Roney Giah

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A musicalidade inovadora do compositor, cantor, guitarrista e produtor brasileiro Roney Giah está conquistando o mercado internacional. Em 2008, o músico foi convidado a participar da trilha sonora do filme norte-americano No pain, no gain e assinou um contrato com a gravadora inglesa ASTRANOVA Records para o lançamento da coletânea Yesterday´s tomorrow. Para a divulgação, a gravadora produziu podcasts shows que foram disponibilizados em 107 países.

O interesse da gravadora ocorreu após o músico ter, por duas vezes consecutivas, as músicas Amar com E e A chuva – do álbum Mais dias na Terra –, indicadas ao Track of the day pelos dois milhões de usuários do site Garage Band (www.garageband.com ), portal de norte-americano que tem a curadoria de George Martin, ex-produtor dos Beatles. Ainda em 2008, um dos mais renomados festivais internacionais de composição, The John Lennon Songwriting Contest, destacou com Menção Honrosa, na categoria World, o trabalho de Roney Giah. Com a curadoria de Yoko Ono, o júri – formado pelos músicos Carlos Santana, Wyclef Jean, Fergie (Black Eyed Peas), John Legend, Al Jareau, Bob Weir (Grateful Dead), Lamont Dozier e Natasha Bedingfield – concedeu Menção Honrosa ao artista pela música Amar com E, que integra seu segundo CD – Mais dias na Terra.

Com o CD – Mais dias na Terra, ele ampliou a linha instrumental que marcou o seu primeiro trabalho, o CD – Semente, que concorreu ao Prêmio Sharp 1998. Em 2007, Roney Giah integrou o Oi Novo Som, projeto cultural da operadora de telefone celular Oi, com o qual realizou uma turnê em Recife (PE). Sua músicaLembra? Foi destaque da Oi FM, uma das principais rádios pernambucanas.

Roney como guitarrista, disputou o Prêmio Visa 98 e conquistou ainda como instrumentista, o segundo lugar no Festival Berklee/Souza Lima, em São Paulo. Teve também sua música Argila relançada no disco Pearl Brazilian Team 3, numa coletânea de brasileiros. Em shows e apresentações Roney Giah já dividiu o palco com Sandra de Sá, Claudio Zoli, Milton Guedes, Xis, Rappin Hood, Vanessa Jackson, Daniel Boa Ventura, Bocato, Roberto Sion, Mané Silveira e muitos outros. Ele grava o quarto CD e prepara a primeira turnê internacional. Segue abaixo entrevista exclusiva de Roney Giah para a em 07/06/2009:

1-) Ritmo Melodia – Qual sua data de nascimento e sua cidade natal?

Roney Giah – Nasci no fim de um inverno paulista; dia 11 de agosto, em São José dos Campos – SP.

2-) RM – Fale do seu primeiro contato com a música?

RG – Meus pais têm um hábito que hoje em dia é raro: parar para escutar música. Foi ali, por volta dos meus três anos, que percebi como eram especiais para mim os momentos em que parávamos para curtir os discos.

3-) RM – Qual sua formação e\ou acadêmica (Teórica)?

RG – Comecei a estudar violão aos seis anos, no Clube Banespa, pois morava por ali, no Brooklin-SP. Aos oito anos comecei a estudar com o Manoel Santos, que me abriu os horizontes musicais. A partir daí estudei com Rafael Bittencourt, Sandro Haick, Tomati e Pollaco. Ao mesmo tempo em que estudava guitarra, estudei quatro anos de piano no CLAM (Centro Livre de Aprendizado Musical). Na adolescência, fiz o curso de harmonia e arranjo com o maestroClaudio Leal Ferreira e aos dezoito anos fui para o Musicians Institute, em Los Angeles, onde me formei em Jazz. Na volta, em 2003, acabei me formando também em engenharia de som pelo I.A.V (Instituto de Áudio e Vídeo), em São Paulo.

