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Categorias: Entrevistas

Dudé Viana


O Cantor, compositor e violonista norte-rio-grandenses Dudé Viana começou sua carreira musical no ano de 1972, em Natal – RN, e não parou mais de cantar.

Dudé Viana representante de uma corrente de música popular brasileira com raízes nordestinas, canta e toca de uma maneira original e intimista, conduzindo o ritmo ao violão e à voz. É um talento nato: influenciado por violeiros que sempre faziam cantoria na residência do seu avô, João Francisco Viana, aos 10 anos de idade já tocava gaita no interior do Rio Grande do Norte e logo depois aprendeu a tocar violão e a compor músicas.

Lançou dois discos de vinil e cinco CDs. Também gravou um DVD. Todos com a mesma temática, músicas falando do sertão, canções românticas e de cunho social. Uma miscelânea cultural. Um cantor que valoriza mais o conteúdo do que a forma.

Participou de importantes projetos como “Seis e Meia” e “Fim de Tarde” no Rio de Janeiro, em Natal – RN e fez shows no SESC/São Paulo, e também em espaços de diversos estados brasileiros como Distrito Federal, Amapá, Minas Gerais e Paraná, entre outros, além, claro, do Rio Grande do Norte.

Desde 2009 Dudé Viana faz trabalhos em parceria com poetas da Casa do Cordel, em Natal – RN, faz shows e clipes sobre serras potiguares e locais culturais do Rio Grande do Norte e de outros estados brasileiros, para o seu canal no Youtube.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Dudé Viana para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 11.08.2020:

Índice

01) RM Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Dudé Viana: Nasci no dia 05 de julho de 1950, no Sítio Poço Redondo, em Caraúbas, cidade da Região Oeste potiguar – Rio Grande do Norte. Sou um legítimo papa-jerimum, que é como nós, norte-rio-grandenses somos conhecidos. Registrado como José Viana Ramalho.

02) RM: Qual sua formação musical?

Dudé Viana: Toda minha formação musical vem dos cantadores de viola, cantores e músicos da noite. Quer dizer, sou um músico autodidata. Minha paixão pela arte foi a minha verdadeira escola. As feiras livres foram minhas salas de aula musical. Os cantadores foram os meus professores. Depois, obviamente, fui me aperfeiçoando na arte, até me tornar o artista que sou atualmente.

03) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente.  Quais deixaram de ter importância?

Dudé Viana: Durante a minha infância, todos os anos, no período das festas de São João, o meu avô materno João Francisco Viana fazia três dias de cantoria em sua casa, com vários cantadores de Viola, com muita gente da região e adjacências… Meu avô era um simples agricultor, mas trabalhava o ano inteiro para realizar a festa em homenagem a São João. E eu vivendo nesse clima, aos 10 anos de idade já tocava gaita, mas meu avô faleceu quando eu tinha 12 anos e aí as festas pararam. Sou um sertanejo.

Nasci, digamos assim, no mato. A vida não era como a de hoje. Não tinha acesso a discos, emissoras de televisão ou os atuais aplicativos de música que existem hoje. Nossa Internet eram o rádio e as feiras livres. Ali é que descobríamos as novidades. Dessa forma, a minha influência, como lembrei há pouco, vem dos violeiros e cancioneiros nordestinos das décadas de 1960 e 1970 – como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dorival Caymmi, Cartola e Elomar, entre outros tantos. Nenhum deles deixou de ter importância para mim. Até porque o trabalho deles é tão valioso que não se desgasta com o tempo. No presente, gosto muito de ouvir música de reflexão social, em defesa da natureza e as essencialmente românticas. Elas são as que mais me influenciam.

04) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Dudé Viana: Aos 14 anos de idade me mudei do sítio Poço Redondo para a cidade de Caraúbas, na qual fui morar próximo à casa do violonista Sulênio. Foi assistindo-o tocar que aprendi um pouco de Violão. Em 1969, vim morar em Natal – RN e aqui, em 1972, comecei a enveredar pelo mundo artístico em um programa de auditório infanto-juvenil chamado “Bom dia Natal”, no cinema São Luiz que era transmitido ao vivo todo domingo pela manhã de  09 a meio dia, pela Rádio Trairi (hoje extinta).

