Banda Bicho de Pé

Banda Bicho de Pé

A estreia da banda aconteceu em show na Roma Danças, na capital paulista em novembro de 1998. Rapidamente a banda caiu no gosto dos apreciadores do Forró, passando a ser divulgada de boca-a-boca na região de Pinheiros e Vila Madalena, e em menos de um ano já estavam lotando shows.

O nome Bicho-de-pé surgiu quando os componentes se reuniram para escolher nome da banda. No relato de cada um, descobriram que todos haviam estado em Itaúnas, praia do Espírito Santo conhecida por seu circuito de forró, voltando para São Paulo com bicho-de-pé, com isso surgiu o nome adotado.

A banda continuou fazendo apresentações no circuito de Forró de São Paulo e tocando na Rádio Capital, no programa “São Paulo capital nordeste” apresentado pelo radialista Assis Ângelo. No início foram apadrinhados e incentivados por Miltinho Edilberto e Trio Virgulino.

Em seu começo, a banda apresentava um repertório eclético, misturando influências de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Elba Ramalho, Alceu Valença até Zeca Baleiro, Chico Science, Lenine, Chico César, Raul Seixas, Os Mutantes, Hermeto Pascoal, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Bandas como O Rappa, Legião Urbana, Cássia Eller.

Em 2000 gravou o primeiro CD demo, de forma independente, para divulgação nas casas de shows com, entre outras, as músicas “Nosso Xote”, “Conselho aos Meninos”, “Será?”, “Nas Nuvens”, de Janayna Pereira. Nesse ano participaram da coletânea de “Forró Universitário” da Paradoxx Music com três faixas, com grande repercussão, o que abriu para a banda as portas da gravadora Paradoxx.

Em 2001 a banda gravou o primeiro CD, “Com o Pé nas Nuvens”, lançado pela Paradoxx e que bateu a marca de 300 mil cópias vendidas. Nesse disco destacou-se a “Nosso Xote”. Estão presentes também as músicas “Será?”, “Conselho aos meninos”, “Nas nuvens”, de Janayna Pereira; “Anjo tentador”, “Anjo de guarda noturno”, de Miltinho Edilberto; “Doce mel”, de Carlinhos Axé, Enok Virgulino e José Ronaldo; “Asas”, de Tato Cruz; “Jangadeiro”, de Mestra Virgínia; “Neblina da paixão”, de Nana de Nazaré; “ABC do sertão”, de Luiz Gonzaga e Zé Dantas e a instrumental “Fora do ar”, de Janayna Pereira, além do pot-pourri de “Ando meio desligado”, de Arnaldo Dias Baptista, Rita Lee, Sérgio Dias e “Ovelha negra”, de Rita Lee.

Em 2008 a banda lançou seu segundo disco, o CD “Que seja”, pelo selo Cooperativa/Tratore. Nesse disco são interpretados xotes e côcos de autoria da dupla Janayna Pereira e Potiguara Menezes, como “Eu e você”, “No escurinho”, “Fala amor” e “Talvez”. O disco conta com as participações especiais da dupla Castanha e Caju na embolada “Com que roupa”, de Janayna Pereira, Dominguinhos na interpretação das faixas “Sanfona sentida”, de Dominguinhos, e “Algodão”, de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, Miltinho Edilberto na “Não há nada igual ao forró”, e o ator Paulo César Pereio que fez uma declamação em castelhano na música “Solidão”. Também foram interpretadas no CD, as músicas “Candeeiro encantado”, de Lenine e Paulo Cesar Pinheiro, e “Rockixe”, de Raul Seixas e Paulo Coelho. Ainda no mesmo ano, o grupo gravou ao vivo o primeiro DVD, em show em Brasília que contou com a participação de Chico César.

Em 2009, completando 10 anos de trajetória, lançaram o DVD duplo “Bicho de pé 10 anos“. Em 2012 gravaram DVD em homenagem ao centenário do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante a carreira fizeram turnês pelos Estados Unidos e pela Europa divulgando seu trabalho em países como Suíça, Alemanha, Holanda, Bélgica, Portugal, França, Itália, Finlândia, Rússia, Espanha, Áustria, Inglaterra; participaram dos programas ao vivo em rede nacional, como SuperStar, Encontro com Fátima Bernardes, Bem Brasil, Ensaio, Sr. Brasil, Mosaico (em homenagem a Luiz Gonzaga), Domingo Espetacular, Metrópoles, Programa Hebe, Programa Raul Gil, Programa Livre, Programa do Ratinho e cantaram ao lado de artistas como Elba Ramalho, Dominguinhos, Chico César, Caju e Castanha, Miltinho Edilberto, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Toni Garrido, Geraldo Azevedo, Maria Gadú, Luiza Possi, Bruna Caram, Genival Lacerda.

