Cláudia Vieira

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Cláudia Vieira
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A cantora, compositora e psicóloga goiana Cláudia Vieira, na infância aconteceu o seu primeiro contato com a música, através do seu pai, o Goia, que é cantor e exerceu grande influência na formação do seu gosto musical.

Ela em 1992 passou a se dedicar mais a carreira artística, e trilhou pelos caminhos do Jazz e blues, fazendo destes estilos uma casa aconchegante à sua voz e aos ouvidos mais atentos. Em suas apresentações, ela traz ainda clássicos da MPB, em interpretações que valorizam não somente a voz, mas também, contextos e ambientes das interpretações.

Estudou canto popular com a professora Bartira Bilego. No ano de 2000 iniciou aulas de canto com a professora Honorina Barra, com quem estuda até os dias de hoje. Ela é reconhecidamente um dos melhores talentos da música Goiana, acumulando indicações para prêmios nacionais, participações em trilhas sonoras de curtas metragens, com exibição em festivais no exterior e participa ainda dos principais Eventos Culturais do Estado de Goiás.

Ela em 2001 lançou o seu primeiro CD – “Sobretudo Encontros”. Com este trabalho, dentre outras coisas, concorreu ao Prêmio CARAS de Música com a composição: “Triste Papel”, de João Caetano, e teve suas canções inseridas na programação da Rádio Expresso 2222, de propriedade do cantor, compositor e ministro da Cultura Gilberto Gil. Cláudia interpretar a boa música popular brasileira, como também o blues e o jazz.

Ela em setembro de 2006 lançou o seu segundo CD – “Para Caliandras, Miosótis e Margaridas”. Neste trabalho apresenta 12 músicas de grandes compositores como: João Caetano, Nars Chaul, Anderson Nazareth, Dulce Abreu, Fernando Perillo, entre outros, e também de compositores consagrados pelo grande público brasileiro como Luiz Melodia. Uma das faixas deste CD conta com a participação especial do músico mineiro Toninho Horta, que é um dos maiores instrumentistas do mundo.

Ela em 2015 lançou o seu terceiro CD – “Entre Tantos Entretantos”, lançado em 2015. Produzido por Henrique Reis e Fred Valle. As músicas mais executadas são: Beleza de Bruna Mendez, Agora de Orlando Morais, Dentro de Bruna Mendez. É um disco mais denso, acústico, intimista. Foram gravados somente compositores goianos. Os três álbuns são independentes.

“Sempre que estou pelas terras do planalto central adoro abrir as janelas do quarto em que durmo para ouvir de manhazinha o canto dos pássaros do cerrado. São afinados e trilam entre sustenidos e bemóis enchendo meu coração de alegria, vida e natureza. Foi assim que identifiquei uma “passarinha” muito especial. Chama-se Cláudia Vieira. Gosto de ouvir o seu CD porque me sinto de repente no meio dessa terra e dessa gente que me adotou. Parabenizo pelo seu disco. Realmente é um presente para quem gosta de escutar a boa música. Um beijo de luz na sua voz”, comentou o compositor Tibério Gaspar

Cláudia Vieira, é um grande talento musical, tem também um belo timbre e esbanja versatilidade em seu primeiro Cd Sobretudo Encontros. Ela vai mesclando com naturalidade um repertório que vai do som brasileiro autêntico ao jazz universal. Eu gostei de tocar com grandes cantoras como Elis Regina, Gal Costa, Nana Cayme, com Cláudia não poderia ter sido diferente!”, comentou Toninho Horta

Segue abaixo entrevista exclusiva com Claudia Vieira para a www.ritmomelodia.mus.br , entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 01.11.2016:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Claudia Vieira: Eu nasci no dia 23 de dezembro em Goiânia (Goiás).

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Claudia Vieira: Meu primeiro contato com a música aconteceu na infância, por meio de meu pai, o Goia, que é cantor e exerceu grande influência na formação do meu gosto musical. Na minha casa sempre estiveram músicos importantes de nossa cena como o maestro Geraldo Vespar e o violonista Raphael Rabello. Eles sempre ficavam hospedados lá, então aprendia muito com eles. Um privilégio.

03) RM: Qual a sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical?

