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Categorias: Entrevistas

Anderson Gonçalves


O cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical paulistano Anderson Gonçalves iniciou sua carreira musical em 1983.

Anderson Gonçalves começou como vocalista e violonista em uma banda de garagem, tendo por influências artistas internacionais como Johnny Cash e Neil Young, bandas como Pink Floyd. Bandas nacionais dentre elas: Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, o trio Sá, Guarabira e Zé Rodrix. Em 1983 começou a compor suas canções. Do período de 1985 a 1992 tocou em várias bandas, como vocalista, guitarrista e baixista. Sendo em 1990 o auge da banda “Vitrine” que se formou em São Paulo depois teve como sede Maringá – PR e em 1992 seguiu para o Rio de Janeiro através da indicação de Caetano Veloso. Devido a problemas entre os integrantes, Anderson decidiu voltar para São Paulo e passou a se dedicar aos estudos de composição e produção musical. Voltou ao cenário musical em 2012 quando lançou seu primeiro álbum “PRIMEIRO”, lançado na plataforma Palco Principal de Portugal.

Anderson Gonçalves seguindo assim com a divulgação das suas músicas em rádios e TVs da Web. Em 2017 lançou seu segundo álbum “TEMPO”, um álbum conceitual com nove canções, sendo este também divulgado nas plataformas digitais. Em 2018 reuniu-se alguns músicos de São Paulo e começou a fazer apresentações públicas em diversas casas de show até o final do ano 2019.

Atualmente Anderson segue com novas composições lançando suas canções dentro do estilo Rock Rural, pretendendo no final de 2020 fazer shows com um novo álbum que ainda está em processo de composição.

Segue abaixo a entrevista exclusiva com Anderson Gonçalves para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 15.08.2020:

Índice

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Anderson Gonçalves: Nasci no dia 11 de julho de 1967 em São Paulo – SP. Registrado como Anderson Gonçalves de Oliveira.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Anderson Gonçalves: Meu bisavô Raul Magalhães era maestro da banda da Polícia Militar de São Paulo, minha avó Silvia Magalhães cantava muito bem, porém não seguiu carreira musical, meu pai Valter Gonçalves de Oliveira era também militar, violonista e cantava nos bares quando tinha tempo, meus tios participaram de várias bandas. Infelizmente meu pai faleceu cedo demais e eu herdei seu Violão e comecei a fazer barulho aos dez anos de idade. Assim se iniciou a minha paixão pela música. Fui um autodidata e a partir daí não parei mais, inclusive comecei a rascunhar minhas primeiras letras em 1980.

03) RM: Qual a sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Anderson Gonçalves: Na verdade iniciei a Universidade de Música, mas como já estava em atividade plena com a música, não conclui o curso.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Anderson Gonçalves: As influências musicais ficam para sempre, só vão agregando a novos estilos que foram passando pela minha vida, dando forma a minha personalidade musical. Sou da geração do rock dos anos 80, porém os anos 60 e 70 ouvi muita música internacional. Músicos e bandas que influenciaram meu estilo são: Jhonny Cash, Janis Joplin, Neil Young, Pink Floyd, Sá, Guarabira e Zé Rodrix e não poderia faltar Legião Urbana.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Anderson Gonçalves: Foi na escola em 1985, com as famosas bandas de garagem, fazíamos apresentações em Barzinhos, festas de aniversário, nos chamavam e lá estávamos! Como eu ainda não me sentia seguro para tocar, eu cantava na Banda, e nessa época já começava a incluir no repertório da banda algumas canções de minha autoria.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Anderson Gonçalves: Três CDs e uma Demo. Em 1990 uma Demo com a banda “Vitrine” e quatro músicas minhas e já tínhamos músicas para um álbum completo, porém não tínhamos grana para gravá-las. A banda “Vitrine” passou por algumas formações. Começou em São Paulo, comigo no Baixo e Voz, Rogério Silva na guitarra e Jairo Freitas na bateria. Pôr sugestão do baterista fui para Maringá no Paraná e teve mais duas formações. Alterando novamente a estrutura, eu volto para cantar, incluímos um baixista e outro guitarrista, pois o Rogério não quis sair de São Paulo, além da inclusão de um saxofonista. O estilo da banda seguia a mesma linha do rock nacional das bandas que estavam em evidência na época.  Exemplo: Paralamas dos Sucessos, Lobão, Legião Urbana. Mas teve nova formação, quando tivemos a indicação do Caetano Veloso sugeriu que fossemos para o Rio de Janeiro, indo apenas eu, o baterista e o saxofonista. Devido a problemas financeiros e outros particulares, depois de seis meses a banda infelizmente acabou. Eu voltei para São Paulo, e resolvi me dedicar as composições e a estudar mais.  Aprendi aí a tocar diversos instrumentos, produção musical e sempre compondo canções.  Por muitos anos não voltei aos palcos.

