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Uma Revista criada em 2001
pelo jornalista, músico e poeta paraibano
Antonio Carlos da Fonseca Barbosa.

Ana Vick


A letrista e divulgadora cultural baiana Ana Vick, radicada em São Paulo desde 1968.

Ela começo a escrever algumas letras em forma de brincadeira, sem a pretensão e intenção de ganharem melodias, sempre foi fascinada por esse mundo dos músicos, e da arte em geral que via como um mundo mágico e encantador! Seu desejo era de ser cantora e tocar algum instrumento musical, mas, acha que não teve esse precioso dom. Tentou tocar piano, mas não levou jeito. A sua professora de canto e piano, disse que a sua voz era muito cansada, e que não daria certo, Ana, quase me acabou no choro (risos). Mesmo assim não desistiu dos seus sonhos, e seguiu escrevendo suas letras desde julho de 2007 até hoje.

Ana Vick sempre está procurando novos cantores e compositores para musicarem suas letras e fazer parceria musical. O seu primeiro parceiro musical foi o cantor e compositor Chiko Queiroga, em seguida, foi a tecladista Roberli (Li), de Praia Grande, e o compositor Wilson também de Praia Grande – SP, chegaram a compor lindas canções. Hoje, ela, tem várias parcerias musicais com artistas, dentro e fora do país. É filiada na ABRAMUS – Associação brasileira de música e artes, desde de maio de 2011. São 42 músicas prontas, e um pouco mais de 28 letras para ganharem melodias. Tem seis novas parcerias: Afra Nascimento e Markes Brasil, que moram em Portugal, Francisco César, com o forrozeiro Dom Sávio, Vidal França, Paulinho Zank, o forrozeiro Sivaldo da banda Lasca Chinela, e eles tocam e cantam muito bem!

Algumas de suas músicas, já estão sendo tocadas em algumas rádios, dentro e fora do país. Em 2013, ganhou o concurso, e conheceu através do Bradesco Prime, juntamente com a revista Bravo na edição 189, o Instituto Memória Brasil, que fica localizado, na residência, do jornalista, poeta, escritor e historiador Assis Ângelo. Neste local é guardado mais de 150 mil obras sobre a música brasileira, MPB, entre outras obras sobre Luiz Gonzaga, Patativa do Assaré, e grandes outros mestres.

Ajuda alguns projetos sociais, por exemplo, a divulgar nas redes sociais, a Casa de Crianças com Câncer (CAOA), administrada pelo sr. Turíbio. Ela já trabalhou como voluntária em algumas Ongs, tanto dentro dos escritórios, como também nas ruas, fazendo testes rápidos de HIV na população. Ajuda a americana irmã Leonor da Igreja da Santa Cecília, nas segundas e quartas feiras, com outros voluntários, a servir o café da manhã, para os moradores de rua. Ela também é ativista social, ajuda quem sofre assédio moral, entre outros problemas dentro das empresas.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Ana Vick para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 09.11.2021:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e sua cidade natal?

Ana Vick: Nascia no dia nove de novembro de 1966, em Itamaraju na Bahia. Registrada como Ana Vitória Bomfim.

02) RM: Quais as suas preferências musicais? Quais deixaram de ter importância?

Ana Vick: Eu aprecio todos os ritmos e letras que falem de amor e que passe verdade. Todos gêneros musicais têm o seu valor e sua arte.

03) RM: Qual a sua formação acadêmica?

Ana Vick: Eu me formei no magistério em 1989, e fiz alguns cursos acadêmicos, como Pedagogia e Ciências Contábeis, mas, infelizmente não me formei em nenhum deles. Fiz alguns workshops de TV e Cinema, e um deles fiz com a excelente preparadora de elencos da rede Globo, Patrícia Carvalho.

04) RM: Como e quando você começou a sua atividade de letrista e melodista?

Ana Vick: O meu respeito e admiração por esse mundo mágico da música e da arte em geral, começou desde de muito cedo, mas, a coragem e a vontade de escrever e divulgar as minhas letras, comecei em julho de 2007.

