Tácyo Carvalho

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Tácyo Carvalho
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“A inspiração artística é mais do que o exercício do pensamento, é conhecer, criar, exercitar, e expressar o fazer Artístico. A inspiração vai se aperfeiçoando, e se configurando de forma impressionante na prática”. ”Onde passa o boi passa a boiada, o cheiro da minha amada, passa a felicidade…”. Palavras de Tácyo Carvalho que foi para o Rio de Janeiro para se firmar como artista.

 Tácyo foi orientado por Chiquinha Gonzaga, Zé Gonzaga e Severino Januário, irmãos do Luiz Gonzaga, entre outros sanfoneiros. Ele formou um grupo da nova geração dos Gonzagas e amigos, despontando em shows de forró, como um novo talento da classe forrozeira. Gravou seu primeiro disco “DO JEITO QUE O REI MANDOU”, um compacto duplo. Tornou-se também radialista apresentando o “FORRÓ DA CAPITAL”, na RÁDIO CAPITAL DO RIO DE JANEIRO, divulgando diversos talentos como Luiz Gonzaga, com seu disco “Aí Têm”, como o seu próprio trabalho artístico, época em que as maiores divulgações em nosso Brasil, eram as músicas estrangeiras de grandes gravadoras multinacionais.

Tácyo despontou com o seu primeiro LP, gravado pela BRASIDISC, intitulado de “VENTOS DO NORTE”, uma produção moderna e coerente com poesia Nordestina, música do cantor e compositor Djavan. Outra composição foi, sobre o “NORDESTE, DESOLAÇÃO E DOR”, homenagem a um escritor que enlouqueceu envolvido com os problemas da sua Terra. Em outra faceta de sua trajetória com o Forró, foi a parceria: Luiz Gonzaga, João Silva, Pedro Cruz, Joquinha Gonzaga, Chiquinha Gonzaga. Essas parcerias,  deram inicio aos diversos  trabalhos do  cantor e compositor  pernambucano, gravando assim   diversas composições  em Vinil e CD. Um interprete vigoroso da Música Regional, com a dicção segura e agradável, ainda jovem, surpreendeu a todos com a sua autenticidade nordestina, deslanchando com diversas apresentações nas casas noturnas, no Rio de Janeiro e São Paulo, abrilhantando com a sua voz e autenticidade. Nessa trajetória artística, retornou para a sua Terra Natal, apontando nas paradas de sucesso das rádios locais e cidades próximas com a música “Patichuli”, que também foi regravada por outros artistas. Tácyo comenta: “Mesmo o forró sofrendo uma evolução pela eletrônica, defendo a música de raiz. Ritmo vai, ritmo vem, o meu compromisso sempre será com a cultura nordestina”.

Tácyo é integrante da classe Forrozeira, e responsável em valorizar a música de raiz da nossa cultura brasileira. O artista ressalta a importância de preservar a memória do povo sertanejo, que fazem como marco o “Forró, a sua vida“. É preciso se estender o movimento dos Forrozeiros autênticos, aqueles que falam a “Língua e Ritmo da Pisada Matuta”. A sua escola foi no sítio dos Gonzagas, na Baixada Fluminense, aos domingos nos reuníamos informalmente para uma farra em família, amigos e admiradores da música nordestina, e “DOIS PRÁ LÁ, DOIS PRÁ”, como dizia o nosso “Rei do Baião” Luiz Gonzaga.

Tácyo Carvalho traz na discografia músicas com grandes nomes de compositores como: Luiz Gonzaga, Chiquinha Gonzaga, João Silva, Jorge Bodhar, Zé Mocó, Zé Marcolino, Joquinha Gonzaga, entre outros. O CD – “Tácyo Carvalho e Amigos”, uma coletânea com a participação especial de diversos destaques da música nordestina: “Toca Severino” (Chiquinha Gonzaga e Severino Januário), “Patichuli” (Tácyo Carvalho, canta Flavio Leandro), “Fama de Valente” (Tácyo Carvalho e Chiquinha Gonzaga, canta Chiquinha), “Chegou São João” (Tácyo Carvalho e Joquinha Gonzaga, canta Joquinha), “Moça” (Tácyo Carvalho e Oclécio Carvalho), entre outros nomes  como: Targino  Gondim, Flávio José, Limão do ForróEdson Lima. CD conta com Luiz Gonzaga, falando sobre o dom artístico de Tácyo que a partir 13 anos de idade conviveu com a família de Chiquinha Gonzaga, sua mãe de criação, a irmã de Gonzagão, aprimorando ainda mais o seu dom artístico. Palavra do Rei do Baião: “Prossiga meu querido, você tem uma voz interessante, tem um jeito especial de falar, esse é Tácyo Carvalho, O GAROTÃO DE OURICURI”.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Tácyo Carvalho para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 07.05.2018:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Tácyo Carvalho: Nasci no dia 02.01.1961 em Ouricuri – Pernambuco.

