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Categorias: Entrevistas

Brenno Dub


Echos e Reverbs é um projeto de música Dub criado em 2014 pelo cantor, instrumentista, compositor e produtor musical mineiro Brenno Dub.

Voltado para o lado mais psicodélico da música jamaicana, usa e abusa de efeitos como delays, echos, reverbs e modulações para criar ambientes espectrais e a pulsação subgrave do baixo e do bumbo da bateria dando a base do som.

Brenno Dub é um mineiro radicado a 14 anos no Rio de Janeiro. Passou por vários projetos musicais tendo maior destaque como vocalista da banda de reggae “Filhos da Luz” com quem lançou o disco “O mundo dá voltas” em 2011, além de integrar temporariamente outros projetos como “H56”, “La Massa”, “Música Livre”, “Choro Clandestino”, “Transdutores”, etc. Atualmente se dedica ao projeto autoral “Hempfyah”.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Brenno Dub para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 03.01.2022: 

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal? 

Brenno Dub: Eu nasci no dia 25 de novembro de 1983 em Belo Horizonte – MG, mas fui criado em Vespasiano que faz parte da região metropolitana de Belo Horizonte. Registrado como Brenno Rezende.

 02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música. 

Brenno Dub: Meu primeiro contato com a música foi através dos LPs do meu pai Roberto, essencialmente Pink Floyd e Queen, mas havia outras influências ali também. Quando eu tinha 2 ou 3 anos de idade, não me lembro exatamente, estava tendo um evento sobre ecologia e perguntaram se alguma criança sabia cantar alguma música sobre ecologia, animais ou plantas. Meu pai havia me ensinado a cantar a música “A Árvore da Montanha” que é uma canção cantada pelos escoteiros mirins. Meu pai me colocou no palco para cantar, na plateia estava um amigo do meu pai que disse que eu tinha talento para música, que deveria me colocar para fazer iniciação musical, e assim foi…

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical? 

Brenno Dub: Tenho segundo grau completo. Não tenho formação acadêmica fora da música. Sou formado em Produção Fonográfica pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância? 

Brenno Dub: As influências são muitas e variadas. Gosto muito de Beatles pela inovação e inventividade, mas ouço muitas outras coisas. Jazz, Rock, MPB. Eu, tenho muita influência da música brasileira, principalmente do Samba, que foi onde comecei na música e onde eu pude aprender muita coisa sobre harmonia e composição. Minha forma de tocar violão vem muito do Samba, da Bossa Nova, da MPB. Dentro do Reggae, as influências também são bem variadas. Gosto muito de Bob Marley, The Wailers, claro, mas me influencio por muitos outros artistas também. Dennis Brown (é o melhor cantor que já existiu), Max Romeo, Ernest Ranglin, The Absinians, Horace Andy, etc. E os mais atuais, Chronixx, Protoje, a galera mais digital tipo Manudigital, Kanka, O. B. F., etc.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira profissional? 

Brenno Dub: Eu comecei aos 16 anos de idade (1999) tocando percussão numa banda de Pagode, mas preciso contextualizar. Eu jogava futebol na minha adolescência, tinha como meta de vida ser um jogador profissional. E no meio do futebol sempre tem uma resenha, os amigos sempre levavam uns instrumentos de samba e rolava aquela batucada. Nisso fui aprendendo a tocar e vi que tinha talento para música. Montamos umas três bandinhas com os amigos. Quando eu tinha uns 15 anos, na escola, me enturmei com um pessoal que tocava e queria levar a parada a sério. Montamos uma banda para tocar nos eventos da escola e a parada fluiu. Larguei o futebol e fui para música! A banda deu certo, acabei virando cantor dessa banda, ficamos uns 3 ou 4 anos tocando direto na cena do Samba em Belo Horizonte – MG. Comecei a aprender a tocar violão e comecei a me sentir limitado no que eu estava fazendo. Saí da banda e fiquei um tempo parado, mas sempre tocando meu violãozinho. Minha irmã começou a namorar um cara que tocava guitarra numa banda de rock, começamos a conversar e fazer som, a banda deles também tinha acabado, foi rolando aquela interação, resolvemos nos juntar e montar uma banda juntos. Começamos a tocar em várias festas e a parada começou a fluir. Nesse meio tempo comecei a fazer voz e violão em barzinhos, tocando MPB.