4-) RM – Quais suas influencias musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

RG – Andei pensando nesse assunto há alguns meses e resolvi fazer uma lista dos artistas que “preciso” escutar. Descobri que considero muitos artistas/compositores excelentes, mas a lista dos que preciso escutar é menor. Os artistas que para mim são essenciais e mantêm minha sanidade musical são:Tom Jobim, Cartola, Chico Buarque, Gonzaguinha, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Pixinguinha, Caetano Veloso, Villa-Lobos, Dori Caymmi, Edu Lobo, Cazuza, Paralamas do Sucesso, Cassiano, Lulu Santos, Marisa Monte, Carlinhos Brown, Ed Motta, Lenine, João Bosco, Zeca Baleiro, Raul Seixas, Elis Regina, Almir Sater, Maria Bethânia, Gal Costa, Djavan, Jimi Hendrix, Ray Charles, Mozart, The Beatles, Led Zeppelin, Michael Jackson, Johnny Cash, Alberta Hunter, Billie Holiday, Steve Wonder, The Police, Sting, Elton John, Leonard Cohen, James Taylor, Tom Waits, Neil Young, Joni Miltchel, Dinah Washington, Aretha Franklin, Otis Redding, Tina Turner, Charlie Parker, Pat Metheny, Steve Vai, George Benson, Joe Pass, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Dave Mathew, Miles Davis, Lenny Kravitz, Stevie Ray Vaughan, Seal, John Mayer, Nora Jones, David Bowie, Prince, Jamiroquai, Red Hot Chili Peppers. Não tenho essa sensação de artistas que deixaram de ter importância… Muitos dos que não escuto mais hoje em dia, acabo lembrando pelo significado específico que tiveram em minha formação; pelas características e qualidades que despertaram em mim.

5-) RM – Quando, como e onde você começou sua carreira profissional?

RG – Acredito que foi quando recebi o primeiro cheque por uma apresentação da minha banda “Moscou Capitalista”. Fomos contratados para tocar em uma festa. Eu tinha 13 anos e naquele momento minha mente vislumbrou um mundo de possibilidades.

6-) RM – Quantos CDs lançados (músicos que participaram nas gravações)? Qual o perfil musical de cada CD? E quais as músicas de cada Cd que agradaram o público?

RG – Tenho três CD’s lançados e até o fim deste ano, 2009, terei o quarto se tudo correr bem.

O primeiro foi o: Semente (1998), um CD instrumental com muitos arranjos e improvisos dosados, e apenas uma faixa cantada. Teve Maurício Biazzi (baixo),Lael Medina (bateria), Otávio Noronha (teclado e piano) e Rodrigo Ursaia (Sax Tenor).

O segundo foi o Mais dias na Terra (2006), uma mistura de pop com MPB com arranjos inusitados e muita produção. Teve Maurício Biazzi no baixo; Piu eFlávio Marchesin revezando os teclados; André Novais na bateria e revezando a percussão com Cris BananalVanessa JacksonAlex Mariet e Marromcomo backvocals, e Doriel OliveiraFúlvio Lucietto e Soró nos metais. Dani Ferraz também fez participação como backing vocal.

Yesterday’s tomorrow (2008) foi o terceiro. É uma coletânea reunindo músicas dos CDs: Semente e do Mais dias na Terra com duas faixas inéditas, a Fa Fa Fa (O velho, o menino e o vento) com a banda vocal Perseptom e Quero ser o mar que tem músicos do mundo inteiro tocando. A gravadora ainda não me passou os nomes, por incrível que possa parecer.

Quanto às faixas que mais agradam: no CD SementeBaleia e Tão Simples são muito compradas no Itunes. No CD Mais dias na Terra, a música Lembra?Esteve entre as mais tocadas no Nordeste em 2008 e foi muito adquirida com Um Zeppelin, e no Yesterday’s tomorrow a Fa Fa Fa está liderando os números de downloads por enquanto… Comprar o CD:http://www.tratore.com.br/cd.asp?id=7898515693618

7-) RM – Como você define seu estilo musical?