02) RM : Fale do seu primeiro contato com a música.

Tácyo Carvalho: Na infância ouvia muitas bandas de pífanos durante as novenas que minha mãe me levava. Aquilo já me causava muita curiosidade e aos sete anos eu e meu irmão ganhamos um violão de presente de minha mãe.

03) RM: Qual a sua formação musical e formação acadêmica fora da área musical?

Tácyo Carvalho: Começou em Festivais de Música nas escolas da minha região. Quando fui para o Rio de Janeiro descobri a escola Villa – Lobos e por pouco tempo estudei Violão. Mas com o tempo fui descobrindo outros instrumentos. Na Faculdade Estácio de Sá e na Escola Assis Chateaubriand cursei Comunicação Social /jornalismo. A partir daí passei a trabalhar como radialista em algumas emissoras de Rádio no Rio de Janeiro.

 04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Tácyo Carvalho: A minha grande felicidade foi ter vivido uma época rica na música popular brasileira, Luiz Gonzaga e a classe forrozeira da geração dos anos 80 foram uma grande influência para seguir as inclinações musicais dentro do forró. Por outro lado às influências da: Jovem Guarda, Tropicália, pessoal do Ceará e o movimento de cantorias. Toda música boa mexia com a cabeça da juventude daquela época quando a mídia sabia escolher a sua grade musical.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Tácyo Carvalho: Em 1984. Profissionalmente no Rio de Janeiro quando gravei meu primeiro disco – Compacto Duplo.

06) RM: Quantos CDs lançados (quais os músicos que participaram nas gravações)? Qual o perfil musical de cada CD? E quais as músicas que se destacaram?

Tácyo Carvalho: Entre Compacto Duplo, LP e CD são 14 no total. Todos de gênero Forró. O primeiro compacto duplo – “Do jeito que o rei mandou” foi gravado no estúdio Haras situado na Lapa – Rio de Janeiro. Com participação especial de João Silva e Teresinha de Jesus. Músicos: Joquinha Gonzaga e Severo (Acordeon), Anselmo Mazoni e Carlos Eduardo (Teclado), Chico Guedes e Carlos Eduardo (Contrabaixo), Jorge Bodhar e Julio César (Violão), Jorge Batera e Tandô (Bateria), Marcelo de Caxías, Julio César e Aldomar Dantas (Guitarra), Valdecir de Carvalho e Oclécio Carvalho (Zabumba), Zuca Gonzaga (Triângulo), Peninha, Cesinha e Mingo (Percussão), Piloto Gonzaga (Agogô). Musicas: “Patchuli”, “Juliana”, “Diamante precioso”, “Surra de Pneu”, “O trem do sertão” e “Deixa o cantor cantar”.

