kNomoh

kNomoh

Uma das fundações dos Sistemas de Som de Reggae Music de São Paulo, Quilombo HiFi, tem como data de fundação 16 de outubro de 2007.

Consiste na simplicidade de realizar apresentações musicais no formato vinil, dos grandes gênios da música caribenha, constituído por construções fiéis a cultura desde as caixas de som até seus periféricos de forma artesanal e analógica, munidos de um arsenal musical de todas as épocas para qualquer público em qualquer local apresentar o gênero da música de maior aceitação no planeta, Reggae.

Formado por kNomoh, Idren, Go, Will, Nobru em 14 anos são inúmeros os locais onde nos apresentamos, desde bairros, comunidades, eventos comemorativos entre outros. Quilombo HiFi também capitania diversos projetos voltados a produção musical e ocupações de espaços públicos, entre as associações fundadas e capitaneadas por nossa equipe estão os projetos de junções itinerantes Blackstar inity, Ocupasound, Dancehall no Morro e as festas Skanking, Step It Up, La Revenge, Bass Conscious, Hifire, Hifya sessions, sua ferramenta de produção o Hifya Studios já lançou diversas produções com artistas nacionais e internacionais de todas as partes do país e do mundo , também sediando espaço para produção de diversos.

Quilombo também promoveu algumas atrações internacionais que passaram aqui pelo Brasil nos últimos anos, entre elas Jah Shaka, Ubrown, Johnny Osbourne, Carlton Livingstone, entre outros. Quilombo HiFi formado por KNomoh, Idre, Esbomgaroto, Nobru Sailor, Jah Will.

Segue abaixo entrevista com kNomoh Adisa Odéolowo do estúdio HIFYA para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 02.04.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

kNomoh do estúdio HIFYA: Nasci no dia 14.12.1983 em Osasco – SP. Não gosto do nome europeu e uso meu nome em Iorubá: kNomoh Adisa Odéolowo.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

kNomoh do estúdio HIFYA: Meu pai (Mario Gregório Filho) era percussionista, logo eu juntava cinzeiro, agulha de tricô e transformava em Tamborim. Mãe (Nair Nair Rodrigues Gregório) acordeonista, sanfoneira braba.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: Sou historiador. E na música sou autodidata.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

kNomoh do estúdio HIFYA: Sempre gostei de tudo, nada específico, mas me lembro bastante de meu pai ouvir Cartola, Ray Conniff, Núbia Lafayette, Curtis Mayfield, Beatles, Roberto Carlos, Tim Maia até Bob Marley.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira profissional?

kNomoh do estúdio HIFYA: Existem coisas que a gente não pode chamar de profissional, mas estamos nos profissionalizando. Acho que até quando eu tocava por aí hardcore em troca de pinga eu já estava no processo de profissionalização. Não sei dizer hoje se sou profissional, tantos profissionais aí que eu não gostaria de ser (risos).

06) RM: Quantos CDs lançados?

kNomoh do estúdio HIFYA: Eu, Knomoh, tenho dois autorais, cantando e executando todos instrumentais e produções. E tenho mais de 100 lançamentos de reggae, dancehall e afins produzidos por mim ou com meu envolvimento nas produções entre álbuns, EPs, singles, coletâneas e afins.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: É como minha vida, segue o fluxo.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

kNomoh do estúdio HIFYA: Não.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

kNomoh do estúdio HIFYA: A maioria dos cantores se formos limitar nosso assunto no Reggae, não exercem estudos profundos sobre técnica vocal e afins. Somos pobres, pretos, isso se não vem da Igreja, vem da rua. Na Jamaica ainda tem o fator de estudar música na escola, mas uma parte nem ao menos ler sabem, então é uma coisa que vai da ancestralidade a vivência cotidiana. Uma técnica auditiva e oral, estudo de campo real, não depende de uma instituição ou livro se quer.

10) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

kNomoh do estúdio HIFYA: Hoje: Jah9, Koffee, Chronixx, Leandro Kintê, Ras Ital, Likkle Jota, Shirley CVA, Laylah Arruda, Emceele… Sacanagem essa pergunta, eu me complico com meus amigos (risos).

