É legal cobrar o Couvert Artístico?

musica ao vivo 2
  • 158
    Shares
É legal cobrar o Couvert Artístico?
Avalie esta Entrevista

Por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa


); } };
).push({});
}if ( quads_screen_width >= 1024 && quads_screen_width < 1140 ) { /* tablet landscape */ document.write('‘);
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
}if ( quads_screen_width >= 768 && quads_screen_width < 1024 ) { /* tablet portrait */ document.write('‘);
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
}if ( quads_screen_width < 768 ) { /* phone */ document.write('‘);
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
}

Alguns donos de estabelecimentos não adequam o local para receber uma apresentação musical ao vivo. Não avaliam a acústica do local, quais os equipamentos de som para realização de uma boa audição para o público. Na maioria dos casos o músico fica escondido em um canto qualquer para que a sua presença física não chame atenção. O “importante” é a sua função de Fundo Musical. Condições ruins de trabalho produz um produto ruim, imagine para quem faz Arte. Mas existem as exceções, que confirmam a regra geral, que preparam seu local para receber uma apresentação musical. O músico deve avaliar quais as condições mínimas do local para fazer bem o seu trabalho e não rebaixar a qualidade de sua Arte. O público em geral, se o show está ruim aos ouvidos é culpa exclusiva do músico. Mesmo dando pouca ou nenhuma atenção a quem está se apresentando vai exigir um show de qualidade estética e técnica. Mas sempre pode piorar, tem local que não tem equipamentos de som (mesa de som, potência e caixas de som) e o músico tem que trazê-los, além do seu instrumento musical e do seu microfone. E ficam com a porcentagem do Couvert Artístico. E se não tiver público, o músico fica no prejuízo. Tem o evento coletivo em que reúnem algumas bandas na mesma noite, cada banda tem uma cota de ingressos para vender para ter o direito de tocar e o dinheiro é para os custos da “realização dos shows e para os produtores”. Sem cachê para os músicos. Mas ninguém é obrigado tocar em “Bar Cilada” nem pagar para tocar.

Penso que o Músico presta um serviço para o estabelecimento. Ninguém contrata um Garçom ou Chef de Cozinha sob a condição dele trazer Clientes para consumir. No orçamento de despesas do estabelecimento deve constar o pagamento dos profissionais fixos e do músico. Já que não é obrigação ter música ao vivo, mas um diferencial frente à concorrência. Músicos do Brasil Uni-vos por melhores condições de trabalho e Couvert Artístico Integral… Só que não… Infelizmente ainda uma utopia.