Banda Alcalyno

Banda Alcalyno

A Banda Alcalyno é o forró feito de Minas Gerais que conquistou o Brasil.

A história da banda de Forró Alcalyno começou em 1999, quando Paulinho Motta, compositor e intérprete mineiro, na companhia de amigos e parceiros, decide formar um grupo musical que pretendia dentre outras coisas, ampliar a cultura do Forró dentro do cenário musical. Além de difundir o ritmo nordestino a banda destacou-se por sua criatividade e originalidade, tendo como característica marcante, a divulgação de composições próprias.

Em 2001 a banda lançou o seu primeiro CD e a aceitação do público foi imediata, logo canções como: “Alcalino” (Luís Dillah / Lima Junior), “Morena Jambo” (Paulinho Motta), “Pão de Queijo e Forró” (Paulinho Motta), já estavam na cabeça de todos os adeptos do Forró Pé de Serra. O reconhecimento não veio apenas do público, mas também através de artistas de renome nacional como Falamansa, Trio Sabiá e outros, que identificaram uma qualidade diferenciada no trabalho da banda mineira e regravaram algumas de suas canções.

O segundo CD foi lançado no ano de 2007. O encarte veio cheio de surpresas e contou ainda com participações especiais de conceituados artistas de nossa música como mestre Dominguinhos, Celso Adolfo, Uakti, Trio Virgulino, dentre tantos outros que emprestaram seu talento para confecção desse trabalho que ficou marcado na história da banda.

Em 2011 veio o lançamento do terceiro CD – “Do forró ao samba”, Alcalyno pôde mostrar, mais uma vez, a sua versatilidade e apresentar novas músicas a seu público, que o agraciou com um retorno muito caloroso.

A banda Alcalyno além de participar e estar sempre presente nas temporadas em Itaúnas (ES) e Caraíva (Porto Seguro – BA) se apresenta regularmente nas melhores casas de espetáculo do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e é claro,  Minas Gerais, deixando nos pés e na boca de seu público, o gosto do verdadeiro forró mineiro.

Dentro da percepção que o forró deixou de ser um gênero regional para se tornar de todos os brasileiros, a fusão entre elementos nordestinos e a musicalidade mineira, fazem com que o grupo possa apresentar uma nova roupagem, consolidando-se assim como um dos grandes representantes do forró dentro do cenário artístico musical brasileiro.

Segue abaixo entrevista exclusiva com a Banda Alcalyno para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 07.08.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a data de nascimento e cidade natal dos músicos da Alcalyno?

Banda Alcalyno: Paulinho Motta (Violão e Voz principal) nasci em Belo Horizonte – Minas Gerais no dia 29 de junho de 1969. Théo Lustosa (Sanfona e Voz) nasci em Belo Horizonte – Minas Gerais no dia 01 de junho de 1979. Túlio Lustosa nasci em Belo Horizonte – Minas Gerais no dia 28 de junho de 1986. Dil Brasil (Zabumba e Voz) nasci em Itaúnas – Espírito Santo no 30 de setembro de 1982. Tunico Villani (Percussão) nasci em Belo Horizonte – Minas Gerais no dia 9 de setembro de 1969. Ronny Bass (Baixo e Voz) nasci em Governador Valadares – Minas Gerais no dia 23 de agosto de 1973. Jonny Man (Guitarra, Cavaquinho e Voz) nasci em Belo Horizonte – Minas Gerais no dia 18 de março de 1983.

02) RM: Conte como foi o seu primeiro contato com a música? 

Banda Alcalyno:  Paulinho Motta – aos cinco anos de idade participava de um coral que cantava músicas de seresta no grupo escolar Barão do Rio Branco que eu estudava em Belo Horizonte – MG.

03) RM: Qual a sua formação musical?

