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Categorias: Entrevistas

Banda Sociedade Crua


Banda inspirada no Rock and Roll, com canções próprias de cunho crítico social.

A Sociedade Crua formada em 2011 e na estrada desde 2013. Tem dois álbuns “Novembro” e “Pássaros de Lata” e já trabalhando o terceiro álbum com previsão de lançamento álbum para 2020.Tem na sua formação: Ronaldo Araújo (vocal/percussão/composição), Rafael Reis (guitarra/back vocal/composição), Silas Lopes (contrabaixo/back vocal/produção), Douglas Leal (bateria).

Tem como influências o rock clássico, blues, progressivo, country music, pop e a MPB, abordando na sua temática, uma crítica social de forma interpretativa e abstrata sob o olhar de quem faz parte de toda esta lógica da vida.

O nome Sociedade Crua, surgiu em 2008 e foi criado do pressuposto de que as pessoas estão sempre amadurecendo, criando experiências, se moldando e que toda esta condição de vida, só é definitivamente adquirida no limiar da vida.

Segue abaixo entrevista exclusiva com a banda Sociedade Crua para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistados por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 20.07.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a data de nascimento e a cidade natal dos membros da Sociedade Crua?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo (Vocal) nasci no 30.11.1980 em Belo Horizonte – MG. Silas Lopes (Baixo) nasci no dia 09.0.1982 em Belo Horizonte – MG. Douglas Leal (Bateria) nasci no dia 24.01.1985 em Belo Horizonte – MG. Rafael Reis (Guitarra) nasci no dia 18.03.1982 em São Paulo – SP.

02) RM: Fale do primeiro contato com a música dos membros da Sociedade Crua.

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo (Vocal) – Sempre existiu um gosto pela musicalidade, acho que sempre esteve no meu sangue, mas de forma amadora desde criança, agora de uma maneira mais objetiva, foi na Faculdade de História em parceria com um amigo de classe que tinha os mesmos objetivos e consolidou algo que já tinha como objetivo, trabalhar com música, fazer parte de uma banda e de preferência, uma banda que se consolida-se, comprometida…

03) RM: Qual sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical dos membros da Sociedade Crua?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo (Vocal) sou professor de História, Compositor e Vocalista. Silas Lopes (Baixo) sou Produtor Musical e baixista.

Douglas Leal (Bateria) sou comerciante e baterista. Rafael Reis (Guitarra) sou Atendente de call center, violonista freelancer e guitarrista.

04) RM: Quais as influências musicais no passado e no presente dos membros da Sociedade Crua. Quais deixaram de ter importância?

Banda Sociedade Crua: Nossas influências são muito ligadas ao rock dos anos 50 e principalmente dos anos 60 e parte dos anos 70 e da geração 80 do rock nacional e alguns expoentes internacionais desta década e poderia citar: The Monkees, The Beatles, The Bee Gees, The Rolling Stones, Roberto Carlos, Radio Taxi, Titãs, Blitz e tantos outros destas décadas. E nenhum destes referentes a estes anos perdeu sua importância atualmente, mas não como adjetivo ou modelo para a criação das músicas.

05) RM: Quando, como e onde você começou a banda Sociedade Crua?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo – A ideia surgiu em 2008, junto com o meu parceiro de Faculdade, após surgir outros interessados em montar um grupo musical, mas neste período que vai de 2008 até 2010 a banda fica apenas nos ensaios de músicas autorais, sem efetivamente se apresentar como banda. Efetivamente a banda começa a fazer shows, só em 2013 a partir do primeiro CD da banda e que foi produzido em 2011, lançado em 2012.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Banda Sociedade Crua: São dois álbuns: “NOVEMBRO” em 2012 com onze músicas e “PÁSSAROS DE LATA” em 2016 com treze músicas. E agora em 2020, estamos produzindo e já lançando esporadicamente músicas nas plataformas digitais e nos canais da banda, do novo álbum “CRIAS MECÂNICAS”.