RG – Faço música sem paredes, sou um “misturalista”. Se a música ecoa em mim; eu toco.

😎 RM – Como é seu processo de compor?

RG – A melodia surge primeiro. Posso estar vendo televisão, sonhando ou guiando. De repente, ela surge na minha mente. É muito real a sensação. Depois componho tudo junto: harmonia com a letra, introdução, finais, acabamento e etc.

9-) RM – Quais são seus principais parceiros?

RG – Como eu componho desde os meus 11 anos de idade, há muito tempo tenho o hábito de fazê-lo sozinho. A forma da criação é algo difícil de mudar. Recentemente, no Clube Caiubi de Compositores, surgiram parcerias com Álvaro Cueva, Élio Camalle e Léo Nogueira. Gosto muito do resultado final, mas essas músicas deram trabalho para que eu conseguisse mudar minha forma de compor, de pensar a canção.

10-) RM – Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

RG – O pró é que quando dá certo, a culpa é sua. É o contra é que se dê errado a culpa é sua. Liberdade é sem dúvida um pró e as incertezas fazem às vezes de contra nesse caminho independente.

11-) RM – Como você analisa o cenário musical brasileiro. Em sua opinião quem foram às revelações musicais nas duas últimas décadas e quem permaneceu com obras consistentes e quem regrediu?

RG – O cenário brasileiro é 90% de uma monocultura tediosa. E isso é um assunto técnico cheio de delongas. Mas existem “resistências” no mainstream e fora dele. Zeca Baleiro e Lenine pegaram a tocha dos MPBistas de primeira linha e vem mantendo uma constante muito bacana em seus trabalhos. O Clube Caiubi é um exemplo de artistas ainda não conhecidos e excelentes: Ricardo Soares, Rossa Nova, Élio Camalle, Fred Martins, Max Gonzaga, enfim, música boa não falta. Falta, porém, nos associarmos com agilidade, agressividade mercadológica e tal, mas não se pode apressar o curso do rio.

12-) RM – Qual ou quais os músicos já conhecidos do público que você tem como exemplo de profissionalismo e qualidade artística?

RG – Tenho os meus heróis. Muitos estão nessa lista citada em resposta a uma questão anterior. Acredito que qualquer artista que faça sucesso com música boa há mais de uma década está fazendo muita coisa certa. Devemos estudar suas histórias, segui-los, aprender com seus erros e acertos. Nessa vida qualquer sucesso requer uma quantidade de trabalho sobre-humana. Aqueles que conseguiram, deixam suas pegadas para dar fé a quem ainda está para trás, mas que com muita energia poderá chegar lá.

13-) RM – Quais as situações mais inusitadas que aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado e etc)?

RG – Todas as citadas(risos). Toquei 15 anos na noite, no começo em bares e restaurantes, depois em boates, danceterias e, por fim, em casas de show. São centenas de histórias, literalmente. Condição técnica é uma frase que não existe no Brasil. Áudio e biologia dos morcegos africanos têm o mesmo número de estudiosos por aqui. Eu fazia 120 shows por ano; era raro não ter briga, muitas vezes com tiros. Shows marcados em dia errado em cidades que ficam há oito horas ou mais de São Paulo. Não receber após o show é padrão. E cantadas de homens e de mulheres sempre. Carro quebrado na estrada. Músico que não aparece pro show. Cantor que desmaia. Gelo seco que sufoca o baixista. O palco que cai, luz que despenca. Cuspidoras de fogo que erram e acertam banda. Laser que “dá pau” em cima do baterista e queima o braço do cara… Mas, eu mudei o olhar que tenho sobre tudo isso há muito tempo. Cada um desses acontecimentos me fez mais forte, mais preparado. Hoje sei conduzir minha carreira graças a isso, sei organizar um evento chamando minha equipe e estar atento em todos os infortúnios que citei. Conheço as falhas. Para cada um desses problemas eu precisei parar e achar uma solução; é a única maneira de vencê-los.

