Rodrigo Varanda

Rodrigo Varanda 1 Entrevista - Música - Revista Ritmo Melodia
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Tempo de Leitura: 11 minutos

O Cantor, músico, produtor e compositor Rodrigo Varanda apresenta sua própria história através de um repertório popular que reúne sucessos inesquecíveis.

Rodrigo Varanda criado em uma família de musicalidade brasileira e diversificada, foi através dos pianos de brinquedo que arte começou a aparecer para ele quando criança em Nova Iguaçu/RJ. Sempre interessado na voz, seu sonho original era dublar desenhos animados e existia um encanto especial pelas canções dos desenhos animados de Walt Disney. As FMs dos anos 80, os LPs das avós durante as férias e as brincadeiras de gravar fitas K7 simulando programas de rádio, tudo isso ao mesmo tempo ia, naturalmente, virando a semente do que se tornaria, décadas depois, sua principal maneira de conexão com o mundo exterior: as canções

O interesse pela escrita também falou alto e já na pré-escola nascia o hábito de desenhar pequenas histórias em quadrinhos, copiando (à sua maneira) a obra de Disney, Maurício de Souza, Miguel Paiva, e Ziraldo, além de revisitar ícones dos jornais como Calvin & Haroldo, Urbano – O aposentado, Hagar – O Horrível e o sul-americano Condorito. Curiosamente essas histórias eram sempre escritos da última folha para a primeira dos cadernos. Os anos passaram e os desenhos deram lugar aos poemas, depois canções, mas sempre ilustrações da mente e coração do artista.

A relação com instrumento musical foi interrompida porque o Teclado, a sua paixão inicial, estava fora dos poderes aquisitivos da família, mesmo assim, sempre leu conteúdos simplificados sobre música. No início do ano 2000, já no curso profissionalizante de mecânica, por orientação de seu pai, através de um Violão emprestado por uma amiga de classe, usou revistas de músicas cifradas com métodos para iniciar seus contatos com o Violão e em sua primeira madrugada de estudos, já apresentava um som que se considerasse aceitável. Por volta do ano 2000 conheceu os cantores e compositores Juçara Freire, Cláudia Duque, Nise Palhares e outros artistas que lhe ofereceram a oportunidade de mostrar publicamente o que vinha aprendendo pouco a pouco.

Em 2011 seguiu alterando as formações da banda de rock pop autoral que ele mesmo fundou, mas descobriu um cisto nas pregas vocais. Por orientação médica, interrompeu não somente as suas atividades com o canto, mas também ficou aproximadamente dois meses sem falar! A recuperação foi lenta e quando voltou a usar a voz decidiu manter a pausa na música. Fez teatro e atividades não artísticas até 2015. Neste mesmo ano, reencontraria Juçara Freire, a sua incentivadora ferrenha, apontando com generosidade, cada nova oportunidade de trabalho sério dentro do universo autoral e cover.

Em 2019, a atmosfera descontraída e a interação espontânea e bem humorada de Rodrigo Varanda são elementos que garantem um público coeso, que se sente respeitado durante o show; independentemente da faixa etária, sexualidade, etnia, classe social ou posicionamento político dos ouvintes. Além da diversão, o show possibilita à plateia examinar a evolução das músicas através dos tempos, até as canções que são produzidas recentemente. Entre os palcos em que já se apresentou, destacam-se: No Teatro Rival BR no 15° Festival CEPE Fundão PETROBRÁS, premiado com “Quatro Pedras” como melhor composição e letra; Teatro Rival BR no 15° Festival CEPE Fundão PETROBRÁS, premiado como melhor intérprete para a canção “Óculos” (Paralamas do Sucesso); Teatro Rival BR 16° Festival CEPE PETROBRÁS Fundão premiado como melhor intérprete para “O Astronauta de Mármore” (Nenhum de nós); Teatro Ziembinski I Festival de Música do Zimba 2019.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Rodrigo Varanda para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 10.06.2019:

01) Ritmo Melodia: Qual o seu dia e mês de nascimento e a sua cidade natal?

Rodrigo Varanda: Nasci no dia 04 de setembro, no Rio de Janeiro.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Rodrigo Varanda: Provavelmente meu primeiro contato com a música está diretamente ligado ao fato de meu avô ser cantor de uma igreja protestante. Além disso, tive na infância LPs e fitas K7 de músicas e historinhas infantis. Estas historinhas sempre vinham com trilhas sonoras muito envolventes.