05) RM: Quais são os seus parceiros musicais?

Ana Vick: Eu tenho muitos, entre eles, os forrozeiros: Dom Sávio, Sivaldo da Banda Lasca Chinela. O músico e maestro Vidal França, Francisco César (Chicão), Chiko Queiroga, Afra Nascimento e Markes Brasil que moram em Portugal, e Paulinho Zank.

06) RM: Você escolhe sistematicamente quem será o seu parceiro musical ou deixa acontecer espontaneamente?

Ana Vick: Eu escolho meus parceiros musicais e muitas vezes alguns escolhidos não aceitam o convite, para o azar deles (risos) e para minha sorte, a grande maioria aceita e agradece. O meu critério de para escolha, é possuir um “gogó afinado” e sensibilidade na interpretação!

07) RM: Você envia mais letra/poema para melodistas ou colocar mais letras em melodias? Qual dos dois processos você gostar mais e qual é mais complexo para você fazer?

Ana Vick: Eu sendo letrista, eu envio meus poemas para que sejam colocadas melodias. Eu não faço melodias, somente uma única vez, que eu sonhei, e acordei com a letra e a melodia toda pronta na minha cabeça, e tratei logo de repassar para o forrozeiro Dom Sávio e nasceu o xote: “Tintim por Tintim”.

08) RM: Você permite o compositor alterar a sua letra?

Ana Vick: Eu permito e gosto de dar liberdade ao compositor. Se há uma parceria, tem que haver também essa confiança. A música fica muito mais rica e atraente aos ouvidos de quem ouve, quando se tem essa mudança na letra. Eu deixo o melodista à vontade para fazer o que quiser, respeitando também a minha vontade, para que assim a letra se encaixe na voz, melodia e arranjo.

09) RM: Cite as canções que já foram gravadas?

Ana Vick: Dom Sávio, gravou: “Tintim por Tintim”, “Ainda vale apena”. O forrozeiro Sivaldo, da banda Lasca Chinela, gravou os xotes: “Eu te quero assim”, “Ainda vale a pena”, “Flor de Lis”. Francisco César (Chicão), gravou: “De Cabeça nesse seu Swingado” e o xote “Entre trancos e barrancos”. Chiko Queiroga, gravou: “Gosto do seu jeitinho”, “A Bahia é o seu lugar”, “O som de Carlinhos Brown”, “Esse som já virou moda”.

10) RM: Alguns compositores já declaram o fim da canção. Qual a sua opinião sobre essa afirmação?

Ana Vick: A canção jamais terá um fim. Mesmo que muitas canções não façam sucesso ou não estejam na grande mídia, para o compositor, ela nunca deixará de ser uma cria, e jamais deixará de ter valor, aí sim o fim será de sucesso e de plena felicidade.

11) RM: Hoje ainda existe espaço e ouvinte para música com letra que se sustenta como um poema/poesia?

Ana Vick: Para a nossa felicidade, ainda existe sim. Existe público para todos os ritmos musicais. Não importa se as letras sem conteúdo estão fazendo sucesso na grande mídia. O público de gosto musical de qualidade sempre vai existir e nunca vai sair da moda. Música boa é para sempre!

12) RM: Na Rádio e na TV o autor da música quase não é informado. Quem canta passa a ser “o autor” da canção. Esse fato te incomoda?

Ana Vick: Eu fico incomoda. Infelizmente, não digo todos, mas, a grande maioria dos cantores (as), esquecem de dizer o nome dos compositores. Sendo que se eles alcançaram o sucesso e pisaram em grandes palcos, foi graças a capacidade do bom gosto dos autores da música, que na maioria das vezes ganham valor irrisório de direitos autorais, enquanto os músicos ganham milhões em cima por conta da obra musical. Até mesmo dos locutores de rádios não falam o nome do autor da canção e o público fica sem saber!