Em 2012 adquiri um home studio, em que passei a gravar e produzir minhas músicas. Em 2012 lancei meu primeiro álbum em plataforma digital que teve uma boa repercussão. Minhas músicas estiveram por várias vezes como a mais acessada, principalmente em Portugal. Ainda segui a mesma linha do rock e gravei todos instrumentos, mas não sai pra fazer shows, pois não tinha uma banda, e na verdade não tinha mais interesse em tocar com banda.

O tempo faz com que a visão musical da gente mude, em que o menos é mais, em que as influências mudem, comecei a me dedicar a um som mais acústico. Em 2017 lancei o álbum “Tempo”, já mesclando essa influência acústica, este álbum também foi gravado no meu nome home studio. Eu tocando e cantando, a única coisa que mudou foi a mixagem e masterização do álbum que foi feita pelo meu amigo Fernando Santos, ele foi meu mestre e quem me ensinou a caminhar com o home studio. Este álbum é conceitual, retrata diversas fases do tempo e situações de nossa vida. Lançado em plataforma digital em 2017. Neste álbum posso destacar a música “Volto a te encontrar”, a qual tocou em algumas rádios, como a Rádio Terra FM e Rádio Pimentas FM.

07) RM: Fale do seu contato com Caetano Veloso.

Anderson Gonçalves: Em 1992 no aniversário da Rádio Maringá FM, evento realizado no  Ginásio Chico Neto, minha banda “Vitrine” estava em evidência e fomos uma das bandas convidadas para animar o show de aniversário da Rádio. A atração principal era Caetano Veloso, e fomos a última banda a se apresentar antes dele. Demos sorte, pois ele já estava nos bastidores e ouvi a nossa banda. Após as apresentações, nos bastidores tivemos a oportunidade de conversar com Caetano Veloso. Foi aí que surgiu o convite para irmos para o Rio de Janeiro, com um cartão de visita do Caetano para fazermos uma apresentação na Sony MUSIC do Brasil. Mas não fizemos a apresentação, um dia antes do combinado tivemos problemas pessoais em que foi decretado o fim da banda Vitrine.

08) RM: Como você define seu estilo musical?

Anderson Gonçalves: Hoje minha personalidade musical estar formada. Meu estilo como Rock Rural, em que o meu som ficou mais acústico.

09) RM: Você estudou técnica vocal?

Anderson Gonçalves: Não tive estudo técnico, tive algumas dicas de professores amigos, e aprendendo um pouco ouvindo e cantando alguns covers.

10) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Anderson Gonçalves: Como disse anteriormente, tive algumas dicas técnicas, mas acho muito importante o estudo de técnica vocal para quem quer ser um intérprete. Deve buscar um curso com professores especializados e credenciados. Eu decidi ser compositor. Então busquei só dicas de como cantar bem e cuidar da voz.

11) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Anderson Gonçalves: Gosto demais de: Johnny Cash, Renato Russo, estes por terem um tom de voz grave, em que o timbre da minha voz encaixa mais, mas gosto muito também de Cassia Eller, Nando Reis. Atualmente uma menina que é uma intérprete da melhor qualidade: Érica Cruz. Canta muito!

12) RM: Como é o seu processo de compor?

Anderson Gonçalves: Rapaz! não sigo regras (risos), às vezes surge a ideia de uma letra e depois adapto-a a uma melodia, às vezes nasce primeiro a melodia. Até mesmo letra e melodia ao mesmo tempo, basta pintar a inspiração.

13) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Anderson Gonçalves: Já fiz canções com muita gente, sempre incentivei amigos a compor letras comigo, mesmo eles nunca tocarem um instrumento musical, mas tem uns parceiros músicos. Dentre eles: Leno Azevedo, Leo Soccol, Matuto da Viola e outros, a lista é grande.

14) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Anderson Gonçalves: Alguns cantores já quiseram gravar minhas canções, mas por desacordos contratuais não foram gravadas. A maioria dos artistas que está na grande mídia, não quer somente gravar, quer comprar os direitos autorais eliminando o crédito de autoria do compositor.

15) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Anderson Gonçalves: Os prós hoje são as redes sociais e o YouTube, em que podemos divulgar gratuitamente o trabalho. Antigamente tínhamos que bater de porta em porta das gravadoras. O conta é a falta de: apoio cultural, de cultura do povo, de interesse da grande mídia de buscar novos talentos, novas músicas. A grande mídia não apoia músicas sérias e com letras descentes, mas divulgam lixo.

Muitas casas de shows que apoiavam o som autoral fecharam por falta de público! Por exemplo, o Caveiras Rock Bar, no bairro de Itaquera – SP. As pessoas não apoiam os músicos, as bandas que estão querendo mostrar seu trabalho, muitos músicos tocam para as moscas. Os próprios amigos não vão! Mesmo o show sendo de graça, imagine quando tem que pagar. Mas estes supostos amigos pagam para ir num show de músicos em destaque na grande mídia.

16) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Anderson Gonçalves: Todo planejamento começa fora do palco. Procuro divulgar meu trabalho em todas as redes sociais, as datas de apresentação, com antecedência. E sempre posto vídeos das músicas para as pessoas irem conhecendo as canções. Uma apresentação é sempre planejada, eu busco sempre um repertório próximo do estilo do público que frequenta o local no qual vou tocar.

17) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Anderson Gonçalves: Como disse anteriormente, nós que somos independentes, sem grana! Não temos apoio cultural, a burocracia de buscar verbas não permite que façamos shows em lugares mais “glamorosos”, então contamos com o Zé do Boteco, o Manoel da Padaria, e assim vai indo…

18) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Anderson Gonçalves: Na minha carreira musical atual a internet é a base de tudo, pois através dela, minhas canções passaram a ser ouvidas.

19) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Anderson Gonçalves: As vantagens de ter um Home Studio, é que você é livre para produzir suas músicas do seu jeito, porém não basta ter um Home Studio, tem que ter conhecimento técnico para trabalhar com ele. O custo de um estúdio profissional é alto, e como não temos grana, patrocínios fortes que possam investir, vejo o Home como uma ótima alternativa para gravação,  há  Home com bons produtores, com preços acessíveis para que não quer ou não tem tempo para aprender as técnicas em algum curso de produção musical. Vejo hoje que a tecnologia avança muito rápido, sendo assim os Home Studio, já estão bem próximos a qualidade de alguns grandes estúdios.

20) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Anderson Gonçalves: Cada época com sua dificuldade. Hoje está fácil gravar música, lançar nas redes sociais, mas a concorrência deu um salto enorme! Hoje qualquer um grava música, e surge trabalho ruim, também trabalhos bons, muita informação em pouco tempo de assimilação. Acredito que meu trabalho se destaque dos demais pela personalidade musical que adquiri nestes 30 anos de bagagem musical.

21) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Anderson Gonçalves: O cenário musical brasileiro é triste. O brasileiro é modinha, é culturalmente analfabeto. Sei que minha opinião pode até ser usada contra mim, mas é verdade! Regredimos culturalmente! Difícil dizer quem progrediu, sei que muitos mantém um público fiel.

22) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Anderson Gonçalves: São muitos, fica até difícil citar, mas o vale dizer aqui, que esses artistas tem por trás uma equipe estruturada, uma empresa própria que cuida da carreira do artista. O mantendo sempre em evidência. Hoje muita informação pra pouco tempo. Um exemplo seria Ivete Sangalo.

23) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Anderson Gonçalves: Nunca estamos livres dos fatos citados na pergunta, principalmente para quem é artista independente. O que mais acontece, digo por experiência própria, é a falta de público no show, a falta de equipamentos adequado ou de qualidade e até a falta de profissionalismo de alguns músicos que também pisam na bola. Não vou citar os fatos aqui, pois as situações desagradáveis são diversas.

24) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Anderson Gonçalves: O que me deixa feliz é quando alguém faz um comentário positivo do trabalho, seja nos shows, seja nas redes sociais. O que me entristece é a falta de apoio cultural.

25) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Anderson Gonçalves: Em São Paulo, o cenário musical e cultural é enorme! Só que temos grandes problemas, o qual vou citar aqui: cantores e bandas covers tocam em Bares não recebem o que deveriam receber como cachê.  São desvalorizados. As grandes Casas de Shows são caras para locação e não abrem espaços para os novos talentos. Para tocar em Casas Culturais ou eventos públicos é uma tremenda burocracia, sem contar as panelinhas que existem nestes lugares.

Espaços têm, até demais, mas para poucos, sem contar que há lugares que você tem que pagar e dar um jeito de levar público.

