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Categorias: Entrevistas

Giovanna Gullotto


Nascida na capital paulista no final dos anos 90, Giovanna Gullotto dedica seu tempo à música, compondo, produzindo e gravando, desde os 14 anos de idade, quando entrou em estúdio pela primeira vez.

Eclética, a artista tem referências musicais baseadas em nomes internacionais como Elton John, Colbie Caillat, e em nomes contemporâneos da música brasileira, como Melim e Roupa Nova. Especializada em piano, Giovanna sempre seguiu carreira solo, sendo que suas músicas são totalmente autorais, com letras que transmitem suas verdades e sentimentos.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Giovanna Gullotto para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 11.10.2021:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Giovanna Gullotto: Nasci no dia 02 de janeiro de 1997, em São Paulo – SP.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Giovanna Gullotto: Sempre gostei de música. Mas me lembro que quando criança, eu via um violão em casa e tinha vontade de tocar. Meu tio é professor de violão e dava aula para minha mãe. Por despertar interesse, comecei a fazer aulas com ele, depois fui estudando outros instrumentos também.

03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Giovanna Gullotto: Eu sempre fui muito curiosa e gostava de fuçar diversos instrumentos, todos me encantam. Mas decidi cursar Piano Popular, sou formada pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul – SP.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Giovanna Gullotto: Tenho um gosto muito eclético, mesmo. Ouço de tudo, Rock, Sertanejo, Forró, Pop, MPB, Gospel. A música que eu gosto é aquela que eu consigo me conectar, não consigo definir um gênero específico. Tem dias que eu estou mais a fim de ouvir um gênero, dias que prefiro outro. Mas tudo o que eu ouço ou que já ouvi, são responsáveis pelo meu som hoje. Então, mesmo que eu não escute mais algumas coisas, não posso falar que não tem importância. Muito pelo contrário, quando ouço o pop rock dos anos 2000, por exemplo, dá muita saudade e muitas vezes me vejo colocando uma “pitada” disso nas minhas músicas.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Giovanna Gullotto: Quando eu tinha 12 anos de idade (2009), eu fazia um curso de inglês e eles queriam fazer uma apresentação com alunos que tocavam, somente músicas em inglês. Essa foi a minha primeira apresentação em público, eu já gostava de música, fiquei encantada com tudo. Até com os ensaios, porque aconteciam em estúdios de música, e eu nunca tinha tido essa experiência de tocar com os instrumentos plugados, com banda, e etc. Eu nunca mais parei.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Giovanna Gullotto: Sempre tive o costume de lançar singles. Em 2020, dei início ao lançamento do meu primeiro álbum acústico, com seis músicas autorais: “Não Tem Erro”, “Como Ver o Sol”, “Deja Vu”, “Promete”, “Preciso Te Ver”, “Dentro do Seu Abraço”.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Giovanna Gullotto: Acho que definiria como um Pop Romântico. Hoje em dia os estilos musicais estão bem misturados, e como sou muito eclética, gosto disso. O pop permite esse mix de gêneros musicais.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Giovanna Gullotto: Sim, estudo técnica vocal até hoje.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Giovanna Gullotto: O estudo da técnica vocal é infinito, assim como tudo que envolve música. É como fazer academia, você tem que exercitar sempre se não, uma hora perde a força e o condicionamento. Percebo muita diferença em relação às minhas primeiras gravações. A voz amadurece, fica mais firme, a gente acaba tendo mais controle. Mas como eu disse, sempre tem o que aprender e desenvolver.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Giovanna Gullotto: Posso citar alguns como Demi Lovato, Pink, Jessie J, Beyoncé, Adele, Renato Viana, Iza, Bruno Boncini e por aí vai.

11) RM: Como é seu processo de compor?

