Mateus Schanoski

Mateus Schanoski é um músico experiente e versátil. É tecladista, organista e pianista, além de arranjador e produtor musical. Graduado em Piano Erudito pelo Conservatório Bandeirantes, em Piano Popular pelo CLAM e pela ULM, e em Teclado e Tecnologia pelo IT&T, o músico ainda fez cursos paralelos com: Fábio Ribeiro, Nelson Aires, Marcelo Guelfi, Toninho Ferraguti, Arrigo Barnabé, Maurício Pedrosa, Fernando Cardoso, Edu Elou e Lis de Carvalho. É professor de Música há mais de 20 anos, ministrando aulas no Conservatório Souza Lima – SL ROCK.

A lista de artistas e projetos com os quais Mateus já trabalhou é extensa. Artistas Estrangeiros: Jimmy Bo Horne, Sharon Corr, Jorn Lande e Vanessa Collier. Artistas Brasileiros: Wanderléa, Tony Tornado, Kiko Zambianchi, Byafra, Moacyr Franco, Dave Maclean, Gaspa, Edy Star, Serguei e Promoart. Guitarristas: Andréas Kisser, André Christovan, Fred Sunwalk, Artur Menezes, Danny Vincent, Norba Zamboni e Flávio Gutok. Artistas de Blues Brasileiros: Big Chico e Paulo Meyer, Bluseiros do Brasil 2011 e República do Blues 2014. Bandas: Serial Funkers, Funkessência, Trítono Blues, Quarteto São Jorge, Jam Suburbana, Mestre Duca e Viva Noite (Pânico da Band). Bandas Cover: Pink Floyd Experience BR, Last Rebel Lynyrd Skynyrd Tribute, Creedence Tribute, Black Crovers – Black Crowes Cover, Fireball – Deep Purple Cover, Steve Morse Cover e SP Blues – Gary Moore Tribute.

Músico da Abertura do Campeonato Brasileiro de League Of Legends 2015 no Alinaz Park com Banda, Coral e Orquestra. Gravou também o Programa, Inglês com Música da Tv Cultura e o quadro, The VoiSé do Pânico da Band. Faz parte do Projeto, Sympathy For The Blues, um show com Músicas do Rolling Stones em arranjos de Blues.

Foi colaborador da revista Piano & Teclado, fazendo matérias e transcrições. Atualmente, faz arranjos e produções em seu home studio no Espaço JAM, professor de Teclado do Conservatório Souza Lima, é Sideman e Tecladista, “Golpe de Estado”, do “Montana Blues”, “StormSons” e da “banda Tomada”. É colaborador da Revista Keyboard Brasil e do portal www.tecladistas.com.br . É endorser dos teclados e órgãos e pianos digitais Tokai, sintetizadores Casio, suportes Saty, pedais Black Bug, JAM cases, Serial Blocker BR, e usa também equipamentos Nord, Voltix e Theremy. Muitos desses trabalhos musicais e educativos estão no canal do músico: www.youtube.com/kbd2000, que já ultrapassou a marca de 500.000 exibições.

Entrevista exclusiva com Mateus Schanoski para a , entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 12.10.2017 :

01)  Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Mateus Schanoski: Nasci na cidade de Itú, São Paulo no dia 12.07.1974. Mudei para a Capital com minha família, dois anos depois, e aqui estou até hoje.

02)  RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Mateus Schanoski: Meus pais e minha irmã sempre escutaram discos de vinil. Meus pais gostavam de música erudita, ópera, jazz, Elvis Plesley. E minha irmã Adriana ouvia a nova MPB e Rock Progressivo. Rádio também fazia parte do nosso cotidiano, sempre ouvíamos muito, tanto em casa como no carro sempre que viajávamos.  O estudo de um instrumento musical sempre fez parte da educação de toda a família. Meu tio Quinho era músico de orquestra e tocava sopros. Minha mãe, irmã e primos, também estudaram piano.

03)  RM: Qual a sua formação musical e\ou acadêmica fora da área musical?

Mateus Schanoski: Sempre fui viciado em música. Quando tinha uns 10 anos de idade, meu pai ofereceu um curso de informática. Eu não quis, e pedi para ele que preferia que ele pagasse aulas de Piano. Comecei estudando com minha vizinha. Com 13 anos pedi para entrar no Conservatório Bandeirantes e estudar Piano Erudito. Gostava de Rock e queria fazer shows e ter uma banda. Comecei a estudar guitarra também. Aos 17 anos fui o primeiro prof. de Teclado do Conservatório e fui fazer aulas com Fábio Ribeiro.  Daí pra frente nunca parei de estudar e fazer aulas. Estudei na EMESP, IT&T, CLAM e fiz aulas particulares com vários professores de estilos diferentes, como: Fernando Cardoso, Maurício Pedrosa, Lis de Carvalho, Ari Borger, etc.