Em 2017 Carla Casarim substitui Janayna Pereira. Posteriormente, a banda fez turnês pela Europa e lançou clipes e singles: “Deu Bom” (2018), “Vambora” (2018), “Vai Chegar” (2019), “Menino dos Olhos Brilhantes” (2019), “Anarriê” (2020). Em 23 anos de muito Forró a banda Bicho de Pé compõe e toca música regional brasileira dançante do norte e nordeste, como xote, baião, samba, forró, xaxado, arrasta-pé. Já tocou com grandes nomes da música brasileira como: Dominguinhos, Elba Ramalho, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Fagner, Zeca Baleiro, Geraldo Azevedo, Maria Gadú, Luiza Possi, entre outros. A “Nosso Xote”, sendo em 2001, uma das músicas mais tocadas nas rádios e televisões do Brasil. A banda já realizou 10 turnês internacionais pela Europa e EUA. Já divulgaram seu trabalho na Suíça, Alemanha, Holanda, Bélgica, Portugal, França, Itália, Finlândia, Rússia, Espanha, Áustria, Inglaterra e EUA.

Segue abaixo entrevista exclusiva com a banda Bicho de Pé para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 17.07.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a data de nascimento e cidade natal dos fundadores da banda Bicho de Pé?

Banda Bicho de Pé: A banda Bicho de Pé foi fundada em outubro de 1998 em São Paulo. Formação atual Carla Casarim (voz) nasceu no dia 04.08.1986 em Londrina – PR, Luiz Cláudio (guitarra e cavaco) nasceu dia 05.01.1983 em São Paulo – SP, Daniel Teixeira (contrabaixo e produção) nasceu no dia 24.02.1978 em São Paulo – SP, Clayton Gama (acordeon) nasceu no dia 17.02.1988 em São Paulo – SP, Chica Brother (zabumbatera) nasceu no dia 02.04.1958 em São Paulo – SP, Blec Paulo (percussão) nasceu no dia 15.08.1986 em São Paulo – SP.

02) RM: Conte como foi o primeiro contato com a música dos membros da banda.

Banda Bicho de Pé: A Bicho de Pé foi fundada por Daniel Teixeira e Potiguara Menezes, que frequentavam os bailes de Forró e sempre assistiam Chica Brother e Janayna Pereira, tocarem junto com Miltinho Edilberto.

03) RM: Qual a formação musical e acadêmica fora música dos membros da banda?

Banda Bicho de Pé: Alguns integrantes cursam música em Faculdades como USP, Santa Marcelina, UNICAMP. Outros integrantes estudaram em conservatórios.

04) RM: Quais as influências musicais no passado e no presente dos membros da banda? Quais deixaram de ter importância?

Banda Bicho de Pé: As maiores influências são: Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, João do Vale, Marines, Fagner, Zé Ramalho, Gilberto Gil, entre outros.

05) RM: Quando, como e onde vocês começaram a banda?

Banda Bicho de Pé: Em meados de 1996, Daniel Teixeira montou uma banda de Forró para participar de um festival de música na USP – Universidade de São Paulo. Essa banda amadora, seguiu tocando nos bailes da USP, PUC, MACKENZIE e na Casa de Forró Remelexo. Era o início do movimento “Forró Universitário”. Daniel conheceu Potiguara Menezes, nas Casas de Forró no bairro de Pinheiros e sempre assistiam dois futuros integrantes, Chica Brother e Janayna Pereira, tocarem junto com Miltinho Edilberto. A ideia de montar uma banda com músicos experientes surgiu e montaram a Bicho de Pé em 1998. Ex integrantes: Janayna Pereira, Renato Chica. Atual formação: Carla Casarim (voz), Luiz Cláudio (guitarra e cavaco), Daniel Teixeira (contrabaixo e produção), Clayton Gama (acordeon), Chica Brother (zabumbatera), Blec Paulo (percussão). O nome da banda surgiu quando os componentes se reuniram para escolher o nome da banda e, no relato de cada um, descobriram que todos haviam estado em Itaúnas, praia do Espírito Santo conhecida por seu circuito de Forró, voltando para São Paulo com bicho-de-pé, surgiu daí o nome.