14-) RM – O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

RG – No começo achava um saco essa história de eu mesmo me “empresariar”. Queria compor, tocar, cantar. Mas hoje em dia acho que tudo me deixa feliz e triste. Durante o curso do meu dia, fico feliz e triste, várias vezes. Ganho umas e perco outras diariamente. Fazer o que a gente ama é incrível, mas o mundo é um lugar imperfeito e talvez para nosso aperfeiçoamento conspire contra muitas vezes, e outras vezes conspire a favor.

15-) RM – Nos apresente a cena musical de São Paulo?

RG – São Paulo para quem sabe o que quer é fantástico. A cena musical da cidade é muito prolixa, variada. Todo dia recebo convite para shows de jazz, mpb, rock, gospel, hip hop, samba de artistas famosos e os que estão em ascensão. Embora as casas de shows ainda não saibam se organizar (muitas não tem um bom som, assessoria de imprensa, divulgação eficiente, cachê bacana para o músico), público temos para tudo. Uma boa dica é abrir o caderno de cultura e começar a explorar. Riquezas não faltarão.

16-) RM – Você acredita que sua música vai tocar nas rádios sem o jabá?

RG – Sim. A transformação das mídias já começou. A grande mídia não é mais a televisão, tampouco o rádio. Daqui a dez anos, elas serão mídias auxiliares. O artista que sabe se organizar hoje pode “acontecer” na NET, para depois acontecer na tevê e no rádio, como, aliás, já é realidade para alguns artistas.

17-) RM – O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

RG – Faça uma carreira musical se não conseguir se imaginar fazendo outra coisa na vida. Sem esse amor e dedicação absolutos a vitória é distante, improvável. O mercado é canibal. Só vence quem por amor não desiste e se permite transformar.

18-) RM – Fale da importância para sua carreira de participar da trilha sonora do filme norte-americano No pain, no gain? Quais foram às portas que se abriram?

RG – Toda essa repercussão que meu trabalho vem tendo lá fora, só trouxe boas oportunidades. Editoras norte-americanas estão publicando minhas músicas, ofertas de shows e novas parcerias continuam pintando. Mas tudo foi uma soma: a pré-seleção ao Latin Grammy, o filme No Pain no Gain, a Menção Honrosa do John Lennon Contest com curadoria da Yoko Ono, a contratação pela gravadora inglesa ASTRANOVA Records. Tudo isso junto me levou aos resultados que venho obtendo.

19-) RM – Fale da importância de assinar contrato com a gravadora inglesa ASTRANOVA Records para o lançamento da coletânea Yesterday´s tomorrow? Quais os nomes das músicas que estão nesta coletânea?

RG – Enorme. Foi o gatilho que deu início a minha carreira internacional. Sem a ASTRANOVA é possível que o resto não tivesse acontecido. Estão no CDYesterday’s Tomorrow as canções: Tão simples, Fa Fa Fa, A chuva, I’ve got something, Arara, Semente, Amar com E, Baleia, O vôo, Pousar, A volta, Quero ser o mar (2 versões:instrumental e cantada), Evening blues e Avisa.

20-) RM – Você participou de outras coletâneas? Quais?

RG – Sim, na década de 1990 estive na coletânea Pearl Brazilian Team com minha música Argila (CD Semente) e no fim de 2009 sairá uma coletânea norte-americana, Rock 4 life, com uma faixa minha: A chuva.

21-) RM – Fale do projeto da operadora Oi (Oi Novo Som) o que contribuiu pra sua carreira?

RG – Ser executado em uma rádio mainstream foi muito bacana, possibilitou minha pequena turnê no Recife-PE e angariou mais fãs e colegas. Toda divulgação bem feita é bem quista.

22-) RM – Como você usa a ferramenta internet para divulgar sua carreira musical?