07) RM: Ronaldo, você estudou técnica vocal?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo – Não. Muitos podem até dizer, que não há como esse item não fazer parte do desempenho individual, mas outros dizem que seria um dom, mas é claro, que cuidados e um aprendizado para melhor utilização da voz, acabo fazendo por praticar.

08) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo – Acredito na importância sim, tanto que faço consultas ao fonoaudiólogo frequentemente e procuro ter todo um cuidado com aquecimentos, desaquecimento antes e depois de ensaios e shows, além claro de treinos constantes, hidratação, e da própria utilização diária da mesma.

09) RM: Quais as cantoras(es) que dos membros da Sociedade Crua admiram?

Banda Sociedade Crua: John Lennon, Roberto Carlos (anos 60 e 70), Elvis Presley e tantos outros.

10) RM: Como é seu processo de compor música da banda Sociedade Crua?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo – Normalmente as ideias surgem de forma espontânea, sem uma intencionalidade de momentos ou devido a alguma preparação para compor. Algumas vezes, elas vêm nos ensaios da banda, inspirada pela sonoridade criativa do guitarrista e do conjunto da banda nos momentos criativos da mesma.

11) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Banda Sociedade Crua: Ronaldo Araújo – Na verdade, já tive em um período curto o antigo parceiro de Faculdade e atualmente, tem surgido um parceria em algumas músicas com o guitarrista da banda, Rafael Reis (tem uma música com o baterista da banda, Douglas Leal), mas, na grande maioria das composições a criação tem sido individual e claro, tendo o respaldo criativo da produção de Silas Lopes, produtor e baixista da banda e dos membros da mesma.

12) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Banda Sociedade Crua: Os prós, é ter a liberdade de fazer da composição a sua cara, sem direcionamentos de terceiros (liberdade criativa), mas isso só é significativo, quando você já tem uma carreira consolidada e por isso, exerce este poder administrativo sobre a mesma. Já os contras é o fato de não conseguir ter um gerenciador, um administrador, uma produtora do seu trabalho, que lhe daria uma provável independência financeira e uma dedicação exclusiva a música.

13) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Banda Sociedade Crua: Como uma banda independente, tentamos nos organizar, dividir tarefas, atuar de forma constante nas redes sociais, nas plataformas digitais, para divulgar o máximo possível o nosso trabalho, para dentro deste aspecto, conseguir o principal objetivo, o de ser reconhecido e assim, poder construir um público que seja a cara da banda.

14) RM: Quais as ações empreendedoras que vocês praticam para desenvolver a sua carreira?

Banda Sociedade Crua: Divulgação diária de temas da banda nas nossas fanpages: Facebook, Instagram (fotos, vídeos ao vivo, comentários, clips vídeos), Youtube… Divulgação em grupos de Whatsapp e facebook da marca, nome da banda e assuntos ligados a mesma… E em eventos shows, divulgar e compartilhar o CDs da banda, camisas e principalmente, sempre buscando uma interação com o público.

15) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Banda Sociedade Crua: Ajuda sim, dentro da realidade atual de massificação das informações por estes instrumentos, mas por outro lado, há também uma enorme quantidade de temas, que acabam desvalorizando o que se posta, pela quantidade e não pela qualidade.

16) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Banda Sociedade Crua: Vejo como positiva essa acessibilidade a todos, já a desvantagem é que se perde muito em qualidade com o amadorismo de alguns home estúdios.

17) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que vocês fazem efetivamente para se diferenciarem dentro do seu nicho musical?

Banda Sociedade Crua: Primeiramente buscamos a qualidade equiparada ao mercado fonográfico, qualidade de áudio mesmo. Já o nosso diferencial é a autenticidade, pois é a única coisa que pode nos separar dos demais. A nossa essência!

18) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Banda Sociedade Crua: O cenário musical, como sempre, é comercial, de consumo e funciona de acordo com os interesses da mídia, ou do momento. Se pensarmos só no que é divulgado, podemos dizer que só aconteceu para o Sertanejo popular e o FUNK. E neste aspecto, não saberia lhe responder os destaques e os que se consolidaram na cena atual.

19) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Banda Sociedade Crua: Atualmente eu não tenho acompanhado os novos artistas que estão na mídia. Existem aqueles da geração 80, 70 e até 60, que ainda continuam tendo trabalhos e estão consolidados. Nós por outro lado procuramos ser fiéis, organizado e produtivo em prol da Sociedade Crua, ou melhor do sonho da banda e da realidade que está posta no momento da musicalidade no Brasil.

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Banda Sociedade Crua: Falta de condição técnica, público pequeno ou até inexistente, aconteceu em vários shows. Apresentar e não receber o cachê da banda para o evento, aconteceu em um show. Em um Show o vocalista ficou afônico devido a medicamentos. Situações que podem em algum momento acontecer.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Banda Sociedade Crua: Feliz é ver a música pronta, pessoas curtindo e ela sendo ouvida por um número de pessoas e claro, vendo a banda continuar junta desde 2013, mesmo sabendo que há diferenças, objetivos e entendimentos diferentes em cada membro, mas vendo que a todo momento um novo sonho saí dos instrumentos de cada um. O que deixa triste, é ver que esse esforço, dedicação, organização, comprometimento não são suficientes, pois depende da grande mídia, do momento para que o trabalho seja reconhecido e divulgado.

22) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que vocês moram?

Banda Sociedade Crua: Em termos de artistas, bandas, há uma gama variada de estilos, mas a que se destaca é o metal e suas variáveis.  Em Belo Horizonte – MG os espaços buscam sobreviver conforme a cena ou melhor, oferecer o espaço, mas buscando claro, ter o retorno do investimento. O que se percebe é que a grande maioria das casas trabalham com artistas cover e são poucas as que dão espaço para a cena criativa autoral e as que dão, trabalham oferecendo o espaço, sem um retorno financeiro e de divulgação dos eventos. Outros espaços são os centros culturais, mas que também, acabam sendo poucos atrativos em termos de público e logística.

23) RM: Quais os músicos, bandas da cidade que vocês moram, que vocês indicam como uma boa opção?

Banda Sociedade Crua: Normalmente as indicações são de grupos que tivemos a oportunidade de encontrar nas estradas ou na própria cena de Belo Horizonte. Então poderia falar do amigos da banda 80 Rock, da banda Rocking Riders, da banda Márcio Aranha e a Teia, da banda Aknus, da banda Satanjinhos, da banda Cordilheira, da banda Mundo Virtual, da banda Studio Zero, da banda Cretinos & Calhordas, da banda Consciência Suburbana, da banda Reinup e tantos outras de estilos e variações diversas…

24) RM: Vocês acreditam que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Banda Sociedade Crua: Sem pagamento de jabá, com certeza que não tocaram nas programações das rádios de grande audiência. As músicas da banda já tocam em diversas rádios webs, e em alguns momentos esporádicos em um programa de uma rádio FM de Belo Horizonte (Portaria do Rock da Rádio UFMG, Educativa FM 104,5). Mas é muito pouco para o artista conseguir fazer o seu trabalho ser conhecido e isso, passa a ser desanimador e frustrante para nós e para todas as bandas. Na verdade, é o espírito de deixar um legado, de criar que faz o sonho continuar acontecendo.

25) RM: O que vocês dizem para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Banda Sociedade Crua: Difícil dizer algo, mas que primeiramente seja um prazer pessoal, uma adrenalina muito grande, em vivenciar e expor algo que se criou artisticamente. Segundo, há gastos maiores que retorno e que as dificuldades são um grande impedidor do prosseguimento do sonho. E que isso pode vir a acontecer constantemente, sem contar os retrocessos artísticos e para muitos uma escolha que no futuro poderá não ser, a de ser artista e sim uma pessoa comum de família, trabalhador empregado e outras situações que aparentemente não combinam com o de ser músico.

26) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Banda Sociedade Crua: Vejo mais prós em relação a Festival de Música. Interação com outros artistas, com o público, com a cena do Festival e uma experiência adquirida que se torna super importante. O contra, se dá muitas vezes, nas logística que cada artista tem que desempenhar…

27) RM: Festivais de Música revelam novos talentos?

