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Categorias: Entrevistas

Banda Jualê


Jualê Reggae DUB Poetry foi um disco long-play lançada em 1993 em São Paulo pelo guitarrista, compositor paulistano Toninho Crespo. O disco foi produzido por Milton Sales e foi lançado pelo Selo Radical Fonográfico. A gravação, mixagem e produção musical foi do DJ Cuca.

O álbum Jualê trouxe pela primeira vez no Brasil o estilo Reggae Dub Poetry e nele permanece até os dias atuais. O vinil Jualê trouxe também a considerada primeira versão DUB feita no Brasil com a canção “Reggae por Nós” com a poesia de autoria do paraibano Arnaldo Xavier e melodia de Toninho Crespo.

A banda Jualê turnês internacionais: 1996 em Havana, Cuba, com shows no Hotel Copacabana – Miramar e na Casa de Cultura de Habana Vieja. Em 1999 em Londres, Inglaterra, com participação no Festival May Day. Em 2003 em Londres, com shows em Pubs com destaque para o “Loughborough Hotel” no bairro de Brixton. Em 2009 passou seis meses pelo Caribe a bordo do Navio Costa Atlântica no formato “Duo” (voz, violão e percussão) realizou shows nas seguintes Ilhas: Martinica, Guadalupe, Republica Dominicana, St. Maarten, Tortola, Antigua, Santa Lucia, Barbados e Granada. Turnês no Brasil participou do RAP-Reggae Festival em 1996 no Vale do Anhangabaú com público de 60 mil pessoas. Realizou shows em várias unidades do SESC de São Paulo, Litoral, Interior do Estado. Esteve presente em casas noturnas atuantes nos 90 em São Paulo como Aeroanta, Dama Xoc, Soweto. Ainda nos anos 90 a banda Jaulê esteve em Porto Alegre – RS com shows no Bar-Teatro Porto de Elis e no Ginásio Gigantinho.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Toninho Crespo da banda Jualê para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 30.07.2021:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Banda Jualê: Silvio Pierrotti Magrão (piano/teclados) nasceu no dia 27.06.1960 em São Paulo – SP. Marcelo Kwasniewski (baixo) nasceu no dia 10.05.63 em São Paulo – SP. Evaldo Corrêa (bateria/percussão/vocal) nasceu no dia 04.10.52 no Rio Grande – RS. Toninho Crespo (vocal, guitarra base) no dia 09.06.1955 em São Paulo – SP.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Banda Jualê: Silvio Pierrotti Magrão: comprei um Piano velho de uma vizinha e comecei a tocar como autodidata acompanhado por um amigo guitarrista.

Marcelo Kwasniewski: Primeiro contato com a música foi em 1977 com uma banda de Rock. 

Evaldo Corrêa: Foi batucando panelas e baldes em casa com um ano e meio.

Toninho Crespo:  Comecei escutando música no rádio e com 14 anos de idade já fazia uns acordes no violão.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Banda Jualê: Silvio Pierrotti Magrão: Estudei harmonia com o professor Gogó (Hilton Valente), improvisação com o professor Wilson Curia e arranjo com o maestro Laércio de Freitas. Curso superior incompleto em Composição e Regência. 

Marcelo Kwasniewski: Conservatório Marcelo Tupinambá, CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical) do Zimbo Trio e com amigos da música.

Evaldo Corrêa: No Rio de Janeiro estudei no Conservatório Graça Aranha, na Escola Villa Lobos e na Escola da Orquestra Sinfônica. Em São Paulo estudei bateria e percussão com o mestre Dinho Gonçalves.

Toninho Crespo: Em 1984 estudei guitarra e harmonia moderna com Mozart Mello. Em 1991-1992 estudei guitarra com Luís do Monte e violão com Zezo Ribeiro na ULM-Universidade Livre de Música em São Paulo.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Banda Jualê: Silvio Pierrotti Magrão: Luiz Gonzaga, Beatles, Jackson do Pandeiro, João Gilberto, Taiguara, Gilberto Gil, Bob Marley, Peter Tosh, Dominguinhos, Tom Jobim, Moacir Santos, Quince Jones, Ravi Shankar, entre outros. Todos continuam importantes.

Marcelo Kwasniewski: Rock, MPB e Jazz.

Evaldo Corrêa: De Teixeirinha a Hermeto Pascoal. Elza Soares, Miltinho Edilberto, Jackson do Pandeiro, Germano Matias, Zé Ketti, Jamelão, Luiz Gonzaga, Renato Borghetti e os bateristas: Nenê, Robertinho Silva, Edson Machado.

Toninho Crespo: Música brasileira e Black music internacional.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Banda Jualê: A banda foi criada em 1993 em São Paulo pelo guitarrista, compositor paulistano Toninho Crespo junto com o LP Vinil – JUALÊ REGGAE DUB POETRYJualê é uma palavra africana que significa o olhar dos ancestrais em nossos olhos!