RG – Com muito zelo. Meu site (www.roneygiah.com.br) hoje tem uma média de 45 mil hits por mês. Muitos downloads, muitos views. Estou sempre o atualizando, aperfeiçoando-o. O mailing que adquiri nos anos de noite com minha banda responde bem as novidades do site e das minhas outras homepages (MYSPACE, YOU TUBE, ORKUT, FACEBOOK). Quem está no meu mailing recebe notícias em primeira mão, descontos e postagens do blog assim que são escritas. Minha assessoria de imprensa também utiliza o disparo online concomitantemente ao tradicional fax e correio. Enfim, tudo deve estar integrado senão o castelinho cai.

23-) RM – Em sua opinião qual o segredo do sucesso profissional?

RG – Toda sua vida e seu sucesso dependem das 10.000 horas mínimas de dedicação (sim, estou citando Malcolm Gladwel).

Você não quer ser atendido por um médico inexperiente. O fato dele ter muitos amigos no facebook não vai fazer você mudar de ideia. Da mesma forma eu não quero ouvir artistas inexperientes, com talentos subdesenvolvidos apenas porque eles tem muitos followers ou amiguinhos na internet. Você tem que saber que se você quer disputar prateleiras numa loja, você vai disputar mercado (pois essa prateleira é atemporal) com Tom Jobim, Elis Regina, The Beatles, Mozart, Michael Jackson, Nora Jones, Gonzaguinha, Ray Charles, John Mayer, Lenny Kravitz, Chico Buarque, Debussy, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elvis Presley, Rage Against The Machine, Tina Turner, etc. E esses pagaram o preço de seus desejos: anos a fio de luta e aperfeiçoamento. O mesmo vale pra fotografia, cinema ou qualquer paixão que você tenha. Você não vai bater o recorde de 50m do Cielo, fotografar como um Sebastião Salgado ou ter a mesma relevância que um Michelangelo sem pagar um preço pra isso. E o preço é sua vida.

Se você acha que você vai dar uma “googlada” no assunto, baixar dois programinhas e pegar um fim de semana pra terminar seu projeto, você está fadado ao fracasso. Você será comida de tubarão antes de entender da onde veio a primeira mordida. Se você mede seu sucesso pela quantidade de pessoas que gostam de você, você também está no caminho errado. Concentre-se na “prateleira”, pergunte-se se o que você está produzindo pode estar nessa prateleira ao lado daqueles que pagaram o preço pela excelência.

Uma vez em Los Angeles, Joe Diorio me disse: “Antes de subir nesse palco, lembre-se que Joe Pass e Jaco Pastorius já tocaram aqui e se pergunte se você tem algo a acrescentar”. Caguei de medo e voltei pra ensaiar mais. Muito mais.

E você também deve temer. Se você não está com medo, você não tem a proporção exata do desafio. Você não vai correr aquele quilometro a mais. Não vai correr riscos. Não vai querer questionar se aquilo é o máximo que você pode oferecer. Pra ser tudo que você pode ser, mire a grandeza e pague o preço que ela cobra.

24-) RM – Quais os projetos futuros?

RG – Até o fim de 2009 lançarei meu quarto CD, Queimando a moleira com show de lançamento aqui em Sampa e tudo mais que manda o figurino. No primeiro semestre de 2010 teremos mais dois CD’s, uma vez que meus projetos da Lei Rouanet e Mendonça foram captados e estão a caminho. Enfim, muito trabalho e muita novidade por aí. Obrigado a Ritmo Melodia pelo carinho pela oportunidade.

25-) RM – Contatos para show?

RG – www.roneygiah.com.br /[email protected] /(11) 99485-1903 – Glauber Amaral – [email protected]

Roney Giah - cateogry

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Criada e editada desde 2001 pelo jornalista, músico, letrista e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa. A revista divulga a música (popular, regional, instrumental e erudita) e os músicos brasileiros. Sejam bem-vindos!