Continua após a Publicidade
Categorias: Entrevistas

Ana Lélia


A cantora, compositora mineira Ana Lélia começou a sua carreira artística em 1998 em São Paulo, quando interpretou em 1999 a canção “Neon” (Gibba) que que fez parte da trilha sonora da novela Louca Paixão, da TV Record. Mudou-se para Londres logo em seguida, onde morou por 13 anos.

Ana usou a sua experiência na Inglaterra absorvendo a cultura pop e o sabor do blues/jazz, e R&B de cantores como Amy Winehouse. Ana Lélia fez uma única grande produção musical em Londres: um projeto educacional bilíngue. O projeto intitulado The Rainforest and You (Amazônia) na época chamou a atenção de Organizações relevantes na Inglaterra, tais como The Prince’s Rainforest Project, do Príncipe Charles. Essa organização inseriu uma das canções de Ana no portfólio do PRP- Rainforest Project, fazendo com que as músicas tivessem alta repercussão e visibilidade em vários países do mundo.

De volta ao Brasil e morando em Brasília – DF há 8 anos (2014), Ana Lélia foi aos poucos voltando para o cenário musical. Ela tem uma produtora chamada Girassol Studios em parceria com o produtor musical Jonathas Pingo, onde compõe e produz para artistas em início de carreira, além de artistas já estabelecidos no mercado. Ana também faz parte do grupo de compositores da Warner Chappel. A artista já gravou dois álbuns e vários singles em parceria com artistas nacionais e internacionais. Suas canções abordam temas como o amor, resiliência, sobre se reerguer mediante quaisquer obstáculos. A cantora navega na língua portuguesa e inglesa em seu processo de composição.

Ana Lélia teve uma de suas canções autorais, “Baby Don’t Go Away” na trilha sonora de Malhação – Toda Forma de Amar, de 2019/2020 da Rede Globo. Algumas de suas parcerias internacionais são: “Countdown”, com o cantor americano de R&B Martel Lacey e “Fly Away”, com o renomado cantor americano de R&B e soul, Peter Collins, “Entirely”, com a finalista do The Voice dos Estados Unidos, sob a mentoria de Alicia Keys, Christiana Danielle, “Meu Cantinho”, com o trompetista indicado ao Grammy 2019, Theo Croker.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Ana Lélia para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 08.04.2022:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Ana Lélia: Nasci no dia 30 de junho de 1973 em Ituiutaba, Minas Gerais, Triângulo Mineiro. Registrada como Ana Lélia Tostes Vilela Losekann.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Ana Lélia: Meu primeiro contato com a música foi cantarolando em casa quando era criança, e quando adolescente, quando comecei a cantar na missa aos domingos.

03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Ana Lélia: Sou professora há 20 anos. Atualmente dou aula de Música na Escola Americana de Brasília. Tenho formação em Letras pela UEMG –Universidade Estadual de Minas Gerais e Pedagogia com formação em Londres, Mestrado em Linguística Aplicada pelo King ‘s College de Londres, onde trabalhei como professora universitária por três anos. 

