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Categorias: Entrevistas

Banda Nega Jurema


A banda Nega Jurema, de Garuva (região de Joinville-SC), busca um estilo musical peculiar, mesclando ritmos como Rock, RAP, Pop e os conectando ao reggae, criando uma levada e uma batida sonora que lhe é muito própria.

Formada por um grupo de amigos que se uniram com objetivos relacionados a lazer e a inovações técnico-musicais, a Nega Jurema está na estrada há cinco anos. Os integrantes da Nega Jurema: Rafael Palandi, com certo tempo de experiência na música, Rafael “Devora” é o vocalista da banda. Influências: Tim Maia, Planet Hemp, O Rappa, Charlie Brown, reggae em geral entre outros. Gleison Vieira, com passagem em várias bandas da região, Gleison “Maska Joe” é o baixista, Dj e backvocal da banda. Influências: Rage Against, Led Zeppelin, Pink Floyd, entre outros. Luiz Gustavo: musical multifocal, Luiz é Tecladista e “Scratch man” na banda. Influências: Rock progressivo, Bob Marley, Reggae, Hard-rock em geral entre outros. Fernando Zuchi, com vasto conhecimento e experiência musical, Fernado Zuchi é guitarrista na banda. Influências: Groudation, Bob Marley, Reggae, MPB em geral entre outros. Tony Boeing, com longa trajetória na música, Tony Boing é o baterista da banda. Influências: Black Sabbath, Rage Against, System of a Down, Queens of The Stone Age, Alice in Chains.

Em comum, os integrantes da Nega Jurema têm a formação da antiga banda Cobalto Audio Rock (2004-2012), conjunto que abriu os shows de bandas e artistas de renome, como Dazaranha, Papas da Língua, Reação em Cadeia, Velhas Virgens, Armandinho. Com o fim da banda Cobalto por meio de uma reformulação de sua formação, nascia a Nega Jurema, nome que faz referência a um pico da Serra do Mar cujo ponto é conhecido por campistas para desfrutar daquela beleza natural. Maska e Devora com Armandinho após show de abertura em Itapoá, Maresias (janeiro de 2007). A nova formação que originou a “Nega” busca não somente realizar um show tanto quanto melhor em seu repertório e performance, mas tem como principal aspiração criar uma identidade, experimentando criar músicas próprias. Isso possibilitou que, por exemplo, o artista Gazu, vocalista da banda Dazaranha, já tenha feito parcerias com a Nega Jurema por mais de uma vez.

Nos últimos anos a Nega sempre foi atração confirmada na Festa do Colono, evento anual mais importante da cidade de Garuva. Atualmente, buscamos ampliar limites e mercado, apresentando-se em pubs e casas de show levando o melhor do Reggae in Roll.

Segue abaixo entrevista exclusiva com a banda Nega Jurema para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 24.07.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a data de nascimento e cidade natal dos membros da banda?

Banda Nega Jurema: A banda Nega Jurema (“A casa do Reggae and Roll”) surgiu em 2012, no município de Garuva, extremo norte de Santa Catarina, cidade simples de 16mil habitantes.

02) RM: Como foi o primeiro contato dos membros da banda com a música.

Banda Nega Jurema: São seis os membros da banda: O baixista da banda, Gleison Vieira (o “Maska Joe”), teve sua primeira banda em 2000 (banda Holy Smoke); o vocalista Rafael Palandi (O “Devora”), entrou em sua primeira banda em 2005, banda COBALTO, juntamente com o Maska; o Baterista Tony Boeing, teve sua primeira banda em 2007, a Guerrilla Way. O guitarrista Fernando Zuchi e Luiz Gustavo eram membros da banda Raiz Vital, juntamente com o saxofonista Alan Pedro Liba.

03) RM: Qual a formação musical e acadêmica fora música dos membros da banda?

Banda Nega Jurema: A banda é formada por trabalhadores. No campo musical, destaca-se o guitarrista Fernando Zuchi, professor de música renomado em Joinville; Alan Liba é professor de música na Fundação Facchini, também em Joinville. No campo da formação acadêmica, destaque para o vocalista Rafael Devora, que é formado em Comércio Exterior; Gleison Vieira, o “Maska Joe”, doutor em Políticas Públicas e Educação pela PUCPR. 

