DJ Tudo

DJ Tudo

DJ Tudo, é um dos mais destacados pesquisadores da tradição musical brasileira, tendo registrado mais de 2.000 horas de festas populares a partir de 2000.

Criou o projeto Selo Mundo Melhor, por onde compartilha parte desse acervo e já lançou 38 títulos. Como DJ Tudo já lançou sete discos. Ganhou em 2016 o 27 Prêmio da Música Brasileira, melhor álbum eletrônico com o disco “Gaia Musica vol 1”. DJ Tudo viaja das capitais do mundo aos quintais do interior. Colagens sonoras de primeiríssima qualidade ou como fazer do Brasil profundo uma festa sofisticada. Possui uma coleção de mais de 20 mil discos feita em mais de 20 anos de viagens pelo Brasil e pelo Mundo.

Discotecando traz vários estilos da música do Brasil, como: a extensa e rica música afro brasileira, cultura popular, grooves brasileiros de muitas épocas e também pesquisa de música africana, latina, árabe e muito mais. Já tocou como músico ou DJ em 30 países pelo Mundo.

Segue abaixo entrevista exclusiva com DJ Tudo para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 29.05.2021:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

DJ Tudo: Nasci no dia 05.01.1972 em Juiz de Fora – MG. Registrado como Luiz Alfredo Coutinho Souto.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

DJ Tudo: Desde criança tenho memória de músicas que escutava em casa e mesmo na rua, porém foi na adolescência que tive meu contato com a música.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

DJ Tudo: Minha formação musical começou informalmente na adolescência e em 1990 entrei na Universidade de Brasília (UnB) para estudar Sociologia e em 1991 entrei na Escola de Música de Brasília, mudei meu curso na UnB para música e me graduei em Contrabaixo Acústico em 1998. Agora em 2021 voltei a estudar formalmente e estou fazendo mestrado em Cultura Brasileira na USP – Universidade de São Paulo.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

DJ Tudo: Desde que comecei a escutar música na adolescência me tornei um quase viciado em música, isso foi a música Punk, que ainda está dentro de mim como forma de entender o fazer musical. Depois música erudita (clássica), pois toquei Contrabaixo Acústico por muitos anos na Orquestra de Câmara da UnB – Universidade de Brasília. A música popular brasileira, antes mesmo na minha infância ouvir Forró em festas, pois cresci no interior do Goiás e na Ceilândia, subúrbio de Brasília e o Forró, o Carimbó e a MPB estavam presentes, isso voltou na minha vida mais tarde. Toquei em Big bands de Jazz na Escola de Música de Brasília e na UnB e também em quartetos de jazz e o jazz de forma ampla está presente na mima vida desde aquela época. Nos anos 90 ainda tive contato com a cultura popular brasileira e isso se tornou algo muito forte e presente na minha vida e pesquisa musical. E por último a música do mundo, desde o final dos anos 90 tive contato com música africana, hindu, latina, árabe e isso também me influência muito. Todas têm importância na formação humana, pois me trazem a consciência que somos uma família dentro do planeta Terra.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

DJ Tudo: Comecei tocando em bandas em Brasília nos anos 1990, toquei também, Baixo com: Beirão, Genésio Tocantins, grupo Forró Paraibola.

06) RM: Cite alguns discos que você já participou?

DJ Tudo: Toquei no grupo “Os Cachorros das Cachorras” e fizemos um em 1990 que foi o meu primeiro trabalho importante, depois quando vim para São Paulo em 1998, participei de muitas gravações e mesmo produzi artistas: Junio Barreto, Otto, Dona Zica, Pedra Branca, Cérebro Eletrônico, Porcas Borboletas. Toquei, produzi e fui engenheiro de som em uma série de dois CDs que misturam música Indígena com outras influências: “Mehinaku – Message from Amazon” e “Caiapó – Message from Amazon” e neles tocam Gilberto Gil, Badi Assad, Airto Moreira, Egberto Gismonti, Marku Ribas, entre outros. Projeto “Cru” junto com Simone Sou e Marcelo Monteiro. Batucajé junto com Robertinho Silva, Simone Sou e Jadna Zimmerman. Gravei com o produtor mais importante de reggae do mundo Lee Scratch Perry em 2010 o disco “Dub Setter”.