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Ana Lélia: Quando criança ouvia Folia de Reis, catira, música sertaneja raiz. Quando adolescente eu ouvia muito rock e pop. Me mudei para São Paulo em 1997 e comecei a ouvir MPB, especialmente Marisa Monte. Me mudei para Londres – Inglaterra em 2000, e comecei a ouvir Jazz, Soul music. Minhas influências foram: Ella Fitzgerald, Etta James, Sarah Vaughan, Nina Simone. E me encantei pelo trabalho da Amy Winehouse. Nada, absolutamente nada deixou de ser importante. Acredito que tudo que eu escrevo é resgatado de um pedaço de vida do passado. Tudo contribui para o meu processo criativo.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Ana Lélia: Quando me mudei em 1997 para São Paula para fazer um mestrado, fui a um estúdio para gravar uma ”demo” para um festival da Rádio Eldorado. Lá eu me encantei pelo mundo musical, tranquei o curso da Faculdade e comecei a me dedicar à música de forma profissional. Em 1999, interpretei “Neon” (Gibba), que fez parte da trilha sonora da novela Louca Paixão, na TV Record.  Em 2019/2020, “Baby Don’t Go Away”, canção de minha autoria fez parte da trilha sonora da série Malhação da TV Globo.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Ana Lélia: Em 2019, lancei o álbum “O Amor é bem assim”. Em 2021, lancei o EP – “Menina Flor”. E vários singles, vários colabs nacionais e internacionais.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Ana Lélia: Eu acredito que seja o resultado das minhas influências, experiências e vivências em lugares diferentes. Eu curto fazer um MPB mais pop, soft jazz, R&B. Gosto da percussividade brasileira misturada com world music.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Ana Lélia: Tive poucas aulas e pontuais de técnica vocal. Fiquei fora da carreira musical por 20 anos. Nessa época me dediquei exclusivamente à educação, e voltei há dois anos, quando comecei a escrever e produzir tanto meus trabalhos quanto trabalhos de artistas em início de carreira e já estabelecidos no mercado.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Ana Lélia: Importantíssimo. As aulas que tive foram na minha volta para música. Tomo bastante líquido para hidratar a voz.

10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?

Ana Lélia: Amy Winehouse, Elis Regina, Zizi Possi, Marisa Monte, Norah Jones, Diana Krall, Etta James. 

11) RM: Como é seu processo de compor?

Ana Lélia: Jonathas Pingo, meu parceiro da Girassol Studios geralmente faz a melodia e eu faço a letra. A gente discute o tema, faz um brainstorm de ideias. Eu ouço a melodia e começo a escrever com base no que casa bem foneticamente e que passe uma boa energia na mensagem. Eu também faço melodias. Mas quando a melodia vem na cabeça, já vem junto com palavras, frases, versos e rimas. Daí eu vou gravando tudo num aplicativo chamado quick voice para não perder a linha da ideia.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Ana Lélia: Jonathas Pingo. O meu braço direito em tudo. Mas escrevo sempre com os parceiros de colab com quem já lancei projetos, como a Márcia Tauil, O’sócio, Matheus Nogueira, Ediá, Israel Paixão, Christiana Danielle, Theo Croker, Martel Lacey, Peter Collins.

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Ana Lélia: Prós: você tem controle total do que você faz. Você gerencia seu tempo, seu som, seus recursos, logística, etc. Você aprende muito sobre a indústria.  As desvantagens são o fato de você estar, vou usar uma comparação visual aqui, em um ”barquinho pequeno navegando no meio do oceano, esperando ser encontrado”. As gravadoras e investidores têm know how e estratégias pontuais que fazem toda diferença para o crescimento do artista. Por isso, eu acredito ser importantíssimo o artista independente fazer colaborações, não navegar sozinho, montar um networking com outros artistas. Essa estratégia ajuda o artista pequeno a continuar sua jornada.

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Ana Lélia: Essas são as minhas palavras-chave: Colaboração, humildade, organização, consistência, persistência, capacidade de lidar com as frustrações, não levar nada para o lado pessoal, aprender com os erros, pé no chão e cara de pau!

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?

Ana Lélia: Colaboração com diversos artistas, não fugir da minha verdade e da minha essência (por exemplo, eu gosto muito de executar e alinhar trabalhos sociais e musicais), produção musical e composição para diversos artistas.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira musical?

Ana Lélia: A internet é um asset. É o instrumento que facilita o trabalho do artista independente. Ela democratiza a música, dando oportunidades de visibilidade a todos.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Ana Lélia: Fazemos várias gravações de forma remota e a maioria são executadas de forma efetiva, eficaz, com sucesso. Mas gravar de forma presencial tem aquela energia que é insubstituível!

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Ana Lélia: Eu tento estabelecer a minha identidade específica. Tudo que eu faço se deve à minha história. Eu canto em inglês apenas por causa da minha identificação, a minha verdade e a relação emocional com a língua inglesa, por ter morado fora por tanto tempo. A minha relação com a língua inglesa é tão forte que foi meu objeto de estudo por muitos anos na universidade. Eu foco no meu diferencial: cantar em inglês e português, a minha identidade específica na interpretação, a percussividade brasileira na forma de cantar e a mensagem das minhas letras. Eu me inspiro em outros artistas pela sua arte. Mas tenho minha forma específica de me expressar. Acho isso fundamental. Ter sua marca que te diferencia.