13) RM: Você tem músicas que tocaram e tocam em Rádio, TV e em casa de show? O direito autoral é pago corretamente?

Ana Vick: Eu tenho músicas que tocam e já tocaram tanto em rádios web, como em rádios FM, e TV web, e eu nunca vi nem a cor dos meus direitos autorais, e se eu for depender disso, eu estou frita. Alguns amigos, já me disseram que o valor dos direitos autorais é muito baixo, e que eles só ganham dinheiro nos shows.

14) RM: É possível sobreviver exclusivamente de direito autoral de suas músicas?

Ana Vick: No Brasil não. Não informo isso, por eu ter ganho algo, porque eu infelizmente nunca ganhei, mas, por informações de outros amigos que são músicos, e que ganham uma merreca de direitos autorias. Infelizmente essa é triste realidade de nós compositores e músicos.

15) RM: Quais os prós e contras de participar de Festival de Música?

Ana Vick: Eu participei de alguns Festivais de Música, e nunca ganhei, mesmo considerando minhas composições muito boas, e olha que eu tenho muitas. Já ouvi dizer de alguns cantores (as), que esses festivais já tem carta marcada, e que os organizadores puxam sardinha para os amigos. Eu não sei se essa sacanagem acontece mesmo, então, ouvindo isso, parei de participar, pois o pouco dinheiro que eu ganho não é capim (risos).

16) RM: Festival de Música revela novos talentos?

Ana Vick: O Festival de música não deixa de ser um meio muito importante para revelar os novos artistas. Felizmente o nosso Brasil tem uma gama enorme de bons artistas de todas as áreas musicais, e fica até difícil saber quem é o melhor. Talvez, por isso, muitos ficam de fora e não ter espaço, apesar que muitas vezes quem faz sucesso é quem menos tem talento, voz, e tem péssima música.

17) RM: Qual o seu critério para convidar um intérprete para representar a sua canção em um Festival de Música?

Ana Vick: O meu único e maior critério, é o músico ter uma voz bonita, muito afinada, e interpretar a música com doçura e verdade.

18) RM: Depois que algumas canções em parcerias ganharam Festivais de Música aumentou a procura de letrista e melodistas querendo ser o seu parceiro musical?

Ana Vick: Eu não saberia informar, talvez, tenha ajudado sim, mas, o que eu tenho visto, é que os músicos que já estão na grande mídia, escolhem os compositores conhecidos ou indicados por alguém. É um mundinho um tanto fechado, e que alguns compositores mesmo compondo belíssimas músicas, acabam ficando de fora e não tendo oportunidade de realizar seu sonho.

19) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na função de letrista e melodista?

Ana Vick: O que me enche de felicidade, é ver a parceira, a vontade e o desejo de um artista ter pelo outro, e um dar força para o outro nunca desistir e galgar o sucesso. E o que me deixa muito triste, é da inveja e do egoísmo que nesse meio também existe. Juntos sempre seremos muito mais fortes, e é uma pena tudo isso ainda existir nos dias de hoje. Como diz uma de minhas composições: “mesmo entre trancos e barrancos, eu não quero e nem pretendo desistir”. Eu sei que eu tenho um Deus maravilhoso e que me ama muito, e minha hora chegar, porque tudo é no tempo dele, e que eu vou realizar o meu sonho. Todo aqui nessa terra tem o seu valor, e todos merecem.

20) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira de compositor?

Ana Vick: Eu sempre estou compondo coisas novas e divulgando nas redes sociais, entre os grupos de produtores, empresários, radialistas e músicos. A propaganda é alma do negócio. E as redes sociais, nos ajudam de uma forma rápida, e sem custo financeiro ou pouco, para a divulgação do trabalho do artista. Todo trabalho deve ser mostrado mesmo, e não deve ficar guardado em sete chaves.

21) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Ana Vick: A internet é uma ferramenta muito importante e fundamental na divulgação da carreira do artista. É uma maneira muito rápida e eficiente de atingir o objetivo de cada um, mas, ao mesmo tempo se não soubermos utilizar de uma maneira séria, correta e limpa, teremos complicações, muito desgastantes que nos darão dor de cabeça.

22) RM: Qual a sua relação pessoal e profissional com Vicente Viola?

Ana Vick: Eu o respeito e admiro muito, um excelente artista. Ele era perfeito e um bombril: cantor, compositor, instrumentista, educador e perito legista. Ele é um grande exemplo para toda classe artística, e todos gostariam de ser um Vicente Viola.

23) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas e quais permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Ana Vick: O Brasil é muito rico musicalmente, temos músicos de grande preciosidade. Nunca vai apagar da nossa história, grandes músicos como Dominguinhos e Vander Lee. Eu não aprecio o Funk Carioca, mas, eu sei que existe público e eu respeito. Eu gosto da música que fala de amor e tem um recado positivo para passar.

24) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Ana Vick: Acredito e muito. E infelizmente alguns locutores das rádios web, continuam pedindo jabá, sempre com uma desculpa esfarrapada e descarada para nos convencer. Eles é que deveriam pagar, por eu concedê-los bons conteúdo para tocarem na programação da rádio. E se continuar assim e depender de mim, todas essas rádios sumirão do planeta.

25) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Ana Vick: Eu vou sempre passar um bom conselho e uma palavra de força e amizade. Muitos já estão escaldados e cansados de ouvirem críticas e palavras negativas e não vai ser eu que vou derrubá-los ainda mais. É claro que eu nunca vou usar de mentiras e hipocrisias. Todo mundo merece uma oportunidade e tem espaço para todos!

26) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Ana Vick: Na maioria das vezes a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira, não é mentirosa, sensacionalista, e está realmente para ajudar e alavancar o trabalho musical do artista, apesar que muitos ficam de fora. Eu acho que tudo o que for feito com verdade e amor não tem como dar errado. Precisamos sempre acreditar e dar um voto de confiança!

27) RM: Bob Dylan ganhou o prêmio Nobel de Literatura em outubro de 2016. Será que este fato anima outros letristas a “sonharem” com prêmios na área de Literatura ou é um fato isolado?

Ana Vick: Animou sim. O Bob Dylan é um grande incentivo para nós compositores, que já estamos tão desanimados, não desistir e continuar seguindo de cabeça erguida, até acertar. Não podemos ficar esquecidos, precisamos ser lembrados.

28) RM: Os músicos americanos são conhecidos como grandes cantores, melodistas e arranjadores. Qual a sua opinião sobre a qualidade deles como letrista?

Ana Vick: Eles são excelentes e fazem bem feito em tudo o que se propõe em fazer. Não sei se é pela qualidade do espaço, do som, dos equipamentos, da voz, da seriedade com o trabalho. E até mesmo da excelente qualidade de vida, porque se o cara tem uma boa alimentação, ele pensa melhor, produz melhor, e se tem um bom espaço para morar com dignidade, ele tem menos preocupação. Tudo é muito diferente dos recursos do Brasil e de alguns músicos brasileiros.

29) RM: Qual a sua opinião sobre a função positiva do crítico musical?

Ana Vick: Eu acho muito importante, pois, ele não está somente para criticar, mas, sim para mostrar o que deve ser mudado para melhorar no trabalho dos artistas. Ele critica e mostra a solução. Nesse meio é muita competição, e se você não tentar ser o melhor e se dedicar para isso, você dança sem música (risos).

30) RM: Nietzsche comenta que a melodia (música) sem letra perturba a alma. O que você acha dessa afirmação?

Ana Vick: Eu acho que um precisa do outro. A letra precisa da melodia, como a melodia precisa da letra, e como a goiabada precisado queijo. Eles se completam em uma só sintonia e harmonia. E viajam depois na imaginação diferente de cada um que escuta.

