DJ Ivan Dias

DJ Ivan Dias

O músico, produtor, pesquisador, colecionador, ativista cultural, blogueiro, DJ paulistano Ivan Dias, tem formação licenciado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-graduado em Administração e Organização de Eventos, no SENAC – SP.

Começou a discotecar e interagir no cenário do forró pé de serra em 1997, período em que iniciou sua pesquisa sobre do Forró tradicional, sua discografia, seus ritmos e suas formas peculiares de dança. Desde então, apresentou-se como DJ nas principais Casas de Forró em grandes casas de espetáculo e SESCs, de São Paulo – SP, Rio de Janeiro – RJ, Belo Horizonte – MG e Itaúnas – ES. Apoia e fomenta a expansão do Forró para o mundo: Apresentou-se nos principais festivais de Forró europeus e casas noturnas em noites de Forró, passando por Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Holanda e Itália.

Coleciona, pesquisa, restaura, digitaliza e remasteriza discos de Forró em vinil. Articula junto a vários outros colecionadores, desde 2007, o site Forró em vinil. Um site que fomenta, resgata e compartilha gratuitamente o melhor do Forró pé de serra, através da discografia do Forró, da década de 1940 até os dias de hoje, incluindo discos de vinil, CDs e DVDs. A maioria do acervo atual, com mais de 5000 itens, é composto por discos fora de catálogo, além de fotos, textos, vídeos e livros sobre o tema.

Ministrou palestras no Brasil e no exterior sobre a história do Forró, seus principais artistas e o seu desenvolvimento desde a década de 1940 até os dias de hoje. Participou de mesas redondas na Universidade Estadual da Paraíba, no Seminário Forró e Patrimônio Cultural, em Recife – PE, nos SESCs e no CTN – Centro de Tradições Nordestinas em São Paulo – SP, nas quais o tema foi Forró e mídia digital.

Escreveu, em 2017, em parceria com o músico e pesquisador Sandrinho Dupan, de Campina Grande – PB, a cartilha: “O que é o Forró?”, Editora Latus, com o apoio da UEPB – Universidade Estadual da Paraíba, dedicada a reunir e difundir as informações básicas sobre o Forró, falando de história, música, dança e de seus principais artistas. Organiza desde 2002 o “Festival Rootstock”, que reúne anualmente os maiores artistas e trios de forró tradicional da atualidade. Já trabalhou como produtor em diversas casas de shows e produziu cerca de 800 shows musicais de 1997 até hoje, com grandes nomes da música nordestina e brasileira como: Dominguinhos, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Genival Lacerda, Flávio José, Os 3 do Nordeste, Trio Nordestino, entre outros.

Já produziu 15 CDs, 07 DVDs e participou de produção de outros 10 CDs, de 1998 até hoje. Participou como Coordenador da organização do “Festival dos Direitos Humanos 2013”, evento promovido pela Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo – SP. O Festival durou 09 dias e reuniu no seu evento de encerramento, cerca de 65 mil pessoas para um grande show no parque do Ibirapuera, com participações de Caetano Veloso, Tom Zé, Emicida, entre outros.

Segue abaixo entrevista exclusiva com DJ de Forró Ivan Dias para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 19.01.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

DJ Ivan Dias: Sou paulistano (São Paulo), nascido em 1974.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

DJ Ivan Dias: Meus pais, eram muito musicais, embora não fossem músicos, ouvi muita música durante a infância. Música clássica, por influência do meu pai e muita MPB por parte da minha mãe. Na pré-adolescência estudei Clarinete no Conservatório e a primeira música que aprendi a tocar foi ”Asa Branca“. Não tenho descendência nordestina, mas quando ouvi o Forró, parecia que já éramos íntimos há tempos. Depois disso pratiquei e aprendi rudimentos de Violão, Sanfona (acordeon), Canto e vários instrumentos de percussão, tudo de forma prática. Participei do Trio Boca Mole em meados dos anos 2000 e acompanhei alguns sanfoneiros tocando triângulo e cantando.

03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

DJ Ivan Dias: Sou formado em Educação Física pela Unicamp, mas trabalho com Forró desde que sai da Faculdade. Seja como DJ, músico, produtor artístico e de eventos, pesquisador, escritor e palestrante.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

DJ Ivan Dias: Da música clássica, passando pela MPB, na infância. O Reggae e as músicas internacionais na adolescência. O Samba e o Forró na pós adolescência. Não deixo de cultivar essas memórias, mas atualmente ouço prioritariamente Forró. Nenhuma influência deixa de ter importância. As experiências se acumulam e se sobrepõem, deixando os ouvidos cada vez mais aptos a identificar os detalhes e peculiaridades de cada ritmo. E assim poder desfrutar, ”respirar“ e absorver melhor a música.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira de DJ?

