Cacá Lopes

Cacá Lopes

O cantor, compositor e poeta popular pernambucano, de Araripina – PE, Cacá Lopes, é um guerrilheiro da arte. Sua formação em Letras lhe possibilitou o aprofundamento em teoria da massa (Arte) que já modelava com mão da criatividade transformando em alimento da alma.

Cacá Lopes iniciou sua trajetória artística na Rádio Grande Serra AM em sua terra natal, quando lançou seu primeiro disco. Radicado em São Paulo desde 28 dezembro 1985. Como artista tem sido fomentador de duas expressões culturais e de referência em sua arte: O Cordel e o Forró e como cidadão tem militado em prol da inclusão da Pessoas com Deficiências. Ele aos dois anos de idade contraiu poliomielite / paralisia infantil por conta da sequela perdeu o movimento do braço esquerdo, mas apaixonado pelo violão desde criança, aprendeu tocar com apenas três dedos da mão direita e vive exclusivamente de sua arte.

Cacá Lopes como cantor e compositor tem dez discos lançados e várias coletâneas. Como cordelista, é autor de uma centena de Folhetos de Cordéis entre os publicados destaques para: Hino Nacional Brasileiro em Cordel, A Invasão do Estrangeirismo, Cordéis sobre vários bairros de São Paulo, Cordel do Trava Língua, Provérbios Engraçados, O Semeador de Livros, O Que é o Forró?, Palavras de origem Tupi-guarani em parceria com
Josué Gonçalves, O Canto do Santo de Casa
em parceria com o jornalista, músico e letrista Antonio Carlos e esse cordel ganhou melodia e voz do músico paraibano Jailson Silva. Lançou também os livros: Cinderela em Cordel, Araripina em Cordel, Vida e Obra de Gonzagão em Cordel.

O músico pernambucano já se apresentou em várias unidades do SESC, SESI, com shows solo ou com Banda e ainda em coletivos com Cordel na Pauliceia. Já esteve nos principais programas de televisão do Brasil. Foi destaque na FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty – RJ, e em Bienais e Feiras de livros de São Paulo. Atua em escolas e universidades há 19 anos com o espetáculo Música e Cordel nas Escolas – assistido por milhares de alunos e educadores da rede pública municipal e estadual e cidades do interior paulista.

É um dos fundadores do SP Cordel, Movimento SP Forró e do Fórum Estadual do Forró. Coordena há onze anos o Sarau Bodega do Brasil. Teve recentemente alguns projetos premiados, entre eles: O projeto Cordel nas Escolas e o Encontro do Forró com o Cordel nos CEUs ambos pelo ProArt da SME – Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Em tempos de pandemia do Covid-19 tem apresentado sua arte através de Lives como a MOVI.AR: Mostra Virtual de Artes da Secretaria de Cultura e Turismo de Mogi das Cruzes – SP e dos Projetos: Sertão Perifa e Sarau Viva Nordeste ambos pelo edital PROAC – da Secretaria Estadual da Cultura de São Paulo. Em 2020 foi aprovado o seu projeto “Abraços e Versos – O encontro do Forró com o Cordel” pelo Programa Municipal de Fomento e Difusão do Forró em 2020.

Segue abaixo a entrevista exclusiva com Cacá Lopes para a www.ritmomelodia.mus.br , entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 14.11.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua cidade de origem e sua data de nascimento?

Cacá Lopes: Nasci no dia 24.08.1962 em Araripina – PE. Fui registrado como José Edivaldo Lopes.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a Música.

Cacá Lopes: Meu primeiro contato com a música foi através do tradicional rádio de pilha, em casa tinha um portátil da marca Semp, e outro de mesa, chamado: CanárioA Voz de Ouro. Que transmitiam uma programação diversa, com destaque para a Música Regional de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Genival Lacerda, mas se ouvia também Roberto Carlos, Tonico e Tinoco, Lourenço e Lourival e outros artistas. As emissoras que mais se ouvia eram: Rádio Pioneira – de Teresina-PI, Rádio Clube de Pernambuco – Recife, Emissora Rural de Petrolina-PE. E no alvorecer do dia, escutava o programa Linha Sertaneja Classe A – Rádio Record de São Paulo.