Banda Alcalyno:  Eu (Paulinho Motta) fui aluno de Violão do grande cantor, compositor Tunai; falecido recentemente, mesmo que por pouco tempo foi um início com uma ótima base para seguir como um autodidata. Trabalhei por cinco anos em um coral que completava o coral do Palácio das Artes em Belo Horizonte – MG tendo a oportunidade de cantar em cinco grandes produções de Ópera e nessa mesma época esse Coral fez parte do espetáculo de Roberto Carlos no Mineirinho durante dois anos seguidos.

04) RM: Quais as influências musicais no passado e no presente dos membros da banda? Quais deixaram de ter importância?

Banda Alcalyno:  Eu (Paulinho Motta) graças a Deus tenho uma influência muito eclética e para quem quer ser compositor é muito interessante. Lógico que como forrozeiro Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Alceu Valença estarão sempre em evidência. Sou da geração que ouviu na adolescência os gênios da MPB da Bahia: Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia, João Gilberto, Dorival Caymmi e da MPB em geral: Milton Nascimento, Clube da Esquina, Clara Nunes, João Bosco, Tião Carreiro, Chico Buarque, Ivan Lins, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Martinho da Vila, Roberto Ribeiro, Beth Carvalho, Benito Di Paula, MPB4, Boca Livre, Djavan, Alcione, Elis Regina, João do Vale e influências internacionais como: Stevie Wonder, Michael Jackson, Lionel Richie, Barbra Streisand, Diana Ross, Elton John, Phil Collins, Freddie Mercury, Beatles, Rolling Stones.

05) RM: Quando, como e onde vocês começaram a banda Alcalyno?

Banda Alcalyno:  Em um primeiro momento no verão de 1998 para 1999 formamos o grupo “Pé de Serra” para tocar em uma casa de show que uns amigos produtores de Belo Horizonte – MG montaram em Itacaré na Bahia. A casa de show tinha o nome de “Toca do fole” e fez sucesso e revolucionou o lugar. Mas alguns produtores da comunidade e pousadeiros se incomodaram com aquele sucesso acionaram as autoridades que correram com eles de lá. Os produtores já estava lá e a gente já estava tocando em todos os lugares e aproveitamos a estrutura deixada pela produção e continuamos por lá tocando quase todos os dias até depois do Carnaval.

Quando retornamos a Belo Horizonte o forró estava estourado e começamos a trabalhar para todos os lados e descobrimos que no Rio de Janeiro também tinha um trio chamado “Pé de Serra” do falecido Perpétuo aí mudarmos o nome. A música “Alcalino” já estava estourada na época nos tornamos “Banda Alcalyno” com Y com o mesmo repertório autoral que é uma das características principais do nosso trabalho. A partir daí começamos a rodar o Brasil e principalmente as praças praianas Itaúnas – ES, Caraíva e Arraial d’Ajuda – Porto Seguro – BA.

06) RM: Quantos discos lançados?

Banda Alcalyno:  São quatro discos lançados. Em 2001 lançamos o primeiro CD na época do grupo “Pé de Serra”. Em 2007 lançamos o segundo CD – “Sala de Encontro” como “banda Alcalyno” com participação do mestre Dominguinhos e outros ícones do Forró.  Em 2011 lançamos o terceiro CD – “Do forró ao samba”. O quarto do Forró samba. Em 2016 lançamos a coletânea de 17 anos da “Banda Alcalyno”. Em 2020 temos um quinto CD pronto para lançarmos, mas a pandemia do novo corona vírus fez esperarmos um pouco. Na quarentena eu e alguns parceiros musicais e o sanfoneiro da banda Théo Lustosa já compusemos dez músicas e quando acabar essa peleja já teremos mais um disco para gravar. As canções de destaque da Banda Alcalyno são: “Alcalino” (Luís Dillah / Lima Junior), “Morena Jambo”, “Pão de Queijo e Forró”.

07) RM: Como vocês definem o estilo da Banda Alcalyno dentro da cena do Forró?