04)  RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Mateus Schanoski: Sempre serão: a música erudita, o jazz, a MPB e o Rock Progressivo. O Blues e Metal vieram depois de adulto. Mas quando vi e ouvi o Guilherme Arantes, disse para mim mesmo: quero tocar Teclados.

05)  RM: Quando, como e onde você começou a sua carreira musical?

Mateus Schanoski: Comecei cedo para ajudar a pagar o Conservatório, dava aulas particulares com 14 anos de idade e comecei a tocar em Bandas, e antes dos meus 18 anos, já ganhava meus cachêzinhos tocando Rock nos bares de Sampa (São Paulo).

06) RM: Quantos CDs lançados?

Mateus Schanoski: Gravei muitas coisas. Mas meus últimos lançamentos de 2017 são autorais. O disco “HOJE” da “Tomada”, com participação de Martin Mendonça (Pitty/Agridoce) e Marcelo Gross (Cachorro Grande). Ainda este ano sairá o primeiro álbum da “StormSons”, com Cadu Pellegrini (Kiara Rocks) e o ao vivo duplo de 30 anos do Golpe de Estado, com Luiz Carlini (Tutti Frutti), Catalau (ex Golpe de Estado) e Andréas Kisser.

06)  RM: Como você define o seu estilo musical?

Mateus Schanoski: Não defino, gosto de tocar de tudo e sofro bastante por isso. Mas tento ter a minha personalidade musical.

07)  RM: Como é o seu processo de compor?

Mateus Schanoski: Os trabalhos com a Tomada e StormSons fazemos tudo juntos. Outras composições como trilhas de teatro, cinema e coreografias, sempre sou brifado e procuro inspiração e referências junto aos meus clientes.

10) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Mateus Schanoski: Brigar o tempo todo com a grande mídia e a falta de educação do nosso Brasil, chega ser exaustivo, mas não desisto. Mas a independência e liberdade é o que me anima.

11) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Mateus Schanoski: Levei muitos anos para aprender na raça, o que hoje muitos vendem por aí esses planejamentos. Mas a dica mais simples é: seja verdadeiro que tudo dará certo. Dinheiro é consequência do seu trabalho, não importa qual estilo e área. Hoje em dia tudo fica mais fácil com as redes sociais, mas tenho um planejamento para cada projeto. Aulas, shows, gravações, etc. Aí teríamos que fazer outra entrevista.

12) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?

Mateus Schanoski: Empreendedorismo é uma palavra muito em voga nos dias atuais. Acho que os Artistas de hoje se preocupam mais com isso do que com a Arte. E isso me preocupa muito, pois a qualidade musical do Brasil que deveria ser mostrada, já que tem muita gente boa, não chega, não é compreendida e respeitada. Pelo que sei, um empreendedor precisa ter uma ideia genial e coloca-la em prática. Eu ainda não a tive. Pelo que vemos no mercado sobre isso, ninguém no Brasil ainda conseguiu perceber e tratar seu trabalho como um produto. Esse produto pode ser para 10.000 consumidores ou 1.000.000, dependendo quem você quer atingir. Como trabalho mais com o público Rock, fico descontente, pois está cada vez mais burro. Novos Artistas não conseguem chegar às novas gerações e este público está diminuindo cada vez mais. Quando você trabalha para um festival grande com muitos patrocinadores, você vê que a parada funciona. Precisamos de investidores, de dinheiro. Mas como está muito difícil de conseguir, a ação principal são as parcerias. Você oferece sua música como divulgação de outro produto que possuam o mesmo público alvo. Você pode fazer isso com marcas de roupas, acessórios, instrumentos musicais, serviços para músicos, etc.

13) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento da sua carreira musical?

Mateus Schanoski: Você consegue atingir mais fácil e rápido seu público alvo, mas é muito cansativo ter que gerar conteúdo bom a cada dia e hora.

14) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia  de gravação (home estúdio)?

Mateus Schanoski: Já estamos nesse caminho. Hoje todos podem ter um estúdio em casa. O Batera grava, manda pro guitarrista e baixista, cada um grava na sua casa, e mandam para o tecladista e vocalista gravarem. Tudo isso sem sair de casa. O álbum da “StormSons” está sendo gravado assim, ao contrário do álbum da “Tomada” que conseguimos a parceria com o novo Orra Meu Estúdios. Aí gravamos a moda antiga mesmo. Sinceramente? Não vejo muita diferença não. O importante é realizar o projeto. Gravo para várias bandas de rock no meu Homestúdio do estado todo. Facilita muito e você não precisa pegar trânsito.

15) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Mateus Schanoski: Tento ser eu mesmo. Só quero que as pessoas ouçam e percebam esse é o Mateus Schanoski tocando. Aconteceu isso na última Expomusic 2017. Uma amiga escutou um tecladista tocando e disse, conheço essa maneira de tocar, só pode ser o Schanoski.

16) RM: Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

Mateus Schanoski: Gosto muito do Felipe Cato e da Blubell, principalmente os primeiros discos. Os pianistas Benjamim Taubkin, Adré Mehmari e Hércules Gomes, sempre mostram novos projetos e sons. No Metal brasileiro não vejo nada de novo, só bandas copiando Sepultura e Angra. Mas gosto muito do Remove Silence do Fabio Ribeiro e do Krisium. As bandas dos anos 80 sempre serão referência pelos muitos discos gravados. Acredito que não fazem nada novo, porque seu público não quer, pois são presos ao passado, vide RIR 2017, as mesmas bandas, os mesmos shows, as mesmas músicas há pelo menos 3 edições. O grande público do RIR não vai procurar um novo artista lá.

17) RM: Qual ou quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

Mateus Schanoski: Cesar Camargo Mariano. E tem músicos que eu amo, que o grande público não conhece: Corciolli, Luiz Carlos Rigo Uhlik da Yamaha e Allex Bessa da Tokai.

18) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

Mateus Schanoski: Pensem em todas as grandes presepadas que consigam imaginar. Passei por todas essas e passarei por muito mais ainda. É a nossa vida aqui no Brasil, acreditem. Mas sigo com a frase do Milton Nascimento: “… Todo o Artista tem de ir onde o povo está… se foi assim, assim será…”. Irei aonde eu puder chegar com a minha música.

19) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Mateus Schanoski: Acho que demonstrei nas respostas anteriores. Estou muito triste e desanimado com o nosso País e o que fizeram com ele. O problema está em cada um de nós brasileiros. Cada um deve resolver isso, ser ético, gentil e honesto, aí nosso País irá para frente. Mas estragaram tantas coisas que demoraremos muito para recuperar. Muito triste.

20) RM: Nos apresente a cena musical da cidade que você mora?

Mateus Schanoski: Sinceramente? Acho que vejo músicos e bandas muito mais legais fora de São Paulo do que aqui. As panelinhas aqui estragam tudo e não conseguimos ver o que tem lá fora, só vejo quando viajo.

21) RM: Quais os músicos, bandas da cidade que você mora você indica como uma boa opção?

Mateus Schanoski: Já falei do Hércules Gomes, para mim o melhor pianista da atualidade. Gosto muito das bandas instrumentais de Sampa. Vá a Av. Paulista aos domingos que você encontrará muita coisa boa.

22) RM: Você acredita que sem o pagamento do Jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Mateus Schanoski: Em todos esses anos nunca vi. Minhas músicas tocam em rádios e TV, mas poucas vezes. Conseguimos isso pela qualidade musical, mas se não pagar, não entra na programação.

23) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Mateus Schanoski: Respondi na pergunta 11.

24) RM: Quais os Pianistas e Tecladistas que você admira?

Mateus Schanoski: Respondi nas perguntas 16, 17 e 21.

25) RM: Quais os compositores eruditos que você admira?

Mateus Schanoski: BACH, sempre BACH! Amo os brasileiros: Ernesto Nazareth e Pixinguinha. É música erudita, né?

26) RM: Quais os compositores populares que você admira?

Mateus Schanoski: Ivan Lins, Guilherme Arantes, Cartola, Edu Lobo e Chico Buarque.

27) RM: Quais os compositores da Bossa Nova você admira?

Mateus Schanoski: Hoje em dia acho a Bossa Nova bem chata, mas amo Tom Jobim.

28) RM: Nos apresente seus métodos para Teclado?

Mateus Schanoski: Acho que não existe um método perfeito para cada um, mas Professor sim. Ainda acho que você não aprende só por métodos e vídeos do youtube, isso está estragando nossos músicos, criando um monte de robozinhos sampleadores.

29) RM: Quais dos seus métodos que estão à venda?

Mateus Schanoski: O meu primeiro DVD aula de Teclado e Piano Blues & Rock, que está sendo vendido na Editora Keyboard.

30) RM: Quais as principais diferenças entre as técnica de Piano e Teclado?