03) RM: Quais foram as suas principais influências musicais? E quais as influências que permanecem presentes no seu trabalho?

Cacá Lopes: Minhas principais influências foram Luiz Gonzaga, Patativa do Assaré e os cantadores Repentistas e Cordelistas Nordestinos. Todos os sábados eles estavam lá na feira de Araripina. Eu parava e ficava fascinado por essa arte tão rica. Vivi a minha infância ouvindo através do meu pai, Elpídio Lopes Frazão, muita poesia de Cordel, e acorde de Gaitas de boca, chamada na região, de Realejo; que foi o primeiro instrumento que aprendi a tocar, principalmente as canções sertanejas de Luiz Gonzaga. Essas influências, de certa forma permanecem em meu trabalho.

04) RM: Qual a sua formação musical? E quando iniciou a sua atuação musical?

Cacá Lopes: Na música sou autodidata. Adquiri o meu primeiro Violão aos nove anos de idade, através de uma troca que fiz em uma cabra com meu tio e vizinho Adalberto Coelho (In memoriam). E passei a desenvolver minha técnica original de tocar, utilizando três dedos da mão direita em que faço o dedilhado e os acordes; já que meu braço esquerdo foi acometido da paralisia infantil aos dois anos de idade. No início, o maior sonho era trabalhar em rádio, consegui e permaneci por mais de três anos, só após, descobri o caminho da música. Atuo profissionalmente desde 1984, ano em que lancei o meu primeiro disco, um compacto simples. Em 1985 me formei em licenciatura em Letras na FAFOPA – Faculdade de Formação de Professores de Araripina – PE. E desde 28 dezembro 1985 resido em São Paulo.

05) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Costa Senna?

Cacá Lopes: Com a convivência com o amigo e poeta cearense Costa Senna pude desenvolver com maior facilidade o meu processo de criação poética. E com o passar do tempo ele começou atuar como cantor, violonista e compositor e eu como cordelista; já que eu era cantor, violonista e compositor. Foi com ele que comecei a trabalhar a minha arte nas escolas.

06) RM: Quantos discos lançados?

Cacá Lopes: Como Edvaldo Lopes em 1995 lancei o meu primeiro CD compilação de trabalhos lançados em “Vinil”, entre 1984 a 1989. Em 1998 “GENEROSA CANÇÃO” meu segundo CD gravado em Santo André – SP, de forma experimental e com pouquíssimos recursos. O título foi dado pelas jornalistas: Rosângela Eugênio e Mariângela, após ouvir o repertório do mesmo. Em 2001 “ISSO AQUI É QUE É FORRÓ” meu terceiro CD como define o título, é um CD de Forró Pé – de – Serra, em que aparecem as influências musicais já citadas. Neste trabalho produzido pelo cantador Téo Azevedo, conta com participações especiais de: Caju e Castanha, Dedé Paraíso, Jarbas Mariz e Trio Araripe. Quem batizou o CD com esse nome foi o jornalista, escritor e pesquisador paraibano Assis Ângelo. Em 2004 assumo o nome artístico: Cacá Lopes e lanço o meu quarto CD – “MUTIRÃO DE SONHOS” com um repertório diversificado de MPB. É mais um trabalho autoral INDEPENDENTE, em que as primeiras mil cópias foram adquiridas antes de mesmo da gravação, via bônus/CD. A capa foi reproduzida de uma tela pintada pelo artista plástico Nerival Rodrigues, pernambucano de Garanhuns – PE. O título tem tudo a ver com o processo de criação, alguns músicos não cobraram para tocar no CD. Em 2001, cantei “Berimbauê Balancê”, minha parceria com prof. Vagner Souza, que abre a coletânea “COOPERATIVA DO FORRÓ” e tem o reggae “Linda” (Lucimar / Cacá Lopes) interpretada pela banda Gameleira. O CD foi gravado pela Indie Records e conta com algumas bandas do movimento “Forró Universitário”, do reggae e foi produzido Arnaldo Saccomani e distribuído pela Universal Music. Em 2016 lancei o CD – “Cordel Cantado”, com algumas músicas cantadas no projeto Cordel nas Escolas e estão disponíveis nas principais plataformas de música. Em 2016 lancei o DVD – “Cantos Gerais” gravado ao vivo no Teatro Clara Nunes em Diadema – SP junto com Carlos Mahlungo, Costa Senna, Tiago Stocco, Josué Campos.

