Humberto Barbosa

HUMBERTO BARBOSA
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O cantor e compositor pernambucano Humberto Barbosa nascido em Petrolina à margem esquerda do rio São Francisco, celeiro de grandes nomes da música popular brasileira, a exemplo de Mestre Pedro, Ivonilson Cavalcante, Odésio Jericó, Aldy Carvalho, Geraldo Azevedo, e tantos outros, considerado essencialmente compositor, cujo envolvimento com a música aconteceu ainda no período estudantil, onde fez parte de um grupo que era espelhado em performances de grupos nordestinos e nortistas, que realizava shows alternativos e participava de festivais locais.

Buscando um aperfeiçoamento voltado para pesquisas sobre o tradicional folclore nordestino, realizou o sonho da gravação de músicas voltadas para a luta de preservação destas raízes. Gravou os discos: “ANAUÊ” (2000) – Um apanhado de músicas antológicas onde se destacaram as músicas, “Tavinho”, “No moinho do engenho”, “Anauê”, “Malaksuma” e “Pequeno de Uláia”, que lhe serviram como base para continuar a jornada. “QUINTAIS” (2004) – Já mais estruturado, obteve junto ao público uma excelente aceitação, tendo inclusive a oportunidade de participar do projeto “Seis e meia” em 2004 ao lado da cantora Tânia Alves e em 2009 ao lado de Márcio Greyck, além de outros grandes projetos, como o “Boca da Noite”, “Emcanta Piauí”, “Santo de Casa”, “Cidade arteira”, “MPB na Calçada”, “Feira Popular de Arte”. A música título deste CD, faz parte da coletânea FESTIVAIS DO BRASIL VOL.3, lançada a nível nacional e também distribuída para outros países. “SERTÃO DE DENTRO” (2008) – Onde conta com a participação especial de grandes nomes da nossa música, a exemplo de Soraya Castello Branco, Vanda Queiroz, James Brito e Geraldo Azevedo, parceiro em alguns trabalhos, tem participação especial na música “Arte Belo Ser”, uma homenagem ao pintor e escultor Celestino Gomes, além da música “Sob o Céu de Teresina”, fazer parte de uma coletânea especialmente produzida pela SUVINIL em homenagem ao aniversário da cidade de Teresina. “ESTRADAR” (2015) – Trazido ao público somente agora no final de 2015, este CD já bem mais estruturado, vinha sendo trabalhado em alguns festivais e apresentações realizadas no centro sul do país, cuja música “Moça Morena”, uma parceria com a poetisa paulistana Valéria Pisauro, teve destaque em vários festivais e, devido a isso, passou a integrar a coletânea FESTIVAIS DO BRASIL VOL.08, além da música “Lenha na Fogueira” que teve destaque em várias cidades do nordeste, como parte integrante de duas coletâneas, “Músicas da Jecana” e “Frevuca Forró III”. O jornal Diário de Pernambuco classificou este CD como um dos dez melhores do São João deste ano de 2016, em matéria veiculada no caderno Viver, intitulada “No compasso da Zabumba”.

Tendo a pretensão de englobar o que de melhor existe no que conseguiu adquirir em andanças, dando impulso para a continuação da jornada, já que tem como meta maior fazer parte do cenário cultural, procurando desenvolver uma música voltada para temas de cunho regional nordestino, como xotes, baiões, baladas, afoxés e frevos, tendo como grandes parceiros, Aldízio Barbosa, Aldy Carvalho, Bruno Farias, Elier Santos, Geraldo Azevedo, Valéria Pisauro, Wilson Bezerra e Zé Brasil.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Humberto Barbosa para a www.ritmomelodia.mus.br , entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 23.10.2017:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Humberto Barbosa: Nasci às 03:00 no dia 24 de dezembro de 1957 na cidade de Petrolina – PE.

02) RM : Fale do seu primeiro contato com a música?

Humberto Barbosa: Desde cedo ficava ouvindo, tanto meu tio avô “Pequeno de Uláia” desfilar clássicos em sua gaita de boca e assim como meu avô “Xavier do Capim” com tocar músicas de Luiz Gonzaga, dedilhadas na sua sanfona de oito baixos “pé de bode”, que acredito tenha sido um grande passo para definição de um estilo a seguir. Já na adolescência, participei com amigos do colégio, de um grupo que era focado em hits da época, como lambada e carimbó, onde fazíamos apresentações na “Concha Acústica”, nos programas dominicais e animávamos festas, principalmente nos clubes Petrolina Clube e 21 de setembro, além de apresentações em outras cidades circunvizinhas.