Silvio Pierrotti Magrão: Comecei em 1985 acompanhando o cantor grego Patrick Dimon em Brasília – DF. Depois acompanhei: Ira!, Cacau Ganb, Banda Jualê, o guitarrista jamaicano Maurice Gordon, Zezé Motta, Luiz Melodia, Miélli, Taiguara, Jamelão, Zé Ketti e a cantora indiana Meetha Ravindra.

Marcelo Kwasnewski: Comecei tocando em Bares de São Paulo nos anos 80.

Evaldo Corrêa: Em 1968 em Rio Grande – RS no conjunto Long Rivers tocando nos bares da cidade.

Toninho Crespo: Em 1985 com o show “Toque de Tambor Reggae Instrumental” no Projeto Zumbi no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo – SP.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Banda Jualê: T. Crespo: Em 1993 LP Vinil – JUALÊ REGGAE DUB POETRY e  CD Jualê (1993) e em 1998 o CD – “Moleque Brasileiro” 

Silvio Pierrotti Magrão: Gravei vários discos. Entre eles o disco “Clandestino” do Grupo Ira! e o LP Vinil – JUALÊ REGGAE DUB POETRY.

Evaldo Corrêa: Gravei vários discos. Em 1993 o LP Vinil – JUALÊ REGGAE DUB POETRY. Em 1998 o CD – “Moleque Brasileiro” da Banda Jualê.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  Jualê desde 1993 apresenta o estilo Roots Reggae e o Reggae Dub Poetry. 

Silvio Pierrotti Magrão: MPB eclético.

Marcelo Kwasniewski: Estilo bem eclético, aprecio o Samba, Reggae e Jazz.

Evaldo Corrêa: Meu estilo musical é a mistura dos ritmos brasileiros. Até o reggae da Jualê tem muito do Samba, do Xote e Baião.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Não estudei técnica vocal, mas pratiquei canto na escola dos Bares e da Cultura afro-brasileira.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Estudar música é importante e cuidar da voz mais ainda.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Banda Jualê: Toninho Crespo: No reggae: The Waillers original, Jacob Miller, Dennis Brown, Gregory Isaacs, Burning Spear, Linton Kwesi Johnson, entre outros.

11) RM: Como é o seu processo de compor?

Banda Jualê: Toninho Crespo: recebo poemas e crio a melodia no Reggae DUB Poetry ou crio melodia para os meus poemas.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  poeta Arnaldo Xavier (Campina Grande – Paraíba in memoriam), poeta Meire Lewis (Londres-Inglaterra) e poeta Jorge  Eumawilye (Salvador – Bahia).

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Banda Jualê: Toninho Crespo: como compositor acho melhor seguir independente para ter mais liberdade de criação, mas como músico é bem mais difícil.

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Trabalhar a música autoral em primeiro lugar. Depois gravar, lançar e promover o máximo possível.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  Atualmente faço tudo pelas redes sociais.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  A Internet só ajuda!

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Só vejo vantagens no uso do home estúdio.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  A Jualê levou dez anos para gravar um Vinil com um estilo de reggae diferente.  Em seu disco de estreia em 1993 a Jualê trouxe uma música bem diferente do mercado e continua assim até hoje. Quero destacar a produção fonográfica do Milton Sales que foi quem lançou Jualê e trouxe o DJ Cuca para fazer a gravação, mixagem e produção musical.

19) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quem regrediram?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Hoje tem um novo cenário com muitos estilos e muitos artistas. Vejo que a música ficou muito comercial. Fica claro que o objetivo é mais o sucesso do que melodia e letra boa. Vejo que o maior e melhor regueiro nacional é o mestre Gilberto Gil e a canção dele “Extra” é o melhor reggae nacional gravado até hoje. Vejo outros nomes importantes como o guitarreiro Luís Vagner de Porto Alegre – RS (o primeiro cantor e guitarrista solo do reggae nacional), Lumumba de Campinas-SP (pioneiro do reggae afro-brasileiro), Marku Ribas de Minas Gerais e Skowa de São Paulo com muito som Caribenho, Itamar Assumpção do Paraná e banda Arembepe da Bahia. Todos estes nomes me ensinaram, me influenciaram e me deram coragem naqueles anos de pioneirismo. 

20) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Burning Spear de Kingston-Jamaica e o Linton Kwesi Johnson de Londres-Inglaterra são grandes exemplos de independência com qualidade e muita originalidade no som e na mensagem.

21) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Nos meus 35 anos de carreira profissional eu posso escrever um livro das situações inusitadas citadas na pergunta (risos).

22) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Mais feliz foi gravar o primeiro disco (vinil) da Banda Jualê em 1993 com músicas de minha autoria. O mais triste foi conhecer a falta de respeito com música nacional de todos os estilos.

23) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  Sim, elas tocam pouco, mas tocam.

24) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Faça música autoral e nunca desista!

25) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  A grande mídia atual cobre somente a música comercial.

26) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  Acho ótimo.