07) RM: Comente sobre o seu show e apresentação como cantante e poeta?

Cacá Lopes: Tenho feito muitas apresentações semiacústicas. Nos Shows uso: Dois ou três Violões, Percussão, Gaitas, e na metade do show declamo alguma poesia de Cordel, de minha autoria ou de algum parceiro.

08) RM: Fale da sua atuação na Literatura de Cordel.

Cacá Lopes: Apesar de conviver com o mundo da literatura do Cordel desde da criança, só em 2002 comecei a criar meus poemas. Tenho muitos Cordéis publicados; cito alguns: As Aventuras do Matuto Zé Ruela, Hino Nacional Brasileiro em Cordel, A Invasão do Estrangeirismo, Cordel do Trava Língua, Provérbios Engraçados, O Semeador de Livros, A Fila, O Que é o Forró?, Palavras de origem Tupi-guarani em parceria com Josué Gonçalves, O Canto do Santo de Casa em parceria com Antonio Carlos,Bullying uma tortura social em parceria com Nando Poeta, Cordel do Céu, Cordel do Ponto de Encontro (Cenpec) , A História de Guaianases em Cordel com Xilogravura de Nireuda Longobardi, A História de Itaquera em Cordel, Cajamar em Versos, Lovera na Literatura de Cordel.

09) RM: Como você analisa a produção musical dos anos 80 com o que está sendo feito a partir dos anos 90?

Cacá Lopes: Não tive muito contato com essa produção, mas observei o surgimento de várias bandas nacionais. Foi à década mais produtiva pro rock brasileiro. A partir dos anos 90, alguns grupos se reciclaram e relançaram seus trabalhos acústicos para poder competir com a nova e globalizada safra da música rítmica Brasileira.

10) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical independente?

Cacá Lopes: O lado positivo é o de ter total liberdade de criação; há quem escolha esse caminho pra ficar mais descompromissado, pra não ficar na pressão com o sistema. O que não acontece quando não se faz um trabalho independente. O lado negativo está no difícil acesso aos meios de comunicação e a distribuição em grande escala do disco; a marginalização da sua obra; a resistência ao novo.

11) RM: Por que você escolheu São Paulo como seu habitat profissional?

Cacá Lopes: A opção por essa grande metrópole para difundir minha arte se deu através de laços de família. Primeiro vieram meus pais, depois vim em 28 de dezembro de 1985 e pude comprovar que São Paulo é mesmo a esquina do mundo, a maior vitrine do Brasil, uma terra de grande potencial, e oportunidades em todos os sentidos.

12) RM: Nos apresente as principais atividades culturais da Zona Leste?

Cacá Lopes: Como produtor cultural descubro todo dia novos espaços e projetos culturais neste “país” chamado Zona Leste, exemplo: Dolores Boca Aberta – MECATRÔNICA DE ARTE no bairro Patriarca; Espaço Paulo Freire no bairro Guaianases, Movimento CulturalForça Ativa no bairro Cidade Tiradentes; Cine Campinho no bairro Lajeado, Espaço Cultural Casa Amarela no bairro São Miguel Paulista, entre outros e na região central a ONG Ação Educativa no bairro Vila Buarque, parceira do Sarau Bodega do Brasil desde 2009.