 Em 1989 lancei “VENTOS DO NORTE”, segundo Vinil. O título é da composição do alagoano “Djavan”.  O terceiro Vinil “ESTAÇÃO DO AMOR”, com esse disco, eu despontei em todas as emissoras de rádio na capital do Rio de Janeiro. Com o sucesso no sudeste, despontei em todas as emissoras na região do Araripe (Sertão de Pernambuco) com a bela canção “Patichuli”, a história dos namoros secretos de antigamente no interior. Esse disco foi acompanhado por grandes músicos: Severo do Acordeon, Anselmo Mazoni (músico de Alcione), Cezinha e Peninha (músicos do Barão Vermelho), Tandô (músico de Benito di Paula). O quarto LP – “Beija Flor”. Este LP tem a marca registrada do protesto e da liberdade, e ainda em seu elenco; sanfona, zabumba e triangulo, e uma grande produção. Alguns dos mitos da nossa música nordestina estão presentes, como duas músicas em parceria com o poeta cearense Patativa do Assaré. O primeiro CD – “Tácyo Carvalho – O forrozeiro do Araripe”. Participação especial de Aivan Siqueira na “Hoje eu sei” de Arcquilhias; e Chiquinha Gonzaga na “Sapo Afogado” de  Tácyo Carvalho, V. Sobral. O segundo CD – “Tácyo Carvalho – Eu canto e ele fala”. Participação especial de Joquinha Gonzaga na “UMA PRA MIM, OUTRA PRA TU”, tendo como destaque as músicas: “O menino e o destino” e “Sonho e saudade”. CD – “Tácyo Carvalho – Forró de Arrancar o Rabo”. CD – “Tacyo Carvalho – O melhor do Forró Pé de Serra”. Essa é uma coletânea com as músicas lançadas em seus discos anteriores, participações especiais de Leninho de Bodocó, na “Quem é que garante” de Flávio Leandro. CD – “Tácyo Carvalho – Quem Diabo Liga”. Disco com o melhor do Pé de Serra com as participações de: Chiquinha Gonzaga, Flávio José, João Silva, Terezinha de Jesus, Flávio Leandro, Targino Gondim, Edson Lima e outros. CD – “Tacyo Carvalho” – com participação de Flávio José na “Baião vagamundo” de Xico Bizerra e Flávio Leandro na “Patichuli” de Tácyo Carvalho. Em 2010 o CD – “Tacyo Carvalho – Ombro Amigo”. Em 2012 e 2013 o CD – “Tácyo  Carvalho – O CANTADOR DO SERTÃO”. Homenagem aos 100 de Luiz Gonzaga. Arranjos de: Carlos Eduardo, Van Guita, Milton e Genival do Cedro. Músicos: Tácyo Carvalho: Cantor; Genival de Cedro: Acordeon; Carlos Eduardo: Teclados / Carrilhão; Tony Cesar: Contrabaixo; Milton Guita: Guitarra Base e Solo; Julio Cesar: Viola; Oclécio Carvalho: Zabumba, Triângulo, Agogô, Ganzá; Backvocal:  Alzeni Suzart,  Lito,  Waine, Aline, Patrícia. Na música “Forró de Ouricuri” tem a participação de: Luciano Peixinho, Gilma, Carlos Eduardo e Oclécio Carvalho. Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no dia 13 de dezembro de 1912. Agradeço aos amigos e parceiros: Pedro Cruz, Joquinha Gonzaga, Flavio Leandro, Carlos Eduardo, Zé Cordeiro, Marcelo Cavalcante, Dr. Anderson Aquino, Dr. Erickon, Dr. José Herbert, Chico Coelho, Adelson França, Ney Matos, Família Carvalho, Família Suzart, a minha esposa com sua dedicação especial e a todos os admiradores da nossa arte.  Música de Tácyo e Chiquinha Gonzaga, ela começou em 1952, na antológica temporada dos “Sete Gonzagas” nas rádios Tupy-Tamoio, fazendo vocais ao lado do irmão famoso Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, do pai Januário e dos irmãos, Zé, Severino, Socorro e Aluísio.Chiquinha mora em Recife-PE e ainda está em plena atividade. Seu CD mais recente, coisa rara no mercado, tem participação especial do sobrinho JOQUINHA GONZAGA.

07) RM: Como é o seu processo de compor canção?

Tácyo Carvalho: Minha cabeça é preparada para o sentimento musical quando estou bem comigo mesmo.

08) RM: Quais são seus principais parceiros musicais em composição?

Tácyo Carvalho: Entre tantos existem alguns mais próximos que estão presente em cada projeto como, por exemplo, Joquinha Gonzaga, Jorge Bodhar, João Silva, Flávio Leandro e Oclécio Carvalho.

09) RM: Quem gravou as suas músicas?

Tácyo Carvalho: Chiquinha Gonzaga, Joquinha Gonzaga, Flávio Leandro, Tony Monteiro, Banda Choque, Os meirinhos do Forró, Maria Lafaiéte, Sotaque Nordestino e tantos outros.

10) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Tácyo Carvalho: Quando comecei já encontrei uma barreira que foi o primeiro diálogo com Luiz Gonzaga na casa de Dona Muniz irmã dele no sítio de Luiz Gonzaga (Santa Cruz da Serra – Caxias). Fui mostrar umas músicas para ele e ele me chamou atenção perguntando se pretendia gravar. Falei que sim. Ele me falou que gravar naquele tempo estava muito difícil e para artista pobre era mais difícil ainda. Para mim aquilo foi um grande incentivo e na gravação do meu primeiro disco o próprio Luiz Gonzaga me ajudou a pagar as despesas do estúdio. Quer um exemplo melhor do que esse?

11) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Tácyo Carvalho: Depois que criaram produtoras, associações e editais foi criado uma barreira nos órgãos de cultura. Muito papel, muita conversa, muito ofício, muito cartório, carimbo e tudo mais. Virou uma guerra para o artista independente. Como pessoa física cobra-se um imposto como empresa cobra outro. Então para sobreviver tem que ter inteligência e paciência. Eu mesmo aprendi “a dá meus pulos” e sendo assim continuo o meu trabalho.

12) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso a tecnologia  de gravação (home estúdio)?

Tácyo Carvalho: Não posso me acomodar em pensar em tecnologia. Procuro usar minhas esporas e tocar meus projetos pra frente. Sendo assim procuro esquecer de tempo e tecnologia. E toda vantagem é ter hoje uma rede social que apesar dos pesares ajuda muito nos projetos de artistas independentes e principalmente regionais.

13) RM: Como você analisa o cenário do Forró. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Tácyo Carvalho: Temos uma associação dos forrozeiros Luiz Gonzaga do Brasil sediada em Exu (PE) que no momento a gente procura sempre se encontrar se reunir e discutir sobre o forró autêntico, como está sempre influenciando os jovens do sertão do Araripe a ouvir e tocar as nossas músicas. Depois da morte de Luiz Gonzaga, Sivuca, Marinêz, Dominguinhos o forró tem cochilado bastante. Sendo assim tem havido uma acomodação dos artistas da área do forró que já tem algum nome e algum dinheiro que tem deixado acomodado.

14) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Tácyo Carvalho: Primeira situação: Show realizado em Itainópolis – Piauí. Naquela época o empresário pagava no final do evento e quando terminou a festa fomos procurar o empresário. Ele sumiu com o dinheiro viajando na madrugada para São Paulo. E a gente não tinha dinheiro para colocar a gasolina no carro para voltar. Segunda situação: Show realizado em Petrolina – PE pela TV Grande Rio. Caí de cima do palco, quebrei o violão, rasguei minha roupa e o show parou. Terceira situação: Show em Salvador – BA. O palco do evento era dentro de uma piscina e eu acabei caindo dentro da piscina com instrumento e tudo que tinha direito.

15) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Tácyo Carvalho: Feliz quando recebo um convite como esse da RitmoMelodia para expor a minha obra e continuar trilhando sem pensar no amanhã. Triste em pensar que o futuro só a Deus pertence.

18) RM: Você acredita que sem o pagamento do Jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Tácyo Carvalho: Eu fui radialista por seis anos e já existia o Jabá no meio da comunicação. Porém, nunca me deixei ser levado por essa forma de divulgação e também nunca aceitei essa paga dentro do meu trabalho de radialista.

19) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Tácyo Carvalho: Toque pra frente meu irmão. Seja inteligente que o mercado está aberto para todo mundo, o sol brilha para todos.

20) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Tácyo Carvalho: Quando existia referência musical, os talentos apareciam em Festivais de Música. Eu ficava louco procurando saber aonde ia acontecer um Festival. Nesses Festivais a gente descobria muitos colegas talentosos e ao mesmo tempo fazia muita amizade independente de quem ganhasse ou não.

21) RM: Na sua opinião, hoje os Festivais de Música ainda é relevante para revelar novos talentos?

Tácyo Carvalho: Creio que sim. Não tenho acompanhado muito.

23) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Tácyo Carvalho: O que existe na grande mídia é um bocado de maluco destruindo o cérebro da juventude brasileira.

24) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Tácyo Carvalho: Até agora não me serviu de nada essas empresas. Eu nunca os procurei e eles nunca me procuraram.

25) RM: Qual o seu contato pessoal e profissional com os membros da família do Luiz Gonzaga?

Tácyo Carvalho: Muito bom. Conheci Luiz Gonzaga ainda adolescente em Exu. E quando decidi ir morar no Rio de Janeiro eu residia em Xerém, soube que ali próximo em Santa Cruz da Serra morava a família Gonzaga e fui até lá. A partir desse dia nossa relação passou a ser familiar porque fui morar na casa de Chiquinha Gonzaga (irmã de Luiz Gonzaga).

26) RM : Quais os projetos futuros?

Tácyo Carvalho: Tenho um projeto que há seis anos a gente realiza sempre no início de cada ano em janeiro que é o grande encontro dos forrozeiros no “Forró do Poeirão” na minha cidade Ouricuri (PE). Esse ano nós estamos com projeto “As Vozes do Araripe” que são quatro artistas gravando músicas de vaquejada. No momento já estamos em estúdio gravando algumas musicas, toadas, aboios e forrós que será lançado no final de abril.

27) RM: Quais os seus contatos para show e para seus fãs?

Tácyo Carvalho: [email protected] | [email protected] | (71) 9940 – 66714 | (87) 9990 – 30596 |

http://palcomp3.com/ForrozeirosPE/#!/trem-do-sertao-tacyo-carvalho |

http://www.iteia.org.br/audios/cd-tacyo-carvalho-o-cantador-do-sertao                     

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.