Giovanna Gullotto: Conforme as ideias vão aparecendo, eu procuro registrar. Pego meu celular na hora para gravar e não esquecer. Não tenho o costume de sentar e dizer “agora vou compor”, acontece de forma natural. Às vezes, pego o violão, faço alguns acordes e as ideias vão surgindo.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Giovanna Gullotto: Ainda não tive a oportunidade de compor com alguém, normalmente componho sozinha mesmo.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Giovanna Gullotto: Por enquanto ninguém, mas se alguém se interessar ficaria muito feliz.

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Giovanna Gullotto: Os prós é que você acaba aprendendo coisas que, se você tivesse uma equipe, não saberia porque iriam resolver por você, não que isso seja ruim, mas é bom para termos independência também. Hoje eu tenho uma ideia de como gravar a minha própria música, como captar o som, como manusear um software de áudio, como editar, entendo um pouco de equipamento, o mínimo de marketing para divulgar e subir minhas músicas para as plataformas. Estou sempre estudando e procurando maneiras de espalhar o meu trabalho para as pessoas. A parte ruim é que você acaba se sobrecarregando. O tempo que eu poderia gastar gravando um vídeo novo ou compondo uma música nova, acabo gastando com outras tarefas como divulgação, edições de trabalhos, por exemplo. Você fica dividida entre a parte administrativa e criativa.

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Giovanna Gullotto: Procuro roteirizar tudo o que vou fazer, antes de mostrar para as pessoas. Isso foi uma coisa que aprendi com os meus próprios erros. Preparar todo o projeto, roteirizar e desenvolver. Ter o pré e pós bem alinhados, para só depois começar a divulgar. Acho que isso evita possíveis imprevistos.

16) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Giovanna Gullotto: Acredito que estar presente é fundamental. Existe muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e nós temos acesso a isso na palma de nossas mãos, então procuro sempre estar lançando coisas diferentes, seja autoral ou cover, para não cair no esquecimento. Procuro me rodear de pessoas confiáveis, que possam me ajudar a espalhar o trabalho e que tenham vontade de crescer junto.

17) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Giovanna Gullotto: Meu trabalho sempre foi mais focado na internet, então acho que sempre ajuda, é a melhor forma de alcançar as pessoas. Mas ao mesmo tempo é muita competitividade, não só na música, mas em diversos outros setores. Hoje todo mundo está na internet, então pra você ser ouvido sendo uma artista nova é um pouco mais difícil.

18) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Giovanna Gullotto: Particularmente, eu vejo como uma boa vantagem. Como artista independente, a gente sabe que não é fácil produzir um trabalho de qualidade sempre. Envolve muitas coisas, principalmente o investimento. Eu optei por ficar um tempo sem produzir nada, montar um home studio e fazer um curso simples que me possibilitasse gravar as minhas coisas com mais qualidade. É claro que não substitui a qualidade que se tem gravando em um estúdio com uma sala própria para isso. Meus últimos trabalhos foram gravados assim, e eu gostei bastante. Pude refazer quantas vezes eu quisesse, me senti com mais liberdade. É melhor fazer com pouco e conseguir manter os trabalhos, do que fazer só um e não conseguir fazer mais. O investimento não para ao fim de uma gravação, você gasta mais com a divulgação, por exemplo. Então, é melhor poupar um lado, para conseguir manter o outro.

19) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Giovanna Gullotto: É verdade, hoje o mercado é muito mais competitivo. Eu estou sempre procurando melhorar como artista, acho que o fato de eu me cobrar muito e nunca achar que está bom o suficiente e que posso mostrar mais, é um diferencial. Além de cantar coisas que eu acredito, acho que isso me ajuda a colocar mais verdade nos meus trabalhos.

