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Categorias: Entrevistas

Chico Teixeira


Filho do também cantor e compositor Renato Teixeira, Chico trabalhou em 1999 com o pai e com Zé Geraldo no álbum “O Novo Amanhece” – que também é o título de uma canção de Renato Teixeira. Iniciou também a carreira solo em 1999, apresentando-se em bares e casas noturnas de São Paulo.

Em 2000, voltou a trabalhar com seu pai, como roadie e assistente de palco. Também tocou no álbum Rolando Boldrin & Renato Teixeira e acompanhou Pena Branca (Pena Branca e Xavantinho), Almir Sater, Sérgio Reis em shows.

Lançou em 2002, o seu primeiro álbum, Chico Teixeira, gravado apenas com “Voz e Violão”. O lançamento independente. Em 2011, gravou o segundo álbum, “Mais que o viajante”, com participações de Gabriel Sater e Dominguinhos. Em 2017 lançou o álbum “Raízes Sertanejas – Ao Vivo”, com participações especiais de Renato Teixeira e Sérgio Reis.

O palco do Sesc Avenida Paulista recebe, nos dias 6 e 7 de agosto, Chico Teixeira, em seu mais novo show, cujo repertório é composto de clássicos da música das regiões sul, sudeste e nordeste do Brasil. No sábado o show acontece às 20h30, e, no domingo, às 17h30. Os ingressos estão disponíveis no Portal Sesc e nas bilheterias das unidades do Sesc São Paulo.

Acompanhado por João Oliveira e Helton Fagundes, violonistas do Vale do Paraíba/SP, Chico reúne canções que marcaram sua carreira e que fazem parte do imaginário popular brasileiro, como “Tristeza do Jeca”, “Rancho Fundo”, “Luar do Sertão”, “Romaria”, que marcou a carreira de seu pai, Renato Teixeira, além de “Chalana” e “Cavalo Preto”, atualmente na trilha da novela Pantanal, na qual Chico participou da primeira fase, como o peão “Quim”. Representante da sexta geração de músicos da família Teixeira, Chico descobriu o violão aos 7 anos. Tocou, por mais de uma década ao lado do pai, Renato Teixeira, em uma parceria que lhe proporcionou dividir o palco com nomes como Pena Branca (Pena Branca e Xavantinho), Almir Sater e Sergio Reis.

O Show: Avenida Paulista, 119, São Paulo no dia 6 e 7 de agosto de 2022. Sábado, às 20h30, e domingo, às 17h30. No Arte I – 5° andar. Classificação: 14 anos. Capacidade: 100 lugares. Duração: 90 minutos. Ingressos: 30,00 (inteira), 15,00 (Meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$9,00 (Credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Venda limitada a dois ingressos por pessoa. Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m.

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30. Horário de funcionamento da bilheteria: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30. Informações à Imprensa: Carolina Balza | Marina Magalhães | imprensa.avenidapaulista@sescsp.org.br

Segue abaixo entrevista exclusiva com Chico Teixeira para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 01.08.2022:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Chico Teixeira: Nasci no dia 22 de janeiro de 1980 em São Paulo. Registrado como Francisco Teixeira de Oliveira.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Chico Teixeira: Foi logo cedo, meu pai (Renato Teixeira) é cantor e compositor e minha mãe pianista clássica, minha casa sempre foi frequentada por muitos músicos. O violão descobri aos 7 anos de idade.

03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Chico Teixeira: Sou músico de estrada e por vocação, fiz aula para aprender os primeiros acordes mas aprendi mesmo praticando e tocando sempre com bons músicos. Toquei por 15 anos na banda do meu pai Renato Teixeira, acompanhei o Pena Branca, Sérgio Reis, Almir Sater. 

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Chico Teixeira: Esse povo que ia muito em casa, ouvia muito Raul Seixas, Renato Russo, Cazuza, Bob Dylan, Eric Clapton, Cat Stevens, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Belchior e por aí vai. Todos são importantes, a música e tudo que acontece na vida não deixa de ter importância para mim, se isso acontecer algum dia, acho que perde o sentido estar aqui.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Chico Teixeira: Minha carreira foi acontecendo naturalmente, tive uma banda de Blues na adolescência, depois toquei bastante pelos Bares. Em 1996, participei de um disco de Renato Teixeira e Xangai, aí gravei meu primeiro disco e a partir daí venho numa ascendência constante e suave.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Chico Teixeira: São 8 discos e estou com o nono a ser lançado no segundo semestre de 2022.

