Ariele Locatelli

Ariele Locatelli 1 Entrevista - Música - Revista Ritmo Melodia
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Tempo de Leitura: 11 minutos

Esse caso de amor com a música iniciou no ano 2000. Ariele Locatelli já no primeiro ano acompanhou bandas consagradas em duas grandes tours pelo Brasil, gravou 18 discos e 4 coletâneas entre os anos 2000 e 2010.

Ariele Locatelli participou de Festivais Internacionais, representando nossa terra ao lado de nomes fortes como Non Palidece, Gondwanna, e Pure Feeling. Em 2011 já em carreira solo, o primeiro single foi destaque em mais de 20 rádios em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em 2012 a canção Lavadeira do Rio, uma parceria com a então vocalista da banda Chimaruts, Tati Portella, atravessou o oceano e representou Florianópolis na série Território Desconhecido exibido pela TV Cultura de Portugal. Em 2014 e 2015 teve duas indicações na categoria melhor cantora no Prêmio da Música Catarinense.

Atualmente Ariele atua e produz o espetáculo “Soul Reggae”, sempre com convidadas especiais, vocais poderosos e muito reggae para dançar. O novo disco intitulado Verde, produzido por Cleo Borges da banda Iriê, tem uma assinatura reggae pop, melodias suaves, letras do bem, DUBs e é claro, reggae para dançar. O lançamento está previsto para dezembro de 2018, o primeiro single Alô já ocupa o primeiro lugar em duas das rádios web mais ouvidas de Florianópolis. Ariele tem o reggae na alma, tem algo a dizer.  Canções good vibes que irão tirar seus pés do chão.

A paixão pela arte começou cedo, a profissão também. Ao longo da estrada Ariele já soma quase 20 anos de carreira que iniciaram na infância com o ballet e piano clássicos, seguidos por  10 anos como modelo, manequim e atriz mirim, mais tarde atuou em diversos comerciais, 2 musicais como bailarina, mais de dez discos como backing vocal, 2 especiais, 3 coletâneas, 01 curta metragem, 3 discos solo, duas indicações ao maior prêmio de música do Estado de Santa Catarina.

Ariele também foi apresentadora e produtora do programa de TV “La música Loca” e em 2008 com o nascimento do primeiro filho a artista mergulhou em um novo rumo sonoro dessa vez em carreira solo.

Em 2010 gravou o disco “Branco” em formato acústico, o primeiro single em 2012 estreou na Rádio Udesc e na Coletânea Música SC ao lado de nomes já consagrados no cenário Catarinense como Dazaranha, Teco Padaratz, Jonh Bala Jones e Iriê. Em 2015 o disco teve duas canções indicadas ao Prêmio da Música Catarinense e finalmente em 2017 o álbum “Verde”.

Atualmente é produtora artística, executiva e musical na empresa Ariele Locatelli Produções. Diretora e editora da revista LELI. Professora de Canto, Teclado e Dança (sapateado, ballet clássico, jazz dance) no Espaço Cultural ARIELE LOCATELLI, Escola de Educação Infantil Convivência e projetos sociais na cidade de Florianópolis.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Ariele Locatelli para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 14.10.2019:

01) RitmoMelodia: Qual sua data de nascimento e sua cidade natal?

Ariele Locatelli:  Nasci no dia 09 de dezembro de 1981, em Erechim – RS.

02) RM: Conte como foi o seu primeiro contato com a música.

Ariele Locatelli:  No berço (risos). Entrei no mundo do ballet clássico aos 4 anos de idade. O piano era tocado ao vivo durante as aulas. Dona Gessí executava as peças lindamente. Que lembrança boa. Amor à primeira dançada.

03) RM: Qual sua formação musical e acadêmica fora música?

Ariele Locatelli:  Sou Turismóloga, formada pela PUC-RS em 2005. Estudei, piano, ballet e sapateado em Belas Artes a partir dos seis. Não tenho lembranças da infância sem Belas Artes. Aos 17 anos de idade iniciei Canto Coral e Técnica Vocal. Não durou muito, acho que um ano, amei tudo que aprendi, mas eu queria mais. Aprendi na estrada ao vivo, no palco e estudando em casa. Hoje tenho 150 alunos de música. Estudei na Escola de atores Wolff Maia por dois anos, fase que evolui muito, especialmente em cena, no palco e na tv.