Claudia Vieira: Sou formada em Psicologia. Por três anos e meio, lecionei na Universidade Católica de Goiás – UCG, hoje PUC. Com relação a minha formação musical, estudei Canto Popular com a professora Bartira Bilego. No ano de 2000 iniciei aulas de canto com a professora Honorina Barra, com quem estudei por 10 anos.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Claudia Vieira: Gosto muito de ouvir MPB e Jazz. Itamar Assumpção, amo Caetano Veloso, Orlando Moraes e, sou fã incondicional de Billie Holiday. Meu trabalho é, basicamente, como intérprete. Assim, grandes cantoras e cantores me influenciaram em momentos diferentes. Produziram um encantamento marcante que me influenciou e me norteou em muitos momentos. Não acho que alguma influência tenha deixado de ter importância. Acredito que os compositores, as melodias que me “formaram” estão e estarão sempre, de alguma forma, presentes em mim. À medida que conheço novos trabalhos não tenho o sentimento de que os outros ganharam menos importância. São momentos da vida, cíclicos, diferentes…

05) RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Claudia Vieira: Em 1992 passei a me dedicar mais a carreira artística, e a trilhar pelos caminhos do Jazz e blues, fazendo destes estilos uma casa aconchegante à minha voz e aos ouvidos mais atentos. Em minhas apresentações, trago ainda clássicos da MPB, em interpretações que valorizam não somente a voz, mas também, contextos e ambientes das interpretações.

06) RM: Quantos CDs lançados, quais os anos de lançamento (quais os músicos que participaram nas gravações)? Qual o perfil musical de cada CD? E quais as músicas que entraram no gosto do seu público?

Claudia Vieira: São três álbuns lançados. – O primeiro CD – “Sobretudo Encontros”, lançado em 2002. Este cd foi produzido por Dênio de Paula e teve a participação de Toninho Horta. As músicas mais executadas deste CD são Tempero de Hortelã de Dulce Abreu, Lanterna dos Afogados de Herbert Viana e Último Sopro de Fernando Perillo, Carlos Ribeiro e Bororó. O perfil que eu defino meus CDs é a MPB, intimista. Este primeiro rende honras às pessoas que me formaram e que me fizeram. Celebra minha carreira e os compositores, na sua maioria, goianos.

O segundo CD – “Para Caliandras, Miosótis e Margaridas”, lançadoem 2006. Produzido por Front Jr. Contei, mais uma vez, com a participação do maravilhoso Toninho Horta. Deste CD as músicas mais executadas são: A Voz de Todas as Línguas de Kleuber Garcêz e Anthony Brito, Magrelinha de Luiz melodia e Minha Liberdade de Fabiano Lin e Leslie Carvalho. A minha intenção nesse CD era trabalhar mais ritmos e sonoridades. Um disco que desenhei faixa por faixa com cores. Trabalho música sempre pensando em cores.

No terceiro CD – “Entre Tantos Entretantos”, lançado em 2015. Produzido por Henrique Reis e Fred Valle. As músicas mais executadas são: Beleza de Bruna Mendez, Agora de Orlando Morais, Dentro de Bruna Mendez. É um disco mais denso, acústico, intimista. Foram gravados somente compositores goianos. Os três álbuns são independentes.

Participações em outros CDs:

1999 – Noites Goianas – CD organizado pela Organização Jaime Câmara;

2004 – Terroristas da Palavra – participação especial no Cd da banda Terroristas da Palavra;

2006 – Rodas Brincantes- CD coletânea de músicas infantis de roda de domínio popular realizado pela Profª Maria Cristina de Freitas Bonetti para UNICEF

2006 – Participação com a música “Tempero de Hortelã” de Cd do Clube dos Compositores do Brasil – SP.

2007 – Eles por Elas – CD organizado pelo músico Luis Chafin.

2009 – Duetos – CD do compositor goiano João Caetano.

2009 – Fred Praxedes – CD do compositor Fred Praxedes

Prêmios

 Trilhas Sonoras

  • Músicas executadas na Rádio Expresso 2222, de Gilberto Gil;
  • Trilha sonora do documentário “Solá 30” com a música “Algum Dia”, documentário exibido na Europa e Canadá;
  • Destaque em SPILICUTE TREM Curta Metragem de Julson Henrique;
  • Participação em “Espreita” Curta Metragem do cineasta Eládio Sá

07) RM: Como você define o seu estilo musical?