03) RM : Qual a sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical?

Humberto Barbosa: Não cheguei a ter uma formação acadêmica ou musical, embora tenha estudado Violão Popular com o prof. Tarcísio no Colégio Salesiano em Recife-PE, depois com o prof. Paulo Aquino na Escola de Música de Teresina – PI, além de estudar canto com o maestro Aurélio Melo, também na Escola de Música de Teresina.

04) RM : Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

 Humberto Barbosa: Não poderia deixar de citar nosso mestre maior, Luiz Gonzaga, que é a maior referência, além da “Banda de Pau e Cordas”, “Quinteto Violado”, “Trio Nordestino”, Alcymar Monteiro, Jorge de Altinho, Geraldo Azevedo, todos eles com a sua importância, no passado, presente e futuro.

05)RM : Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Humberto Barbosa: Até o ano 1997, em Recife e nos bastidores apresentando a um e a outro a minha música, foi quando decidi residir em Teresina, retomando ritmo de gravações e, mas, precisamente no ano 2000, lanço meu primeiro CD -“Anauê”. 

06) RM : Quantos CDs lançados, quais os anos de lançamento (quais os músicos que participaram nas gravações)? Qual o perfil musical de cada CD? E quais as músicas que entraram no gosto do seu público?

Humberto Barbosa: Hoje posso contar com quatro discos e a participação em mais seis coletâneas.  Em 2000 lancei o CD –Anauê”, gravado no “Asa Studio”, um apanhado de músicas antológicas, onde se destacaram, Tavinho”, “No moinho do engenho”, “Anauê”, “Malaksuma” e “Pequeno de Uláia”.

 Em 2004 lancei o CD – “Quintais”, do qual participaram músicos de renome, como Netinho no acordeom, Elládio Jardas nos violões e Jr. Primata no contrabaixo. Houve destaque entre o público as músicas: “Espiral em Flor”, “Fulô de cheiro” e “A dor da fome”, além da música título ter passado a fazer parte da coletânea “Festivais do Brasil vol.3” lançada em nível nacional e distribuída em outros diversos países.  Este trabalho obteve um alcance excelente, oportunidade em que fui convidado a fazer o “Projeto Seis e Meia” por duas oportunidades, sendo uma com “Tania Alves” e a outra com “Marcio Greyck”.

 Em 2008, com uma base bem mais estruturada, lanço o CD –Sertão de Dentro”, onde conto com a participação especial de Soraya Castello Branco, Vanda Queiroz, James Brito e Geraldo Azevedo. Com a riqueza de arranjos do maestro Paulo Aquino, destacaram-se as músicas, “Arte Belo Ser”, “Três Marias”, “Claridade”, “Números” e “Beradeiro Cantador”.

 Em 2015 lancei o CD –Estradar”, costurado a várias mãos, desde a criação das músicas com os parceiros, Aldízio Barbosa, Bruno Farias, Valéria Pisauro e Zé Brasil Filho, até a arregimentação no Delta Studio, coordenado por Adelino Frazão, com a participação dos músicos, Bruno Farias, Beto Moreno, Elimar Anhuc, Ivan Silva e Wânya Sales. Deste trabalho, como o próprio título nos remete, estou percorrendo estradas por este mundão afora. As músicas mais tocadas estão sendo, “Quem é você”, “Estradar”, “Chegança”, “Sotaque”, “Moça morena”, que faz parte da coletânea “Festivais do Brasil vol.8” e “Lenha na Fogueira”, esta, fazendo parte de duas coletâneas lançadas no período junino: “Música da Jecana” e “Frevuca Forró III”. Outro destaque foi ter sido citado como um dos dez lançamentos para o São João, na reportagem no caderno viver do Jornal Diário de Pernambuco, conforme link: http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/cadernos/viver/2016/06/09/interna_viver,146765/no-compasso-da-zabumba.shtml

07) RM : Como você define seu estilo musical?

Humberto Barbosa: Vejo minha música simplesmente como música. Faço baião, xote, maracatu, frevo, balada, cantoria, afoxé, reggae, samba, guarânia e, se duvidar, até aboio.

08) RM : Você estudou técnica vocal?