DJ Ivan Dias: Comecei em 1997, na Cooperativa Brasil, que era uma casa de Forró em Campinas – SP. Em seguida, passei a tocar no KVA e Projeto Equilíbrio, em São Paulo – SP. Depois disso tive oportunidade de conhecer e tocar em outros estados do Brasil e mais recentemente, em diferentes países da Europa. Sempre tocando somente Forró.

06) RM: Quais motivos levaram você escolher o repertório Forró?

DJ Ivan Dias: O Forró que me escolheu, nunca toquei outro repertório além de Forró. Eu já dançava e, não satisfeito com o som que rolava no intervalo dos trios, me ofereci ao dono do Forró para ”fazer“ o som. Ele topou, me ofereceu meu primeiro ”cachê“ e a partir dali comecei a colecionar discos e pesquisar sobre a produção fonográfica do Forró.

07) RM: Como você escolhe o seu repertório?

DJ Ivan Dias: Sempre na hora, de improviso. Por isso, pode variar muito, depende da dinâmica da pista, do lugar, do público dançante, do tempo de apresentação e do equipamento disponível.

08) RM: Você é colecionador de disco?

DJ Ivan Dias: Sim, venho tentando curar esse vício há anos, mas ainda não consegui. Da última vez que contei, tinha uns 5000 vinis e 2000 CDs, todos de Forró. Vinil, CD, Fita K-7, 78 RPM, MP3, Wav, Aiff, é tudo comigo mesmo (risos).

09) RM: Qual a importância do colecionador de disco?

DJ Ivan Dias: Para o Forró de maneira geral, o colecionador tem sido imprescindível para o resgate das gravações antigas. Na década de 1990, com a mudança da mídia analógica para a digital, as gravadoras não tiveram o interesse em remasterizar e republicar os áudios antigos e muita coisa vem se perdendo no decorrer dos anos.

10) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

DJ Ivan Dias: Pergunta difícil, se eu for listar todos aqui, vai faltar espaço e fatalmente vou deixar de citar alguém. Mas pensando nos veteranos, temos: Luiz Gonzaga, Jackson do Paneiro, Dominguinhos, Os 3 do Nordeste, Trio Nordestino, Marinês, Genival Lacerda, Edson Duarte, Trio Xamego, Trio Sabiá, Luizinho Calixto, Ary Lobo, Osvaldo Oliveira, Joci Batista, João do Vale, Assisão, Azulão de Caruaru, Benício Guimarães, Camarão, Fagner, Flávio José, Fúba de Taperoá, Gilberto Gil, João Gonçalves, Trio Juazeiro, Tiziu do Araripe, Zenilton, Clara Nunes, Pipoca, Zinho, Marrom, Oswaldinho do Acordeon e Sivuca, entre outros. Já dos contemporâneos, temos: Trio Dona Zefa, Trio Alvorada, Mestrinho, Nando Nogueira, Dois Dobrado, Marimelo, Janaína Pereira, Trio Macaíba, Nicolas Krassik, Carlos Malta, Diego Oliveira, Os Conterrâneos, Silvério Pessoa, Josildo Sá, Forróçacana, Trio Cristalino e Trio Potiguá, entre outros.

11) RM: Apresente seu set up equipamentos.

DJ Ivan Dias: Toco com qualquer tipo de equipamento, seja computador, CDJs ou toca discos analógicos, no final das contas o importante é não deixar a pista esfriar.

12) RM: Quais são seus principais equipamento para começar a função de DJ?

DJ Ivan Dias: Gosto muito de tocar com toca discos e os discos antigos, porém tenho que admitir que para viagens o computador é muito mais prático e portátil.

13) RM: Quais as diferenças de entre usar um notebook como tocador de mp3 através de um programa com o toca-discos e os próprios toca discos?

DJ Ivan Dias: Com um computador, é muito mais fácil, você tem a tecnologia para te ajudar e praticamente não há dificuldades técnicas de: coordenação motora, domínio do tempo musical e afins. Além do que é possível tocar as músicas contemporâneas misturadas ao repertório antigo digitalizado dos vinis, ou seja, o repertório fica mais versátil. Tocar com os vinis antigos é mais difícil tecnicamente, mas tem um charme insubstituível. Quem começou no analógico não tem dificuldades para se adaptar ao digital. Mas quem começa a discotecar usando o computador não terá tanta facilidade em se adaptar ao analógico.