06) RM: Quantos discos lançados?

Banda Bicho de Pé: Estamos lançando no dia 16.07.2021 em todas as plataformas musicais o álbum – “Bicho de Pé – Nossa Calçada”. Em 2001 “Com o Pé nas Nuvens”. Em 2008 “Que Seja”. Em 2009 “Bicho de Pé – 10 Anos (CD/DVD)”. Em 2012 “A vida vai”. Em 2013 “Olhando pra Lua – Tributo a Luiz Gonzaga”. Em 2013 “Olhando pra Lua – tributo a Luiz Gonzaga (CD/DVD)”. Singles: “Anarriê” (2020), “Menino dos Olhos Brilhantes” (2019), “Vai Chegar” (2019), “Deu Bom” (2018), “Vambora” (2018).

Músicas que se destacaram: “Com que roupa” (Janayna Pereira), “Conselho aos meninos” (Janayna Pereira), “Eu e você” (Janayna Pereira e Potiguara Menezes), “Fala amor” (Janayna Pereira e Potiguara Menezes), “Fora do ar” (Janayna Pereira), “Nas nuvens” (Janayna Pereira), “No escurinho” (Janayna Pereira e Potiguara Menezes), “Nosso Xote” (Janayna Pereira), “Será?” (Janayna Pereira), “Talvez” (Janayna Pereira e Potiguara Menezes).

07) RM: Como vocês definem o estilo da banda dentro da cena do Forró?

Banda Bicho de Pé: Uma banda de Forró com influência da Música Brasileira em geral. Tocamos diversos ritmos como: baião, xote, xaxado, carimbó, samba, samba-rock, samba côco, frevo, afro samba, entre outros.

08) RM: Como foi a aceitação da banda pelo público nordestino?

Banda Bicho de Pé: A “Nosso Xote” (Janayna Pereira), fez sucesso no movimento do Forró Universitário, e chegou em terceiro lugar nas rádios e TVs do Brasil, dando uma visibilidade muito grande para a banda no cenário nacional e internacional. Por este motivo, a música chegou nas rádios do Nordeste e teve muito boa aceitação.

09) RM: A Carla estudou ou estuda técnica vocal?

Banda Bicho de Pé: Carla fez pós-graduação em Canção Popular (FASM) e é Graduada em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual de Londrina – PR.

10) RM: Quais as ações empreendedoras que vocês praticam para desenvolvimento da carreira musical?

Banda Bicho de Pé: Este é um trabalho difícil, é necessária muita persistência. Frequentemente criamos diversos projetos musicais para busca de patrocínios em leis de incentivo, projetos para SESC, SESI, empresas, prefeituras, etc.

11) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da carreira musical?

Banda Bicho de Pé: A internet facilita a comunicação direta com o público. Um ponto negativo é que hoje em dia tem um excesso de informação geral nas redes, que dificulta prender a atenção do público por muito tempo. As músicas e produtos ficam ultrapassados em pouquíssimo tempo, e por isso a necessidade de frequentemente produzir conteúdo novo.

12) RM: Como vocês analisam o cenário do Forró? Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Banda Bicho de Pé: O Forró teve seu primeiro momento importante quando Luiz Gonzaga, Dominguinhos e muitos outros artistas tiveram um grande espaço na mídia. Depois disso, como normalmente acontece em todos os segmentos, o Forró deu uma baixa na popularidade. Nos anos 2000 retornou com uma outra roupagem com o início do Forró Universitário, liderado pelas bandas Falamansa, Bicho de Pé, Rastapé, Trio Virgulino, Peixelétrico e outras bandas, que fizeram parte deste movimento. Todas estas bandas continuam atuando no mercado.

13) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (Home Studio)?

Banda Bicho de Pé: O artista fica livre para criar suas obras e já produzir imediatamente, sem precisar de gravadoras ou grandes investimentos para gravar. Desvantagem é que qualquer pessoa pode produzir obras com qualidade ou não e aumenta a concorrência.

14) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo, mas a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que vocês fazem efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Banda Bicho de Pé: Criar músicas, vídeos e conteúdo constantemente, para engajamento com público.

15) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que vocês têm como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Banda Bicho de Pé: Inúmeros, mas citando alguns: Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Chico César.

16) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado, etc.)?