Tenho o meu trabalho DJ Tudo e sua gente de todo lugar e desde 2008 já lancei sete álbuns, que é um diálogo da música brasileira com a música do Mundo e são “Garrafada” (2008), “Nos quintais do Mundo” (2010), “Nos quintais do Mundo Melhor” (2012). “Pancada Motor – Manifesto da Festa” (2014), “Gaiam Musica volume 1 – Brasil, Norte da Índia” (2015), “Gaia Musica volume 2 – Brasil, Marrocos” (2017), “Pancada Motor – Transformação e Cura” (2021).

07) RM: Como você define seu estilo como contrabaixista? Você toca outro instrumento musical?

DJ Tudo: Entendo o Contrabaixo como algo que alicerça a música e que também liga e dar suporte para o ritmo e a parte melódica/harmônica da música. Meu baixo é um instrumento de conexão e união da música. Toco baixo acústico/elétrico e Guimbre, que é um baixo de 3 cordas de tripa de carneiro, usado em rituais no Marrocos e Argélia. Toco um pouco de percussão por ter aprendido a tocar tambor em terreiro de Umbanda, arranho violão e gosto de apertar algumas teclas de sintetizadores para gerar efeitos e sons interessantes.

08) RM: Quais as principais técnicas que o baixista deve se dedicar?

DJ Tudo: Técnica básica de tocar o Contrabaixo, é tocar o que é simples, mas, principalmente ouvir muita música para ter noções da função do baixo na música e saber como inserir o seu baixo, que é seu dar alicerce para a ligação entre ritmo e melodia.

09) RM: Quais são os contrabaixistas que você admira?

DJ Tudo: Charles Mingus, Luiz Chaves, Luiz Alves, Jimmy Garisson, James Jameson, Charlie Haiden, Nico Assumpção, Moacir Albuquerque, Jaco Pastorius, Dadi Carvalho, Stanley Clarke, Gersão que tocou em todos os discos do selo Cantagalo/Tropicana e muitos outros.

10) RM: Quais as principais diferenças técnicas entre o Contrabaixo Acústico e o Elétrico?

DJ Tudo: O baixo acústico por ser tocado em pé, tem um jeito diferente da mão direita e também exige mais força da mão esquerda. É a principal diferença técnica, baixo elétrico exige menos fisicamente, podendo assim tocá-lo mais facilmente.

11) RM: Existe o Dom musical?

DJ Tudo: Como disse Tom Zé, 5% de Inspiração (dom musical) e 95% de transpiração.

12) RM: Você compõe música instrumental?

DJ Tudo: Faço algumas melodias que estão presentes nos discos do DJ Tudo e sua gente de todo lugar.

13) RM: Quais os prós e contras de ser DJ?

DJ Tudo: Ser DJ para mim, é algo político-educacional; uma forma de compartilhar informação e cultura com o público. Esse trabalho junto com o tocar e dar palestras sobre a cultura brasileira, já me levou para mais de 30 países pelo mundo.

14) RM: Quais os prós e contras de ser músico freelancer acompanhando outros artistas?

DJ Tudo: Fui músico acompanhante por muito tempo, já fazem mais de 10 anos que não toco mais como baixista acompanhante. Sempre foi muito rico a experiência de aprender a tocar um tipo de música e repertório diferente.

15) RM: Quais os prós e contras de ser músico de estúdio de gravação. Gravando as linhas de contrabaixo em discos de artistas?

DJ Tudo: Acho prazeroso ouvir uma música e ir concebendo como a linha do baixo pode somar na música e dar o suporte que é a função principal do baixo.

16) RM: Quais bandas que já participou?

DJ Tudo: Os Cachorros das Cachorras, Pompas Fúnebres essas em Brasília. Em São Paulo, Dona Zica, Pedra Branca, O Degrau, Projeto Cru, Batucajé, Suba Dream band, já toquei com os cantores: Marku Ribas, Junio Barreto, Otto, Ortinho e Gilberto Gil, entre outros.

17) RM: Quais principais dificuldades de relacionamento que enfrentou em bandas?

DJ Tudo: Muitas vezes acontecem disputas de ego entre os músicos e cada um quer a música do “seu jeito”, o ideal em uma banda é que todos tenham em um ideal sonoro comum e um bom entendimento para escolher quais os melhores caminhos sonoros e da carreira da banda.

18) RM: Como você analisa o cenário do Forró. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

DJ Tudo: O Forró é uma cultura consistente que existe no Brasil como conhecemos, há quase 80 anos. Ela se espalhou pelo Brasil e está firme e forte em várias formas. Seria injusto citar poucos nomes. Tem uma grande geração de cantores e instrumentistas no Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e outras regiões mantendo viva essa cultura que é extremamente social e de grande importância para o povo brasileiro.