Em 1996, participei de um disco de Renato Teixeira e Xangai. Em 1998 recebi o convite de Dércio Marques para cantar “Irmãos da Lua” no álbum “Cantigas de Abraçar”. 

Em 2002, lancei o álbum – “Voz e Violão”, com as músicas: Alvorada Brasileira, Cante a Canção, Laranja Madura, Balada Notícia, Noite Pequena, É Hoje que Eu Chego em Casa Amanhã, Nada Além de um Sonho, Outra Era, Na Lida, Sandra.

Em 2011, lancei – “Mais que o Viajante”, trazendo acordes suaves de Dominguinhos, com quem tinha um vínculo afetivo familiar, em “Mochileira” – canção do cantor e compositor carioca radicado no Mato Grosso do Sul, Geraldo Roca, além das músicas: Mais que o Viajante, Pai e Filho, Curvelo, Saudade Danada, Giramundo, Para Todos, Novo Marinheiro, Água na Fonte, Sonhos de Aço, Sagacidade, Ouça Menino. 

Em 2017, foi a vez do álbum “Saturno”, terceiro disco de sua carreira, com músicas em parceria com Roberta Campos, João Carreiro, Rodrigo Hid. Com as músicas: Saturno, Song Swan, A Cara da Gente, Chama da Floresta, A Vida é Feita de Sonhos, com participação de João Carreiro, Tardes de Maio, Fique com Deus no Peito, com participação de Renato Teixeira, Mãe da Lua, com participação de Irene Atienza e Carolina Delleva, Intuição, Clélia.

Em 2018, lancei – “Raízes Sertanejas – Ao Vivo” através da Kuarup Produtora, com as músicas: com as músicas: Cutelinho, Jardim da Fantasia, Ares do Saber (entre Mar y Cordillera), Chama da Floresta, Aprendendo a Viver, Ventania, Merceditas, Boiadeiro Errante, Laranja Madura, Eu Apenas Queria que Você Soubesse.

Ainda em 2018, gravou algumas de suas canções autorais no programa Estúdio Show Livre: com as músicas: Mais Louco do que a Média, Alvorada Brasileira, Mais que o Viajante, Chama da Floresta, Novo Marinheiro, Mãe da Lua, Cuitelinho, Merceditas, Nada Além de um Sonho, Cavaleiros do Céu.

Em setembro de 2019, lancei – “Ciranda de Destinos”. O álbum de 10 faixas, conta com minha produção musical e tem participações muito especiais, como Yamandu Costa, Almir Sater, Roberto Mendes e Renato Teixeira, com as músicas: Bachianas Brasileiras, Nº 2: O Trenzinho do Caipira, Correnteza, Riacho de Areia, Três Nascentes, Linda Morena, No Rancho Fundo, Negrinho do Pastoreio, As Rosas Não Falam, Rio Doce, Nau Sertaneja. 

Fiz participações em: Tributo a Elpídio dos Santos (2009); Trilha do personagem Eleutério (Novela Paraíso, Rede Globo – 2009); Um Barzinho e um Violão Sertanejo (2012); DVD e CD Amizade Sincera I e II (Sérgio Reis e Renato Teixeira – 2010 e 2014) e Manifesto Poesia (Nô Stopa – 2015).

Uma de minhas participações mais emblemáticas foi ao lado do cantor, compositor e amigo Zé Geraldo no DVD – Cidadão 30 e Poucos Anos, em 2010, com a música “Galho Seco”.

Em 2012 veio a indicação como melhor cantor regional com o álbum “Mais que o Viajante”, na 23ª edição do Prêmio da Música Brasileira.