20) RM: Como você analisa o cenário da Música Popular Brasileira. Em sua opinião quais foram às revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Giovanna Gullotto: Acredito que existe muita, muita gente boa mesmo. Mas estamos tão acostumados a ouvir uma coisa só, que às vezes a gente acaba sendo um pouco preconceituoso com o novo, e deixamos de enxergar que existem muitos talentos por aí. Posso dizer isso com propriedade, porque eu tive e tenho o prazer de trabalhar com educação musical e tenho contato diariamente com alunos incríveis. Eu penso: “na idade deles eu não fazia isso”. Sobre revelações, sou um pouco suspeita em citar esse artista porque sou fã de verdade, que é o Luan Santana. Não só pela maioria das músicas, mas, como ele lida com a carreira. Hoje, mesmo quem não gosta do estilo musical dele, ou qualquer outra coisa, acaba admirando-o como artista. Permanecer com a carreira no topo sempre, trazendo novidades, espetáculos nos shows, é uma algo de se admirar mesmo. Já tive o prazer de ir aos shows do Luan, e posso dizer que não é qualquer show. É um espetáculo, você sai da realidade por um instante.

21) RM: Qual ou quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Giovanna Gullotto: Admiro muitos artistas e muitos músicos também. Nem todo artista é músico propriamente, mas se eu pudesse citar um, diria Michael Jackson. Além de um ótimo artista, músico, dançarino e tudo o mais que ele mostrava nos shows, ele era muito exigente e perfeccionista. Levava muito a sério o que fazia. Engrandecia o trabalho dele, mostrando que música é um trabalho sério como qualquer outro, que deve ser respeitado, e deve ser feito direito. Não é de qualquer jeito, e não é só diversão.

22) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Giovanna Gullotto: Sempre acontece alguma coisa né? (risos). Acho que a qualidade do som sempre é um mistério nos eventos e a nossa segurança também, quando o local não é apropriado aquele choque de microfone enquanto está cantando é um clássico. Acho que pelo ao menos uma vez na vida, o artista passa por isso (risos). E algumas situações chatas também, como contratarem você para um evento, você ensaiar, preparar o show e na hora é cancelado. E uma terceira, que toda vez que eu lembro fico com vergonha, mas acontece. Estava cantando uma música em um evento e do nada, eu me engasguei e saiu uma palavra desconfigurada na letra da música, quando me dei conta não conseguia parar de rir e fiquei tentando retomar, mas foi impossível. A música acabou e eu ainda estava rindo, foi difícil disfarçar, com certeza o pessoal percebeu.

23) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Giovanna Gullotto: Trabalhar com o que eu amo fazer me deixa muito feliz. Ver que, apesar de não ser famosa, as pessoas que me conhecem já me associam ao meu trabalho, já sabem o que eu faço e acho que isso é um reconhecimento que eu sempre quis ter. Ninguém mais faz aquela famosa pergunta “você trabalha com o que?” Quem me conhece, acompanha, sabe e respeita. Do outro lado, é triste que os projetos sejam muito passageiros, acho que antigamente quando um artista lançava um trabalho, ele conseguia manter por anos e anos, assim como acontece com as bandas clássicas do rock. Hoje, pra música “viralizar” você precisa falar de algo do momento, que atinge o pessoal na hora, mas dali a pouco já não faz mais sentido porque as coisas passam muito rápido, e não vão mais lembrar desse trabalho quando o assunto não estiver em alta. Além de que é preciso lançar música nova o tempo todo. Acredito que isso não eterniza mais os artistas como antigamente.

24) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Giovanna Gullotto: Eu não acredito muito em dom musical, acho sim que existem pessoas que nascem com mais facilidade do que outras, com uma sensibilidade maior para a música, por exemplo. Mas nada substitui o estudo, se alguém nasce com essa facilidade e não a desenvolve, acaba sendo inferior àquele que não tem tanta habilidade assim, e se esforça para aprender. Acredito mais na dedicação, no que no dom.

25) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Giovanna Gullotto: Acho que improvisar é o mesmo que saber dialogar sobre determinado assunto. Dominar primeiro, e depois desenvolver as suas próprias ideias sobre o tema.

26) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Giovanna Gullotto: Um pouco dos dois. Para improvisar você precisa ter um estudo prévio antes, saber o que pode ou não usar, conhecer o tema.  É preciso entender a linguagem, se não vira um amontoado de notas sobrepostas sem sentido. O improviso não deixa de ser uma conversa, é como contar uma história, então é preciso saber do assunto para dialogar, mesmo que você não saiba a ordem das palavras que irá dizer durante o discurso. Com a prática, torna-se mais natural. O improviso acontece no momento que você usa notas que não estavam escritas, e o estudo é válido para saber quais notas são essas.

27) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Giovanna Gullotto: Acredito que o melhor método seja aquele que faça o aluno entender sobre o assunto na prática. Como uma eterna estudante de música posso dizer que, mais do que dominar teorias, você precisa praticar. Procurar alguém que não vá segurar o conteúdo, que tenha prazer em ver que você aprendeu.

28) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Giovanna Gullotto: Quando estudei, os métodos sempre foram muito quadrados, sabe? A harmonia que se usava há “milianos”. Acho que seria mais interessante estudar harmonia aplicada ao repertório, sem tantos exercícios tradicionais, e sem se preocupar com a estética de antigamente. Às vezes as pessoas desistem por isso, não veem utilidade, não sabem como usar toda aquela teoria.

29) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Giovanna Gullotto: Acredito que sim, se um dia as músicas fizerem sucesso na internet pode ser que as rádios não tenham muita saída. Já tive contato com alguns radialistas, e já ouvi isso algumas vezes.

30) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Giovanna Gullotto: Que o “não” já temos, temos que buscar o “sim”. Repito isso pra mim todos os dias, inclusive.

31) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Giovanna Gullotto: Acho que Festival de Música só tem a acrescentar. É uma experiência e uma oportunidade de divulgar o trabalho.

32) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Giovanna Gullotto: Com certeza sim. Sempre há possibilidade de conhecer outras pessoas em Festival de Música, ao mesmo tempo que você apresenta o seu trabalho a um novo público. Possibilidades de parcerias com outros artistas, de collabs, acho bem vantajoso.

33) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Giovanna Gullotto: Acredito que há espaço para todo tipo de música hoje, raramente as pessoas ouvem um único estilo. E isso deve-se muito a mídia no geral, ainda que alguns gêneros musicais estejam mais em alta do que outros, acredito que as pessoas buscam por coisas diferentes e esse mix de estilos é esse “NOVO”, que na verdade rotula-se cada vez menos. É o novo Pop, Pop eletrônico, Popnejo, Pop romântico, Pop acústico, e por aí vai.

34) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Giovanna Gullotto: Para aqueles que não vivem, necessariamente, de música e só querem mostrar o trabalho ou sentem necessidade de se apresentar para ganhar experiência, pode ser uma boa opção o Bar. No caso daqueles que dependem financeiramente de shows em barzinhos, não vejo como um bom negócio.

35) RM: Quais os seus projetos futuros?

Giovanna Gullotto: Pretendo lançar um álbum um pouco diferente, mostrando meu lado mais pianista.

36) RM: Quais seus contatos para o show e para os fãs?

Giovanna Gullotto: https://web.facebook.com/aGiovannaGullotto

| https://www.instagram.com/giovannagullotto 

Matheus Luzi – Assessoria de Imprensa – Agência Assessart:

assessart@gmail.com  | matheusluzioficial@gmail.com | (18) 99621 – 0534

DVD – Acústico: https://open.spotify.com/playlist/2bWrLLJnn0l5ZESkszvi1d?si=ZbYT0LfeQlWVj6pFfeHYmA&utm_source=copy-link&dl_branch=1&nd=1 

Canal de Giovanna Gullotto: https://www.youtube.com/user/tudohtudoh 

Playlist DVD de Giovanna Gullotto: https://www.youtube.com/watch?v=-_SDlf_nzBM&list=PLXlEYxzKMbTq9Xf8rOlIiYLGi1b2XX-Xj


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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