Banda Sociedade Crua: Revelaria novos talentos se os Festivais de Música fossem valorizados pela grande mídia, produtores, investidores e fossem movimentos constantes e não esporádicos como acontecem e sem nenhum retorno da imprensa. Fato esse que não favorece a criação de um público alvo, um costume sobre o evento ou eventos. Uma casualidade.

28) RM: Como vocês analisam a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Banda Sociedade Crua: A grande mídia tem e terá sempre os seus interesses comerciais e é assim que sempre irá funcionar. Ela sempre irá onde esse retorno vai lhe ser vantajoso. Para nós, como uma banda independente e que busca o seu reconhecimento, ela não tem sido nada construtiva ou pouco favorável.

29) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Banda Sociedade Crua: Vejo de forma positiva, mas o problema maior, como acontece, são as exigências burocráticas de formação de projetos, captação de recursos em alguns casos e que cria uma acessibilidade muito restrita aos artistas.

30) RM: O circuito de Bar da cidade que vocês moram é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Banda Sociedade Crua: Em Belo Horizonte – MG é bom para trabalhos solos, mas para bandas, até pela estrutura oferecida é muito mais difícil. Acaba sendo uma troca da apresentação pelo espaço, sem nenhum retorno financeiro.

31) RM: Quais os seus projetos futuros?

Banda Sociedade Crua: Nós da banda estamos trabalhando na produção do terceiro álbum, intitulado “Crias Mecânicas” e estamos praticamente direcionando o ano de 2020 para esse objetivo e shows, só através de convites e esses podendo ser encaixados dentro das disponibilidades da banda, mas a prioridade tem sido o álbum.

32) RM: Banda Sociedade Crua, Quais seus contatos para show e para os fãs?

Banda Sociedade Crua: Para Shows: Silas Lopes – @casaradar (31) 97564 – 8259 | Rafael Reis (31) 98605 – 5604 | Douglas Leal (31) 99766 – 1678 | Ronaldo Araújo (31) 98772 – 5775 | sociedadecrua@gmail.com || https://www.facebook.com/SociedadeCrua

| https://www.instagram.com/sociedadecrua

| https://twitter.com/sociedadecrua

| https://sociedadecrua.webnode.com

Álbuns da banda: https://open.spotify.com/album/2mcyz23erHrGOwfy1hNEPa?si=WfADrrWAS9ixYCTkWG8aSQ

“Novembro”: https://open.spotify.com/album/5aUVRLNEzVaEDzeETrSbK9

| https://www.youtube.com/user/SociedadeCrua

| https://www.linkedin.com/messaging/thread/6212973055803748352/

“Todos os dias deveriam ser”: https://www.youtube.com/watch?v=96iSIU_z34g

“Ei cara”: https://www.youtube.com/watch?v=F67sYYYbPFs

“Olhos profundos da noite”: https://www.youtube.com/watch?v=NRmCOWIyjTE

“Acordo a cada instante”: https://www.youtube.com/watch?v=0qvukWPaqL4

Links Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=F67sYYYbPFs

https://www.youtube.com/watch?v=YDIUwsi6s50&t=30s

https://www.youtube.com/watch?v=0qvukWPaqL4

https://www.youtube.com/watch?v=za6VG4laOHI

https://www.youtube.com/watch?v=AsASjJrmJuQ

https://www.youtube.com/watch?v=di8bro5Uqh4&t=21s

https://www.youtube.com/watch?v=NRmCOWIyjTE

https://www.youtube.com/watch?v=96iSIU_z34g&feature=youtu.be

Links de algumas apresentações ao vivo:

https://www.youtube.com/watch?v=1aoXhAJdZbQ

https://www.youtube.com/watch?v=HV6bfblsP9w

https://www.youtube.com/watch?v=uIrsTitvS1k

https://www.youtube.com/watch?v=c0UhfFX4niY

https://www.youtube.com/watch?v=_UOcxI6Tmpk

https://www.youtube.com/watch?v=6TDLh7pZEM0

https://www.youtube.com/watch?v=qzJz7wqKrHw


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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