Durante dois anos – 2016 e 2017 – fui diretor musical do projeto “Raízes Sertanejas – Chico Teixeira convida Sérgio Reis” e subi ao palco ao lado de Sérgio, convidando um amigo a cada cidade por onde o espetáculo passava: Landau, Tuia, Adriana Farias Violeira, Nô Stopa, Marco Bavini, Gabriel Sater e Irene Atienza. O show foi gravado no Auditório Ibirapuera e lançado em maio de 2018 pela gravadora Kuarup. A TV Cultura realizou a captação com apoio do Auditório Ibirapuera e Gabisom, e virou especial de ano novo da emissora.

Em julho de 2019, fui convidado para cantar diversos clássicos da música sertaneja ​no programa “Música Sertaneja do Brasil”, do Canal Bis, com produção da TX Filmes.

07) RM: Você toca Viola?

Chico Teixeira: Eu toco violão de aço e de 12 cordas, admiro muito os violeiros e tenho estudado em casa para um dia levar a viola para os palcos junto comigo.

08) RM: Quais afinações você usa na Viola?

Chico Teixeira: Cebolão (em Ré: D, A, F#, D, A e em Mi: E, B, G#, E, B) e Rio abaixo (D, B, G, D, G).

09) RM: Quais as principais técnicas o violeiro tem que conhecer?Chico Teixeira: Saber passar uma cobra coral por entre os dedos (risos).

10) RM: Quais os violeiros que você admira?

Chico Teixeira: Tião Carreiro, Almir Sater, Ivan Vilela, Renato Andrade e Lyan, da dupla Mayck e Lyan, baita violeiro.

11) RM: Como é seu processo de compor?

Chico Teixeira: Não tenho uma fórmula, as vezes passo anos sem compor, quando vem a inspiração, vem com tudo, vem várias melodias e letras de uma vez. Gosto de parceria também, sentar para compor junto.

12) RM: Quais as principais diferenças técnicas entre a Viola e o Violão?

Chico Teixeira: Eu não sou um violeiro, tenho estudado em casa, vejo que a Viola como um instrumento mais misterioso, cheio de manha. Gosto do dedilhado que se usa na Viola, trago isso para o violão.

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Chico Teixeira: Já fui um artista independente, aprendi a fazer tudo, de cabo a rabo para se entregar um CD. A dificuldade é grande em ambos os caminhos, concorrer com artistas que injetam milhões em suas carreiras, nem quero essa disputa. Sigo na minha toada que é orgânica.

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Chico Teixeira: Ser coerente e estar inteiro em todos os passos. E trabalhar diariamente mantendo o foco.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Chico Teixeira: Hoje eu tenho minha própria editora e minha gravadora, tenho um estúdio em casa o que me possibilita produzir muitas coisas.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Chico Teixeira: Hoje eu lanço uma música e instantaneamente ela fica disponível no mundo inteiro pela internet. Isso é maravilhoso, porém o retorno financeiro é defasado e abusivo.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Chico Teixeira: Uma coisa que se perdeu com o tempo foi a função do diretor artístico, acho bacana o olhar de fora para termos uma leitura mais abrangente de cada projeto. Eu não gosto mais de produzir meus próprios discos, mas gosto de produzir para outros artistas. Aí consigo colocar em prática essa função que considero fundamental para uma carreira sólida.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar o CD não é mais o grande obstáculo. Mas concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Chico Teixeira: Fujo de pagar o jabá e procuro manter minha coerência artística. Trago junto comigo a pesquisa e as releituras de clássicos, tocadas do meu jeito, acho isso um bom diferencial.

19) RM: Como você analisa o cenário da música Sertaneja. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas? Quais artistas permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Chico Teixeira: Eu vejo um cenário saturado e muito concorrido, muito dinheiro envolvido, poucos resistem apenas com talento e arte. Chitãozinho & Xororó conseguem manter uma coerência linda, Daniel é super coerente. Tem muita gente boa por aí, João Carreiro, Victor e Léo… mas tem muita gente ruim também.

20) RM: Quais as semelhanças e diferenças entre a música sertaneja atual e sertaneja caipira do passado?

Chico Teixeira: A música de hoje se misturou muito com outros ritmos, perdeu-se bastante da identidade original. Mas isso é um reflexo das cidades do interior que hoje são capitais grandiosas, tem a questão da necessidade comercial também. Oh saudade do Pena Branca e Xavantinho.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Chico Teixeira: Eu fiz um pacto com a música, cuido bem dela e ela cuida bem de mim. Aqui não tem espaço para tristeza.