04) RM: Quais as influências musicais no passado e no presente dos membros da banda? Quais deixaram de ter importância?

Banda Nega Jurema: Entre as principais influências da Nega Jurema está o reggae jamaicano, reggae nacional, rock nacional (Raimundos e Charlie Brown), o SKA (ao estilo Sublime); O Hip – Rock (ao estilo RATM). 

05) RM: Quando, como e onde começou a carreira musical da banda? E qual o significado do nome da banda?

Banda Nega Jurema: A carreira musical da Nega Jurema começou em 2012, como um projeto de “banda de garagem”, objetivando realização de atividades culturais no qual se focaria em covers. O nome Nega Jurema vem de um ponto turístico de Garuva (SC): o Pico da Jurema, na Serra do Mar. Se aproveitou para fazer um trocadilho com o nome de uma música do Raimundos.

06) RM: Quantos discos lançados?

Banda Nega Jurema: A banda optou pelo formato single, isso é, a banda lança músicas de tempos em tempos, sem estar vinculado a um álbum ou EP. Oficialmente, a Nega Jurema já sete músicas lançadas. Estamos mais vinculados à política das playlists, tendo com destaque as nossas músicas: “Jah é meu Pastor”, “Terra do Sol”.

07) RM: Como define o estilo musical da banda dentro da cena reggae?

Banda Nega Jurema: A Nega Jurema está buscando um estilo próprio. Embora vinculado ao movimento da URC – União do Reggae Catarinense, a Nega não é exclusivamente reggae: mistura-se o Reggae com o rock, com o soul, com o groove, samba, manguebitch e outros estilos. Por exemplo: a nossa primeira música, “Vim pra Ver o Sol” (2017), tem uma batida mais pop, misturada a uma passagem de trap; já a música “Moralize” mistura Rock e Groove; A música “Samba da Nega” é comandada pelo Samba Reggae; a música “Criola” é reggae e SKA; “Jah é meu pastor” é um reggae roots, “Terra do Sol” é a essência do Reggae And Roll… ou seja… há uma diversidade rítmica entre as nossas músicas.

08) RM: Como você se define como cantor/intérprete dentro da cena reggae?

Banda Nega Jurema: “Eu sempre canto com o coração e tento demonstrar toda emoção que o som da Nega Jurema exige, cantar pra mim é fazer o que eu amo e dentro da cena do reggae eu tento sempre evoluir, aberto a inovações, e fazendo sempre o bem para colher o bem, tento sempre manter a chama e a bandeira do reggae viva nas interpretações nas letras das músicas da Nega Jurema e em todos as cidades e lugares que eu cantar” (Devora).

09) RM: Quais os cantores e cantoras que vocês admiram?

Banda Nega Jurema: São muitos e de vários estilos musicais: Chuck Berry, Elvis Presley, Bob Dylan, Bob Marley, Bunny Wailer, Peter Tosh, Lucky Dube, Michael Jackson, Zack de la Rocha, Ozzy, James Hetfield, Robert Plant, Raul Seixas, Edson Gomes, Has Bernardes, Fauzi Beydoun, Chorão Charlie Brown, Zeider, Hélio Bentes, Rodrigo Piccolo, etc…

10) RM: Como é o processo de composição musical dentro da banda? Quem faz a letra e melodia?

Banda Nega Jurema: As bases da composição, geralmente, são feitas pelo Maska ou pelo Tony, abordando temáticas como o Amor, A vida agitada, as Redes Sociais, a beleza natural, a realidade histórica, etc. Após isso, a parte de arranjos fica a critério, sobretudo, do musicista Fernando Zuchi.

11) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Banda Nega Jurema: Os prós de uma carreira musical independente estão justamente nas ações de compõe a liberdade de produção, sem a pressão mercadológica de gravadoras ou de equipes gerenciais. Os contras estão na falta de capitalização – buscar recursos próprios para produzir a banda, desde o visual até a produção de músicas e clipes.

12) RM: Quais as ações empreendedoras que vocês praticam para desenvolverem a carreira musical?