Humberto Barbosa: Devido à escassez de tempo, pois desenvolvia, além da música, outra atividade profissional, tive poucas aulas com o maestro Aurélio Melo, mas o aprendizado foi muito grande.

09) RM : Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Humberto Barbosa: É de suma importância, tanto o estudo de técnicas, quanto o próprio cuidado com a voz, pois ela é a razão da continuidade da carreira.

10) RM : Quais as cantoras(es) que você admira?

Humberto Barbosa: São inúmeros, mas posso citar, pela forma de compor suas músicas, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Zé Ramalho, Ednardo, Gilberto Gil, Petrucio Amorim, Maciel Melo, Elomar, Kátia Teixeira, Adilson Medeiros, Aldy Carvalho e Jean Garfunkel.

11) RM : Como é o seu processo de compor?

Humberto Barbosa: Não sigo um estilo próprio, mas na maioria das vezes faço a letra e música imediata, outras vezes faço a letra e vou moldando a melodia, neste caso também quando é música de encomenda. Muitas das vezes, ao final, não passando no crivo, descarto, ou então, convido um parceiro para, somarmos a ideia.

12) RM : Quais são seus principais parceiros de composição?  

Humberto Barbosa: Hoje o mais constante, até porque trabalhamos juntos, é o Bruno Farias, além também do meu parceiro de muitos trabalhos, Aldy Carvalho. Tem outros tantos, como Aldízio Barbosa, Valéria Pisauro, Zé Brasil, Elier Santos e Geraldo Azevedo.

13) RM : Quem já gravou as suas músicas?

Humberto Barbosa: Aldy Carvalho gravou uma música de nossa autoria, chamada “Sortilégio de Ariana” no seu CD – “Cantos d’Algibeira” e Bruno Farias, gravou, também de nossa autoria, esta com a minha participação, a música “Bandeira” no CD – “Lá e Cá”.

14) RM : Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Humberto Barbosa: Não conheço outra forma que não a independente, pois é desta forma que dependemos de todos.

15) RM : Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Humberto Barbosa: Desde a escolha do repertório, ensaios e cenário, procuro executar meu trabalho com honestidade e respeito ao público, que é o objetivo maior da busca pela continuidade da carreira.

16) RM : Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?

Humberto Barbosa: Para se trabalhar de forma independente, temos que ser operário e patrão, mas já tive a oportunidade de ter projetos aprovados em leis de incentivo à cultura, em níveis estadual e nacional, onde foram de grande importância para difusão da minha música em outras instâncias.

17) RM : O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira musical?

Humberto Barbosa: A música na era da internet vive profundas mutações nos meios e processos de difusão, alterando as formas de fazer e consumir, mas é o caminho mais curto e rápido para chegar a lugares nunca antes almejados, no entanto, o uso desenfreado por parte de muitos, inibe o processo de criação.

18) RM : Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia  de gravação (home estúdio)?

Humberto Barbosa: Hoje, você adentrar um home estúdio, é a mesma coisa que antes você fazia ao chegar a uma gravadora, pois pode contar com as mesmas tecnologias e pessoal qualificado, que é a base. Entretanto, falta o pós-produção.

19) RM : No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Humberto Barbosa: Você ouve histórias de certo músico que passou a vida inteira tentando e somente agora conseguiu realizar o sonho de ver um disco físico nas mãos. Entretanto, o mercado “inchou” de coisas descartáveis e, para viver à margem desta banalização, procuro fazer minha música mais voltada para a raiz, sem perder a essência.

20) RM : Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram as revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Humberto Barbosa: Nosso país na sua imensidão nos presenteou com grandes nomes, a exemplo de Zeca Baleiro, Chico Cesar, Lenine, Zé Manoel, Xangai, Silvério Pessoa, entre outros, que, embora estejam lançando grandes obras, não tem o apoio total da mídia divulgadora, os levando a certo ostracismo em certas regiões.

21) RM : Qual ou quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Humberto Barbosa: Sigo de perto a vida pessoal e profissional de Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Zé Ramalho, Elba Ramalho e Chico Buarque, como espelhos.

22) RM : Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Humberto Barbosa: Essas coisas comuns vividas pela classe artística, como fazer apresentação e não receber cachê, brigas e falta de profissionalismo técnico, até ter que fazer apresentação com uma pessoa segurando o microfone, já que não existia pedestal no local, agora o que mais me deixou enrolado, foi um “branco” que deu na apresentação em um Festival de Música.