Banda Bicho de Pé: Nos quase 23 anos de carreira da banda, já passamos por todas estas situações citadas na pergunta e muitas outras como atolar ônibus na estrada, avião não decolar por mau tempo, sem equipamento para tocar, sem hotel, alimentação, com muito público, sem nenhum público… Isto faz parte da carreira do artista.

17) RM: O que deixa vocês mais felizes e mais tristes na carreira musical?

Banda Bicho de Pé: Reconhecimento do público, tocar em lugares que as pessoas cantam nossas músicas, ter muitos shows e sempre poder viver da nossa música.

18) RM: Qual a sua opinião sobre o movimento do “Forró Universitário” nos anos 2000?

Banda Bicho de Pé: O Forró Universitário foi um importante movimento para o Forró, que ajudou a diminuir o preconceito de muitas pessoas para com o Forró. Este tão importante pilar da nossa música brasileira.

19) RM: Qual a sua opinião sobre as bandas de Forró das antigas e as atuais do Forró Estilizado?

Banda Bicho de Pé: Muitas pessoas do Forró Pé de Serra, originalmente criado por Luiz Gonzaga, se difere muito do Forró Estilizado, que deveria ter outro nome, mas foi uma evolução, com inclusão de diferentes instrumentos e diferentes levadas de bateria eletrônica ou teclados, que não existiam no Forró Tradicional.

20) RM: Hoje no Sudeste o que mudou na cena do “Forró universitário”?

Banda Bicho de Pé: Poucas Casas de Forró sobreviveram ao movimento cíclico de ritmos e músicas que fazem sucesso, e para piorar, a pandemia do covid-19 fechou as casas que ainda estavam na resistência como Canto da Ema, Remelexo.

21) RM: Quais as casas de show em São Paulo que ainda mantêm a agenda com Forró Tradicional e “Universitário”?

Banda Bicho de Pé: Canto da Ema e Remelexo.

22) RM: Quais as atitudes individuais que permitem manter uma banda por longos anos de carreira?

Banda Bicho de Pé: Dedicação, amor ao trabalho.

23) RM: Vocês acham que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocaram nas rádios?

Banda Bicho de Pé: Nas épocas de gravadoras, o modelo era o pagamento do jabá para as músicas tocar em rádios e TV’s.

24) RM: Qual a opinião da Banda sobre o prestígio do Forró na Europa?

Banda Bicho de Pé: A banda Bicho de Pé iniciou um lindo trabalho na Europa. Conseguimos conectar e ajudar a divulgar o Forró e a nossa música por mais de 12 países em 10 turnês pela Europa.

25) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Banda Bicho de Pé: Hoje em dia o investimento em divulgação precisa ser muito grande para conseguir espaço na grande mídia. Alguns ritmos como Sertanejo, FUNK, POP continuam investindo milhões e dominando o mercado musical.

26) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Banda Bicho de Pé: Fundamental para ajudar a produção de muitos artistas.

27) RM: Quais foram os motivos para a saída da Janayna Pereira da banda Bicho de Pé?

Banda Bicho de Pé: Ela quis seguir carreira solo, estava casada com o Nathanael Souza, acordeonista que conheceu em uma viagem para Portugal e quis trabalhar mais com ele.

28) RM: Quais os projetos futuros da Banda Bicho de Pé?

Banda Bicho de Pé: Muitas coisas engatilhadas, como lançamento de mais dois discos gravados ao vivo, clipes, um projeto infantil com bonecos infláveis e outros projetos que estão aguardando aprovação.

29) RM: Quais os seus contatos para show e para os fãs?

Banda Bicho de Pé: (11) 98433 – 8655 | https://bichodepe.com.br/home

| https://web.facebook.com/lojabicho.pe

| https://www.instagram.com/bandabichodepe

Álbum – Nossa Calçada – Bicho de Pé – 2021: https://open.spotify.com/album/5gQoFfZitOb8kXpWnYggz3?si=_OpMBJfpR02v08M0TB6duQ&dl_branch=1&nd=1

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCwSxsMOKrbBe4xb4yjAct-Q

“Vambora” – Bicho de Pé – participação Tato Cruz (Banda Falamansa): https://www.youtube.com/watch?v=hFLz1sEsUhA

Playlist show ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=8eXKTxhVAGc&list=PL1DOLAG8_NDoPSx62xT9NHzYiqQueRYU_

Playlist do DVD: https://www.youtube.com/watch?v=6XMJh32oQF0&list=PL1DOLAG8_NDrK7kjScxg2ubY4sh8BsoKF


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tagged

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.