Banda Nega Jurema: As ações empreendedoras da Nega Jurema estão no fato de como os integrantes encaram a banda: como uma empresa. A banda tem, em seu “corpo administrativo”, o tesoureiro (Tony), o diretor de marketing (Devora), o gerente de produção (Zuchi), o Engenheiro de Produção (Maska). A capitalização da banda se dá com o cachê das apresentações em eventos e por meio da busca de patrocínios junto aos comércios e empresas locais.

13) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da carreira musical?

Banda Nega Jurema: O advento da internet mudou o quadro de produção e consumo de bens culturais (como qualquer outro bem). Se, antes nós tínhamos as gravadoras como difusoras de músicas, agora, equipes empresariais fazer isso, usando as redes sociais como principal difusora. Se, num primeiro momento, empresários investiam na dilapidação de banda de garagem no qual se intuía um potencial produtivo, agora, por sua vez, os produtores buscam artistas prontos, que buscaram produzir seu próprio material. Temos ciências de que isso é resultado da evolução da dinâmica econômica do mercado consumidor de arte. 

14) RM: Como vocês analisam o cenário reggae brasileiro? Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Banda Nega Jurema: “O Reggae vem crescendo e cada vez mais tomando seu espaço no cenário nacional. Hoje podemos observar várias vertentes dentro do reggae, com misturas de Rap, Rock, elementos eletrônicos, e também sendo inserindo em outros estilos musicais. Dessa forma, trazendo o reggae a tona, para a nova geração. Nesses últimos anos, a música Reggae ganhou mais espaço com bandas como: Cidade Verde, Mato Seco, Ponto de Equilíbrio, Planta e Raiz, Maneva, Leões de Israel e Natiruts, que se mantém consistente, e sempre lançando novas canções. Cada uma com suas características, estilos e personalidades” (Zuchi).

15) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (Home Studio)?

Banda Nega Jurema: Na realidade, não conseguimos ver desvantagens no acesso à tecnologia de gravação (Home Studio). Tem-se benefícios ao poder gravar o próprio ensaio, perceber os problemas, as melhorias que podem ser feitas durante a formação dos arranjos, etc. Ou seja, quando um grupo busca criar musicas, o elemento Home Studio é fundamental.

16) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Banda Nega Jurema: Foram várias as situações inusitadas, mas se destaca uma apresentação em um PUB de Balneário Camboriu: tivemos contratempo na Rodovia e chegamos atrasado; esquecemos parte dos equipamentos; o teclado teve problemas e teve que tocar guitarra, o baixo estragou, e teve que usar a guitarra como contrabaixo no Cubo; o baixista picou em um buraco escondido no palco por um tapete, fraturando o pé… tudo em um mesmo show (risos).

17) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Banda Nega Jurema: O que mais nos deixa feliz é a realização artística, que, por sua vez, também é uma realização humana. Recentemente sentimos isso de forma mais evidenciada, em dezembro de 2020, quando tocamos ao vivo em frente ao MASP, na Avenida Paulista. Nós víamos a alegria das pessoas que, despretensiosamente, paravam à calçada para nos ouvir, e se animavam com o nosso som. Essa satisfação é difícil de descrever, sendo possível apenas pincelar em palavras o que sentimos. Sobre a tristeza na carreira musical, ela fica no âmbito dos projetos: é saber que nós poderíamos render mais se nós nos dedicássemos apenas à música, uma vez que temos que ter uma vida dupla, e ganhar o pão de cada dia com as atividades profissionais que exercemos cotidianamente. 

18) RM: Vocês acreditam que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Banda Nega Jurema: Acreditamos que é mais difícil entrar nos ciclos dos horários mais rentáveis das rádios, uma vez que elas são empresas, e assim sendo, se mantém com propaganda e financiamentos os mais diversos. Nós, particularmente, já tocamos em rádios de renome no Sul do Brasil, mas de devido a nossa capacidade de “ficar encima” de radialistas e diretores de Radio, todavia, não emplacamos nos horários nobres por termos consciência de como funciona o jogo empresarial de uma empresa e tem custos e investimentos.

19) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Banda Nega Jurema: A quem quer seguir na carreira musical, poderíamos dizer aqueles clichês mais comuns: “busque seus sonhos”, “lute por suas realizações”, e “blá blá blá…”. O que nós podemos dizer é: Faça acontecer, não por sucesso, fama, reconhecimento ou dinheiro… “faça por te dar prazer, por te fazer sentir ser humano”. 