14) RM: Quais os melhores periféricos e indispensáveis para o DJ?

DJ Ivan Dias: Para tocar com vinil é importante ter bons toca-discos, senão a mixagem fica prejudicada. Um bom mixer também é essencial. Hoje temos ótimos computadores, leves e rápidos, não precisa de nada específico, com ou sem placa de som. Pode usar ou não as controladoras pra facilitar as mixagens. Para ambas as alternativas, um bom fone de ouvido é indispensável.

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

DJ Ivan Dias: Tento agendar e planejar, as tocadas, viagens e turnês, com o máximo de antecedência. Nem sempre é possível, mas é a melhor forma de conciliar com os outros compromissos da vida, de uma forma geral.

16) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira de DJ?

DJ Ivan Dias: Muitas vezes promovi e organizei eventos nos quais toquei como DJ. Esse empreendedorismo foi, e ainda é, importante para valorizar o espaço e a importância do DJ nos bailes de Forró. Concebi e criei o site Forró em Vinil – http://www.forroemvinil.com/, que, de 2007 até hoje, reúne uma comunidade de músicos e colecionadores que fomenta e compartilha os discos de Forró. O site possibilita, ao mundo, acesso à discografia do Forró, tanto de gravações antigas quanto contemporâneas. Isso foi e é fundamental para a preservação e perpetuação do Forró. Fazendo com que o público interessado baixe e possua as gravações em MP3. E também através dos vários DJs que surgiram a partir da acessibilidade ao acervo de mais de 5000 discos para download gratuito, além de fotos, vídeos e textos sobre o tema.

17) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira de DJ?

DJ Ivan Dias: A internet é uma ferramenta fantástica e tem ajudado espalhar o Forró pelo mundo.

Graças a ela, conseguimos compartilhar, com quem possa se interessar. O acervo que estava perdido nos baús dos colecionadores. Sem a internet, estaríamos a mercê das vontades financeiras do mercado e da grande mídia. E certamente o Forró estaria com uma visibilidade menor do que temos hoje. A internet, se usada para o bem, não tem contra indicação.

18) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

DJ Ivan Dias: A vantagem é que qualquer um pode se aventurar a fazer e produzir música, sem depender da moda ou dos interesses financeiros do mercado. A desvantagem é que a qualidade não vai necessariamente ser boa. Mas é melhor todos poderem fazer e ter acesso do que ficar na mão de monopólios empresariais. De modo que o público que vai escolher o que é bom ou não, o que gosta de ouvir e dançar, ou não…

19) RM: O que você faz efetivamente para se diferenciar como DJ e dentro do seu nicho musical?

DJ Ivan Dias: Nunca me preocupei muito com isso. Toco somente as músicas que gosto. Dependendo da situação, tento manter a pista ativa tocando as músicas que acredito que vão agradar aquele público específico da ocasião, mas sempre dentro de um repertório de músicas que gosto.

20) RM: Como você analisa o cenário musical para o DJ de Forró. Em sua opinião quais os DJs foram às revelações nas duas últimas décadas e quem regrediu?

DJ Ivan Dias: O cenário profissional para o DJ de Forró não tem sido muito favorável há tempos, somos todos persistentes sobreviventes nesse mercado. Nesse tempo, surgiram vários DJs ótimos, muitos desistiram da discotecagem para trabalhar em outras áreas. E alguns poucos guerreiros ainda insistem e continuam a pesquisar, colecionar e tocar nos bailes.

21) RM: Quais os DJs já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

DJ Ivan Dias: DJ Vhinny (Belo Horizonte), DJ Cacai Nunes (Distrito Federal), DJ Paulinho (São Paulo), DJ Sampa (Zurique, Suíça).

22) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

DJ Ivan Dias: Certa vez fui tocar em Belo Horizonte, num baile de Forró só de DJs. E justo na minha vez de tocar, uma moça (bem embriagada) me falou que se não tocasse música eletrônica, ela iria embora. Eu apontei a direção da porta de saída.

Outra situação engraçada foi quando estava tocando num festival de Forró na Itália e duas moças disseram que se eu não tocasse Henrique Iglesias, elas iriam reclamar com o dono da casa. Eu expliquei para elas que: Eu havia saído do Brasil para tocar música brasileira, numa festa de música brasileira. E perguntei: Quem está no lugar errado? São muitas histórias, mas o importante é que enquanto tiver pelo menos um casal querendo dançar, eu toco com prazer até o final do baile. A pista dançando é a melhor recompensa pelo trabalho, o resto a gente releva e vai levando.

23) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira de DJ?

