara Melges: Conheci Madan (Pedro Neves) quando eu comecei a divulgar meu trabalho mais efetivamente nas redes sociais, há uns quinze anos (2007). Eu já havia ouvido falar dele, através de outros artistas independentes, mas tive contato com o seu trabalho quando fiz minha página no My Space, postando amostras dos meus trabalhos e o que estava para lançar na época, o “Quatro Ventos”. Tive acesso à página dele e ele à minha. Foi um encontro a princípio virtual muito bom com uma admiração mútua pelos nossos trabalhos, depois ele foi em 2008 a um show meu no Lua Nova Bar e Arte (no bairro da Bela Vista em São Paulo) que muito me honrou. Ele indicou a minha página para muita gente do meio possibilitando que mais pessoas pudessem conhecê-la. Depois me convidou para participar do projeto Marcha Mundial pela Paz e Não Violência em Português, depois em sua versão em Inglês. Na sequência fiz uma participação especial em seu mais recente CD com a música “Betrayed By”. Combinamos musicar alguns poemas do meu pai, Helly de Campos Melges, mas não chegou a dar tempo.

33) RM: Quais os seus projetos futuros? 

Mara Melges: Estou gravando um projeto autoral que favorece às letras com mensagens positivas. Sempre em meu trabalho, além da musicalidade característica, optei por letras que pudessem elevar as pessoas emocionalmente, não o contrário, jamais deprimir ou entristecer. Falam de amor, soluções, saídas, e há um outro projeto que tem a ver com as parcerias, ambos distintos que pretendo lançar ainda este ano.

34) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Mara Melges: (11) 99330 – 2648 | mara.melges@gmail.com

| https://www.instagram.com/mara.melges

Canal: https://www.youtube.com/channel/UC1p6iNbbbHaAZ0Epk9V69PA

World March for Peace and Nonviolence – Madan Neves/Paulo Flexa: https://www.youtube.com/watch?v=_xJtSax-VDk

Noite Feliz – Cantata de Natal: https://www.youtube.com/watch?v=ZA8a6jwGkWM

A MPB de Mara Melges – Vídeos Canal Rural: https://www.youtube.com/watch?v=CX19Mo35XRs


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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