03) RM: Qual a sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical?

Rodrigo Varanda: Cursei mecânica no ensino médio orientado pelo meu pai, no início da adolescência, mesma época que conheci o Violão. Quase no fim do curso decidi ser artista, mas a família insistiu para que eu concluísse o curso de mecânica, porque poderia ser útil no futuro. Assim fiz, mas assim que vi a oportunidade de ganhar mais dinheiro em outra que um iniciante da área técnica, eu fui trabalhar no comércio. Aí fiz trabalhos temporários em áreas completamente diversas… Paralelamente aos empregos iniciei na Escola de Música Villa Lobos – Centro do Rio de Janeiro e não concluí o curso. Então fiquei com duas profissões: técnico em manutenção e músico.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Rodrigo Varanda: Músicas em outros idiomas sempre me envolveram. Eu sempre quis saber o que as pessoas estavam dizendo naquelas caras e bocas. Em espanhol, ritmos “calientes” principalmente. Então toda novela com músicas em espanhol eu pirava. Gipsy Kings, Carlos Oliva y Los Sobriños, Músicas de Lambada. No presente pesquiso às minhas raízes artísticas e as de meus contemporâneos, quase nada que aparece na grande mídia atual me fideliza. Por incrível que pareça, fico fã de coisas antigas, às vezes bem famosas, mas que nunca entes eu tive a oportunidade de parar para apreciar ou entender com carinho. Meu preconceito no passado a certos gêneros me levou até a ignorar muitos ritmos que hoje estudo, avidamente. É o caso da Bossa Nova, do RAP, do FUNK carioca e do próprio Samba. Para mim, o mundo era o rock, o pop e qualquer afastamento desses ritmos eram para ser desprezados e às vezes combatidos.

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Rodrigo Varanda: Acho que em 2005, no Quiosque Rainbow, na Orla de Copacabana no Rio de Janeiro. Caixinha de som no ônibus, da Zona Norte a Sul da cidade. Antes disso, só umas canjas: cantar uma ou duas músicas nas apresentações de shows de amigos e amigas.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Rodrigo Varanda: Não tenho CD lançado, mas minhas apresentações e singles sempre cativaram as pessoas mesmo ao vivo. Eu destacaria o carinho do público pelas canções: “Eu só queria te mandar um beijo” de 2006, “Começa com C, Termina com A” de 2010 e “Quatro Pedras”, de 2017 a única que consta em plataforma digital. Entretanto, há uma muito especial. Ela se chama “Quando Partiu” de 2006. Essa é a que desde então, encanta, comove pessoas e as reações ainda me emocionam muito. Foi gravada por Igor Legucci, e em seu arranjo levou o nome de “Nosso Sabonete”.

07) RM: Você estudou técnica vocal?

Rodrigo Varanda: Não, e isso faz muita falta. Eu achava que ia virar uma cópia de outros cantores. Artistas iniciantes podem sofrer essa vaidade de querer ser o inédito, o jamais visto. Estou aprendendo e curtindo trocar tudo isto por fazer com sinceridade.

08) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Rodrigo Varanda: O ato de Estudar é importante. A gente não precisa descobrir a roda. Podemos, sim, reinventar, reconfigurar, mas partindo do que já foi pesquisado há séculos. Eu mesmo já tive uma cirurgia nas pregas vocais por não respeitar a formação fisiológica da minha extensão e tessitura vocal. Abusei de álcool, projeção incorreta (gritos) e mau repouso da voz e arrumei uma lesão. Cuidado aí, pessoal.

09) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Rodrigo Varanda: Não teria fim. De Gabriel, o Pensador a Zizi Possi, passando por Stevie Wonder e Juçara Freire.

10) RM: Como é o seu processo de compor?

Rodrigo Varanda: Sou tomado de assalto violentamente por frases já sonoras. Em casa, eu pego o Violão. Na rua, gravo maluquices no celular e em casa, quando lembro, transponho. O problema do criar é que raramente consigo requentar uma ideia. Ou escrevo inteira assim que chega ou fica vagando pelo meu tempo-espaço individual. Ainda não tenho parceiro em composição.

11) RM: Quem já gravou as suas músicas?

Rodrigo Varanda: Igor Legucci, um cantor sertanejo querido da Baixada Fluminense.

12) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Rodrigo Varanda: A melhor parte é escrever o tema que quiser. O difícil é o tempo que se perde até conhecer pessoas igualmente engajadas, que levem tudo aquilo muito a sério. Gente que não falte, não atrase nos compromissos, pra você colar e o teu trabalho caminhar.

13) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Rodrigo Varanda: Hoje em dia, sou a mistura em pessoa. Saí da bolha, olhei fora da caixinha e adorei o que existe do lado de fora. Festivais de Música, fóruns, palcos formais e improvisados. Remunerados ou não. Tudo me interessa. A vida passa rápido demais para ficar com as mãos no queixo, lamentando frustrações de uma projeção qualquer. Ou a gente faz as coisas irem “acontecendo” ou lamenta. Eu costumo dizer que não é uma questão de fazer sucesso, mas o fazer e realizar já são o sucesso.

14) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Rodrigo Varanda: Uso a grana que recebo trabalhando na área de refrigeração com instalação e manutenção de ar condicionado para financiar meus os projetos musicais, para upgrade de equipamentos, filmagens, ensaios, cursos e tudo mais.

15) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Rodrigo Varanda: Ajuda a encontrar novos públicos que, felizmente vêm saindo para curtir meus trabalhos ao vivo. Isso me alegra muito. Meu uso da internet é, basicamente, trazer pessoas para o show real.

16) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso a tecnologia  de gravação (home estúdio)?

Rodrigo Varanda: A vantagem é a economia de tempo e dinheiro. A desvantagem, ou pelo menos o risco, é o usuário ficar limitado às suas próprias experiências e referências. Ou seja, se ele não entender que ir a novos shows e conhecer as produções de pequeno porte, que é onde estão as obras criativas e sinceras, ele só vai trabalhar com o que suas pesquisas encontrarem no macro, no que já está consagrado. Mas é só um ponto de vista.

17) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Rodrigo Varanda: Nada. Ou, melhor, busco conhecer mais e mais pessoas dos bastidores musicais do que os “artistas” propriamente ditos. Dessa forma, o que quer que eu faça como obra musical possa ser entregue com a melhor qualidade possível para o sempre respeitável público.

18) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

 Rodrigo Varanda: Cenário Musical Brasileiro está vivo. Todo mundo criando muita coisa boa. Recomendo as pessoas irem a Sarau e prestarem atenção nos Artistas de Rua. Ali fica claro que arte é uma coisa e entretimento musical é outra. Daí que certas revelações da grande cena me interessam até hoje como Pitty, Los Hermanos e “Detonautas Roque Clube”. Gosto de letras densas. Teve gente que se reinventou e agradou, como Nando Reis e tal. Agora, sobre regredir… Não sei definir se uma mudança de estilo “impopular” do artista pode ser considerada um erro ou fracasso ou regressão. Ele só teria desagradado à indústria, mas possivelmente sentindo-se mais completo por explorar o novo. Tipo o Mr. Catra (Wagner Domingues Costa nascido no dia 5 de novembro de 1968 no Rio de Janeiro e falecido no dia 9 de setembro de 2018 em São Paulo), tocando Rock. Aliás, é impressionante como os apreciadores de FUNK são humildes e receptivos às obras artistas de outros gêneros, apesar da hostilidade que são tratados, mesmo sem letras pornográficas ou de apologia nenhuma.

19) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Rodrigo Varanda: Seria outra lista imensa, mas vamos tentar: Carlinhos Brown, Edgar Scandurra, Arnaldo Antunes, Saulo Fernandes, Ivete Sangalo

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para o show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Rodrigo Varanda: Pois é, briga na hora do Show é sempre uma situação bem complicada. O músico não sabe se continua tocando, se taca o instrumento nos brigões… Acho que uma situação tensa foi certa vez que uma criança, um menino, subiu no palco e começou a mexer nos instrumentos (sem cuidado, naturalmente) e os pais faziam cara de apaixonados pela atitude do garoto, filmando e fotografando a minha cara de pavor.

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Rodrigo Varanda: Tudo me deixa feliz no MEU fazer musical. Triste passa a ser a falta de respeito de quem não curte o meu trabalho. Era só desprezar, não precisa me colocar para baixo com opiniões não solicitadas, principalmente em tempos de internet. Não gostou, despreze. Silêncio também diz muita coisa.

22) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Rodrigo Varanda: Rio de janeiro é basicamente rodas de Samba, Pagodes e Saraus. Muito Barzinho com show no formato Voz e Violão nos finais de semana.

23) RM: Quais os músicos, bandas da cidade que você mora, que você indica como uma boa opção?