DJ Ivan Dias: Feliz de sempre ter ouvido as músicas que gosto. Ver a pista dançar. Saber que as pessoas estão felizes por causa da música e da dança. Triste pelo pouco ou não reconhecimento da relevância do trabalho do DJ como pesquisador e parte importante no planejamento e realização dos bailes e festas de Forró.

24) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira como DJ?

DJ Ivan Dias: Tenha seu emprego, ou fonte de renda, a partir de outra atividade e dedique-se ao Forró paralelamente sem depender do retorno financeiro. Parece triste, né? Mas é uma realidade. Estou nessa há anos e tenho muito orgulho de conseguir fomentar o Forró, mesmo com muitas dificuldades e ”cachês“ limitados.

25) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

DJ Ivan Dias: A cobertura feita pela grande mídia é totalmente comercial, apenas evidenciam os produtos que lhes são rentáveis. O que deixa o Forró tradicional de fora. No nordeste, que consideramos o berço do Forró, só se fala de Forró na época das festas juninas. Já no sudeste, não se fala praticamente.

26) RM: O circuito de Bar na cidade que você mora ainda é uma boa opção de trabalho para o DJ?

DJ Ivan Dias: Hoje não. Foi muito bom no final da década de 1990 e início da década de 2000, mas infelizmente as casas de Forró da cidade de São Paulo não valorizam o DJ da forma que poderia e eu gostaria.

27) RM: Você acha que o DJ tomou o lugar do músico ou banda?

DJ Ivan Dias: Nunca. São coisas diferentes que se complementam. Se olharmos bailes de Forró que apresentam apenas DJs como atração, pode-se ter essa impressão. Mas, acredito que, o DJ pode animar, desde uma festa pequena; que não teria estrutura e cachê para contratar uma banda, até um grande baile ou festival, tocando na abertura, intervalos entre as bandas e encerramentos. Um baile pequeno, só com DJ, pode, com o tempo, crescer e passar a ter condição de contratar uma banda. De forma que o DJ é um desbravador de novos territórios para o Forró. Não tem DJ que substitua um bom show ao vivo, assim como não há um show ao vivo que substitua uma boa discotecagem. O ideal é poder participar e vivenciar ambos.

28) RM: Como o forró é visto fora do Brasil?

DJ Ivan Dias: O Forró é amado e valorizado por um nicho coeso e crescente em todos os continentes. Os gringos ficam doidos quando ouvem o Forró e veem o povo dançando. A dança do Forró tem conquistado cada vez mais adeptos. Em breve vamos superar a Salsa em quantidade de praticantes de dança pelo mundo.

29) RM: Quais os prós e contras do DJ ser ou não músico/instrumentista?

DJ Ivan Dias: O DJ precisa ter intimidade com o ritmo. Não basta só ter um bom gosto musical. E para o profissional ter desenvoltura na discotecagem é fundamental que tenha familiaridade com o ritmo. Para isso, ou ele sabe dançar ou sente o pulso do ritmo da música por saber tocar algum instrumento. Em ambos os casos, essas habilidades permitirão uma melhor integração do DJ com a música. O que fará bem para a sua discotecagem. Na discotecagem é preciso saber controlar o ritmo, mixar as músicas dentro do tempo/andamento. Mesmo a pessoa não sendo dançarino ou músico ela pode aprender, mas os que já tem uma vivência com a dança ou com um instrumento musical terão mais facilidade na atuação como DJ.

30) RM: Quais os seus projetos futuros?

DJ Ivan Dias: Terminar a revisão e lançar a segunda edição do meu livro: O que é o Forró?.

Fazer a reestruturação do site Forró em vinil, para facilitar a pesquisa e a acessibilidade aos discos publicados. Planejar e realizar o Festival Rootstock (Edição de 20 anos de aniversário em 2020). Produzir e lançar mais discos de Forró, após alguns CDs e DVDs, o próximo é um vinil. Tocar e palestrar onde e quando me convidarem.

31) RM: DJ Ivan Dias, Quais seus contatos para show e para os fãs?

DJ Ivan Dias: É melhor o contato por [email protected] . Sou um pouco avesso as redes sociais.

| http://www.forroemvinil.com | Canal Forró em Vinil: https://www.youtube.com/user/Forroemvinil

| Canal Festival Rootstock: https://www.youtube.com/user/festivalrootstock

DJ Ivan Dias e o site forró em vinil: https://www.youtube.com/watch?v=mekDNdEgHbs

DJ Ivan Dias explica as nomenclaturas no forró: https://www.youtube.com/watch?v=2NzJKI20VDM


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.