19) RM: Como você analisa o cenário da Música Popular Brasileira? Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas? Quais artistas permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Ana Lélia: Em constante evolução. Tem certos momentos em que a gente sente nostalgia, a vontade de voltar para o passado musical.  Mas tem muita música boa disponível com uma galera jovem chegando. Por exemplo, Gilsons (José Gil, Francisco Gil, João Gil, um trio formado pelos filhos de Gilberto Gil). Estou encantada com o som deles! E Marisa Monte sempre. Ela é firme como rocha. Com relação à regressão, eu prefiro não usar essa palavra, pois me coloca na posição de julgar trabalhos como superiores ou inferiores. Eu avalio a música como aquela que te emociona ou que te não emociona, independentemente do estilo musical. Tem estilos que estão dominando mais a cena brasileira, mas isso se deve a quem canta, mas a um sistema dominante que não favorece aos artistas pequenos. Independentemente do estilo, eu só acho que essa engenharia deveria mudar um pouco para dar espaço para que os pequenos possam também ser vistos.

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Ana Lélia: Um ano antes da Amy Winehouse morrer, ela entrou no mesmo vagão de trem onde eu estava, em Londres – Inglaterra. Ela entrou com o namorado em segurança. Eu fiquei completamente hipnotizada. O vagão estava vazio. Eu poderia ter falado algo, cantado uma música brasileira. Fiquei só olhando para ela. E me arrependi muito de não ter feito o contato.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Ana Lélia: Quando alguém se conecta com a minha música. Nada me deixa triste. Deixa-me frustrada a desvalorização da arte e da música no nosso país.

22) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Ana Lélia: Dom é um presente, um talento natural ou adquirido onde a pessoa consegue se expressar na sua arte de uma forma que emociona profundamente o outro.

23) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Ana Lélia: É sentir e expressar um determinado som livremente.

24) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Ana Lélia: Acredito que as duas formas são e podem ser usadas. Tanto praticar a improvisação antes quanto se entregar à canção.

25) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Ana Lélia: Na minha opinião de leiga nesse assunto, talvez os métodos tirem um pouco a naturalidade do improviso.

26) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Ana Lélia: Não existe desvantagem em qualquer forma de estudo. Basta não se deixar engessar pelo estudo e entender que música é arte.

27) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Ana Lélia: Tenho várias rádios que tocam minhas músicas e nunca cobraram jabá. E sou muito grata a todos eles. Essa questão tem a ver com o mecanismo que eu disse anteriormente em outra pergunta sua aqui acima. Existe um sistema que não favorece os artistas independentes menores e isso tem que mudar. As rádios têm que sobreviver, e fazem um trabalho importantíssimo para a arte. A estrutura em volta da música é que deve mudar. Exemplo: mais playlists editoriais para artistas menores, mais espaço nas grandes rádios para novos artistas, mais espaço de TV para a cena independente.

28) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Ana Lélia: Resiliência, trabalho duro, pé no chão, networking e não desista! Carreira musical não é sonho dourado. É trabalho e muito suor.

29) RM: O Festival de Música revela novos talentos?

Ana Lélia: Eu amo esse conceito de Festival de música e adoraria que voltassem à cena maior da música, como já foram no passado.

30) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Ana Lélia: Há programas que dão mais espaço para os artistas autorais independentes, mas é algo pontual. Aqui em Brasília – DF foi criado o festival Brasília Independente, pela TV Globo. Iniciativa maravilhosa que apresenta novos talentos. Precisamos de mais iniciativas como essa, num panorama nacional.

31) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Ana Lélia: Excelente, excelente, excelente! Por mais espaços assim.

32) RM: Quais os seus projetos futuros?

Ana Lélia: Shows para divulgar todo o trabalho autoral que gravei durante a pandemia, que começou um ano após a minha volta para música.

33) RM: Quais seus contatos para o show e para os fãs?