Depois de um tempo, o relacionamento dentro da banda já não estava tão legal, comecei a me interessar por outras coisas e acabei saindo da banda e continuei na onda de tocar em barzinhos com meu violão. Em 2007 fiz um teste em uma banda do Rio de Janeiro que estava procurando vocalistas, passei no teste e fui morar no Rio de Janeiro. Gravamos um disco, fizemos poucos shows, essa banda foi minguando, eu continuei minha vida tocando nos bares do Rio de Janeiro até que em 2009, Rafael Galhardo, que hoje é guitarrista do “Ponto de Equilíbrio”, me viu tocando num bar no bairro de Vila Isabel e me convidou para fazer um teste com eles na banda “Filhos da Luz”. Passei no teste, ensaiamos bastante, gravamos um disco e em 2011 lançamos, “O Mundo dá Voltas”. Fizemos shows, abrimos para o Mad Professor, maior honra! Nisso eu comecei a trabalhar como técnico de som e estudar produção musical. Em 2015 encontrei Rafyah Dread de bobeira na rua, ficamos batendo um papo, na época ele tocava baixo no “Positiva Mente”, nossas bandas estavam tocando pouco. Resolvemos chamar alguns amigos e começar a fazer um som. Nasceu o “Gharana”, que só ficou no mundo das ideias, porém, desse projeto nasceu o Hempfyah. Em 2016 fui ver uma apresentação do Rafyah, nessa época eu já estava discotecando e fazendo experiências com Dub, estudando essa forma de produção musical. Começamos a ensaiar, ele cantando e eu como selecta e fazendo os dubs ao vivo. Fizemos um show em Juiz de Fora – MG e estamos aí até hoje.

06) RM: Quantos CDs lançados? 

Brenno Dub: Um CD pela banda “H56”, um CD pelo “Filhos da Luz”, Um EP chamado “Juntos Seremos Mais Fortes” e cinco singles que compõem nosso próximo disco a ser lançado chamado “Quarentena Sessions” todo produzido, gravado, mixado e masterizado em casa por nós dois.

07) RM: Como você define seu estilo musical? 

Brenno Dub: Eu definiria como Dub. Tenho uma simpatia enorme por Steppa e Digital!

08) RM: Você estudou técnica vocal? 

Brenno Dub: Sim, estudo até hoje.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz? 

Brenno Dub: Tem uma importância enorme. As pregas vocais são músculos e precisamos exercitarmos de forma correta para não termos problemas a longo prazo.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira? 

Brenno Dub: Dennis Brown, Aretha Franklin, Janis Joplin, Ella Fitzgerald, Jacob Miller, Gal Costa, Emílio Santiago, são tantos que se eu for colocar aqui vai ser quase uma página inteira! (risos).

11) RM: Como é o seu processo de compor? 

Brenno Dub: Eu não tenho um processo, a coisa acontece! As vezes vem um verso na cabeça, escrevo e deixo ali um tempo, quando vou ver novamente, já vem a melodia no momento que estou lendo, aí já gravo para não perder. Mas muitas vezes vem uma melodia, fico buscando uma harmonia para ela, gravo tudo e depois de um tempo vem a letra. Não tenho uma fórmula, só deixo acontecer. Muitas vezes, vem quando estou tomando banho, outras quando eu acordo, depende muito.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Brenno Dub: Eu escrevo muito sozinho e depois passo para alguém me ajudar ou para ter uma outra abordagem. Uma pessoa com quem trabalhei bastante nessa parte foi com Rafyah Dread.

13) RM: Quem já gravou as suas músicas? 

Brenno Dub: O Hempfyah e Eu! (risos).

14) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente? 

Brenno Dub: Os contras são vários. Ter que se desdobrar em funções que você não domina é a principal. Os prós são a independência de opinião alheia e o controle sobre a sua obra.

15) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco? 

Brenno Dub: Estratégia é segredo! (risos).

16) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira? 

Brenno Dub: Hoje em dia a gente vive em função dos algoritmos e das redes sociais. Uso essas ferramentas como forma de divulgação do meu trabalho.

17) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Brenno Dub: A internet nos possibilita ter informações sobre os processos e ferramentas de produção musical. Isso ajuda bastante, pois democratiza o acesso a essas ferramentas e processos, porém, tem muita informação errônea e desencontrada, por isso é bom fazer um curso sério de produção para não acabar se afogando nesse mar de informações. O bom da internet também é a possibilidade de alcançar pessoas em qualquer parte do mundo. Pessoas na Índia escutam sua música produzida aqui do outro lado do mundo, interagem, isso é fantástico!   

18) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)? 

Brenno Dub: Acho que poder fazer seu próprio horário de trabalho, poder gravar uma ideia que pintou na hora, são uma grande vantagem. Porém, temos a desvantagem de não ter acesso aos equipamentos e a uma sala projetada e tratada de forma correta para uma gravação.  

19) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical? 

Brenno Dub: Eu só faço a minha música, sem pensar no que os outros artistas estão fazendo ou no que vão pensar da minha música. Eu faço música quase que como uma necessidade biológica minha, eu preciso fazer música e colocar no mundo físico, o que está dentro da minha mente. Quase que como uma questão de sobrevivência! (risos).

20) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram? 

Brenno Dub: Eu vejo o cenário musical brasileiro como uma obra vasta, cheia de possibilidades e estilos. As revelações pintam quase todo dia, mas tem trabalhos que são muito consistentes como o do Emicida, do Criolo e agora vem o Djonga se destacando merecidamente na cena. Vejo como mais consistentes os Racionais MCs que estão aí até hoje influenciando em vários aspectos, fazendo as pessoas pensarem, transcenderam suas bolhas sociais. O trabalho deles me influenciou e me influencia até hoje.

21) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística? 

Brenno Dub: Racionais MCs, Natiruts, Djonga, isso só para falar de Brasil.

22) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado, etc)? 

Brenno Dub: Nesses 20 anos de estrada, já rolou tudo que foi citado na pergunta. Falta de condições técnicas é o mais constante nessa caminhada, mas eu acabei aprendendo a me virar, trabalhar com o que tem disponível.

23) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical? 

Brenno Dub: Tocar um instrumento já me deixa bem feliz. Acho que seria um Ser Humano frustrado se não tocasse um instrumento, faltaria algo na minha vida. O que me deixa triste é a desvalorização da classe artística. Muitas pessoas pensam que o músico nasce com o dom, que não precisa estudar. Mas a gente abdica de muitas coisas para podermos nos aperfeiçoar e fazer uma boa apresentação. Isso não é valorizado pela sociedade em geral. Mas a gente vai seguindo porque é o que se sabe e o que se gosta de fazer!

24) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios? 

Brenno Dub: Eu não faço música para tocar no rádio, não em rádios comerciais. Faço música para quem quer ouvir e se identifica com a mensagem. Sinceramente, não ligo se vai tocar no rádio ou não. Se tocar no celular de alguém, pra mim, já tá valendo.

25) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical? 

Brenno Dub: Estude bastante, como se fosse a última coisa da sua vida. Teoria musical, produção, noções de mixagem e masterização, produção executiva. E prepare sua mente para as rejeições. Esteja certo do que você quer fazer e vá em frente, não deixe que nada te pare.

26) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Brenno Dub: Eles escolhem alguém que seja do interesse deles, mesmo que não tenha muito talento, e elevam esse artista ao status de Estrela. Mas são muito limitados, só ouvem um nicho, de tempos em tempos escolhem um nicho musical e idolatram.

27) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Brenno Dub: Fundamental, pois abrem espaço para artistas iniciantes poderem mostrar seu trabalho, e pagam bem por isso.