04) RM: Quais suas influências musicais no passado e no presente? Quais deixaram de ter importância?

Ariele Locatelli:  No passado:  No início creio que os artistas que meus pais ouviam como Roberto Carlos e Kid Abelha, em seguida música clássica em função do ballet (Bach, o meu favorito), mas quando penso em algum artista que remeta a infância e adolescência… Seria  NIRVANA na cabeça… mas, GUNS N’ ROSES, METALLICA, OFFSPRING, PEARL JAM, SILVERCHAIR, BOB MARLEY, RATM, SUBLIME… Entre outros também estiveram no podium da minha playlist teen.  Eu ouvia música gringa, adorava praia, skate e bagunça, essas bandas me eletrizavam. Mas sou apaixonada por música então sempre teve espaço para qualquer segmento, como por exemplo Spice Girls, Elis Regina, Janis Joplin, Laurin, Aerosmith, Surf Music… Eu era uma mistura de sons (sou ainda). Hoje em dia eu gosto de música boa, não importa de que vertente seja. Aderi ao reggae e a MPB que invadiram minha alma de uma maneira eterna. Ouço de tudo, no Brasil, ultimamente tenho ouvido Marcelo Falcão, Jorge Vercillo, Ed Motta, Saulo, Teatro Mágico (Entrevistei todos eles para um programa de tv chamado Música S.A que participo como repórter na Record News), como tenho que estudar os entrevistados acabo ouvindo o som deles. Nas duas últimas semanas o elenco foi esse citado a cima…. Quer mais?  Sou gratidão e mais gratidão, sempre uma aula. Mas nunca abandono o Bob Marley e quando não sei o que ouvir ouço Jack Johnson.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Ariele Locatelli:  Aos seis anos de idade em um comercial para o dia das mães. Em Erechim – RS onde nasci. Como atriz e modelo mirim, trabalhei até os 16 anos. A carreira de cantora iniciou em Porto Alegre aos 18 anos.

06) RM: Quantos discos?

Ariele Locatelli:  Como backing vocal, especialmente no reggae, não sei quantos discos gravei, mas com certeza mais de 20. Depois disso vieram: Quatro coletâneas, três discos solo, um EP com releituras, alguns singles com a Clave de FA, projeto que tenho com a cantora Fernanda Oliveira e dois singles com o projeto “OS CAPPETELLI” parceria com Fabio Cappellano. Sigo gravando mais dois discos como babcking e tenho o meu prontinho pra ir pra rua, todinho dedicado ao reggae, minha história de amor com esse estilo, produzido pelo Cleo Borges da banda IRIE. A minha discografia solo tem três álbuns autorais e um com releituras: Minhas versões:  São releituras ao vivo em estúdio com Power trio. Poker Face (Lady Gaga), Turn Your Lights (Bob Marley), Me and Bobby McGee (Janis Joplin), Jenny From the Block (J.Lo), Branco  Acústico – Produzido por Marcio Pimenta, em 2010. Foi a primeira vez que gravei minhas canções autorais em versão acústica. Eu cantando e tocando violão nylon. Comigo Sergio Almeida e Carlo Abreu. “Azul” – Produzido por Julio Lemos, Marcio Pimenta, Adriano Barvick em 2015 “Minhas Pedras”. Tem um pouco de tudo que eu gosto. MPB, Rock, Balada, reggae, funk soul pop meio ragga (será que existe isso?)  Esse é fodaaaa. Muitos músicos participaram dessas gravações, prefiro não citar para não esquecer de ninguém, mas com certeza mais de 30 profissionais envolvidos nesse projeto lindo que rendeu duas indicações ao Prêmio da Música Catarinense. Entre eles, os meninos do Dazaranha e o mestre Rubens Cabrera. “VERDE” – Produzido por Cleo Borges. Em 2017 “Reggae do início ao fim”, canções que vieram do meu diário na estrada da vida, ao longo desses 19 de anos de palco. “Os Cappetelli” – Parceria com Fabio Cappellano. Piano, violão e vozes, essa é a essência desse trabalho. Gravamos duas composições produzidas por Luiz Fernando Pererira Martins em 2018. “Clave de FA”“Ao Longo da Estrada” em 2010. “Clave de FA”DESAPEGA – Parceria com a cantora Fernanda Oliveira – Lançamento previsto para 23 de Maio de 2019 – Gravado ao vivo em Abril de 2019 – Produção de Marcio Pimenta, Cleo Borges e Jaques Blasseti.