13) RM: Como você analisa a atuação Cultural e musical dos seus contemporâneos?

Cacá Lopes: Observo que existe uma grande demanda de Ações Culturais e Musicais, porém são iniciativas isoladas. Não é nenhuma novidade dizer que os recursos pra cultura são escassos. Quem trabalha nesse setor são cidadãos de bem, são pessoas formadoras de opinião, pena que sejam tão relegados (as).

14) RM: Fale de suas divergências e convergências com a pratica do mercado fonográfico nos últimos anos?

Cacá Lopes: Visitei durante esses anos de carreira artística, diversas gravadoras. Apenas umas três me deram oportunidade de conversar, de ouvir meu trabalho. Uma, de médio porte, me ofereceu um contrato, não aceitei, por motivos que não vale apenas citar. Noutra, assinei contrato e há três anos, tenho dificuldade em receber os Direitos a que tenho direito. As divergências sempre vão existir, principalmente nesses tempos de crises e pirataria que assolam a indústria fonográfica.

15) RM: Quem são seus principais parceiros musicais?

Cacá Lopes:CostaSenna, Darlan Moreira, Rhayfer Ferreira, Lucimar, Vavá Dias, Dé Pajeú, Patativa do Assaré.

16) RM: Como você analisa o cenário do Forró?

Cacá Lopes: No cenário musical geral vejo que o Forró ainda não conseguiu o alcance do grande público, se comparado a outros estilos como: Samba, Pop, Rock, FUNK, Pagode, Sertanejo, RAP que apresentam em seus shows excelente estruturas de palcos e sonoridades. Assim como o forte impulsionamento nas mídias sociais, com milhares de likes e seguidores. Falta um engajamento maior dos próprios artistas forrozeiros, principalmente os de renomes nacionais. O lado positivo do Forró, é que após a realização de vários Fóruns Estaduais do Forró, e de muita gente que luta para manter a tradição da música nordestina, o Forró está perto de tornar um patrimônio imaterial e cultural do Brasil. Na Europa, o nosso Forró Pé de Serra ou tradicional de raiz continua muito bem valorizado e tem alcançado grande destaque, através de mais de 50 Festivais de Música.

Aqui em São Paulo, com o esforço de vários coletivos entre eles: O SP Forró e Fórum Forró de Raiz, lutando na Câmara Municipal de São Paulo por políticas públicas para o esse seguimento, conseguimos algumas conquistas, sendo a principal, o Projeto de Lei Nº 336/18 que criou o Programa Municipal de Fomento e Difusão do Forró, que vai beneficiar uma muitos artistas em diversas atividades que valorizem o Forró no município. Elevando o seu nível cultural, profissional, social e econômico, bem como desenvolver e promovê-las como instrumento cultural, de trabalho e empreendedorismo, de forma direta e indireta.

17) RM: Quais os prós e contras do Movimento do “Forró Universitário”?

Cacá Lopes: Os prós do movimento “Forró Universitário” foi apresentar a obra de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês, a uma geração de estudantes universitários paulistas, a princípio, e depois, com a repercussão, dá visibilidade ao Forró tradicional que andava meio esquecido no restante do país. Os contras do Movimento “Forró Universitário” é que após vinte anos do surgimento, como todo modismo, perdeu espaço na grande mídia e teve enfraquecimento de público.

18) RM: Quais os prós e contras do Forró dos anos 90?

Cacá Lopes: Os prós do Forró Eletrônico nos anos 90 foram o uso de elementos musicais do pop e do rock incorporando instrumentos como guitarra e do baixo. A grande produção com diversidade em instrumentação, cenário figurino do show e vocalização e a importância na geração de renda para diversas famílias. Respeitando as diferenças, sabendo que há espaço para qualquer seguimento do gênero. Os contras no Forró Eletrônico é o tipo de letra é apelativa e descartável. Também falta uma maior caracterização a tradicional cultura nordestina.