23) RM : O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Humberto Barbosa: Faço música por amor e esta é a maior dádiva que carrego pelas estradas. O que mais distorce e me entristece, é a falta de companheirismos que às vezes acontece no meio musical. Uma competitividade sem sentido dentro de uma coletividade, mas, tiro de letra, pois vejo que não é privilégio apenas da classe artística e sim da humanidade.

24) RM : Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Humberto Barbosa: Hoje, a cidade de Teresina – PI está eclodindo de um marasmo cultural, pois os músicos, principalmente os que trabalham de forma autoral, estão se mobilizando e agregando a cena, oportunizando, e consequentemente evoluindo, sem distinção de estilos.

25) RM : Quais os músicos, bandas da cidade que você mora, que você indica como uma boa opção?

Humberto Barbosa: Excelentes músicos que já tem um respaldo fora do seu terreiro, como Vavá Ribeiro, Naeno, Banda Validuaté, Teófilo Lima, Gilvan Santos, Lázaro do Piauí, Patricia Mellodi, Soraya Castello Branco e Grupo Ensaio Vocal.

26) RM : Você acredita que sem o pagamento do Jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Humberto Barbosa: Essa é uma questão secular, os artistas independentes ficam com a fatia menor no quesito difusão em Rádios, ficando apenas com as Rádios de caráter institucional ou que tenham amigos inseridos.

27) RM : O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Humberto Barbosa: Se seu objetivo é este, vá em frente, nunca esmoreça, embora sabendo que a estrada é sinuosa e longa, mas quem tem determinação, chaga lá.

28) RM : Quais os prós e contras do Festival de Música?

Humberto Barbosa: Os Festivais de Música que já foram o termômetro para a descoberta de grandes nomes da nossa música, passou a ser um objeto em mãos de grandes investidores, que pré-definiam os vencedores. Cheguei a participar de alguns, onde se viam claramente os direcionamentos. Agora, já se falam de grandes Festivais de Música no centro-sul do país, espero que, nos moldes corretos.

29) RM : Na sua opinião, hoje os Festivais de Música ainda é relevante para revelar novos talentos?

Humberto Barbosa: Com certeza, os Festivais de Música têm sua importância impar em revelar novos talentos, embora tenham que ser desenvolvidos de forma profissional.

30) RM : Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Humberto Barbosa: A mídia em geral, seguindo orientações (dinheiro) fazem um papel de massificação sem observar os malefícios que causam a nossa juventude, pois eles estão totalmente vulneráveis e absorvem com facilidade.

31) RM : Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

 Humberto Barbosa: Já tive oportunidade de fazer trabalhos ligados ao Sesc, mas, acredito que por parcos recursos e alegações de crise econômica, estes deixaram de ser uma forma de difusão da cultura em nível local, não sei opinar como andam em nível regional ou até nacional.

32) RM : Qual a sua relação pessoal e profissional com Geraldo Azevedo?

Humberto Barbosa: Além da condição de fã, conterrâneo, parceiro e principalmente amigo, afirmo que é uma honra poder contar sempre com este “oi” amigo, principalmente nos direcionamentos na labuta que a carreira nos apresenta.

33) RM : Quais os seus projetos futuros?

Humberto Barbosa: Atualmente, além de divulgar pelas estradas o mais recente trabalho “Estradar”, quero ver um sonho, que não é apenas meu, mas de um grupo de amigos, a exemplo de Aldízio Barbosa e Sivuca Brandão, que é a realização de um espetáculo que viria a tornar-se um arquivo em DVD, com a participação de amigos músicos de Petrolina-PE, ou que conviveram lá, que tem suas carreiras independentes, a exemplo de Geraldo Azevedo, Odésio Jericó, Aldy Carvalho, Maciel Melo, Jorge de Altinho, Adilson Medeiros e Mariano Carvalho.

34) RM : Quais seus contatos para show e para os fãs?

Humberto Barbosa: (86) 3234 -1358 | 99987 – 8201 | 98862 – 0809 | 98101 – 8187 | [email protected] | [email protected] | http://www.facebook.com/profile.php?id=100000665089852

Sites: http://www.humbertobarbosa.com.br

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http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/humbertobarbosa/

https://www.youtube.com/watch?v=WYuhZcBxR0o

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.