11) RM: Como é o seu processo de compor?

kNomoh do estúdio HIFYA: Às vezes eu sento diante dos instrumentos e do setup do estúdio e flui um instrumental e afins. Às vezes surge uma letra com melodia na mente, gravo no celular onde eu estiver para não esquecer e vou para o estúdio materializar. Com nossos amigos artistas, geralmente componho o riddim (base instrumental) e eles vem com suas mensagens que são arranjadas e mixadas de acordo com o desejável entre as partes.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

kNomoh do estúdio HIFYA: Minhas filhas, quando estou com elas meu processador criativo salta nas alturas.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

kNomoh do estúdio HIFYA: Nos meus instrumentais, muita gente. Quase todos artistas envolvidos com a Cultura Sound System.

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

kNomoh do estúdio HIFYA: O prol é que você nada na sua piscina no calor, seja de plástico ou alvenaria. O ruim é que não conseguimos atingir a projeção devida que nossa arte merece. Não é simplesmente passar numa estrada, é pavimenta-la e para ficar rico e ganhar dinheiro com a música, você vira produto, ou cria um que venda. No reggae isso é milhares de vezes mais difícil, pois o nicho de público fidelizado é mínimo.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

kNomoh do estúdio HIFYA: Somos uma instituição cultural e artística, uma produtora de vídeo 2stop filmes, um estúdio de gravação e um selo Hifya studio, um sound system da fundação na cidade, o Quilombo HiFi, com uma equipe paralela, Dancehall no Morro. Promovemos grandes eventos acho que estamos onde deveríamos estar, precisamos de mais força e interesse no consumo da nossa marca, apenas.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

kNomoh do estúdio HIFYA: A manipulação dos processos na internet é desigual com pequenas empresas, limita ou expande sua participação adequada dentro dela. É necessário muito dinheiro para fazer barulho nesse espaço.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

kNomoh do estúdio HIFYA: Não há desvantagens em caminhos abertos.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: Fazemos a diferença e somos naturalmente diferenciados quando fazemos algo que é ao mesmo tempo inovador e também é arcaico.

19) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

kNomoh do estúdio HIFYA: No brasil, banda Filhos da Terra de São Paulo é um bom exemplo, banda de quase 20 anos de estrada no respeito, Leões de Israel tem um trabalho incrível também. Temos Oriundos do Sound, Monkey Jhayam, Laylah Arruda, como já citei, mais jovens também Emceele, tem Sammy Bee que é nova nos sounds e tem talento demais.

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

kNomoh do estúdio HIFYA: Para quem trabalha com Sound System na rua, chuva é sempre um episódio atípico, já passamos poucas e boas com isso (risos), vou nem conseguir lembrar de uma dentre tantas.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: A vinda de senhores que fizeram história do reggae para cantar nos sounds é sempre momento foda. Em banda também. O que me deixa triste é a dificuldade financeira que temos de trazer à tona a musicalidade oculta que há nas quebradas. E, tem muito artista bom que eu gostaria de fazer o mundo ouvir, mas é um caminho de pedras. Resta nosso Sound System como veículo disso.

22) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: Ame mais a música do que o que ela poderá lhe dar, mesmo sabendo que ela lhe dará amor também. Música tem reciprocidade abstrata, nem sempre financeira.

23) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: Excelente veículo de ganhos para nossa empresa e um veículo importante para divulgação do nosso meio cultural.

24) RM: Como você analisa o cenário do reggae no Brasil. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

kNomoh do estúdio HIFYA: Um cenário complicado, dividido de várias formas. Mas coisas andam com a autonomia, cada um faz o seu e olha para frente que vai dar certo. Todos os dias revelam artistas de poder, como eu disse, isso vem de antes, muito antes. Na real quando se fala de reggae e cenário, se fala de algo mais cultural, estruturado e baseado na qualidade. Isso nunca foi o forte em muitos lugares fora da Jamaica, mas pelo pouco que pesquiso as coisas estão de desenvolvendo, mas quase sempre longe da sua especialidade. Muitas bandas de reggae, artistas de reggae não procuram especialistas em reggae estes estão em meio aos Sound System, assim como muitas promotoras e produtoras de reggae e Sound System não investem em bandas. Isso atrasa processos.