22) RM: Quais os outros instrumentos musicais que você toca?

Chico Teixeira: Só toco violão mesmo. Em casa eu toco viola para espairecer. Gosto de tocar guitarra, mas ainda não a levei para os palcos.

23) RM: Quais os vícios técnicos o violeiro deve evitar?

Chico Teixeira: Sou um aprendiz ainda, não tenho como indicar isso.

24) RM: Quais os erros no ensino da Viola?

Chico Teixeira: Querer ser igual a outro violeiro.

25) RM: Tocar muitas notas por compasso ajuda e prejudica a musicalidade?

Chico Teixeira: Se a nota for colocada com sentimento de forma natural, não tem erro. A velocidade pode atrapalhar e engolir o sentimento, feito com sabedoria dá tudo certo.

26) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical? 

Chico Teixeira: Boa sorte e não desista!

27) RM: Quais os principais erros na metodologia de ensino de música?

Chico Teixeira: Criar músico em série, sem sentimento. Já vi muito músico com técnica e pouco humano.

28) RM: Existe o Dom musical? Qual a sua definição de Dom musical?

Chico Teixeira: Acredito na vocação, no dom, a música geralmente passa de geração para geração. A diferença é como você trata esse dom, com carinho ou desprezo?

29) RM: Qual a sua definição de Improvisação?

Chico Teixeira: Respeito, cooperação. Com a música e com seus colegas de palco.

30) RM: Existe improvisação de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Chico Teixeira: Existe sim, mas é bom sempre ter cuidado para não exagerar.

31) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia do cenário musical brasileiro?

Chico Teixeira: Tem muito arroz de festa. A maior parte da grande mídia cobre o que lhe é benéfico para retorno capital. Mas sempre há espaço para o que alimenta.

32) RM: Qual a importância de espaço como SESC, Itaú Cultural, Caixa Cultural, Banco do Brasil Cultural para a música brasileira?

Chico Teixeira: São espaços que abraçam com muito carinho a arte, e nós que somos instrumentos da arte nos sentimos cuidados com respeito e atenção. Os espaços são lindos e bem cuidados, os valores a preços populares trazem também uma população que ama arte, mas tem dificuldade de acessar o teatro quando o artista faz bilheteria sem apoio. Vida longa à espaços assim! Sou fã e amo quando abraçam minha arte, busco entregar o meu melhor.

33) RM: Quais os seus projetos futuros?

Chico Teixeira: Continuar fazendo música com amor e carinho. Mostrar mais ao público meu trabalho autoral e continuar lembrando que há músicas e músicos eternos, heróis de nossa cultura e de nosso povo.

34) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Chico Teixeira: (11) 97301-4848 (Patrícia Santiago – Assessoria) | (16) 99103-4294 (Rafael Knock –  venda de show)  |   contato@ama.art.br | https://www.chicoteixeira.com.br

| https://www.instagram.com/chicoteixeiraoficial

| https://www.facebook.com/ChicoTeixeiraOficial

Canal: https://www.youtube.com/c/ChicoTeixeira

Tristeza do Jeca – Chico Teixeira (Lyric Oficial): https://www.youtube.com/watch?v=GMFAPecLBMY

Playlist top 10: https://www.youtube.com/watch?v=1ZWVuRT1Jsc&list=PL_rii4D8NEUryF6Kl2OvY6YcLmrWBj2qn

Playlist do álbum Saturno: https://www.youtube.com/watch?v=SZ7BmyooZrc&list=PL_rii4D8NEUoVBmGkzqnIvlb13kDfG0WL

Playlist do álbum Mais que o Viajante: https://www.youtube.com/watch?v=RW1fkO3gnOM&list=PL_rii4D8NEUpCuw6mlphy47J7PS-w33TE

Playlist de apresentações em programas de TV: https://www.youtube.com/watch?v=yWlZcWDz6hM&list=PL_rii4D8NEUr-uTrgvbLEBVZARpSV16QM


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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