Lívia Mendes

Lívia Mendes

A cantora e compositora paraense Lívia Mendes une pop, folk, música brasileira, misturando a ternura de sua voz à ironia romântica e ativista de suas letras.

Residindo atualmente em São Paulo, já lançou EP, um álbum e um single, além do lançamento mais recente “A Receita”. Lívia reúne composições que atrelam existencialismo, liberdade, romance e ativismo feminista. Ao longo de seus seis anos de carreira autoral, Lívia participou de inúmeros de programas de rádio e TV em Belém – PA, além de ser uma das artistas de destaque do programa Sons do Pará da TV Liberal, afiliada local da Rede Globo, com sua canção “CordeRosa”. Sempre se apresentando em eventos, shows independentes e festivaisda cidade, foi a cantora convidada para a abertura dos artistas nacionais Phill Veras, Anavitória, Vanguart, AnaMuller, Tiêe, 5 a Seco.

Unindo a experiência de gerir a própria carreira na cena independente, Lívia também atua como produtora cultural na realização de projetos que movimentam o cenário musical belenense. A artista é a idealizadora dos projetos “Quarta Autoral”, “Coletivo Empodera!”, “The Folking Night”.

Atualmente reside em São Paulo, onde já se apresentou em lugares renomados como Bar Brahma e Teatro Bruta Flor, além de atuar na curadoria e produção do Club do Folk.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Lívia Mendes para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 02.08.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Lívia Mendes: Nasci em 10 de abril de 1987 em Belém do Pará, norte do país.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Lívia Mendes: Desde pequena estive em contato com a música em tempo integral, já que toda a minha família tem alguma relação direta ou indireta com ela. Morei com meus avós e minhas tias depois do falecimento da minha mãe e meu avô José Gadelha era um exímio músico multi-instrumentista. Instrumentos musicais eram parte da decoração da casa e nosso passatempo favorito era fazer rodas de violão sentados na porta de casa quando ainda era um costume seguro na minha cidade ou cantar no karaokê aos fins de semana.

03) RM: Qual sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical?

Lívia Mendes: Me formei em Letras pela Universidade Estadual do Pará em 2012.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Lívia Mendes: Gostei dessa pergunta porque sempre que me questionam sobre minhas influências, preciso fazer um recorte por épocas da minha vida. Acho que é normal a gente ter várias referências ao longo da vida e, de certa forma, quando as épocas passam elas acabam por deixar de fazer tanto sentido. No meu caso, tenho forte referências da MPB dos anos 90 e 2000, já que foi nessa época que eu comecei a tocar violão e ouvir música mais atentamente. Mas antes ouvia muito samba de raiz por influência do meu avô e rock inglês através dos meus primos… acho que esses dois deixaram de fazer tanto sentido na minha vida à medida que eu fui criando uma identidade própria e avaliando quando eram meus verdadeiros gostos e quais eram as influências de outras pessoas ao meu redor e na minha família.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Lívia Mendes: Desde os 18 anos (2005) canto na noite, como forma de contribuir financeiramente em casa e arcar com alguns custos dos meus estudos na época, mas minha carreira autoral começou só em 2012 quando, já formada, decidi investir mais nas minhas composições e gravar um single. De início era só pra mostrar aos amigos e me realizar artisticamente, mas logo muitas pessoas começaram a se identificar com minhas músicas e, quando dei por mim, já estava indo a programas locais de rádio e tevê, lançando novos trabalhos e fazer shows autorais por todo o estado. Foi algo que aconteceu de surpresa e me abraçou de forma tão importante que acabei decidindo me dedicar mais a essa carreira como profissão e como meta de vida.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Lívia Mendes: Tenho dois projetos completos lançados, um EP – Lívia Mendes (2013) e um álbum – Passarinhas (2019), que é o meu xodozinho. Além destes, tenho dois singles que amo também disponíveis: “Cidade Cinza” (2020) e “A Receita” (2021).