Ana Lélia: @analeliaoficial

allosekann@gmail.com

Matérias: https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/ana-lelia-lanca-ep-ninho-de-papel-com-participacao-de-tiao-rodrigues

 

G1 https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/05/27/cantora-do-df-lanca-trabalho-com-trompetista-norte-americano-indicado-ao-grammy-musica-mistura-mpb-samba-e-jazz.ghtml

Metrópoles: https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/ana-lelia-e-theo-croker-lancam-em-parceria-a-musica-meu-cantinho

Correio Braziliense https://blogs.correiobraziliense.com.br/trilhasonora/ana-lelia-lanca-single-meu-cantinho/

Brasília Noticias http://brasilianoticias.com.br/ana-lelia-lanca-meu-cantinho-com-theo-croker/

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/06/conheca-a-historia-da-professora-que-aos-47-anos-decidiu-realizar-o-sonho-de-ser-cantora-e-compositora.ghtml

https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2020/10/4885701-ana-lelia-encoraja-a-busca-pelos-sonhos-no-single-fly-away.html

https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/resiliencia-e-fe-em-breve-ana-lelia-lanca-fly-away-com-peter-collins

https://www.uai.com.br/app/noticia/mf-press/2020/12/10/noticias-mf-press-entretenimento,265901/my-life-clipe-da-musica-de-ana-lelia-bia-socek-e-jesus-luz-vai-ser-lancado-em-janeiro.shtml

https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/bia-socek-lanca-clipe-de-my-life-hit-em-parceria-com-ana-lelia-e-jesus-luz

https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/baby-dont-go-away-ana-lelia-estremece-auditorio-durante-show-em-brasilia

https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/cantora-de-brasilia-ana-lelia-esta-na-trilha-sonora-de-malhacao

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/o-que-fazer-no-distrito-federal/noticia/2020/05/30/live-beneficente-traz-shows-de-mais-de-20-artistas-do-df-neste-sabado.ghtml

https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/eventos/sextas-musicais-com-elas-cantam-roberto/

https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/brasilia-rosa-in-concert-show-reune-prevencao-e-muito-talento

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2019/10/24/interna_diversao_arte,800249/show-outubro-rosa-cervejaria-criolina.shtml

https://www.jornaldorap.com.br/noticias/sente-o-som-musica-de-ana-lelia-revela-como-a-arte-pode-quebrar-barreiras/


Continua após a Publicidade
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor responsável pela revista digital RitmoMelodia desde 2001, jornalista, músico, poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, propaga a diversidade musical brasileira através de entrevistas e artigos. Jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB (1996 a 2000) que lançou um livro de poesia em 1998 e seus poemas ganharam melodias gravadas em três álbuns concluindo a trilogia "reggae baseado em poesia" no seu projeto musical Reggaebelde. Unindo a sensibilidade do poeta, músico com o senso crítico do jornalista e pesquisador musical colocado em prática em uma revista que Canta o Brasil.

Disqus Comments Loading...
Publicado Por
Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa
Tags: Jazzmpbpop
    Continua após a Publicidade

Artigos Recentes

M. Paulino

O cantor, compositor pernambucano M. Paulino, com um estilo pessoal "O Pernambuxé" além de forrozeiro…

% dias atrás

Banda Semente Regueira

Banda Semente Regueira, formada no final de 2000 por músicos amigos e influenciados pela ideologia…

% dias atrás

Músicas de Gilberto Gil mais consagradas, segundo os dados do ECAD

Gilberto Gil: 80 anos, canções mais tocadas e “amor” como a palavra mais repetida em…

% dias atrás

Quinta Essentia Quartet

Com sete álbuns gravados entre participações e trilhas completamente feitas pelo grupo, o Quinta Essentia…

% dias atrás

Gilberto Gil é o “Pelé” da Música do Brasil

Por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa Gilberto Gil, chega aos 80 anos de idade (26/06/2022)…

% dias atrás

Paulinho Akomabu

Há mais de 20 anos, Paulinho Akomabu, iniciou a sua carreira, mais precisamente no Centro…

% dias atrás
Continua após a Publicidade

Este website usa cookies.