 07) RM: Como você define seu estilo musical dentro da cena reggae?

Ariele Locatelli:  O reggae bate forte e com certeza é o segmento que mais trabalhei durante minha carreira profissional, mas como sou apaixonada por outros mil estilos, ficam claras essas influências em quase todas as músicas. Sou uma artista inquieta, uma compositora apaixonada, tudo vira música e quase sempre vira reggae… eu disse quase sempre (risos). Sou da arte, sou do povo… onde houver música estarei cantando, estarei dançando… Gosto mesmo é de misturar estilos, cantar o que sinto. O reggae trouxe a possibilidade de explorar o canto de uma maneira verdadeira, desperta o melhor de mim, fiz grandes amigos, faço parte de uma geração que viveu o reggae intensamente, conexões lindas, o Brasil era reggae quando comecei a cantar.  Não canso de dirigir ouvindo reggae, compor um reggae de frente p o mar não tem preço, reggae com rock então…

08) RM: Como você se define como cantor/intérprete?

Ariele Locatelli:  Tenho ótima capacidade de comunicação e improviso.  Foco e disciplina. Criatividade é talvez um dos meus pontos mais fortes. Sou amante da arte e tudo que lhe diz respeito, respeito meus alunos, colegas, plateia, clientes, pobres ou ricos. Tenho sede de saber e de evoluir. Sou uma profissional em constante atualização. Sou apaixonada pelo que faço e procuro de maneira alegre e eficiente contribuir, inovar, instruir, ensinar, transformar sonhos em metas. Procuro aprender com as oportunidades profissionais e pessoais que a vida me proporcionou até agora. Sou grata. Tenho certeza que tudo vai dar certo. E se estou escrevendo aqui e agora para vocês é porque já estamos conectados e isso faz toda diferença. Acredito no talento somado a persistência, estudo e amor pelo trabalho.

09) RM: Quais os cantores e cantoras que você admira?

Ariele Locatelli:  Sempre admirei pessoas próximas, meus professores, artistas que conheci nas andanças da vida. Mas vou ter que falar sobre os mestres né?

Elis Regina, Bob Marley, Laurin, Janis Joplin, Cássia Ellen, Ritas,  Marisa, Ivete, Saulo, Nando Reis, Beyoncé, Lady Gaga, Adele …. Posso escrever dez páginas (risos).

10) RM: Como é seu processo de criar música? Quem são seus parceiros musicais?

Ariele Locatelli:  Meus maiores parceiros de composições são o piano e o violão (risos). Componho toda hora em qualquer lugar, sozinha, com amigos, com a família, é natural.

11) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

 Ariele Locatelli:  Só vejo prós.

12) RM: Quais as ações empreendedoras que você prática para desenvolver sua carreira?

Ariele Locatelli:  Planejamento, pré-produção, produção e pós-produção. Cada fase com metas bem estabelecidas, foco e disciplina. São essenciais, amor, coragem e persistência para o sucesso de cada projeto. Redes sociais e mídia em geral são ótimos veículos disseminadores de ideias, mas podem ser perigosos, meu foco está na ideia, plantar sementes de pensamento.

13) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira?

Ariele Locatelli:  Só ajuda.