Banda Alcalyno:  Como você deve ter notado a origem dos integrantes da Banda Alcalyno o nosso trabalho autoral prima pela identidade, talvez seja a banda que mais representa o forró de Minas Gerais no planeta.

08) RM:  Como foi a aceitação da banda pelo público nordestino?

Banda Alcalyno:  Apesar da Banda Alcalyno ter um estilo próprio da vivência das montanhas de Minas Gerais em relação a essa questão não vou perder meu tempo. Com os Trios não houve problema algum, inclusive alguns trios nordestinos da melhor qualidade gravaram nossas músicas como Trio Sabiá e Trio potiguar.

09) RM: Como você se define como cantor/intérprete?

Banda Alcalyno:  Eu (Paulinho Motta) de acordo com a cultura em que fui criado sou apenas um cantor, intérprete mineiro. Quando criança cantei seresta e música sertaneja de raiz como Tião Carreiro e Pardinho. Na adolescência cantei samba era fã de Roberto Ribeiro, Martinho da Vila e Benito Di Paula e outros. Depois virei cantor de Bar e de Festival da Canção pelo interior de Minas Gerais e pelo Brasil afora. Nessa mesma época ingressei em um coral profissional que me trouxe uma bagagem clássica erudita barroca e a grande oportunidade de cantar óperas maravilhosas como Carmina Burana, Romeu e Julieta de Berlioz, Sinfonia da Ressureição de Marlei Chorus, 10 de Heitor Villa-Lobos. Hoje sou cantor de forró, mas quando toco em Bar, Restaurante ou em Festa particular canto de tudo um pouco e as músicas que gostam, principalmente sambas.

10) RM: Você estudou ou estudar técnica vocal?

Banda Alcalyno:  Na época em que cantava no Coral estudei com a ótima professora Vânia Lovaglio da área mais erudita e lírica, mas depois estudei canto popular com a professora Babaia que é referência em Belo Horizonte – MG.

11) RM: Qual a importância do estudo da técnica vocal para o cantor?

Banda Alcalyno:  Tem cantores que já nascem prontos, mas isso é raro, na maioria das vezes é de suma importância a técnica e cuidado com a voz para cantar profissionalmente sem estragar a voz. Aprender não agredir as cordas vocais para ficar rouco. Aprimora afinação e fazer relaxamento antes de começar a cantar.

12) RM: Como é o seu processo de compor as suas canções?

Banda Alcalyno:  Na nossa turma de compositores não existe um processo definido. Já compusemos músicas das formas mais variadas, mas a forma mais frequente é encontrar com o parceiro e fazer tudo junto, letra e melodia.

13) RM: Quais as ações empreendedoras que vocês praticam para desenvolvimento da carreira musical?

Banda Alcalyno:  As ações empreendedoras mais compatíveis com o nosso trabalho ficam dentro do contexto das composições. A “Banda Alcalyno” é uma fábrica de fazer músicas e nesse empreendimento incluem os registros, as gravações e a divulgação nas redes sociais e no show geral. 

14) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da carreira musical?

Banda Alcalyno:  A internet ajuda na divulgação, mas a quantidade de conteúdo disponível é muito grande e provoca uma redução do tempo de atenção das pessoas com os muitos trabalhos.  Dificilmente as pessoas ouvem uma música inteira de um vídeo, ouvi ali uma parte e já vai para outro conteúdo. A quantidade de conteúdo disponível muito grande. Positivo é a divulgação sem depender às vezes de grandes meios de divulgação de antigamente feito pelas gravadoras. Ao mesmo tempo a quantidade de conteúdo disponível é de tanta diversidade e isso não só de conteúdo de arte. Hoje a atenção é rápida e superficial com os conteúdos.