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Lívia Mendes: É difícil, né? Justamente por todo esse mix de referências que me rodearam. Durante um tempo me vendi como uma cantora folk, mas hoje me enxergo mais passeando na Nova MPB e no Pop Leve Nacional.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Lívia Mendes: Sim, e estudo até hoje! Desde os 18 anos (2005) quando comecei a trabalhar com shows em barzinhos e eventos, fui muito incentivada pela minha família a estudar e melhorar. Estudei canto em duas escolas em Belém – PA e hoje continuo com minha coach vocal, a maravilhosa Marisa Brito.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Lívia Mendes: Imprescindível! É o nosso instrumento de trabalho né? No meu caso, duplamente, já que trabalho como cantora e professora. Não vou dizer que sou a pessoa mais cuidadosa com os cuidados vocais, mas sempre estou cuidando e estudando para melhorar minha técnica. Mesmo estudando desde cedo, alguns fatores fundamentais esses cuidados estou aprendendo só agora com a Marisa Brito, num trabalho mais focado e mais pessoalmente dirigido. Ela me alerta para essa importância e me chama atenção quando é preciso! (risos).

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Lívia Mendes: Admiro muito e tenho imenso respeito pelas grandes cantoras da cena nacional. Ouço as antigas da Gal Costa, Elis Regina, Marisa Monte e sempre aprendo algo novo prestando atenção no cantar e nas composições dessas mulheres. Mas minha grande rainha da música é a Rita Lee! Adoro cada passo que ela deu na carreira e cada canção que escuto dela! Além de admirar absurdamente a história de vida que ela tem, suas opiniões e posicionamentos. É alguém de quem eu queria ser amiga sem dúvida!

11) RM: Como é seu processo de compor?

Lívia Mendes: Sempre quis ser o tipo de compositora que domina tanto essa arte a ponto de conseguir compor em qualquer situação. Mas me considero uma artista mais da inspiração e do momento… Normalmente sinto/vivo alguma coisa muito intensa e abro meu bloco de notas ou o gravador de áudio do celular para registrar o que tá acontecendo dentro da minha cabeça. Eu acho que eu funciono bem na impulsividade dos sentimentos. Dias ou até meses depois eu abro essas notas ou escuto os áudios e tiro daqui frases e sentimentos importantes que cabem em músicas. Faço a letra e, por último, pego o violão pra compor a melodia. Tenho tentado ultimamente compor no teclado, mas ainda é um instrumento que estou aprendendo… quem sabe daqui um tempinho consigo criar mais intimidade com ele.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Lívia Mendes: Tenho a sorte de contar com um grupo muito próximo de amigas que são todas artistas das palavras e das canções. Tenho parcerias com Camila Barbalho, Ellie Valente, Liège, Versos Polaris, Amanda Coelho, que também é faz parte da minha equipe de produção. Além delas, já compus em parceria com Nathália Petta, André Coruja, Eddy Fernandes, todos artistas e compositores paraenses.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Lívia Mendes: Até o momento somente artistas com quem fiz participações ou compus em parceria, como a Versos Polaris, a Nathália Petta, a Ellie Valente.

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Lívia Mendes: A independência, literalmente, é o maior pró de estar numa carreira autoral. A gente tem a autonomia necessária pra tomar decisões de investimentos e também mais liberdade artística. Em contrapartida, o maior contra é arcar com todos os custos pra colocar qualquer projeto, mínimo que seja, pra rodar. É muito difícil apostar numa carreira quando não se tem um investidor ou uma grande gravadora por trás, por isso tenho muito respeito e admiração a todos os artistas independentes que estão nessa lida diariamente pra fazer arte no Brasil.

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Lívia Mendes: Sempre penso em todos os processos, um por um, no pré e pós lançamento dos meus projetos, sejam músicas, clipes ou materiais de divulgação nas minhas redes sociais. Como eu sou muito organizada, gosto de fazer cronogramas e cursos que me ajudem a preparar bem cada lançamento. Há dois anos trabalho com a Amanda na minha equipe de produção, o que é imprescindível na minha opinião para dar conta de planejar tudo.

16) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Lívia Mendes: Passei a me enxergar como uma empreendedora de pouco tempo pra cá. Até uns dois anos atrás eu ainda tinha uma visão muito romântica da música e das artes, sem pensar muito em lucrar com minhas músicas. Hoje me considero uma artista em processo de aprendizado e investimento na minha carreira autoral como um empreendimento, ainda tenho muito chão pra percorrer nesse sentido.

17) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Lívia Mendes: A internet é uma ferramenta maravilhosa de propagação, então eu uso bastante todas as possibilidades que ela me oferece. Eu estou em todas as redes sociais, produzindo conteúdo e me mantendo presente, sempre muito próxima do meu público que é maravilhoso! Por outro lado, é um terreno que se não soubermos lidar bem acaba nos adoecendo mentalmente… É difícil lidar com a pressão dos números, dos algoritmos e da inevitável comparação com outros artistas. Tem que saber tirar o melhor proveito de cada experiência on-line.

18) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Lívia Mendes: Vejo muito mais vantagens porque são instrumentos de apoio que nos dão uma independência incrível! O processo de pré produção fica muito mais tranquilo quando a gente tem equipamento pra gravar, experimentar e estudar. Acho que desvantagem mesmo, no meu caso especificamente, é aprender a utilizar alguns softwares que ainda não tenho muita intimidade.

19) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Lívia Mendes: Procuro tem um contato próximo com meu público pra entregar o que eles gostam e querem ouvir, sem deixar, claro, de me expressar artisticamente da maneira que eu me sinto à vontade. É difícil se destacar quando o artista tá perdido e atira pra vários nichos… como eu gosto de experimentar e criar, acabo lidando bem com meu estilo e passeio por outros nichos sem desfocar muito do que eu quero e do que eu gosto. Mas, claro, quero ter cada mais expressão e notoriedade, enxergo esse processo de “se diferenciar” como um objetivo constante.

20) RM: Como você analisa o cenário da Música Popular Brasileira. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Lívia Mendes: Acompanho de perto o nicho da MPB porque é onde me encontro e mais me identifico. Admiro demais a trajetória de nomes super expressivos da atualidade com o duo Anavitória, da Duda Beat, Liniker, Céu. Não analiso nenhuma carreira como regressão, acho que cada artista tem sua obra e seu legado independentemente de estar mais presente na mídia, em playlists ou com lançamentos constantes.

21) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Lívia Mendes: A Marisa Monte e a Céu são cantoras com quem eu me identifico muito e tenho muito apreço pelo profissionalismo. Artistas focadas nas suas obras muito mais do que com a exposição da vida pessoal ou polêmicas envolvendo seus nomes.

22) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Lívia Mendes: Égua! Já vivi umas e outras situações inusitadas! Algumas não tão legais como ter que parar um show de barzinho porque uns caras estavam brigando e gritando muito… e outras lindas como receber um pedido pra dedicar uma música minha num show autoral pra um casal LGBT que queria fazer um pedido de namoro! Me emocionei demais!

23) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Lívia Mendes: É estranho pensar em algo que me deixe triste porque, além das eventuais dificuldades financeiras de uma carreira independente, nada me faz encarar esse projeto de vida como algo que possa me trazer sentimentos ruins. Mas as alegrias são muitas! Se eu paro pra escolher algo mágico de viver essa trajetória na música, sem dúvida é ouvir um lugar lotado de pessoas cantando minhas músicas juntos comigo! Os melhores sorrisos que já dei foram em momentos como esse!

24) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Lívia Mendes: Eu acredito que pessoas nascem sim com habilidades e aptidões mais voltadas pra certas áreas que pra outras, mas no fundo a prática, o estudo e a dedicação lapidam todos os dons.

25) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Lívia Mendes: Eita… agora vocês me pegaram! (risos) Eu não sou uma exímia instrumentista e nem domino teoria musical. Estudei Violão pra dominar melhor o instrumento e agora estou aprendendo a tocar Teclado nessa quarentena do Covid-19. Mas acho que quando a gente se sente confortável dentro de uma harmonia, existe uma maior facilidade de improvisar melodias nela. Falo isso partindo do lugar de cantora, quanto mais eu conheço uma sequência harmônica, melhor eu consigo passear pela melodia dela e criar coisas que saiam do comum.

26) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Lívia Mendes: Pensando pelo meu raciocínio anterior, o estudo é algo que vai te dar conforto suficiente a ponto de conseguir improvisar. Então acho que sim, existe, mas exige um conhecimento prévio e uma entrega.

27) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Lívia Mendes: Espero que minhas músicas fiquem conhecidas o suficiente pra que isso aconteça! (risos!)

28) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Lívia Mendes: Pode até parecer clichê, mas: seja você mesmo! Às vezes a gente vai na onda de outras pessoas, tenta fazer algumas escolhas pensando no mercado ou na aceitação dos outros. Mas no fim das contas, nosso público vai se identificar com nossa maior verdade e é ela que vai prevalecer.

29) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Lívia Mendes: Festivais de Música são sempre ótimas vitrines pra cena independente e também são uma forma da gente se apresentar para grandes públicos sem arcar com os custos de produção de um show solo. Além da conexão com outros artistas, públicos diferentes e interessados em música independente. Então só consigo ver prós nesse formato.

30) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Lívia Mendes: Com certeza! Grande parte do público dos festivais vai pra ver duas ou três bandas que já conhece e acaba assistindo aos shows de artistas diferentes. É comum também bandas menores abrirem shows de outras com maior expressão, então acaba funcionando de forma bem eficiente pra mostrar novos talentos.

31) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Lívia Mendes: Sempre mais focada em mostrar o que já tá sendo muito tocado ao invés de impulsionar artistas ainda pouco conhecidos. Mas faz parte do formato também, né? Cada mercado joga com as peças que tem e que lhe são vantajosas.

32) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Lívia Mendes: São espaços importantíssimos! E, sinceramente, um dos poucos oferecidos aos artistas que pagam cachês justos e respeitosos. Também possuem um público muito interessado nas artes, o que nos faz tocar para corações e ouvidos que realmente querem nos conhecer.

33) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Lívia Mendes: Faz um tempo que estou afastada desse cenário, focada na minha carreira autoral e em produzir meus próprios shows. E ainda mais nesse momento de pandemia, depois de tantos meses com bares e restaurantes fechando e abrindo, confesso que não tenho certeza do que responder e nem tenho lugar de fala pra analisar o circuito da noite de Belém – PA.

34) RM: Quais os seus projetos futuros?

Lívia Mendes: Em 2021 vou continuar lançando alguns singles se clipes enquanto preparo um projeto mais sólido, que ainda não sei se vai ser um EP ou um novo álbum. Estou num momento muito especial de encontro com minhas referências e ressignificando minha sonoridade, então tenho preparado um caminho de mudanças boas e significativas na minha carreira.

35) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Lívia Mendes: [email protected]

| https://web.facebook.com/livia.f.mendes

| https://web.facebook.com/liviamendesmusic

| https://www.instagram.com/livimendes

“Morada”: https://open.spotify.com/album/0fBRMHWP2zz5TA5x6GeHiH?si=KRBs3xUtSzWM1VeBmPN7Rg&dl_branch=1

https://www.palcomp3.com.br/liviamendes/album/254965

Canal: https://www.youtube.com/user/mendeslivi

“Morada” – Lívia Mendes: https://www.youtube.com/watch?v=8uGXdEr-ZLE

CIDADE CINZA – LÍVIA MENDES (Web-Lyric-Vídeo): https://www.youtube.com/watch?v=xOYale-7sxY

Playlista Passarinhar (2019): https://www.youtube.com/watch?v=BzuRAK5RcLc&list=PLgxdQ-sNKzX3eekJv1dFhJaMgPMz9WFnf

Playlista – EP: https://www.youtube.com/watch?v=AVx1FLl86ng&list=PLgxdQ-sNKzX03kKF8BKkA2JQsg7iWzgO9

Playlist Acústico na Sala: https://www.youtube.com/watch?v=506B0YDgngo&list=PLgxdQ-sNKzX1-PBcz8-RSIF1Lxp4BhSHq

Playlist Canta Pará ao Vivo: https://www.youtube.com/watch?v=QoTb0YwwJVI&list=PLgxdQ-sNKzX1crpAmoEXCBkowB24pjTSd


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.