26) RM: Quais os músicos, bandas da cidade que você mora, que você indica como uma boa opção?

Anderson Gonçalves: Em São Paulo cada região (Norte, Sul, Leste, Oeste) tem a sua característica, raramente se mistura estilos de músicas, até mesmo em eventos públicos a diversos palcos, casa um palco com um estilo musical. A boa opção é sempre ver a Agenda Cultural de São Paulo, trará sempre muitos shows no estilo que de cada pessoa. A diversidade é grande.

27) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Anderson Gonçalves: (Risos), quem sabe um dia! Mas da mesma forma que existem essas rádios de grande audiência, hoje existem as rádios alternativas, algumas delas ainda tocam as músicas sem ter que pagar o jabá, mas a maioria também cobra. Até entendo, elas têm despesas para se manter, porém seria bom cobrar um preço justo. A maioria conforme vai crescendo a audiência começa a cobrar valores absurdos.

28) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Anderson Gonçalves:  Persistência, coragem, muitas pedras vão surgir no caminho, mas tenham fé, acredite no seu trabalho. Não deixe que críticas negativas destrua teu sonho. Busque estudar e dar o melhor de si.

29) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Anderson Gonçalves: Hoje os Festivais de Música é uma forma de mostrar o trabalho, acho até justo, hoje, os valores das taxas de inscrição, pois tudo que se faz tem despesas. O que poderia ter mais é uma divulgação destes Festivais, se você não buscar na internet, você pouco saberá aonde estão acontecendo ou quando e onde irá acontecer e datas de inscrição. O lado bom são os prêmios e a satisfação de ganhar um Festival.

30) RM: Hoje os Festivais de Música ainda é relevante para revelar novos talentos?

Anderson Gonçalves: Os Festivais de Música servem para agregar recursos, caso você seja premiado, trazer mais alguns seguidores para sua plataforma musical, mas revelar a nível nacional, pode acontecer, mas é muito difícil. Até mesmo em concursos musicais da TV raramente acontece isso.

31) RM: Como você analisa a cobertura feita pela mídia da cena musical brasileira?

Anderson Gonçalves: Não gosto de falar da grande mídia. Acho que por isso não faço parte dela. A grande mídia te põe no topo, depois de sugar tudo que ela pode de você, ela te coloca no esquecimento.  As mesmas portas que se abrem se fecham na tua cara. A grande mídia impõe o que ela quer, te transforma, faz você de marionete.

32) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical em São Paulo?

Anderson Gonçalves: Esses espaços são ótimos, porém não são para todos. Tudo depende de você ter um projeto, ter material de shows, um currículo musical muito bem montado. Mas tem panelinha, burocracia, se você não tiver um Q.I (Quem Indica) nem perca seu tempo (risos). Acho que depois dessa declaração, eu não terei espaço mais nestes lugares.

33) RM: O circuito de Bar ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Anderson Gonçalves: Acho que não, pois ninguém quer pagar o que realmente o artista merece. Os Bares não seguem a tabela Ordem dos Músicos do Brasil e pagam o mínimo possível para os músicos tocaram a noite inteira. E quem realmente vive somente da música se sente obrigado a aceitar para poder levar o pão para casa.

34) RM: Quais os seus projetos futuros?

Anderson Gonçalves:  Meus projetos é seguir divulgando minhas músicas nas redes sociais e no YouTube. Gravar músicas para novos álbuns, fazer algumas apresentações. Nada que mude muito essa rotina. Quero também voltar a escrever meus romances.

35) RM: Anderson Gonçalves, Quais seus contatos para show e para os fãs?

Anderson Gonçalves: (11) 97595 – 6175 |(11) 98307 – 0948 |

ao600100@gmail.com | www.instagram.com/goncalves5536

| https://www.facebook.com/ago.andersonoliveira

| https://www.youtube.com/channel/UCGhunl2YlhSgdxbqu2cwNEA

| Hoje (álbum Primeiro) 2012 – ANDERSON GONÇALVES: https://www.youtube.com/watch?v=UJ95qQNuMVE

| A Dois lados – ANDERSON GONÇALVES: https://www.youtube.com/watch?v=G4qTt8opHR4

| Tempo que passa (Álbum TEMPO/2017) – ANDERSON GONÇALVES: https://www.youtube.com/watch?v=7ysrGgupMrA

| Tudo passa…ANDERSON GONÇALVES: https://www.youtube.com/watch?v=n-tnf-ijzcE


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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
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