15) RM: Como vocês analisam o cenário do Forró? Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Banda Alcalyno:  Fenômeno Nacional das últimas duas décadas foi e é o grupo Falamansa. Houve alguns que tiveram um início com projeção, mas regrediram são: grupo Rastapé, do Bicho de Pé e do Forróçacana. Eles chegaram em um patamar e ao invés de subir mais, regrediram. Recentemente Mestrinho vem em uma ascendente. O cenário do Forró pé de serra é relativamente restrito e tem um certo preconceito da grande mídia de uma forma geral quando fala que é forró. A revelação nos últimos 20 anos foi o grupo Falamassa vieram para permanecer na história. Outras grandes gravações musicais são de artistas já consagrados que nesse período tiveram sucessos tocando nas rádios como: Zeca Baleiro, Gilberto Gil, Alceu Valença, Elba Ramalho, Dominguinhos.

16) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (Home Studio)?

Banda Alcalyno:  Home Studio ajuda muito, reduz os custos das produções de gravações além de ajudar o artista registrar o trabalho. Mas montar um bom Home Studio é um investimento alto para se ter um trabalho de boa qualidade e da mesma forma que a internet o fato do home studio está à disposição gera uma quantidade de conteúdo musical grande. Isso contribui às vezes para o pouco foco e atenção dos ouvintes. A dispersão dos ouvintes é grande. A parte positiva é a maior viabilidade de produção musical com custos mais acessíveis.

17) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que vocês fazem efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Banda Alcalyno:  Na verdade o que a gente sempre fez e continua fazendo é sempre criar novas composições e trabalhar arduamente para coloca-las no cenário musical.

18) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Banda Alcalyno:  Quase todas as situações citadas na pergunta aconteceram e não foi uma vez só, mas uma em especial merece ser contada. A banda “Forró Malino” havia sido contratada para um evento em Poté, interior de Minas Gerais. No dia do show me ligaram perguntando se a “banda Alcalyno” poderia substituir o “Malino”. Como era meio de semana estávamos Livre. Contratamos uma Van e o cachê era razoável. Lá fomos nós para estrada “banda Alcalyno” substituindo “Forró Malino”. Chegando lá e antes de subir no palco o contratante me pagou o cachê. Já subi com o bolso recheado de dinheiro. Pois, não é que com 20 minutos de show rolou um quebra pau generalizado na frente do palco. O patrão mandou imediatamente a gente parar, pois a confusão ficou brava. Descemos rapidinho entramos na van e fomos embora. Nunca ganhamos uma grana tão fácil em toda nossa trajetória musical (risos).

19) RM: O que deixam vocês mais felizes e mais tristes na carreira musical?

Banda Alcalyno:  A felicidade maior é quando a gente vê nossas composições sendo tocadas e apreciados pelo público em geral. A maior tristeza é ver que o forró pé-de-serra que junto com o samba são segmentos mais genuínos da música popular brasileira ainda não alcançou o espaço merecido na grande mídia.

20) RM: O que “Forró Universitário” acrescentou de diferente ao Forró Pé de Serra?

Banda Alcalyno:  Naquele momento do estouro do “Forró Universitário” no começo dos anos 2000 envolveu os jovens do Sudeste de uma forma tão intensa que os frutos são colhidos até hoje.

21) RM: Hoje no Sudeste o que mudou na cena do “Forró universitário”?

Banda Alcalyno:  Infelizmente surgiu uma vertente no gênero Forró Pé de Serra que se chama Roots (raízes) e nós perdemos essa nomenclatura Universitário entre aspas para gênero Sertanejo. Mas o Forró está consagrado no Sudeste e em Belo Horizonte – MG, por exemplo, tem casa de Forró para se dançar de segunda a segunda e tem dias como domingo que tem quatro espaço com shows para você escolher.

22) RM: Quais as casas de show no Sudeste mantêm espaço para Forró Tradicional e “Universitário”?