27) RM: Como você analisa o cenário do reggae no Brasil. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  O reggae é uma música que se mistura facilmente com outros estilos. O Brasil tem tudo para fazer um reggae raro. Trabalhei alguns anos com dois pioneiros do reggae nacional. O primeiro pioneiro do reggae nacional com quem trabalhei foi Lumumba de Campinas-SP. Foi ele quem me deu a oportunidade do primeiro show ao vivo. Foi no no SESC Consolação em São Paulo em 1983. Fiz guitarra rítmica na Banda dele por cinco anos onde aprendi muito sobre Cultura afro-brasileira. Lumumba até hoje faz uma mistura de reggae com ritmos afro-brasileiros. Gravei no vinil dele em 1986 – “Virilidade & Consciência” e participei do coletivo que gravou o vinil – “Reggae Vibrações” em São Paulo em 1991. Gravei duas músicas de minha autoria: “Dub da Farinha”“Povo Samba”. A iniciativa e direção deste pioneiro projeto foi do Lumumba.

O segundo pioneiro do reggae nacional com quem trabalhei foi o guitarreiro Luís Vagner de Bagé – RS (que faleceu no dia 09 de maio de 2021 aos 73 anos), ele quem me apresentou a “brasilidade” que o músico deste país tem que ter no seu instrumento, na sua voz e nas suas composições. Fiz guitarra rítmica na sua banda “Amigos Leais” por seis anos seguidos de 1988 a 1994. Gravei os discos “Conscentização” em 1988, “Cilada – Internacionalização da Amazônia” em 1989 (gravado em Paris-França) e “Vai Dizer Que Não Me Viu” em 1994. Com Luís Vagner realizei minha primeira turnê Internacional com uma temporada de um ano em Paris-França 1989-1990. Fizemos uma participação histórica no Festival Jazz A Vienne em julho/1989, depois fizemos uma temporada de 26 shows no Hotel Meridien Montparnase em Paris em outubro/1989, depois fizemos uma excursão pelo Marrocos-África em dezembro/1989 e uma temporada no Casino de Evian na França em abril/1990 entre outros trabalhos representando o Brasil.

28) RM: Você é Rastafári?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  Eu sou afrodescendente. Eu sou Pan-Africanista. Eu sou tudo que for africano dentro e fora da África. Eu sou Santero dos Orixas do Brasil e de Cuba e Eu sou Rastafari da Jamaica sim! Marcus Garvey disse: “Eu não conheço fronteira onde esteja o negro”! E Marcus Garvey disse também: “Todo rasta deve conhecer a Cultura Negra do seu País de origem”! Então assim seja!

29) RM: Alguns adeptos da religião Rastafári afirmam que só eles fazem o reggae verdadeiro. Como vocês analisam tal afirmação?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Eu entendo os Rastas. Foram os Rastas que criaram a Cultura Reggae, então os Rastas podem falar e na maioria das vezes falam com razão. Normal.

30) RM: Na sua opinião quais os motivos da cena reggae no Brasil não ter o mesmo prestígio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Banda Jualê: Gilberto Gil, conseguiu.

31) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Banda Jualê: O dom é um mistério.

32) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Não curto Festival de competição, mas Festival que faz uma mostra musical.

33) RM: Festivais de Música revela novos talentos?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Sim. Jimi Hendrix foi revelado no Festival

Monterey Pop de 1967 e Festival Internacional de Música Monterey Pop não tinha competição.

34) RM: Quais os pros e contras de se apresentar com o formato Sound System?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Só tenho prós o formato do Sound System.

35) RM: Quais as diferenças de se apresentar com banda em relação ao formato com Sound System?

Banda Jualê: Toninho Crespo: Com Banda ou com Sound System é só o artista ter puro sentimento.

36) RM: Quais os seus projetos futuros?

Banda Jualê: Toninho Crespo:  Voltar com a Jualê Regga Dub Poetry. Gravar e voltar a fazer shows ao vivo pelo Brasil.

37) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Banda Jualê: toninhocresporecords@yahoo.com.br 

https://web.facebook.com/toninhocrespoII 

https://web.facebook.com/toninho.crespo

Músicos da formação original da Jualê Reggae Dub Poetry (1993): Toninho Crespo: https://www.instagram.com/toninhocrespo

Evaldo Corrêa: https://www.instagram.com/evaldoacorrea

Silvio Pierrotti Magrão:     https://www.instagram.com/silvio.pierotti.9

Marcelo Kwasniewski:  https://web.facebook.com/marcelo.kwasniewski   | mastercinevideo@gmail.com 

Canal Toninho Crespo: https://www.youtube.com/user/toninhocrespo 

Toninho Crespo – Reggae por Nos – Poesia Arnaldo Xavier: https://www.youtube.com/watch?v=1MvAGwaR56s 

Toninho Crespo – Tempo de Luz – Poesia Arnaldo Xavier: https://www.youtube.com/watch?v=-1lVTqU6xXo 

BOB MARLEY 40 ANOS DE MUSICA VIVA: https://www.youtube.com/watch?v=c2Ic2Jrv_CQ

Canal Toninho Crespo – Tema: https://www.youtube.com/channel/UCscvAE7DeL1-C6yDjvNAXOA


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

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Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
Tags: DUBreggaeSKA
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