14) RM: Como você analisa o cenário reggae brasileiro? Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Ariele Locatelli:  Cenário rico e em grande evolução. Natiruts, Planta e Raiz, Produto Nacional, Edson Gomes, Adão Negro, Tribo de Jah, Ponto de Equilíbrio, Chimaruts, Filosofia Reggae, Cidade Negra, Ras Bernardo, Alma Djem, Iriê, Acústico Reggae, Mato Seco, Cultivo, Namastê, Djambi… São tantas. Prefiro falar só em evolução… não vejo regressões.

15) RM – Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (Home Studio)?

Ariele Locatelli:  Só vejo vantagens. Ficou mais fácil.  Antigamente, pouco mais de 15 anos atrás, levávamos horas para gravar e “dobrar “vozes. Hoje temos infinitas possibilidades. Podemos gravar dezenas de vozes, ou apenas uma, com violão e caixinha de fósforo na sala de casa. Para mim, um parque de diversões. Adoro.

16) RM: Quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Ariele Locatelli:  Ivete Sangalo, Skank, Saulo, Caetano Veloso, Gilberto Gil. Bob Marley. Roberto Carlos, Maria Bethânia, Michael Jackson, Madonna, Beyonce, Frank Sinatra, Ed Motta. Teatro Mágico, Rolling Stones, U2, Jota Quest, Dazaranha.

17) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Ariele Locatelli:  Essa não vai caber aqui (risos). Como todos sabem a vida de musicista tem suas pedras no caminho, mas comigo sempre acabou tudo bem. Sobre as situações citadas a cima, são muito comuns no início da carreira em quase todos os grupos, bandas, duplas, solo. Não importa o estilo. Com o tempo vamos aprendendo e tudo fica mais organizado, porém, não mais fácil, conforme avançamos degraus em direção ao que almejamos profissionalmente as responsabilidades ficam maiores e consequentemente o trabalho aumenta.

18) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Ariele Locatelli:  Mais feliz, com certeza é fazer um bom trabalho, receber o justo por isso e promover bons momentos de felicidade para quem me ouve. Mais triste, não sei.

19) RM: Nos apresente a cena musical na cidade que você mora?

Ariele Locatelli:  Em Florianópolis – SC a cena musical é Rica e eclética.

20) RM: Quais os músicos ou/e bandas que você recomenda ouvir?

Ariele Locatelli:  Dazaranha, A Clave de FA, Iriê, Jonh Bala Jones, Cultivo, Dezadose, Gazu, Bruno Mello.

21) RM: Quais os cantores e cantoras que gravaram as suas canções?

Ariele Locatelli:  A Clave FA, Os Cappetelli.

22) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Ariele Locatelli:  Sim.

23) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Ariele Locatelli:  Continue. A persistência é o caminho do êxito.

24) RM: Como você analisa a relação que se faz do reggae com o uso da maconha? Como você analisa a relação que se faz do reggae com a religião Rastafári?

Ariele Locatelli:  Minha responsabilidade com o público é fazer música e expressar nela o que sinto e penso. Análises mais profundas sobre drogas e religião merecem um tempo e dedicação especial.  Ficarei feliz em abordar os temas em uma nova oportunidade.

25) RM: Na sua opinião porque o reggae no Brasil não tem o mesmo prestigio que tem na Europa, nos EUA e no exterior em geral?

Ariele Locatelli:  Creio que isso não ocorra só com o reggae, mas com a arte em si. Acho que a base de tudo é a educação. Que educação recebem nossas crianças?

26) RM: Quais os prós e contras de usar o Riddim como base instrumental?

Ariele Locatelli:  Riddim é a pronúncia em patoá jamaicano da palavra Inglesa “rhythm”, mas se refere ao acompanhamento da canção. Então acho masssaaaaaa. Só prós.

27) RM: Você faz a sua letra em cima de um Riddim já conhecido usando uma linha melódica diferente?

Ariele Locatelli:  Sim e não também.

28) RM: Você acrescenta e exclui arranjos de um Riddim já conhecido?

Ariele Locatelli:  Nunca fiz, mas… quem sabe.

29) RM: Quais os prós e contras de fazer show usando o formato Sound System (base instrumental sem voz)?