Rodrigo Varanda: Recomendo show de Mateus Cayuma, Juçara Freire, Fellipe Pires, Jhon Caldwell, Bruce Wayne, Felipe Mirandda

24) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Rodrigo Varanda: Não sei mais o que pensar sobre pagar para ter as músicas tocando na programação de Rádio e aparecer em programa de grande audiência em TV. Mas gostaria que minhas músicas tocassem sem o pagamento do jabá.

25) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Rodrigo Varanda: Estude e misture-se com outros artistas, para abrir a mente e trocar informações sobre outros estúdios, outros palcos, públicos, aprender com erros dos outros. Entenda que seu trabalho pode ser excelente, mas nunca se esqueça de que sempre pode ter algum trabalho que agrada mais pessoas do que o seu. E tudo bem quanto a esse fato. Seja sempre humilde.

26) RM: O que você diz para alguém que quer trabalhar como Artista de Rua?

 Rodrigo Varanda: Sou adepto da arte de rua. Só admirá-los não foi o bastante.  Precisei mergulhar nessa realidade e entender se estava expondo um trabalho bom. Parece-me uma relação de troca artística bastante sincera porque o público conhece primeiro a obra, aprecia ou não e julga o artista merecedor de recompensa ou não.  O contrário é o seguinte: o ingresso custa um valor ao espectador.  Ele sai de casa para cumprir o dever de ficar satisfeito com aquilo que pagou para assistir. Não que uma estrutura de luz, som, segurança não sejam bem-vindas para otimizar a exposição do trabalho criado, mas também acho muito inspiradora a coragem de quem coloca seu trabalho para fora, de quem se expressa sem depender de uma infraestrutura para isso. Gosto muito de ver alguém com tanta sede de se expressar que chega ao ponto de criar palcos e plateias, caso o “mercado” mantenha a sua postura excludente. A intervenção artística é a única maneira que conheço de levar arte aos que não podem pagar ingressos de qualquer preço e que, pela mera existência, são indesejados em ambientes familiares, mesmo que gratuitos. Não gosto que existam pessoas sem casa para morar, mas sinto algo “positivo” quando um morador de rua baila, canta ou observa atentamente meus acordes. Acredito que estas pessoas merecem um pingo de alívio no meio do oceano de rejeições em que foi parar. Para eles, talvez seja uma memória boa do dia no meio de tanta amargura.

27) RM: Quais os prós e contras do Festival de Música?

Rodrigo Varanda: Só tem pró! Gente nova te ouvindo é a melhor parte. Conheço outros caras talentosos.

28) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Rodrigo Varanda: Na grande mídia as coisas giram em torno de grana (quem tem como pagar o jabá), empregos, vendas. Ela não tem um pacto com a sociedade abrangendo saúde, educação, dignidade. Ela o faz se quiser e como quiser. Não passa de uma loja de ideias. Inclusive observo que a cobertura atual não tem sido para que as pessoas consumam arte, mas sim o artista e suas intimidades e escolhas pessoais. A obra mesmo parece estar em segundo plano. Acho triste a superficialidade das manchetes e o espaço nulo para os eventos musicais alternativos. Por isso, não me utilizo muito dela para me informar sobre o que tem de bom no fim de semana, por exemplo.

29) RM: O circuito de Bar ainda é uma boa opção de trabalho para os músicos?

Rodrigo Varanda: Dá um dinheirinho, né (risos). Mas acho bacana não depender exclusivamente do Bar para não ter que tocar só o que a casa pede, mesmo que você não veja sentido naquilo. Quando perceber estará tocando um ritmo e letra com a qual não se identifica, que é para não passar fome. Ai é osso (risos).

30) RM: Quais os seus projetos futuros?

Rodrigo Varanda: Inspirado no “Coletivo Nos de Cabrália”, fundei um grupo de compositores aqui no Rio de Janeiro, e uma turnê que começou em janeiro de 2019 já está encorpando. Tenho colocado muita energia nesse projeto acertando arestas, pintando com carinho. A ideia é fazer alguns shows ao vivo por um ano, sendo a gente o empresário de nossos sonhos.

31) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Rodrigo Varanda:  [email protected]http://www.facebook.com/varandaesom | Instagram: @Rodrigovaranda e @Coletivoparaquedas. O single: “Quatro Pedras” : https://www.youtube.com/watch?v=wb9OwCbfiZg  e que está nas principais plataformas de Streaming.

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.