28) RM: Como você analisa o cenário do reggae no Brasil. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Brenno Dub: É difícil fazer essa análise de quem se destacou ou quem regrediu. Vejo que as pessoas vão fazendo seu trabalho honestamente e as coisas vão acontecendo até que uma hora o mainstream escolhe alguém para alçar como destaque. Gosto muito do trabalho do Monkey Jayam e da Marina Peralta, mas tem muitos artistas bons se destacando na cena, Nazirê, o Alienação AfrofuturistaHempfyah, o Breddas, nossos amigos do Rio de Janeiro que estão com um trabalho muito bom também.

29) RM: Você é Rastafári? 

Brenno Dub: Não sou. Mas respeito muito a filosofia rastafári, apesar de não concordar com alguns posicionamentos.

30) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

Brenno Dub: É real. O Reggae nasceu das influências e dentro do movimento Rastafári. Isso é fato. Mas, como tudo no mundo, a música Reggae se tornou mundial e acabou incorporando outras influências, outros pensamentos e outras filosofias.  

31) RM: Na sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Brenno Dub: Preconceito. Música de preto e maconheiro. Principalmente por ter a ganja como um elemento da cultura reggae e por ser música criada por pretos jamaicanos com dreads. O Brasil é um país muito preconceituoso e a mídia reflete isso.

32) RM: Quais os pros e contras de se apresentar com o formato Sound System?

Brenno Dub: É bem mais simples de se apresentar, carrega-se pouco equipamento comparado com uma banda e é mais fácil de se locomover. Os contras são o de fazer as coisas sozinho, mas com isso a gente se acostuma.

33) RM: Quais as diferenças de se apresentar com banda em relação ao formato com Sound System?

Brenno Dub: Banda dá muito trabalho para administrar, transportar, são muitas cabeças pensando e querendo coisas diferentes.

34) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae e o uso da maconha? 

Brenno Dub: Existe muito preconceito em relação a ganja, em relação a música reggae e em relação a essa combinação Reggae/Ganja. Nem todo regueiro fuma maconha e nem todo maconheiro gosta de reggae, mas existe essa associação burra por pura falta de conhecimento do que é a ganja e do que é a música reggae. É isso, a falta de informação e de conhecimento geram preconceito.

35) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com a cultura Rastafári?

Brenno Dub: A cultura Rastafári e o reggae são intimamente ligados, pois, o reggae vem da cultura rastafári. A junção do rastafarianismo com o rocksteady e a ganja nos trouxeram o reggae.

36) RM: Quais os seus projetos futuros? 

Brenno Dub: Estamos finalizando o disco do Hempfyah “Quarentena Sessions” que sai em breve e estou começando a produzir meu disco solo, sem prazo, sem metas e sem pressa! Pode ser que role um disco de Dub do Hempfyah, mas isso é um projeto de longo prazo.

37) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs? 

Brenno Dub: (21) 97338-3156 | breresende@hotmail.com 

www.instagram.com/echosereverbs | https://www.instagram.com/explore/tags/brennodub

|  www.facebook.com/brennodublab  

www.facebook.com/HempFyah  | https://www.mixcloud.com/brennorezende 

| https://soundcloud.com/brenno-rezende 

Canal: https://www.youtube.com/user/brennofilhos 

Brenno Dub – Dama de Vidro: https://www.youtube.com/watch?v=HBcXX8lGmko 

Brenno Dub #1 DJ Set: https://www.youtube.com/watch?v=WvXEOCu-50c 

Brenno Dub DJ Set #2 Dubwise: https://www.youtube.com/watch?v=83yHIR7DEzk 

Ensaio HempFyah (HempField DubLab e Rafyah Dread) Live do Facebook em 29/03/2017: https://www.youtube.com/watch?v=x_rvkGlyT5g 

Canal Hempfyah – https://www.youtube.com/c/Hempfyah 

Hempfyah 4i20 #9: https://www.youtube.com/watch?v=b2WRKax6MLQ 

Live do Hempfyah #13: https://www.youtube.com/watch?v=Dt_Jgjyh2jM


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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