19) RM: Apresente seu trabalho Cantando Cordel PROJETO CORDEL NAS ESCOLAS “A cultura brasileira a serviço da educação.”

Cacá Lopes: O Projeto Cordel Nas Escolas é um evento multidisciplinar que já acontece há mais de duas décadas nas escolas de São Paulo e tem como objetivo principal difundir a arte dos versos e das rimas na sala de aula, contribuindo com a formação de jovens leitores nas séries do Fundamental e Ensino Médio. O Projeto é uma Palestra Show, embasada no fascinante universo da Literatura de Cordel que foi reconhecido em 2018 como Patrimônio Cultural e Imaterial do Brasil. Tem como objetivo principal difundir a arte dos versos e das rimas na sala de aula, contribuindo com a formação de jovens leitores. Há anos percorre escolas públicas de São Paulo, sempre recebido com grande entusiasmo por diretores, gestores, professores e alunos. O espetáculo tomou grande proporção por duas razões: pelo conteúdo lítero-musical em si e pela minha “SuperAção” baseada na minha trajetória como sinônimo de quem venceu as intempéries da vida pelo suor e inspiração. Meu braço esquerdo tem sequela da poliomielite e por conta da paralisia infantil desenvolvi um modo peculiar de tocar violão. Eu o coloco no colo e teclo como se o braço do violão fosse “um piano” e uso dois dedos da mão direita para fazendo os acordes e dedilho com o polegar.

20) RM: Fale da sua atuação no Sarau Bodega do Brasil.

Cacá Lopes: Desde 2009, quando iniciamos esse projeto no Cine Clubista da RuaAugusta, tenho me dedicado ao fortalecimento do mesmo. Sou um dos coordenadores deste coletivo de arte idealizado por Costa Senna com quem divido as apresentações das atrações todo segundo sábado de cada mês. Junto comigo na coordenação: Júbilo e Ornela Jacobino, Ângela Dizioli, Cleusa Santo, Adão Santos e o próprio Costa Senna.

Há 10 anos firmamos uma parceria com a ONG Ação Educativa e em seu auditório localizado na Rua General Jardim, 660, Vila Buarque, nos encontramos todo segundo sábado de cada mês as 19:00 para celebrar a arte e a vida. Todo ano participamos de reuniões na equipe curatorial do Encontro Estéticas das Periferias junto a mais de 40 grupos, coletivos e artistas da quebrada e juntos montamos a programação desse evento que é uma mini virada cultural com representatividade de todas as regiões da cidade. O Sarau Bodega do Brasil: Encontro de Culturas Populares está escrevendo sua história na cena dos saraus atuantes em São Paulo. Venha mostrar a sua arte e seja aplaudido por nós!

21) RM: Fale da aprovação do seu projeto no Fomento do Forró em 2020.

Cacá Lopes:“Abraços e Versos – O encontro do Forrócom o Cordel” foi aprovado pelo Programa Municipal de Fomento e Difusão do Forró em 2020. Em tempo de pandemia de Covid-19 que paralisou a arte e deixou os artistas em grande dificuldade por falta de condições para trabalhar foi uma grande vitória.

22) RM: Quais seus contatos?

Cacá Lopes: (11) 98278 – 9108 | www.cacalopes.com.br | [email protected]| https://www.facebook.com/caca.lopes1 | www.facebook.com/poetacacalopes

https://www.youtube.com/channel/UCOl75axr6CDt-lRPE7gTN9Q

O Canto do Santo de Casa – Cacá Lopes / Antonio Carlos / Jailson Silva: https://www.youtube.com/watch?v=tXsr8Xk_C5c


Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.