Ariele Locatelli:  Nunca fiz, mas acho muito legal.

30) RM: Quais os compositores eruditos que você admira?

Ariele Locatelli:  Meu favorito sempre foi eram peças comuns nas aulas em Belas Artes, acho melódico e fácil de entender. Mas os clássicos Beethoven, Mozart e Vivaldi moram no meu coração.

31) RM: Quais os compositores populares que você admira?

Ariele Locatelli:  Nando Reis, Caetano, Samuel Rosa, Gil, Djavan, Toni Garrido, Fernando Annitelli, Guilherme Arantes, Pitty, Rita Lee, Amado Batista, Saulo, Lulu Santos, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes, Kell Smith, Marisa Monte…. e tantos outros.

32) RM: Quais as principais técnicas que o aluno deve dominar para se tornar um bom intérprete?

Ariele Locatelli:  Creio que mais importante do que qualquer técnica, é preciso aprender a ouvir e sentir a música. Cada canção é única e pede uma interpretação também única. O estudo, a repetição, a dedicação organizada, evolutiva com foco e disciplina são fundamentais. Serão sempre bem-vindos exercícios de técnica vocal, respiração, improviso, afinação, solfejo, expressão corporal, prática de conjunto, estudo do instrumento, leitura e interpretação do tema. Agregar tudo que possa trazer conhecimento, confiança, tranquilidade e qualidade nas apresentações ou gravações.

33) RM: Quais os principais vícios e erros que devem ser evitados pelo aluno de música?

Ariele Locatelli:  Vícios e erros fazem parte do aprendizado.  O maior erro é não estudar. Se quiser aprender a persistência será o caminho para o êxito.

34) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Ariele Locatelli:  Existe sim. É uma qualidade natural, aptidão, talento especial. Quando alguém tem o “dom”, percebemos logo de cara. Creio que pessoas com dons musicais realmente nasceram para isso.  Para usar seus dons em favor desse mundo.

35) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Ariele Locatelli:  Só vejo prós, para mim todo tipo de conhecimento sempre é saldo positivo.

36) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Ariele Locatelli:  Acho todos métodos válidos, para mim conhecimento é sempre bem-vindo.

37) RM: Quais os métodos que você indica para o estudo de leitura à primeira vista?

Ariele Locatelli:  Não sou uma grande entendedora nessa área. Aprendi a ler partitura no método convencional ainda criança, fui alfabetizada praticamente na mesma época em que aprendi a ler a pauta, então foi natural. Anos de estudo me trouxe algum conforto hoje em dia, mas como trabalho 99% do tempo com a voz e sem partituras preciso de uma “segunda ou terceira vista” antes de sair tocando.

38) RM: Você se apresenta com Banda?

Ariele Locatelli:  Sim, quase sempre.

39) RM: Quais os seus projetos futuros?

Ariele Locatelli:  Seguir cantando, compondo, dançando e solvejando a vida. Evoluir e evoluir.  Dar bons exemplos e ensinamentos a meu filho. Produzir belos projetos que tragam algum tipo de benefício para a comunidade. Viver saudável e feliz. Gravar muitos álbuns, fazer um filme. Terminar meus musicais. Ficar mais perto da minha família. Construir um estúdio de música e dança. Escrever um livro, aprender a surfar, conhecer o mundo, levar minha mãe conhecer o Roberto Carlos (risos)… Ajudar a transformar vidas com minhas canções… e mais e muito mais…. Good Vibes Pessoal. Obrigada pela oportunidade, bjooooos…

40) RM: Quais os seus contatos para show e para os fãs?

Ariele Locatelli:  www.arielelocatelli.com.br | [email protected]

| www.youtube.com/arielelocatelli | www.facebook,com/arielelocatelli | Instagram/ariele_locatelli

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Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Antonio Carlos Da Fonseca Barbosa

Criador e Editor Responsável pela revista Ritmo Melodia desde 2001, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, sempre se preocupou em divulgar a música (popular, regional, instrumental e erudita) com entrevistas e artigos sobre os músicos e artistas brasileiros.