19) RM: Quais os prós e contras do Movimento do “Forró Universitário” no Sudeste?

DJ Tudo: Cultura é algo dinâmico e vivo, um grupo de jovens nos anos 90 que faziam o Forró em São Paulo, foi chamado de “Forró Universitário”, acho que só teve prós para uma nova geração que não conhecia e poder ter contato com o Forró, que sempre esteve e continua presente por toda cidade de São Paulo.

20) RM: Quais os prós e contras do Movimento do Forró Estilizado dos anos 2000?

DJ Tudo: Você deve estar falando do forró de plástico, eu tenho pouquíssimo contato com essa produção musical, ouço quando outros ouvem e sou obrigado a ouvir. Ela reflete a crise de valores que estamos vivendo, letras que são machistas e falando em beber, cair e levantar, também a produção sonora é de “plástico”. Eu gostaria de ver prós, mas não vejo, mas música e produção cultural são reflexos da condição humana, olhemos essa música para entender o mundo que estamos vivendo.

21) RM: Qual o objetivo de sua pesquisa sobre o Forró?

DJ Tudo: Comecei a pesquisar o Forró por causa da minha coleção de vinis, fui entendendo da importância dessa produção musical e, depois entendi que essa produção fazia parte de um contexto cultural rico e variado. Dessa forma surgiu a ideia de fazer um documentário sobre o músico conhecido como “Castanheiro” que chega em São Paulo em 1959 e foi super ativo até final dos anos 90. Essa história fala também da história do nordestino que chega em São Paulo para construir a cidade e principalmente construir e ressignificar sua cultura na terra da garoa.

22) RM: Você também pesquisa sobre as casas de Forró?

DJ Tudo: As Casas de Forró são o espaço de sociabilização importante para essa cultura acontecer, sendo que muitas vezes, essas casas também tem comida e outras práticas (matrizes) do Forró como a dança, culinária, a poesia, entre outras. O Castanheiro trabalhou como gestor de uma casa pioneira o “Forró do Pedro”, do grande sanfoneiro, empresário Pedro Sertanejo.

23) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

DJ Tudo: A grande mídia sempre esteve preocupada com coisas vultuosas e artistas conhecidos do grande público, segue na visão que divulga apenas o que é conhecido. Isso é algo improdutivo para a produção cultural e para a formação do público, não só da música, mas de todas as artes. Existem trabalhos muito bons que poderiam ser melhor conhecidos através da grande mídia, mas ela cumpre essa função de humanização.

24) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

DJ Tudo: Esses são lugares que abrem espaço para artistas menos conhecidos do público poderem circular seu trabalho, é uma oportunidade para o público ter contato de forma mais plena com muitos artistas. O ideal seria que outros espaços sejam criados para que esse elo entre arte e público possa se ampliar. A arte é um importante aspecto da formação humana e humanística, eu tive a sorte de ter contato com arte na mina adolescência, porém muitos amigos meus não tiveram, e isso abriu possibilidades de mudança na minha vida. Espero que a arte possa ser algo que, desde a infância ajude a formar seres humanos mais solidários e respeitosos para assim, termos uma sociedade mais solidária e mais justa.

25) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

DJ Tudo: A internet expandiu as possibilidades de termos mais acesso às informações, mas ao mesmo tempo isso vira uma enxurrada de informações. Tenho que saber usar essas ferramentas para melhor divulgação do meu trabalho como artista e devido a essa enxurrada, muitas pessoas não chegam na música de artistas independentes como eu ou outros. De qualquer forma, estou publicando minhas produções na internet, para que mais pessoas possam ter acesso e, sigo desenvolvendo minha carreira nas redes sociais.

26) RM: Quais as vantagens e desvantagens do à tecnologia de gravação (home estúdio)?

DJ Tudo: Vejo mais vantagens na democratização dos meios de produção musical. Hoje podemos produzir material de boa qualidade gravando em nossas casas, mas as pessoas também precisam estudar para que a música soe da melhor forma. E para isso acontecer, as pessoas precisam estudar como as gravações eram feitas, quais as melhores formas de realizar essa gravação, como otimizar o uso do equipamento, como usar os plugins e por aí vai…

27) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

DJ Tudo: Minha maior felicidade é fazer o que gosto e acredito, ao mesmo tempo que sabemos que a vida artística é muito incerta e insegura, não temos salário todo final de mês. E principalmente, a sociedade brasileira não dá o devido valor a arte e aos artistas, um exemplo, o que seriam das pessoas durante a pandemia do Covid-19 se não fosse a arte? Quando falo arte, digo, todas elas, poesia, livros, artes plásticas, teatro música. Entristece-me ver a nossa diversidade cultural não ser valorizada e respeitada no nosso país. Pesquiso cultura brasileira e mestres geniais e culturas como Congadas, Folias de Reis, Maracatus, Bumba meu boi e muito outros. Eles estão resistindo bravamente sem terem o devido respeito da sociedade e do poder público brasileiro.

28) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

DJ Tudo: Estude para conhecer todas as ferramentas que precisa para o seu caminho, de forma profunda e, se prepare para as dificuldades e inseguranças dessa vida, mas, também será um grande prazer, fazer o que gosta e acredita na sua vida, e sempre agradeça por isso.

29) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

DJ Tudo: Desde 2008 viajo pelo Mundo fazendo shows, discotecagens e dando palestras sobre cultura brasileira e uso as redes sociais para promover os meus trabalhos nas redes sociais.

30) RM: Quais os seus projetos futuros?

DJ Tudo: Concluir meu mestrado, dar aula sobre cultura brasileira, de produção musical, sobre música brasileira e do música e cultura do mundo. Seguir fazendo música, acabo de lançar o disco “Pancada Motor – Transformação e Cura”, gravado em 12 países e um compacto quadruplo junto com uma banda colombiana chamada Romperayo. Divulgar melhor a minha pesquisa de cultura brasileira que é o projeto Selo Mundo Melhor, https://selomundomelhor.org

31) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

DJ Tudo: https://selomundomelhor.org/ |

https://selomundomelhor.bandcamp.com

www.facebook.com/djtudoesuagentedetodolugar

www.instagram.com/selomundomelhor

www.twitter.com/selomundomelhor

https://open.spotify.com/artist/3TeCTDLJ0jQ0fxIyksDpQy

https://soundcloud.com/djtudo

https://www.youtube.com/selomundomelhor

“Garrafada” – 2008: https://goo.gl/ZE4SBu

“Nos Quintais do Mundo” – 2010: https://goo.gl/ufZj1f

DVD “Nos Quintais do Mundo Melhor” 2012 – Pancada Motor – Manifesto da Festa 2014 – https://goo.gl/cuzxM3

”Gaia Musica vol. 1 – Brasil, North India, Indonesia and Mali” – 2015 http://migre.me/tw8lu

Pra Iemanjá EP – 2016: http://migre.me/uXxPZ

“Gaia Musica vol. 2 – Brasil and Morroco” – 2017: https://goo.gl/bTvaQu

“Pancada Motor – Transformação e Cura” DJ Tudo e sua gente de todo lugar: https://www.youtube.com/watch?v=_xD0qzXnqjk

| DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar – Top Tracks: https://www.youtube.com/playlist?list=PL25XGocKy6JCrAOi6diNEM10gR_KQh1d7

Ganhador no Prêmio da Música Brasileira 2016 – http://www.premiodamusica.com.br/edicao-2016/vencedores-2016

Matéria Revista Brasileiros – 2015: http://brasileiros.com.br/2015/12/modernidade-ancestral-2

Matéria Folha de São Paulo – 2015: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/08/1664545-alfredo-bello-o-dj-tudo-leva-brasil-profundo-as-pistas-antes-que-se-acabe.shtml

Matéria da revista inglesa Sounds and Colours – 2014: http://www.soundsandcolours.com/news/dj-tudos-pancada-motor-manifesto-da-festa-released-this-week

Blog francês Mic Mag 2011: http://www.micmag.net/fr/musique/293-nouveaute-dj-tudo-gente-de-todo-lugar

Matéria jornal belga Nieuwsbald – 2011: http://www.nieuwsblad.be/article/detail.aspx?articleid=BLRTO_20111101_007

Matéria New York Times – 2010: http://www.nytimes.com/2010/07/04/arts/music/04playlist.html?_r=1&scp=1&sq=alfredo+bello&st=cse

Matéria Estado de São Paulo – 2010: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100710/not_imp579153,0.php

– Blog de música Eu ovo – 2010: http://euovo.blogspot.com/2011/01/os-10-melhores-discos-brasileiros-de.html

Blog americano de música Afropop – 2010: http://blog.afropop.org/2010/11/womex-2010-finale.html

Matéria Jornal O Tempo – 2010: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=145050%2COTE&busca=%22DJ

Matéria Jornal Correio Braziliense – 2010: http://divirtase.correioweb.com.br/materias.htm?materia=10588&secao=Celebridades&data=20100608


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.