Em 1974, fui para o Rio de Janeiro, onde fiz alguns trabalhos na noite, e de lá fui, em 1975, para São Paulo, onde trabalhei como ajudante de eletricista em uma fábrica, e atuei na noite. Retornei para o Rio de Janeiro no final de 1976. Foi quando em escrevi o musical infantil “O Sol, o Vento e a Chuva”, que montei em um grupo de teatro no bairro de Marechal Hermes, com a atriz/cantora Maria Zenaide. Ficamos dois anos em cartaz em teatros e escolas da periferia do Rio de Janeiro. Do final da década de 70 até 1982, fiz parte do grupo musical “Galho Seco”, no bairro de Bangu, e criei canções em parceria com os músicos Antônio Alonso e Celso Pinheiro, entre outros.

05) RM: Quantos CDs lançados?

Dudé Viana: Lancei dois discos de vinil e cinco CDs. Também gravei um DVD. Todos com a mesma temática, músicas falando do sertão, canções românticas e de cunho social. Uma miscelânea cultural. Sou um cantor que valoriza mais o conteúdo do que a forma.

LP – “Seca no Sertão” (1980); LP – “Embaixo das Estrelas” (1987) com a cantora, atriz Maria Zenaide. o CD – “Violas e Cantigas” (1997) com participação do músico, compositor Delei Duarte; o CD – “Acredite em Você” (2002); o CD – Acústico e ao vivo “Papo Show – isso só acontece comigo!” (2009) com participações do grupo Meirinhos do Forró (hoje Forró Meirão) e do sanfoneiro Caçula Benevides; o CD – “O Andarilho das Canções” (2011); o DVD de 40 anos de carreira “O Andarilho das Canções – Dudé Viana e amigos” (2013), gravado ao vivo com amigos no Rio Grande do Norte, Amapá, Rio de Janeiro e Distrito Federal; o CD – “Flor no Deserto” (2016) com participação do cantor Cláudio Saraiva em uma música.

Coletâneas: CD – “Marechal Hermes – 90 anos de encontros musicais”, ASCEM (2002), no Rio de Janeiro, com a música “Toque a Vida” (Dudé Viana); o CD da – “Assembleia Cultural – AL/RN” (2006), em Natal – RN, com a música “Acredite em Você” (Dudé Viana); o CD – “Marechal Hermes – 95 anos de encontros musicais”, ASCEM – RJ (2008), com a música “Ah! Se eu fosse um poeta” (Dudé Viana / Salete Pimenta Tavares) e participação do músico compositor Tico da Costa no violão solo.

06) RM: Como você define seu estilo musical?

Dudé Viana: MPB com raízes nordestinas. Minhas raízes fincadas no sertão fazem com que a minha música tenha o gosto da simplicidade e da verdade. Minha arte não é artificial. Ela representa com fidelidade quem eu sou.

07) RM: Você estudou técnica vocal?

Dudé Viana: Estudei técnica vocal em um curso em 1979, na Ordem dos Músicos do Brasil, no Rio de Janeiro. Acredito que o artista deve fazer o possível para se aperfeiçoar, em todos os sentidos.

08) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Dudé Viana: É muito importante o estudo da técnica vocal, sem dúvidas, para quem vive da profissão. A voz é o canal, o amplificador de sua produção. Sem ela, a arte do cantor fica muda, não chega a lugar algum.

09) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Dudé Viana: São muitos. A resposta corre sempre o risco de ser injusta. Mas vou citar três cantoras a quem admiro muito, entre tantas outras: Elis Regina, Nara Leão e Marisa Monte.

10) RM: Como é seu processo de compor?

Dudé Viana: Normalmente, escolho o tema, crio a letra e a melodia tudo junto, quando não há parceria na composição.

11) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Dudé Viana: São poetas, músicos. A maioria dos meus parceiros são jornalistas. Minha história é antiga e alguns parceiros não estão mais na música, como Antonio Alonso e Celso Pinheiro, do grupo “Galho Seco”. Delei Duarte, Zeca Brasil, o jornalista, cantor e compositor Roberto Homem, meu parceiro nos dias atuais, ele é jornalista no Senado Federal. Outros dois jornalistas: Osmar Flores, foi diretor do extinto jornal Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, nos anos de 1970/80, e Wagner Soeiro trabalhou no Jornal do Brasil também no Rio, anos 80. Os poetas: Abaeté do Cordel, Luciano Melo, Antonio Francisco, Irani Medeiros, Diógenes da Cunha Lima, Deífilo Gurgel, Jardia Maia, Salete Pimenta Tavares, Zelma Furtado, Zila Mamede, Rubens Medeiros e Pedro Wlgerlhes, Hélio Gomes, Sírlia Lima, Tião Maia e Aucides Sales. Guilherme William, Osmar Lima, Paulo Gurgel, Pedro Jailton, Plácido Amaral, José Maguela Madureira.

12) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Dudé Viana: A atriz, cantora Maria Zenaide (na década de 80), o músico, cantor, compositor Zeca Brasil (na década de 90), o músico, cantor, compositor Delei Duarte (na década de 90), o grupo Forró Meirão (ex Meirinhos do Forró, em 2006) e o jornalista, compositor, cantor Roberto Homem (nos dias atuais).

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Dudé Viana: A principal vantagem é que posso caminhar do meu jeito, produzir sem nenhuma cobrança. O gosto do mercado musical não interfere no meu trabalho. Por outro lado, a grande desvantagem é que dificilmente sou chamado para os projetos mais comerciais no mercado musical.

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Dudé Viana: Como optei por desenvolver a minha carreira musical o mais fiel possível às minhas origens, não tenho estrategistas de marketing ou especialistas do mercado musical me assessorando. Dessa forma, trabalho com amigos apoiadores. Trocamos ideias para cada evento e fazemos tudo juntos.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Dudé Viana: Procuro trabalhar dentro da minha origem de homem sertanejo. Um dos meus principais focos é a divulgação de vídeos pela Internet, geralmente focando uma cidade ou ponto turístico do meu Estado Rio Grande do Norte. Sigo aquela máxima de Liev Nikoláievich Tolstói que diz: “se queres ser universal, cante sua aldeia”. Também procuro, com a minha arte, contribuir com as pessoas e também divulgar eventos.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira musical?

Dudé Viana: A internet me ajuda a levar meu trabalho para o maior número de pessoas possível. Por outro lado, depois que surgiram os aplicativos de música, ficou mais difícil para o artista vender os discos que grava.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Dudé Viana: A tecnologia home estúdio barateou muito a gravação de músicas. Hoje a grande vantagem é poder fazer os trabalhos sem preocupação de horários e se a pessoa terá dinheiro necessário para pagar.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Dudé Viana: Na verdade, ainda estou me adaptando a esse novo universo do mercado musical. Tenho feito clipes musicais sobre serras potiguares e locais turísticos de cidades do Rio Grande do Norte e de outros Estados, para o meu canal no Youtube, e assim, vou caminhando e aprendendo cada vez mais.

19) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Dudé Viana: Tem muita gente fazendo música de boa qualidade, quem busca acha. A cada dia surge um novo artista de excepcional qualidade. Tem para todo o gosto. Não gostaria de atuar como jurado de meus colegas artistas, principalmente porque sei que um trabalho não pode ser avaliado apenas por aquele resultado final. Até aquela música chegar aos seus ouvidos, muita coisa aconteceu. Para o bem e para o mal.

20) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Dudé Viana: Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal e Dominguinhos são grandes exemplos, entre outros.

21) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Dudé Viana: Falta de condição técnica para show, e ter que fazer algum improviso. Por exemplo: certa vez eu cantava em um Teatro, quando de repente faltou energia elétrica. Pedi para as pessoas ficarem sentadas e continuei cantando até a energia voltar, uns 15 minutos depois.

22) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Dudé Viana: Fico mais feliz com o sorriso e o aplauso das pessoas que se identificam com o meu trabalho. Fico triste quando alguém quebra o acordo de um trabalho sem nenhuma justificativa.

23) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Dudé Viana: Uma pessoa que pega um instrumento musical e sai tocando divinamente de ouvido, considero dom musical. Porém, na maioria das vezes, o que conta mesmo é o esforço e a perseverança em insistir naquele caminho que a pessoa escolheu. Esse comentário vale não apenas para a música, mas para todas as carreiras.

24) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Dudé Viana: Alguém que tem o conhecimento dos tons maiores e seus relativos menores, mesmo sem conhecer uma música, pegando o primeiro acorde da tonalidade, dá para ir tocando… Existem especialistas nisso que, com seu conhecimento, elevam a arte musical a um patamar de excelência.

25) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Dudé Viana: Você já tem a imagem do instrumento plantada no seu cérebro, aí vai desenhando a imagem do som da música que está improvisando. Sem profundo conhecimento, não existe o improviso.

26) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Dudé Viana: Tudo é permitido em uma improvisação, desde que siga em harmonia com a tônica, ponto de partida.

27) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Dudé Viana: Se for Harmonia, não há nada contra, será bem-vinda, ou não é Harmonia.

28) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Dudé Viana: Acredito que minha música toca nas rádios sem pagar o jabá. O jabá é o troféu dos incompetentes. Prefiro o anonimato, a saber, que só estou tocando porque paguei a alguém para ter minha música na programação da rádio.

29) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Dudé Viana: Faça o um bom trabalho, o melhor que você puder e o resultado o tempo dirá! Não se acomode, insista, persista e não desista. Se qualifique. Seja honesto e verdadeiro com a sua arte.

30) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Dudé Viana: Nunca gostei do clima tenso dos Festivais de Música, não gosto de julgar, mas já fui jurado em uns Festivais de Música e já ganhei um Festival de videoclipe! Acho que eles são válidos mais para divulgar novos talentos.

31) RM: Hoje os Festivais de Música revelam novos talentos?

Dudé Viana: Lamentavelmente, não estão mais revelando praticamente ninguém! Os poucos Festivais de Música que acontecem, geralmente são pouco expressivos. Os julgamentos têm sido mais pela amizade do que pela qualidade da música em si.

32) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Dudé Viana: Nos dias atuais entendo pouco da grande mídia, parece tudo uma moda, mas acaba dando certo para alguns artistas! Porém, o espaço para quem está surgindo é praticamente nulo ou irrisório.

33) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Dudé Viana: Acho um espaço muito interessante, mas não sei se eu como “cantautor” chegarei um dia lá. Cada organização ou empresa que apoiar a arte como essas instituições citadas fazem, será muito bom. A cultura é a alma de um país. Ela tem que ser preservada e valorizada. Sem ela, a nação perde a identidade.

34) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Dudé Viana: Não muito boa, mas têm alguns Bares em Natal – RN. O artista da noite é mal remunerado e não tem proteção social nenhuma. Algo deveria ser feito pelos nossos representantes no parlamento para mudar a realidade atual.

35) RM: Quais os seus projetos futuros?

Dudé Viana: Fazer trabalhos novos sempre, novas músicas, novos shows e novos clipes! Trabalhos coletivos, como os que fizemos na Associação Cultural Encontros Musicais, presidida por Marcos Veiga, em Marechal Hermes, Rio de Janeiro. Morei naquele bairro por mais de 30 anos e fiz lindas apresentações com artistas da noite do Rio de Janeiro. Foi o tempo em que eu tocava a minha vida artística entre o Rio Grande do Norte e o eixo Rio – São Paulo. Nos últimos 11 anos tenho feito uma gratificante parceria com a Casa do Cordel e seus exímios poetas, em Natal – RN.

36) RM: Dudé Viana, Quais seus contatos para show e para os fãs?

Dudé Viana: (84) 99648 – 7947 (WhatsApp) | dudeviana@gmail.com | www.alodudeviana.blogspot.com | https://web.facebook.com/dude.viana| https://www.youtube.com/user/dudeviana

Dudé Viana – Olhos de Cristal: https://www.youtube.com/watch?v=U1ZU5SBlL-I

Dudé Viana e Janille Fernandes – O Andarilho e Clarisse – em Muriú e Jacumã:

https://www.youtube.com/watch?v=6LXtmC-NG9I

Dudé Viana – Rei dos Mares, o servidor – no topo do Farol do Calcanhar (Farol de Touros):

https://www.youtube.com/watch?v=wXTHPYz5c8g

Dudé Viana e Kátia Ribeiro – Criatura da Noite – como Charlie Chaplin, artistas e gente da noite:

https://www.youtube.com/watch?v=k9tfPjEEfCM

Dudé Viana – A Sereia do Apanha Peixe – com Lorena Thalia: https://www.youtube.com/watch?v=HKtD3HUurp8


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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