20) RM: Como vocês analisam a relação que se faz da música reggae com a religião Rastafári?

Banda Nega Jurema: Essa relação é histórica: assim como o Blues tem uma origem no gospel sulista dos campos do Mississipi, o Reggae tem uma relação com a religião Rastafari. Esta relação tem suas implicações culturais, muito próprias do contexto em que surgiu – enquanto manifestação revolucionária pela vida com liberdade. 

21) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

Banda Nega Jurema: Os adeptos da religião Rastafári seguem preceitos religiosos muito fortes, que pregam a liberdade e tudo isso tem que ser respeitado. Eles elevam o reggae ao grau de elemento transcendental. Isso deve ser respeitado. E nós, da Nega Jurema, respeitamos isso! Quanto a nós, fazemos o nosso som que mistura uma serie de ritmos como Rock, Samba, Manguebeat, Hip Hop e o próprio Reggae. Não temos uma militância religiosa nesse sentido. As nossas músicas Jah é meu Pastor e Terra do Sol absorvem muito das ideias Rastafári, mesclando-as com o Estoicismo, por exemplo.

22) RM: Em sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Banda Nega Jurema: Cada cena segue aspectos, fatores e variantes muito diversificadas uma em relação às outras, mas muito particulares – embora tenhamos um contexto de globalização cultural Hi-tech.  Dentro dos regionalismos e interesses de grupos em cada departamento, fica mais difícil se conseguir “penetrar as bolhas”. Porém, no próprio Brasil o Reggae nacional busca um reconhecimento.

23) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Banda Nega Jurema: A discussão sobre a existência de “dom” remonta 2500 anos, já na obra Metafísica, de Aristóteles (risos). A ideia de dom (do Grego Dora) significa presente divino, e acreditamos, sim, que há dons em cada ser humano… cada um tem um dom o qual cabe a cada pessoa descobrir. Entretanto, treinamento técnico é fundamental, e tão preponderante quanto um dom mão orientado.

24) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Banda Nega Jurema: A Grande mídia é formada por empresas, que dentro de um contexto da dinâmica financeirista, busca rentabilidade as maiores possíveis. A exploração dessa cena se dá dentro da dinâmica de investimento e lucro, e assim, somente poderíamos falar de seu papel em uma dimensão econômica.

25) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Banda Nega Jurema: O Sistema S sempre foi importante para a difusão da cultura, desde o inicio dos anos 1940. Infelizmente, o SESC/SESI, nos últimos dois anos, vem sofrendo todo tipo de ataque a sua estruturação, o que é um pesar, uma vez que, juntamente com o Itaú, formam espaços de fomento cultural, não somente na música.

26) RM: Quais os seus projetos futuros?

Banda Nega Jurema: Estamos, nesse momento, realizando as gravações do nosso projeto musical ligado à lei Aldir Blanc. Nomeamos o projeto como “Mar e(m)Canto”, com duas músicas: o SKA de “Criola”, cujo enredo fala de uma moça em um luau na praia de Itapoá; e o maracatu da musica “Oh Mar”, que narra um dia de trabalho de um pescador e sua relação com a imensidão do mar. Essas gravações são resultado da apresentação da Nega Jurema no Estúdio ShowLivre, em São Paulo.

27) RM: Quais os seus contatos para show e para os fãs?

Banda Nega Jurema: http://banda-nega-jurema6.webnode.com

| bandanega@gmail.com | Gleison: (47) 99740-5280 | tonyboeing@gmail.com  | Tony: (47) 99760 – 5448 | nosielg@yahoo.com |Rafael:(47) 99978 – 1157 | Diogo: (47) 98862 – 3794 | https://www.facebook.com/negajuremabanda 

| Canal: https://www.youtube.com/channel/UCnhoCgGsEpV2hweKsEUMJgQ 

Playlist: https://www.youtube.com/watch?v=kfYI-w0AAA8&list=PLht5D-TFflN7mkUlO8dZ3EaqQ_eMLPnhU


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
Tags: DUBreggaeSKA
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