Claudia Vieira: Gosto de cantar letras fortes, que tem forte significado. Letras cujas poesias possuam “endereço” certo. Rumo! Qualidade poética! Que dê prazer em falar delas, que possam tomar o corpo. Escuto muito dizerem sobre mim que canto com todo o corpo! E, isso só é possível graças á esse cuidado de escolher letras que “tomam” o meu ser, a alma. Claro que a melodia possui grande força nisso! Poesia sem melodia, não alcança ninguém! Então, primeiro a poesia tem que me fisgar, depois a melodia. Aí, claro, entra o papel do arranjo. Tudo muito interligado, sempre!

 08) RM: Você estudou técnica vocal?

Claudia Vieira: Sim. Estudei por muitos anos com duas professoras. Fiz também aulas com fonoaudióloga especializada nos cuidados da voz. Considero o estudo da técnica fundamental para preservação deste instrumento tão sensível que é a voz. Técnicas para cantar ajudam não só na saúde vocal, mas proporcionam também um conhecimento prazeroso da voz e da delícia do cantar.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Claudia Vieira: Como eu disse estudar é primordial para que a voz tenha mais qualidade, maior preparo para fazer shows. É fundamental para a preservação da integridade das cordas vocais. Os exercícios proporcionam, sempre, um fortalecimento de todo o aparelho e, consequentemente, a possibilidade de uma maior longevidade com qualidade da voz.

 10) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Claudia Vieira: Rosa Passos pela qualidade da emissão das notas. Elis Regina… Nossa, são tantas. Mas, digamos assim, minha “bíblia” é Billie Holiday. A força da interpretação, antes de tudo.

11) RM: Como é seu processo de compor?

Claudia Vieira: Meu processo de composição não é regular! Gravei duas músicas minhas, até hoje! Sou um tanto rigorosa, eu acho… Desconfio de mim nesse sentido. Com tantos compositores maravilhosos nesse nosso universo musical. Mas, quando componho, vem a letra e melodia juntas.

12) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Claudia Vieira: Prós, liberdade para escolher as músicas, estilos, roteiro do CD, a história a ser contada, os músicos, os estilos dos arranjos, enfim, a minha própria identidade. A favor, o apoio de uma agravadora proporciona uma maior visibilidade da nossa arte.

13) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Claudia Vieira: Para o palco sempre escolho repertorio e sonoridade que me agradam, acho que o que é atraente no artista é a sua identidade, sua verve. Também possuo shows temáticos como o Divas do Jazz cantando standards de jazz , Cor Multiplicada interpretando a obra de Caetano Veloso e da Pá Virada que é um show de sonoridade negra. Falando dos trabalhos que tenho prontos no momento. Além, claro, do Entre Tantos Entretantos. Fora do palco sempre ocupando espaços na mídia: rádios, programas de TV, redes sociais e revistas, como a Ritmo Melodia.

14) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira?

Claudia Vieira: Estou sempre propondo novos projetos musicais, faço shows em eventos diversos como convenções, congressos, festivais gastronômicos. Cantando não somente na capital, mas nas cidades turísticas do interior de Goiás.

15) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira?

Claudia Vieira: Acredito que a Internet só ajuda no desenvolvimento da minha carreira. É uma ferramenta democrática, que muitos podem acessar de lugares diversos do nosso planeta. Abre uma imensidão de possibilidades, né?

16) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso a tecnologia  de gravação (home estúdio)?

Claudia Vieira: As vantagens são as possibilidades de experimentações. Poder transitar por diversas sonoridades, poder ousar com maior liberdade, viajar mais…. Não há uma “corrida” contra o tempo ou imposições mercadológicas. A não ser que seja o desejo de quem está gravando. A desvantagem é que há uma enxurrada de informações, gravações que torna difícil algo sobressair.

17) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Claudia Vieira: Eu faço o que me põe um sorriso na cara. Esse é o meu diferencial.  Considero o palco um grande confessionário. Não há como mentir. Faço aquilo que acredito e gosto! Minha identidade, minha raiz, minha alma. O que toca a minha veia musical e dos artistas envolvidos. Acho que o diferencial vem é dessa temperatura intimista e acústica que caracteriza meus trabalhos.

18) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Claudia Vieira: O que chegaram Tulipa Ruiz, Mariana Aydar, Vanessa da Matta, Criolo, Marcelo Jeneci, Tiago Iorc, Liniker. O Brasil sempre muito fértil de compositores, músicos e intérpretes. Alguns conseguiram se consolidar no mercado. Outros, ainda no caminho. É sempre uma loteria, né? Vanessa da Matta se consolidou, Tulipa Ruiz, Criolo, Marcelo Jeneci… Cada um com seu caminho.

19) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Claudia Vieira: Toninho Horta, João Donato, Bororó Felipe (meu conterrâneo). Aliás, o Bororó Felipe gravou com o grande maestro Moacyr Santos. Ney Matogrosso é uma aula de canto, de estética, de música! Rosa Passos, como já disse! Dá uma lista pra encher muitas páginas. Às vezes, tenho receio de ser injusta ou “ingrata” por deixar de fora gente que me inspira!

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical?

Claudia Vieira: Olha, acontecem muitas situações inusitadas, viu? E, ao longo da estrada, a gente vai aprendendo a lidar e até rir de algumas. Mas uma situação inesquecível para mim foi meu primeiro show. Estreei em um pub de um hotel 5 estrelas em Goiânia, o Castro’s. E, no momento do show, fiquei tão nervosa que pensei em fugir. Quanto mais gente chegava, mais eu anunciava para o contratante que iria embora. Pensa a loucura! Foi quando minha mãe veio e disse: Vai mesmo! Não sei por que, mas quando ela disse para eu ir e desistir, mudei de ideia e fiquei. Aí, bebi dessa “cachaça” que é fazer música. Esse frio na barriga, essa expectativa que quase me enlouquece. Quero sempre que o público se deleite; se delicie; se encante!

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Claudia Vieira: Fazer música só me deixa feliz. Quando penso nos parceiros que a música me trouxe, no amor que conheci através dela. Agora, esse mercado muito industrial, formatado demais, buscando tendências descartáveis e efêmeras, me entristece enormemente.

22) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Claudia Vieira: Olha, muita gente boa, viu? Apesar de ser reconhecida como um celeiro da música sertaneja, Goiás tem muito mais. Uma cena de MPB e rock muito fortes.

23) RM: Quais os músicos, bandas da cidade que você mora que você indica como uma boa opção?

Claudia Vieira: Goiânia é um celeiro de bons instrumentistas. Muitas bandas estão acontecendo em nosso território e fora dele: PatOcan do percussionista Sérgio Pato e do guitarrista turco CanCanbay, Fred Valle “Do Café à Cachaça”. Esse álbum ficou entre os 100 melhores discos de música brasileira de 2015. Boogarins, Pó de Ser, Casa Bizantina e Terrorista da Palavra, são trabalhos expressivos. Tem, ainda, os trabalhos solo de Cristiane Perné, Bruna Mendez, Fernando Perillo, João Caetano, que também admiro demais.

24) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Claudia Vieira: Nem penso muito sobre isso. Se não tudo fica muito impossível! Mas, já ganhamos bons espaços em rádios que não tive que pagar jabá. Eu sou capricorniana, teimosa. Vou tocando o barco.

25) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Claudia Vieira: Sempre felicito! É uma paixão. Tem suas agruras, mas jamais aconselharia alguém a abandonar algo que o deixa com sentimento de completude.  A música me proporciona isso.

26) RM: Quais os prós e contras de participar de Festival de Música?

Claudia Vieira: Participei de um único Festival de Música em minha vida. Acho que houve um tempo que eram mais prestigiados e, de fato, traziam grandes novidades e provocava uma comoção no público muito interessante. Hoje, acho que perdeu muito de sua originalidade. Participar de um Festival não deixa de ser um momento de divulgar seu trabalho, mas já não tem o raio de alcance dos de outrora, penso eu!

27) RM: Festivais de Música ainda tem o papel de revelar novos talentos? 

Claudia Vieira: Sim. Toda vitrine é válida!  Contudo o alcance de divulgação destes festivais tem diminuído com o tempo. Não são mais “reveladores” quanto os das décadas de 60, 70.

28) RM: Como você analisa a cobertura feita pela mídia da cena musical brasileira?

Claudia Vieira: Penso que o que tem sobressaído nem sempre é pelo critério da qualidade, do cuidado estético, da poesia. A grande maioria parece estar voltada para o mainstream. Mas ainda existem publicações que primam por dar espaço ao “lado B” da criação, ainda bem.

29) RM: Quais os seus projetos futuros?

Claudia Vieira: Pretendo gravar meu primeiro DVD e continuar cantando. Sempre!

30) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Claudia Vieira: Contato para Shows: Sérgio Pato – (62) 99636 – 3399 | [email protected] | [email protected] | www.facebook.com/ClaudiaVieiraCantora/  | www.facebook.com/claudia.vieira.5095

| http://www.soundcloud.com/claudiavieiramusic

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.