31) RM: No tempo da Ditadura Militar no Brasil as letras que tinham engajamento político fizeram sucesso. Qual a importância de letras que não tratem só do tema Amor?

Ana Vick: A música precisa levar alguma mensagem, no coração de quem ouve, seja de amor, esperança, alegria, momentos políticos, entre outras. Ela precisa levar um recado, para mostrar o que ela veio fazer. As pessoas estão sempre buscando por algo, seja na hora da alegria ou tristeza, e a música tem esse poder e até dever.

32) RM: Renato Russo comentou que as letras que falam de amor sempre estarão na moda. Qual sua opinião a respeito dessa afirmação?

Ana Vick: Eu concordo com Renato Russo. O mundo está precisando de mais amor, de menos crítica e desafeto. O amor consegue romper barreiras. Compor música que fale de amor e com respeito, é ter mais esperança nas pessoas, ter e enxergar um mundo melhor. E o público pede isso e devemos respeitar.

33) RM: Qual a sua opinião sobre “as letras pra acasalamento” que tocam no rádio (FUNK, Sertanejo, Pagode, Forró, etc)?

Ana Vick: Toda canção deve falar de amor e têm que ter uma boa história para transmitir ao público. Podem até me chamar de antiquada e careta, mas, eu não aprovo músicas, que rebaixam as mulheres, ou que usem linguagem chulas e desrespeitosas. Até entre quatro paredes, deve haver o respeito. Todo mundo sabe que existe sexo, e as fantasias (risos), mas, nem por isso deve ser levado com vulgaridade para os ouvidos de seu público. Infelizmente existe público para tais músicas, e eu só lamento.

34) RM: Você acha que as pessoas no geral estão mais para aceitar as letras que buscam o entretenimento ou a divagação lírica do que proporcionar reflexões humanas e sociais profundas?

Ana Vick: Eu acho que as pessoas, estão mais propensas, a aceitar as canções que façam bem aos ouvidos e à alma. Estamos vivendo em um mundo de batalhas emocionais e sociais, e nessa guerra não tem vitoriosos. É o público que decide quem vai seguir e chegar ao topo. Nós músicos e compositores somos marionetes.

35) RM: Quais os seus projetos futuros?

Ana Vick: Eu estou à procura de fazer novas parcerias, pois, tenho muitas letras boas, que não podem ficar no papel sem melodia. E mesmo ainda não tendo ganho um centavo com nenhum dos meus trabalhos musicais, e não é por ser ruim, pois, todas as minhas letras, tem começo, meio e fim, e os compositores pouco mexem na letra e falam que são muito boas, eu sinto e sei que o meu caminho já está traçado.

36) RM: Quais os seus contatos?

Ana Vick: (11) 96571 – 9584 | [email protected]

| https://www.instagram.com/ana.vick.370

| https://web.facebook.com/ana.vick.370

Canal: https://www.youtube.com/user/wilvick2008

“Tim Tim por Tim Tim” (Dom Savio/Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=KKhW0f6c55w

“Ainda vale apena” (Ana Vick) por Dom Savio: https://www.youtube.com/watch?v=pvCaNDvZ6wo

“Eu te quero assim” (Ana Vick / Sivaldo): https://www.youtube.com/watch?v=lvmTMWBheCk

“Gosto do seu jeitinho” (Chiko Queiroga / Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=uucCcCwHb98

“A Bahia é o seu lugar” (Chiko Queiroga / Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=22O0-eCMQNA

“O som de Carlinhos Brown” (Chiko Queiroga / Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=TZbuUEZ-r9k

“Esse som já virou moda” (Chiko Queiroga / Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=Cglk-XKyvfE

Registrei minhas músicas no www.musicasregistradas.com: https://www.youtube.com/watch?v=D3gduyMsUFA

“De Cabeça nesse seu Swingado” (Francisco Cesar / Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=ta3Loe-zK6g

“A Cabeça da Mulher” (Afra Nascimento / Ana Vick): https://www.youtube.com/watch?v=IgS9t9ecCzM


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