Banda Alcalyno:  Isso de “Forró Universitário” e Tradicional já está unificado faz tempo. A divisão que existe é o Forró de Vanerão e Arrocha, exemplo, Aviões do Forró, Mastruz com Leite e o Pé de Serra onde as referências principais são Luiz Gonzaga e Dominguinhos. As principais casas de Forró em São Paulo são: Remelexo e Canto da Ema e no Rio de Janeiro: Democráticos, Canto da Barra, Forró da Ilha. Em Vitória no Espírito Santo: Bebes, Rooftop, Deck, 106, 40 graus. Em Belo Horizonte – MG: Raiz, Rooftop, Bora Bora, Sempre Doce, Utópica, A Casa, Autêntica, Iate.

23) RM: Quais as atitudes individuais que permitem manter uma banda por longos anos de carreira?

Banda Alcalyno:  É lógico que as relações interpessoais são muito importantes. No caso da Banda Alcalyno, os músicos são os mesmos desde sempre. E a banda se mantém no cenário pelo seu repertório autoral como característica principal a identidade mineira.

24) RM: Vocês acham que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocaram nas rádios?

Banda Alcalyno:  Aqui em Minas Gerais existe uma rádio do Estado a Inconfidência a brasileiríssima, só toca música nacional. Essa rádio toca Banda Alcalyno com uma certa frequência, mas porque temos acesso a um dos programadores. Em outras rádios o Forró Pé-de-Serra é pouco tocado e não há possibilidade de investir no pagamento do Jabá, pois na grade de programação não toca Forró.

25) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Banda Alcalyno: Existe o Dom musical como o Dom em todas as profissões. O Dom musical se manifesta muito cedo e vai se desenvolvendo e aprimorando durante a vida. E não adianta ter só o Dom, tem que persistir, pesquisar, estudar estar sempre em conexão com as evoluções.

26) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Banda Alcalyno:  O Festival de música quando bem organizado, recebendo os artistas com dignidade e principalmente sem armação de jurados é um evento magnífico. Não só pela apresentação de novidades autorais, mas por ser muito importante o encontro entre músicos, mestres e a troca de informações musicais e de carreira.

27) RM: Festivais de Música revela novos talentos?

Banda Alcalyno:  Sim, revela novos talentos sempre. O Festival Nacional do Forró – Fenfit em Itaúnas no Espírito Santo que é a Capital do Forró no Sudeste. Todo ano revela novos talentos e vários se tornaram uma realidade dentro do contexto.

28) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Banda Alcalyno:  A grande mídia de uma forma geral o foco no gênero musical que está na moda. Focando intensamente nos segmentos que já estão bombados. Deixando pouco espaço para a música de origem nacional.

29) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Banda Alcalyno:  A banda Alcalyno nunca participou desses espaços. Apesar de não ter informação acredito que seja muito interessante para o artista que usufrui.

30) RM: Quais os seus projetos futuros?

Banda Alcalyno:  No mês de maio de 2020 iríamos fazer uma turnê pela Europa. Já havíamos marcado 15 shows, por causa da pandemia do novo corona vírus todos os shows foram cancelados. Então, essa meta continua sendo um dos nossos projetos futuros. Vamos continuar contando com os parceiros fabricantes de músicas: Théo Lustosa, Gustavo Maguá, Marcos Frederico, Ewerton Coroné, Marcello Dinis, Edilson Dhio, Fabiano Santana, Jorge do Rojão para sempre estarmos trazendo novidades para o nosso público.

31) RM: Banda Alcalyno, Quais seus contatos para show e para os fãs?

Banda Alcalyno: (31) 99666 – 6099 | (31) 9693 – 3737 | [email protected] | [email protected] | Paulinho Motta: https://web.facebook.com/profile.php?id=100005085060811  

| Fanpage: https://web.facebook.com/bandaalcalyno 

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCX31aMAUOPhvrTHUgDVS2BA

Alcalyno – Live – III° Balancê do Gustin – 06 de julho 2020: https://www.youtube.com/watch?v=3-i5xJE8C9Q

0 0 voto
Article Rating

Subscribe
Notify of
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.