Mateus Schanoski: Vamos definir o que tentamos há tempos? Pianista só toca Piano, o Organista só órgão e o Tecladista tem que dominar todos os tipos de teclas e equipamentos. Mas existe tecladista especialista em Música Eletrônica e Rock por exemplo.

31) RM: Quais as principais técnicas que o aluno deve dominar para se tornar um bom Pianista/Tecladista?

Mateus Schanoski: Acho que o básico é tocar música boa, e se ela não for boa, transforme-a. Esse é o verdadeiro músico.

32) RM: Qual a importância dos conhecimentos tecnológicos para o Tecladista?

Mateus Schanoski: Se você não domina seu instrumento, você não é um Tecladista. Simples assim.

33) RM: Você é adepto ao uso de VST (Virtual Studio Technology)? Qual você indica para o Tecladista?

Mateus Schanoski: Sou adepto, mas só uso no meu HomeStúdio. Acho muito perigoso sair por aí tocando em “buteco” levando um Mac. Prefiro Teclados ao vivo, pois nunca me deixaram na mão, o VST sim. Mas é uma ótima opção barata para se ter grandes timbres e aprender a programar bem.

34) RM: Quais os Teclados que você indica atualmente?

Mateus Schanoski: Depende do bolso e estilo de cada um. O melhor Teclado é o que você tem e faz música boa.

35) RM: Quais os Pianos Digitais que você indica atualmente?

Mateus Schanoski: Na última Expomusic 2017 testei de todas as marcas. Todas são ótimas! A Tokai está fazendo e evoluindo ótimos pianos digitais de cauda e armário. A Casio cresceu muito e seus pianos me impressionaram muito. Não gostava da Roland, mas os últimos RD800 e Rd2000 me conquistaram também. Enfim, todos são bons, depende do seu gosto. Experimente todos!

36) RM: Quais os principais vícios e erros que devem ser evitados pelo aluno de Piano\Teclado?

Mateus Schanoski: Ministério dos Tecladistas adverte: aprender só por vídeos podem causar problemas sérios de saúde.

37) RM: Quais os principais erros na metodologia de ensino de música?

Mateus Schanoski: Achar que pode ensinar sem estar preparado, cobrando pouco e enganando seu aluno.

38) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Mateus Schanoski: Existe, mas uma pessoa sem dom, que estuda e se prepara, pode ficar tão boa quanto e muitas vezes melhor. Dom facilita, mas a maioria que tem dom é preguiçoso. O mesmo para quem tem ouvido absoluto.

39) RM: Qual a definição de Improvisação para você?

Mateus Schanoski: Música instantânea, criada naquele momento e local.

 40) RM: Qual método sobre Improvisação musical você indica?

 Mateus Schanoski: O do Nico Assumpção é sensacional!

41) RM: Existe improvisação de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Mateus Schanoski: Os dois, cada músico faz do seu jeito. Mas os grandes improvisadores ou estudam antes ou fazem muitos shows, ou seja, tem que tocar muito para desenvolver.

42) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Mateus Schanoski: Eu aprendi do jeito mais difícil. Você aprende todos os intervalos, tríades, tétrades, etc, mas na prática você não usa como aprendeu no Piano. Existem formas de acordes harmonias para cada estilo. Acho muito cansativo você aprender tudo para depois tirar, pois não precisa, entende? Basicamente, se você quer usar muitas dissonâncias em um acorde, distancie essas dissonâncias e jogue fora Tônica e Quinta justa (V). Por isso, você precisa ter um Professor que entenda o estilo que você quer tocar.

43) RM: Quais os métodos que você indica para o estudo de leitura à primeira vista?

Mateus Schanoski: Treine lendo a partitura ao contrário. Da última nota para a primeira. Demora para acostumar o cérebro. Treine com músicas simples, pode ser do Método de Piano do F. Beyer, aí quando estiver acostumado, faço isso com peças mais difíceis. Ah, também sempre leia e escreva partitura para não perder a prática.

44) RM: Quais os seus projetos futuros?

Mateus Schanoski: O disco do meu novo trio. Montei a Black Power Trio, que não tem baixista, eu faço a linha do Baixo no synth, e para tocar música negra de todos os estilos com arranjos dançantes. Tocamos Miles Davis em groove. Tocamos Tim Maia e Bob Marley, além do Thelonious Monk e Booker T também. Começaremos as gravações do primeiro disco ainda esse ano. Meu DVD aula parte II de Hammond e Synth sairá também.

45) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Mateus Schanoski: mateusschanoski@yahoo.com.brhttps://www.facebook.com/mateus.schanoski | Instagram e Youtube: @mateusschanoski

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