25) RM: Você é Rastafári?

kNomoh do estúdio HIFYA: Tenho plena simpatia e amor, grande conhecimento de causa, cultura e atitude. Mas sou preto pan-africanista antes e religiosamente tenho a que acolhe minha origem ancestral, o candomblé.

26) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

kNomoh do estúdio HIFYA: Pode ser que sim, pode ser que não. Adeptos não nascem adeptos. E quem tem voz para dizer a respeito da propriedade verdadeira do reggae criou um legado, isso ainda se passa pros filhos, eles é quem podem definir a verdade. A verdade é o resultado do que o reggae pode contribuir e construir pros que descendem desse legado. Se falarmos de música reggae e rastafári no mesmo assunto perderemos a essência do assunto, pois o reggae também gira do empreendimento, do dinheiro, da riqueza. Óbvio que existem pontos que desvinculam diretamente o verdadeiro do falso, está no caráter, não na religiosidade de quem faz essa música.

27) RM: Na sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

kNomoh do estúdio HIFYA: Embranquecimento e expropriação cultural.

28) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: Sim, está na nossa alma. Vem de antes de nós.

29) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

kNomoh do estúdio HIFYA: Nada contra o Festival de Música, contanto que tem um corner com um Sound system participando (risos).

30) RM: Festivais de Música revelam novos talentos?

kNomoh do estúdio HIFYA: Talvez o Festival de música releve um talento.

31) RM: Quais os pros e contras de se apresentar com o formato Sound System?

kNomoh do estúdio HIFYA: Todos os prós, o problema é ter um aparelho cultural desses ainda sofrendo repressão da polícia, não agora, pois estamos a um ano parado desde o início da pandemia do Covid-19, mas sempre é um problema maior que solução.

32) RM: Quais as diferenças de se apresentar com banda em relação ao formato com Sound System?

kNomoh do estúdio HIFYA: Palco, tempo de apresentação, direcionamento.

33) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira de produtora de áudio?

kNomoh do estúdio HIFYA: Em 2000/2001.

34) RM: Cite alguns CDs que você atuou como produtora de áudio?

kNomoh do estúdio HIFYA: Ioruba Nation em 2016. Cagebe – O vilarejo em 2011. Emceele – Dancehall Ep em 2016. Filhos da Terra o álbum “Amanhecer” em 2012.

35) RM: Em qual etapa da produção de um álbum musical ocorre o processo de edição?

kNomoh do estúdio HIFYA: Editar um som é o processo inicial pós gravação e pré mixagem, como num vídeo, se tira o que não serviu e apenas, enfim editado.

36) RM: O editor pode cuidar de criação de som, caso algum som não tenha sido gravado por esquecimento ou falha técnica?

kNomoh do estúdio HIFYA: Quem cuida da criação geralmente é um conjunto, composto por produtor e os músicos, por hora um músico aparece com o conteúdo que vai ser desenvolvido. Dificilmente o produtor vai esquecer ou deixar esquecer algo dentro desse processo.

37) RM: Hoje é importante que toda a música esteja sincronizada no tempo musical tendo como referência o metrônomo?

kNomoh do estúdio HIFYA: Não, ouçam Sun Ra.

38) RM: Hoje ainda se grava música com o tempo/pulso dos compassos mais livre e solto?

kNomoh do estúdio HIFYA: Sim, porém depende. É necessário ou não.

39) RM: Qual é a maior dificuldade de se afinar a voz e instrumento musical artificialmente usando softwares de correção de afinação?

kNomoh do estúdio HIFYA: Não há dificuldade. Mas muitas vezes pode comprometer a naturalidade e fluidez do trabalho.

40) RM: É permitido ao editor de áudio, através de seu conhecimento musical, criar caminhos diferentes de afinações de vozes ou instrumentos a partir de uma nota que foi gravada. Um cantor emitiu a nota Do, mas o editor percebeu que harmonicamente um Ré soaria melhor. O editor de áudio tem liberdade para fazer essa mudança ou tem que consultar outros músicos ou maestros envolvidos na produção?

kNomoh do estúdio HIFYA: Não só permitido como o correto.

41) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio) para os músicos?

kNomoh do estúdio HIFYA: Tecnologia é progresso, abertura de caminhos. Caminhos abertos não tem desvantagens.

42) RM: Quais as principais diferenças e semelhanças da gravação de música no passado e no presente?

kNomoh do estúdio HIFYA: Som analógico ainda é muito melhor para os ouvidos que digital.

43) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram no processo de gravação de música?

kNomoh do estúdio HIFYA: Perder e ter que recomeçar tudo (risos).

44) RM: Qual a postura ideal do músico e cantor (a) na hora da gravação?

kNomoh do estúdio HIFYA: Tranquilidade, concentração, respiração.

45) RM: Quais os instrumentos mais complexos para captar na gravação?

kNomoh do estúdio HIFYA: A Bateria.

46) RM: Existe uma sala específica para captação de voz?

kNomoh do estúdio HIFYA: Eu não creio, necessário silêncio e boa dispersão sonora.

47) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira de produtor musical?

kNomoh do estúdio HIFYA: Estude bastante.

48) RM: A melhor mixagem dependente diretamente da boa captação da gravação?

kNomoh do estúdio HIFYA: Conjunto de fatores, também depende muito da criatividade e audição de quem faz a mixagem.

49) RM: Existe a masterização da música para uso nas plataformas digitais e para gravação de um CD físico?

kNomoh do estúdio HIFYA: Não faço mais uso de CDs, mas sim existe uma certa especificidade.

50) RM: Quais os prós e contras do uso de VST e VSTi pelo editor de áudio?

kNomoh do estúdio HIFYA: Prefiro RTAS (Real Time AudioSuite), mas gosto de uns VST também (risos).

51) RM: O que é mais importante é o tamanho do estúdio ou o conhecimento do editor de áudio?

kNomoh do estúdio HIFYA: Tecnologia mais conhecimento de campo é a maior importância.

52) RM: Apresente o Quilombo HiFi.

kNomoh do estúdio HIFYA: Esbomgaroto, Nobru Sailor, Jah Will.

53) RM: Quais os seus projetos futuros?

kNomoh do estúdio HIFYA: Acabo de inaugurar o novo estúdio HIFYA, aguardando esse momento de pandemia do Covid-19 passar, para podermos voltar a colocar a Sonora Quilombola para tocar por aí. Que passe logo…

54) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

kNomoh do estúdio HIFYA: (11) 93235 – 6631 | [email protected]

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Canal HIFYA Studio: https://www.youtube.com/channel/UCyqrT5_Zw9GygzaTm0_BdDQ

Jah kNomoh Mixing Monkey Jhayam – Fome: https://www.youtube.com/watch?v=7x0guxK8zFo

Jah kNomoh mixing , Reminder dub and Peppa Steppa: https://www.youtube.com/watch?v=2IzfOdUbzEk

Popularidade – Likkle Jota featuring Jah Knomoh & Michel Irie · Likkle Jota · Michel Irie: https://www.youtube.com/watch?v=_oA5UX4OWAE

CONVERSA COM: KNomoh Produtor Musical – Trajetória na Música, Dificuldades &Conscientização: https://www.youtube.com/watch?v=k6hDzFfBbhc

Quilombo Hi Fi inna Serralheria: https://www.youtube.com/watch?v=khcvgITJwOo

Jah kNomoh & Likkle Jota – Iorubá Nation [2016]: https://www.youtube.com/watch?v=sEbNZfwRtn4

Jah kNomoh (Quilombo HiFi) – Dub Against Politriks [2010]:https://www.youtube.com/watch?v=o4IenhG8spk

OcupaSound – BlackStar Inity – Cidade Tiradentes – Monkey Jhayam: https://www.youtube.com/watch?v=Kbpe1TiINxE

BlackStar Inity – Virada Cultural 2012 – Making Of – SoundSystem RASFilms: https://www.youtube.com/watch?v=KVi2bdcwUL4


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.